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Petrobras exerce direito de preferência em três de oito áreas do pré-sal

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Das oito áreas do pré-sal que irão à leilão neste ano, a Petrobras decidiu exercer o direito de preferência sobre três delas. A estatal terá o direito de escolher se quer ser a operadora, com participação mínima de 30%, independentemente de quem vencer os certames.
 
A empresa escolheu as áreas de Sapinhoá (que faz parte da segunda rodada de licitações), Alto de Cabo Frio Central e Peroba (ambas da terceira rodada), sendo que os leilões irão ocorrer no dia 27 de outubro. 
 
A Petrobras deverá gastar R$ 810 milhões nos leilões caso continue com a parcela mínima de 30%. No leilão da área de Libra, a companhia pagou por uma fatia a mais de 10% e ficou com 40% do consórcio. 

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Medidas do governo Temer comprometem a soberania nacional, por Pedro Celestino

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Foto: Beto Barata/PR

Do Clube de Engenharia

 
por Pedro Celestino

O Clube de Engenharia manifesta sua apreensão em decorrência de sistemáticas propostas e ações do Governo Federal, a seguir listadas, posto que são comprometedoras da soberania nacional:

  • as modificações realizadas na Lei e nos procedimentos que regulam a exploração das reservas de petróleo do Pré-Sal, e em especial, no protagonismo da Petrobrás, agora não mais participante obrigatória de todas as atividades, como operadora única, o que traz imensos prejuízos à cadeia produtiva de óleo e gás e à engenharia nacional;
  • a descaracterização da Petrobras como petroleira integrada, através da venda de ativos importantes e do abandono de investimentos em exploração, em refino de petróleo e em petroquímica, de modo a torná-la mera e cadente produtora de petróleo bruto, o que já tem reflexo devastador na nossa engenharia;
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Petrobras anuncia novas regras para o regime de partilha

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Foto: Divulgação/Agência Petrobras
 
Jornal GGN - Nesta terça-feira (2), entrou em vigor o Decreto 9041/17, regulamenta que lei que dispõe sobre o direito de preferência da Petrobras para atuar como operadora nos consórcios para exploração e produção de blocos sob o regime de partilha.
 
Agora, a empresa irá decidir sobre a aquisição de áreas do pré-sal e não será mais, necessariamente, a operadora única. A lei foi alterada em 2016 e tirou a obrigatoriedade da estatal como operadora única, mantendo o direito de preferência para adquirir um mínimo de 30% de participação nos consórcios.
 
A Petrobras terá 30 dias para manifestar seu interesse em participar dos blocos a serem ofertados, em prazo a ser contado a partir da data de publicação da resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

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Fabricado em Cingapura, primeiro navio-plataforma de Libra está a caminho do Brasil

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Foto: divulgação
 
Jornal GGN - Por meio de nota à imprensa, a Petrobras informou que o navio-plataforma FPSO Pioneiro de Libra saiu do estaleiro Jurong, em Cingapura em direção ao bloco de libra, no pré-sal da Bacia de Santos. O navio deve chegar ao país em 65 dias, teve investimentos de cerca de US$ 1 bilhão e é de propriedade da Odebrecht Óleo e Gás e da Teekay Offshore Partners.
 
O navio será usado para testes no bloco de Libra, e, segundo a Petrobras, ele tem a capacidade de processar 50 mil barris de petróleo por dia e comprimir e reinjetar 4 milhões de m3/dia de gás associado.

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Sala de Visitas: Temer aumentará em 1 milhão desempregados com novas regras de conteúdo local

Jornal GGN - "Imagina um governo decidir a favor de seis petroleiras estrangeiras e virar as costas para 200 mil industrias do seu próprio país? Tem alguma coisa errada. Acho que eles não se deram conta ainda", alerta Cesar Prata presidente do Conselho de Óleo e Gás e vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), nesta entrevista para o jornalista Luis Nassif, no Sala de Visitas.

 
Prata se refere aos novos índices da lei de Conteúdo Local apresentados em meados de fevereiro e que serão aplicados na 14ª rodada de licitações de blocos para exploração de petróleo e gás natural, prevista para setembro, e para a terceira rodada de leilões de blocos no pré-sal, que deve ocorrer em novembro. 
 
