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neoliberalismo

Pré-keynesianos estão felizes como pinto no lixo, por Fernando Nogueira da Costa

Os neoliberais não reconhecem o papel-chave da alavancagem financeira ao dar dinamismo à economia de mercado via crédito. É urgente voltar a estimular crédito ao consumo

do Brasil Debate

Pré-keynesianos estão felizes como pinto no lixo

por Fernando Nogueira da Costa

Os economistas ultraliberais, no governo temeroso, conseguiram submeter a economia brasileira à Lei de Say: sem conceder crédito “em excesso” (sic), supostamente, os bancos agiram exatamente como intermediários financeiros apenas canalizando poupança para investimento. O resultado, segundo essa concepção pré-keynesiana, é que, aparentemente, conseguiram o desejado acima de tudo: equilíbrio entre a oferta agregada e a demanda agregada. Em decorrência, não há mais inflação de demanda – e a queda dos preços de alimentos colabora bastante para um processo de desinflação. Porém, há um “detalhe” para eles não saborearem a “vitória” completa: a grande depressão (a maior da história econômica brasileira) e o imenso desemprego.

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Bolívar Lamounier, e a miséria da intelectualidade tucana, por Luis Nassif

O cientista político Bolívar Lamounier permite uma boa análise de caso. Não apenas por sua história política, que se confunde com a do PSDB, mas por explicitar bem os grupos que compõem o partido.

No plano histórico, saiu da social-democracia da Constituinte para a visão simplista e preconceituosa do neoliberalismo tipo irmãos Kock, aquela que reduz o projeto de Nação a uma mera questão de corte de gastos sociais. A idade enrijeceu a alma e o espírito do sobrinho neto de Gastão Lamounier, o lírico compositor de almas.

Na quadra atual, ele expõe de maneira crua as divisões do partido. Ele e seu líder, Fernando Henrique Cardoso, historicamente alinhados com o Partido Democrata norte-americano, representam o elo com o pensamento dos EUA e de lideranças de mercado, como Jorge Paulo Lehman, Armínio Fraga, os herdeiros do Itaú entre outros grupos. Na mídia, os ideólogos mais ostensivos são os economistas Marcos Lisboa e Samuel Pessoa. São eles que fazem as ligações com a alta tecnocracia pública do Tribunal de Contas da União, Secretária Nacional do Tesouro, entre outros.

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O mercadismo que quer operar acima das tensões sociais e políticas, por André Araújo

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Por André Araújo
 
 
Samuel Pêssoa virou uma espécie de guru intelectual do mercadismo radical que pretende operar acima das tensões sociais e políticas, algo hoje inteiramente fora de moda nas grandes nações pós-crise de 2008.
 
Nos EUA, catedral mundial do pensamento econômico aplicado à realidade, foi o ESTADO de corpo e alma quem salvou o mercado em 2008, salvou da crise PROVOCADA PELOS EXCESSOS DO MERCADO. 
 
Se não fosse o Tesouro dos EUA, a crise de 2008 seria infinitamente maior. Foi o Tesouro dos EUA, autorizado pelo Presidente Obama, quem sacou dinheiro de seu caixa no importe nada desprezível de US$778 bilhões dentro da autorização do programa TARP para salvar o Citigroup, a General Motors, a seguradora AIG e mais 200 outras corporações e bancos, decisão tomada de forma ultrarrápida, engenhosa, eficiente e sem pruridos ideológicos, no incêndio não se pergunta de onde vem a água e SALVOU O MERCADO. 

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Para Esther Solano, direita usou discurso anticorrupção para avançar agenda neoliberal

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Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Do Brasil de Fato

 
Para pesquisadora, movimentos de direita usaram discurso anticorrupção como pretexto político para agenda neoliberal
 
Rafael Tatemoto

Em meio a escândalos de corrupção que envolvem diretamente o presidente Michel Temer (PMDB), uma pergunta ronda a cabeça de muitas pessoas: por que as manifestações de rua contra a corrupção cessaram? 

Algumas respostas já apareceram. Em declarações ao jornal Valor Econômico, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), foi objetivo ao comparar o cenário atual à conjuntura passada: “Não é a mesma circunstância. É diferente. O PSDB tem quatro ministros de Estado. O PSDB não tinha ministros no governo do PT”. 

O cantor Lobão, um dos ícones das manifestações em defesa do golpe contra Dilma Rousseff (PT), foi na mesma linha: “Mesmo se [Temer] fez falcatrua, se está todo ligado à rede de corrupção, respeitem a interinidade. A economia pela primeira vez tem inflação negativa, depois de 11 anos. Então deixem o cara terminar”, disse à Folha de S.Paulo.