Na regra anterior as empresas que ganhassem a concessão para explorar a riqueza natural eram obrigadas a contratar um mínimo de 65% de serviços e equipamentos produzidos por empresas brasileiras, daí o termo ‘conteúdo local’. O governo derruba agora esse índice para 25%, só nas construções de plataformas que ficam em alto mar (as chamadas produções offshore). 
 
A ABIMAQ chama à atenção que, com isso, Temer irá induzir ao aumento de desemprego no setor. "Nós fizemos algumas estimativas, se isso de fato prosseguir nessa base que estão nos acenando, só nós vamos produzir mais 1 milhão de desempregados este ano", pontua o empresário, alegando que o Ministério de Minas e Energia e outros membros do Executivo tomaram a decisão sem concluir os debates que estavam sendo realizados desde o ano passado. 
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Governo pretende vender três novas áreas no leilão do pré-sal

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Jornal GGN - O governo de Michel Temer prepara uma nova licitação para ofertar três novas áreas do pré-sal em novembro, na 3ª rodada de partilha. De acordo com o jornal Valor Econômico, João Vicente Vieira, diretor do Departamento de Exploração e Produção de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, disse que a Agência Nacional de Petróleo (ANP) elaborou uma lista com sugestões de áreas para as próximas rodadas, que deverão ocorrer entre 2017 e 2019. 
 
O sigilo sobre as áreas será mantido pelo ministério e pela ANP até a aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Anteriormente, a agência se manifestou sobre três possíveis opções: Saturno, Pau Brasil e Peroba. 

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A CIA e a crise política brasileira, por Janio de Freitas

O papel da inteligência americana e da mídia brasileira no desmonte de um projeto de nação no Brasil 

 
Jornal GGN - Como foi possível, em tão pouco tempo, o Brasil passar de o país do futuro, aclamado em todas as análises internacionais, para se tornar mais um país sem relevância? Janio de Freitas junta as pontas para responder essa questão em um artigo, mais uma vez, magistral, começando pelo papel da CIA na invasão de dados, não só de governos, como também de qualquer pessoa, a partir dos novos aparelhos domésticos de TV, que hoje captam conversas no ambiente domiciliar.
 
Em seguida, Janio avalia o papel da mídia brasileira em reproduzir as notícias de interesse internacional, deixando de lado sua responsabilidade em investigar fatos verdadeiramente relevantes para o desenvolvimento independente do país. O jornalista resgata, ainda, a discussão sobre o interesse crescente dos Estados Unidos sobre os países africanos do Atlântico Sul, justamente entre as nações que o Brasil dos governos Lula se aproximou para trocar tecnologia, possivelmente pelas reservas de petróleo naquela região de geologia semelhante ao pré-sal brasileiro. 
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Produção de petróleo aumenta 14,2% em janeiro e pré-sal já representa quase 50% do total

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Jornal GGN - De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção de petróleo no Brasil no mês de janeiro teve um crescimento de 14,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a 2,687 milhões de barris por dia.
 
Entretanto, na comparação com dezembro de 2016, a produção teve queda de 1,6% A produção de gás natural cresceu 13,1% na comparação com janeiro do ano passado e caiu 1,6% em relação ao mês anterior, atingindo 109,9 milhões de metros cúbicos por dia. 
 
No total, a produção de petróleo e gás natural no Brasil foi de aproximadamente 3,378 milhões de barris de óleo equivalente por dia. 

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O pré-sal e a balança comercial de 2017, por Leo Guerra

O pré-sal e a balança comercial de 2017

por Leonardo Guerra *

A recente divulgação do saldo comercial de 2017 mostrou que há uma unânime interpretação para o recorde positivo de US$ 47 bilhões: a recessão econômica brasileira. Nas principais análises, foi a retração econômica que reduziu, drasticamente, as importações e este é o principal motivo do resultado alcançado.

Certamente a redução da atividade impactou, mas existem outros motivos, tanto do lado das importações, quando do lado das exportações, que não estão devidamente enfatizados como causa deste resultado, entre eles, o inédito saldo comercial positivo da conta petróleo, de US$ 410 milhões.

Com relação aos efeitos da recessão sobre o resultado comercial, temos que lembrar que há um contexto mundial de retração econômica, o que, do ponto de vista do comércio mundial, resulta em menor demanda (e menor preço) das commodities, especialmente as do agronegócio.

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Serra volta ao Senado em meio a negociações de petrolíferas

Serra e o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry
 
Jornal GGN - O então ministro de Relações Exteriores José Serra (PSDB-SP) pediu demissão, nesta quarta-feira (22), em carta ao presidente Michel Temer. Alegando problemas de saúde, Serra disse estar impedido "de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de Chanceler".
 
Justificou ao Planalto que "segundo os médicos, o tempo para restabelecimento adequado é de pelo menos quatro meses". No fim de dezembro, Serra foi submetido a uma cirurgia de descompressão e artrodese da coluna cervical.
 
Apesar da recuperação, boletim médico do Sírio Libanês, hospital em São Paulo onde foi realizada a cirurgia, não destacava gravidade no procedimento. Ao contrário, a nota divulgada no dia 19 de dezembro informava que a cirurgia era, na verdade, uma "técnica minimamente invasiva".
 
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Os interesses internacionais contra o setor de petróleo no Brasil, por Rodrigo Leão

Os interesses internacionais contra o setor de petróleo no Brasil

por Rodrigo Leão

A tese liberal de que há um suposto preconceito ou ranço ideológico entre todos os desenvolvimentistas contra a entrada do capital estrangeiro Brasil é uma falácia, o que ela esconde na verdade é a preocupação fundamental com a soberania nacional. Para além dos processos de privatização e abertura comercial, no caso do petróleo, a abertura do setor em 1997 permitiu que várias empresas globais pudessem explorar o mercado nacional, inclusive em setores mais dinâmicos como exploração e produção. Leia mais »

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Governo fala abertamente em correr para entregar pré-sal à Exxon

do Brasil 247

GOVERNO FALA ABERTAMENTE EM CORRER PARA ENTREGAR O PRÉ-SAL À EXXON

Um dos principais objetivos do golpe, a entrega do pré-sal brasileiro a multinacionais do petróleo, pode ganhar impulso ainda neste ano; ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, diz que governo prepara um "megaleilão" de campos do pré-sal, que será apresentado em fevereiro pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustívesis (ANP); "Para atrair outras empresas, como a ExxonMobil e outras grandes, e eles estão de olho no pré-sal, a ideia seria colocar novas áreas e, em vez de esperar 2018, fazermos em 2017", diz o ministro; em março, o governo pretende aprovar o leilão, já sem exigência de conteúdo local, em reunião extraordinária do Conselho de Política Energética (CNPE); "Assim, podemos marcar a licitação para novembro"; entrega do patrimônio do País segue a passos largos

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Petrobras vai recorrer de decisão que suspendeu licitação em Libra

 
Jornal GGN - Nesta semana, a Petrobras declarou que irá recorrer de decisão do Tribunal Federal da 1ª Região (TRF-1) que suspendeu a licitação da plataforma piloto de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. 
 
A decisão foi tomada após ação movida pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), que afirma que o processo licitatório não cumpre as regras de conteúdo local que estão no contrato.
 
Libra foi leiloada em 2013 e é considerada uma das áreas de exploração mais promissoras do Brasil, e é previsto que a plataforma-piloto entre em funcionamento em 2020. 

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Governo cogita fazer duas rodadas do pré-sal neste ano

Jornal GGN - Segundo o Ministério de Minas e Energia, o governo está estudando a possibilidade de realizar duas rodadas do pré-sal neste ano, sob regime de Partilha de Produção. Uma rodada já estava programa para ocorrer em 2017.

A ideia seria antecipar a terceira rodada do leilão do pré-sal, de acordo com informações da agência Reuters. O governo não deu detalhes sobre as razões para a antecipação, nem quais áreas poderão ser leiloadas.

Fernando Coelho Filho, ministro de Minas e Energia, disse na semana passada que o governo analisava adiantar a segunda rodada do pré-sal, prevista para o segundo semestre, para o primeiro semestre deste ano. Leia mais »

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Governo espera arrecadar R$ 4,5 bi com leilões da ANP

 
Jornal GGN - Com os leilões que serão promovidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) neste ano, o governo espera a entrada de até R$ 4,5 bilhões. Deste total, até R$ 3,5 bilhões viriam somente com o pré-sal, segundo Fernando Coelhos Filho, ministro de Minas e Energia. 
 
O montante virá do pagamento pelo direito de exploração das áreas, tanto na forma de bônus de assinatura como lucro-óleo, um ressarcimento à União pela produção na área do pré-sal. 
 
Previsto para maio, o primeiro leilão será menor e terá áreas em terra, e é esperado que a disputa pelas unidades do pré-sal até o final do primeiro semestre. 

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