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Para Pedro Celestino, engenharia brasileira passa por desmonte criminoso

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Pedro Celestino, presidente do Clube de Engenharia, afirma que a engenharia brasileira está sofrendo um desmonte criminoso. Para ele, o necessário combate à corrupção não poderia gerar uma destruição da capacidade técnica do país no setor, adquiridos por seis décadas. 
 
Agora, o país que antes exportava serviços de engenharia para mais de 40 países vai voltar à condição colonial, diz Celestino. Para o engenheiro, a adoção da política neoliberal, que vem desde o início do segundo governo de Dilma Rousseff e foi intensificada na gestão de Michel Temer, só interessa ao mercado financeiro, estrangulando a economia e, consequentemente, o setor de engenharia.
 
“É uma situação inédita em nosso país, agravada pela crise política decorrente da ilegitimidade do governo atual para propor medidas radicais de desmonte do Estado e de direitos sociais e trabalhistas, conquistados ao longo dos últimos 80 anos, sem ser oriundo do voto popular”, afirma. 
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A campanha “Just say no” e a guerra ao crack em SP, por Pedro Bertolucci e Kelly Komatsu

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Foto: Reprodução 

Do Justificando

A campanha “Just say no” e a guerra ao Crack na cidade de São Paulo

por Pedro Bertolucci Keese e Kelly Komatsu Agopyan

No dia 26 de junho de 2017, no horário de pico da televisão aberta brasileira, quando a emissora com maior ibope do país transmite a novela e alcança uma estimativa de 2,2 milhões de domicílios ou 22 milhões de telespectadores na grande São Paulo, foi veiculada a nova campanha publicitária da Prefeitura de São Paulo sobre o uso do crack: “Crack. A melhor saída é nunca entrar”, que retrata a história de um homem que entra em um galpão repleto de fotos de momentos de seu passado feliz com a cena final mostrando a mesma pessoa diante de um espelho, chorando, já que seu reflexo mostra a aparência física “arruinada” pelo uso do crack, sugerindo como a droga pode “destruir uma vida inteira”.  

Em meio a diversas ações consideradas desastrosas e amplamente criticadas da gestão municipal paulistana na região da Luz – apelidada de “Cracolândia” – a prefeitura tenta, por meio de (mais uma) propaganda, melhorar sua imagem em relação à temática do uso problemático de crack.

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Esquerda perdeu credibilidade, admite Costas Lapavitsase, do Syriza

Economista grego participou de encontro na Unicamp e destacou também que pensar anticapitalismo não é suficiente para sair da crise 

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A frase é do economista grego Costas Lapavitsas, eleito deputado pelo Syriza em 2015. Para ele, a crise exige pensar que o anticapitalismo é insuficiente e que a esquerda precisa recuperar a credibilidade
 
Por Ana Luíza Matos de Oliveira e Paula Quental
 
Um dos convidados internacionais do 22º Encontro Nacional de Economia Política (Enep), realizado na Unicamp, em Campinas, entre 30 de maio e 2 de junho, o economista grego Costas Lapavitsas, eleito deputado pelo Syriza em 2015, proferiu uma das palestras mais concorridas do encontro, sobre o tema “Políticas de austeridade e as alternativas na periferia em tempos de crise do capitalismo”. Professor de economia na Escola de Estudos Orientais e Africanos, da Universidade de Londres, a SOAS, e autor de vários livros, ele é conhecido por suas críticas ao sistema financeiro ocidental moderno, o qual se dedica a estudar, e às políticas de austeridade.
 
Lapavitsas defende uma ruptura da Grécia com as políticas da União Europeia e menciona com frequência a existência de uma periferia na zona do euro formada por países que, como o seu, têm pouco a ganhar com o mercado comum. Também é um dos maiores entusiastas de um movimento que unifique as esquerdas dos vários países do bloco, embora admita que este seja um processo lento, de longo prazo.
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Neoliberalismo, mercado financeiro e cegueira institucional, por Marcio Pochmann

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Foto: FLICKR CC

Da Rede Brasil Atual
 
 
Impõe-se a cada dia outro caminho a ser liderado por quem melhor compreender a convergência que se forma em torno da contrariedade ao receituário neoliberal
 
por Marcio Pochmann*
 
A crise global de 2008 abriu uma nova perspectiva de reorganização geopolítica mundial. Até então, o receituário neoliberal predominava desde o fim do acordo de Bretton Woods, que havia fixado a regulação do mundo das finanças a partir do fim da Segunda Guerra.
 
Por força disso, as finanças mundiais seguiram a cartilha regulacionista entre os anos de 1945 e 1975, o que permitiu importante ênfase do Estado na defesa do crescimento econômico com inclusão social. Essa fase, então, passou a ser reconhecida como sendo a dos trinta anos gloriosos do capitalismo.
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Capitalismo de Estado contra capitalismo de livre-mercado, por Fernando Nogueira da Costa

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Capitalismo de Estado Republicano contra Capitalismo Neoliberal de Livre-Mercado

Fernando Nogueira da Costa[1]

O Instituto de Economia da UNICAMP recebeu o maior evento de Economia Política do Brasil. Mais de mil pessoas se inscreveram no XXII Encontro Nacional de Economia Política (ENEP) que aconteceu entre os dias 30 de maio e 02 de junho. Nos debates de trabalhos de pesquisa de dados e uso analítico de teorias e conceitos para pensar “fora-da-caixa” do mainstream neoliberal, que monopoliza todo o espaço na mídia brasileira, novos ângulos das mais importantes questões nacionais foram apresentados.

No Grupo de Trabalho sobre Economia Política e Macroeconomia, em debate plural e livre, deu-se um passo adiante da Economia Positiva – o que é – para se esboçar propostas de Economia Normativa – o que deveria ser. Partiu-se do consenso social do “primeiramente, fora Temer” para as trocas de ideias sobre um possível programa eleitoral à espera de um candidato de oposição. Mas, desta vez, com a vantagem de usar as lições negativas da experiência social-desenvolvimentista brasileira para superá-las, retomando tudo o que foi positivo, por exemplo, uma política social ativa.

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O mundo parece estar parindo o novo à fórceps, por Assis Ribeiro

O mundo parece estar parindo o novo à fórceps

por Assis Ribeiro

Depois do estrondoso sucesso do livro "O Capital no Século XXI", do economista francês Thomas Piketty, que estarreceu os neoliberais e exultou os esquerdistas ao fundamentar com profundidade inquestionável que a crise econômica mundial não seria resolvida sem desconcentrar o capital e promover a sua redistribuição taxando os mais ricos, o jornalista brasileiro Luís Nassif, no artigo http://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-da-revisao-do-projeto-dos-campeoe... , levanta a questão da concentração abordando as causas e consequências da política brasileira na busca de se criar grandes players nacionais, incluindo no seu estudo "as tramoias do capital financeiro e do industrial".

Tornou - se amplamente perceptível até para os de mente avestruz que a corrupção e a deslealdade dominaram os todos os trâmites dos processos econômicos. Que o financiamento da imprensa e de jornalistas para favorecer os seus interesses, a compra de juízes e procuradores e outras "tramoias" são verdadeiros efeitos colaterais na criação das grades empresas, e não é por outra razão que as nossos grupos de alavancagem econômica como a Petrobras, OAS, Odebrecht, OI, JBS estão citadas na operação Lavo Jato.

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Faz parte da mistificação ideológica do neoliberalismo apresentar-se como única solução, diz Marcelo Carcanholo

Em entrevista ao Brasil Debate, Marcelo Dias Carcanholo, presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP), afirma que a economia não pode ser dissociada da política e de interesses de classe, como pretende o neoliberalismo, cuja ‘restauração’ no Brasil é um dos principais temas do 22º ENEP, organizado pela entidade (Foto EBC)

do Brasil Debate

Entrevista Marcelo Carcanholo

‘Faz parte da mistificação ideológica do neoliberalismo apresentar-se como única solução’

por Paula Quental

Um dos grandes debates hoje no país gira em torno da política econômica, ao ponto de o brasileiro leigo andar familiarizado com expressões como déficit fiscal, política fiscal e tripé macroeconômico. Os que se opõem ao governo Michel Temer, cuja legitimidade está sendo mais do que nunca questionada, afirmam que o impeachment de Dilma Rousseff ocorreu para que houvesse uma retomada das políticas neoliberais dos anos 1990. É nesse cenário que começa, hoje, na Unicamp, em Campinas, o 22º Encontro Nacional de Economia Política (ENEP). O tema principal remete à discussão do momento: “Restauração Neoliberal e as Alternativas na Periferia em Tempos de Crise do Capitalismo”.

Marcelo Carcanholo. Crédito da foto: Arquivo Pessoal

Presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP), entidade responsável pelo encontro – um dos mais importantes da América Latina e que conta, nesta edição, com mais de mil inscritos – Marcelo Dias Carcanholo afirma que o pensamento crítico em economia política vai a sentido contrário ao que prega o neoliberalismo, que vende a si mesmo como o remédio amargo, mas necessário. Segundo ele, “não há forma certa ou errada de fazer política econômica. Tratam-se apenas de posicionamentos ideológicos e políticos distintos, interesses de classe mesmo diametralmente opostos.”

Na entrevista, Carcanholo fala ainda sobre a forte restauração do pensamento conservador no mundo ter reflexos não só na prática da política econômica como também no ensino de economia. Faz uma crítica à suposta atuação antineoliberal dos governos progressistas da América Latina, entre eles os de Lula e Dilma, do PT, e chama atenção para o fato de que o inédito na crise do capitalismo atual é que há uma crise das estratégias de esquerda. “Urge reconstruí-las”, diz.

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Na Unicamp, economistas debatem neoliberalismo e crise no Brasil

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - A partir da semana que vem, de terça (30) a quinta (02/06), professores e estudantes de economia irão se reunir no 22º Encontro Nacional de Economia Política (ENEP), promovido pela Sociedade Brasileira de Economia Política na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). 
 
O tema do encontro deste ano será “Restauração neoliberal e as alternativas na periferia em tempos de crise do capitalismo”. Pedro Rossi, coordenador da comissão organizadora do evento, afirma que há uma “imposição de uma agenda de reformas neoliberais no Brasil defendida pela mídia e por um pequeno grupo de economistas que busca criar falsos consensos”.

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Governo abusa do endividamento para favorecer capital financeiro, afirma Requião

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Foto: Beto Barata/PR
 
 
por Roberto Requião
 
A feitio de prólogo, cito Alexis de Tocqueville, comentando a Revolução de 1848, na França:
 
"Os líderes de partidos parecem indignos de comandar, uns por falta de caráter ou de verdadeiras luzes, a maioria por falta de qualquer virtude".
 
Quem discorda que se repita hoje, o que foi dito tanto tempo atrás? Será que nosso destino será tão feliz quanto a França de 1948?
 
AUSTERIDADE?
 
Falarei sobre semântica. Não sobre hermenêutica. Sobre semântica. Especificamente, a origem e o significado das palavras. Mais do significado do que propriamente da origem. Isso porque as palavras, como é bem sabido, podem ter mais de um significado, o que às vezes tem consequências políticas consideráveis, sobretudo quando marteladas continuamente pela mídia em sentido dúbio. 

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A ofensiva da direita libertária americana em Honduras

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Salão principal do cassino de Amapala, cuja construção começou em 1933. Três famílias desabrigadas passaram décadas ocupando suas salas de aula. Em outubro de 1933, a revista Tegucigalpa publicou um artigo comemorativo do centenário da criação do porto. “O casino está muito bem”, disse (Foto: Fred Ramos/El Faro)

Da Agência Pública

 
Um grupo da direita libertária norte-americana busca implantar sua utopia no golfo da Fonseca: a concessão de um território livre, onde não valem a lei, a polícia e os impostos de Honduras. Um futuro de desenvolvimento para Honduras ou a volta aos enclaves de banana?
 
Por Carlos Dada

A polícia hondurenha tem dois cárceres em Amapala. Um é usado como armazém. O outro quase sempre está vazio. Nessa ilha vulcânica no Golfo de Fonseca, a vida se move devagar. Em paz. Uma verdadeira ilha – também no sentido metafórico em um dos países mais violentos do mundo. Mas ali nada acontece. “A maioria dos casos que atendemos é de bêbados ou de violência doméstica”, diz a comandante da polícia. “Há pouco trabalho.” Nem mesmo roubo? Ela olha para dois de seus colegas agentes designados para a ilha há três meses. Todo mundo ri: “Não, nada. Isso aqui é um pouco chato”.

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A escravidão versão 2017, por Peter Koenig

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Foto: Jun Aishima
 
Enviado por Let's Rock (the rats)
 
Eis um artigo para guardar, reler, repassar e meditar sobre...

Do The Saker

Escravidão 2017

por Peter Koenig

Quando nos séculos XVIII e XIX os escravos africanos não se "comportavam", eram cruelmente espancados, às vezes até a morte, como um elemento de dissuasão para os outros. Eles foram privados de comida para suas famílias. Suas mulheres foram estupradas. Eles eram negociados com mestres brancos ainda mais duros. Suas vidas valiam apenas o que seu trabalho poderia produzir. Eles eram tratados como sujeitos, desprovidos de calor humano.

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