Revista GGN

Assine

presidência

Doria reduz críticas ao PT e diz que caminho é pelo "centro"

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - É destaque no Painel da Folha deste sábado (23) que o prefeito de São Paulo Joao Doria (PSDB), nunca campanha de aproximação com o DEM de olho na corrida presidencial de 2018, diminuiu as críticas ao PT e afirmou que o caminho certo para a próxima eleição é pelo "centro". Segundo o jornal, Doria ainda disse que a data do jantar que ocorreu na última quinta (21) deveria ser lembrada como o início de uma grande aliança nacional pelo Brasil.

Leia mais »

Sem votos

Alckmin e Doria seguem na rixa para a disputa à Presidência 2018

 Foto: Alexandre Carvalho / A2img
Foto: Alexandre Carvalho/A2/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - O prefeito de São Paulo, João Doria, e o governador Geraldo Alckmin seguem nos conflitos de posições para a disputa à Presidência em 2018. Considerando-se nome mais consolidado dentro do PSDB, Alckmin quer que a sigla toma a decisão o mais rápido possível, enquanto Doria espera angariar mais apoios até o próximo ano, conseguindo mais espaço em pesquisas eleitorais, acima inclusive de seu padrinho político.
 
Nesta quarta-feira (20), Alckmin já havia criticado a articulação de Doria para o PSDB adiar a escolha do nome que irá disputar as eleições no próximo ano. "Se deixar lá para o meio do ano, quem for candidato, independente de quem seja, acaba saindo de forma improvisada", disse o governador.
 
Em crítica quase direta à Doria, o tucano defendeu a investida conservadora, associando novidades à "improvisação", o que a seu ver é negativo: "Tudo que é improvisado é malfeito. Aliás, no Brasil, precisamos parar com improvisação, inclusive na política", afirmou.
Média: 5 (1 voto)

FHC se aproxima de Doria e fará palestra na Lide

Foto: Divulgação

Jornal GGN - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ensaia uma aproximação com João Doria Jr e deve participar de uma palestra na Lide em setebro. O prefeito de São Paulo, que está viajando o País de olho na eleição de 2018, se afastou do comando da instituição que defende interesses empresariais, mas continua participando de algumas atividades.

Segundo informações da Folha, a atividade de FHC na Lide é marcada no momento em que o presidente de honra tucano reconhece que "errou" ao não ter apoiado Doria para a eleição municipal de 2016.

Leia mais »

Média: 1.5 (8 votos)

Filho de José Alencar pode ser o vice de Lula em 2018

Foto: Divulgação
 
 
Jornal GGN - O empresário José Gomes da Silva, 53, presidente da Coteminas, é cotado para ser o candidato a vice-presidente na chapa possivelmente encabeçada por Lula, em 2018. Josué é filho do ex-vice-presidente José Alencar, eleito em dobradinha com Lula em 2002 e 2006.
 
Segundo relatos do Estadão, petistas discutem a hipótese abertamente. "O Josué vai ser o vice do Lula em 2018. Estive com os dois recentemente", afirmou  o deputado federal Reginaldo Lopes (PT), ex-presidente do PT mineiro. 
Média: 3.7 (9 votos)

Com cortes em São Paulo, Doria pode estar criando caixa para eleições


Foto: Leon Rodrigues / ASCOM- PMSP
 
Jornal GGN - O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou recentemente que a cidade está com um rombo de R$ 7,5 bilhões. Junto com a notícia, o secretário municipal da Fazenda, Caio Megale, anunciou cortes em todas as pastas, inclusive na Saúde e Educação, e quer rever o que chama de "desperdícios" de programas municipais. 
 
Reportagem de Rodrigo Gomes, da Rede Brasil Atual, entretanto, mostra que dados do orçamento municipal são positivos. Especialistas analisam que a medida de cortes nada mais é do que uma estratégia do prefeito tucano para criar fundo e aplicar os recursos no final de 2017 e início de 2018, quando candidatos à Presidência e governos estaduais organizam-se para as campanhas políticas.
 
"Ainda que os investimentos fiquem prejudicados, a falta de verba da União só justifica o congelamento das obras. Tudo que é despesa corrente – os programas existentes e ações cotidianas da prefeitura – não tem motivo para sofrer cortes. O governo tem de explicar isso", afirmou o ex-vereador Odilon Guedes, mestre em economia pela PUC, à RBA.
Média: 3 (4 votos)

A eleição presidencial de 2018, segundo Ciro Gomes

Jornal GGN - Em entrevista ao canal Ultrajano, no Youtube, o ex-governador e pré-candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, foi provocado a fazer uma análise do contexto em que se dará a disputa eleitoral de 2018.

Na visão de Ciro - que está convencido de que a atual crise política lhe é favorável - a corrida será superfragmentada, a exemplo do pleito de 1989, e terá ao menos 6 candidatos principais, sendo que a maioria terá condições de arrancar cerca de 10% dos votos válidos no primeiro. Em 1989, Lula, com aproximadamente 17% dos votos válidos, foi ao segundo turno com Collor, que angariou 30%.

Ciro projeta que disputará, no próximo ano, contra Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro, Marina Silva, possivelmente Lula ou outro nome do PT. Ele deixou a sexta vaga em aberto, após avaliar que João Dória Junior, mesmo que ouse deixar o PSDB para ser candidato, sofrerá uma derrota expressiva.

Confiante, ele acredita que pode herdar votos de Lula e ainda ser beneficiado pela divisão da direita, que estará espelhada em vários candidatos que devem querer surfar nas mazelas do PT e, ao mesmo tempo, estarão implicados pela Lava Jato.

Leia mais »

Média: 3.5 (18 votos)

Eugênia Gonzaga: Dodge deve apoiar revisão da Lei da Anistia

 
Jornal GGN - Presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos da Presidência da República, a procuradora Eugênia Gonzaga defendeu, em entrevista à Folha, nesta terça (1º), que a nova comandante do Ministério Público Federal, Raquel Dodge, posicione-se a favor da revisão da Lei da Anistia diante do Supremo Tribunal Federal.
 
A Lei, de 1979, concedeu perdão para crimes cometidos por membros do Estado e militantes que lutavam contra o regime e, em 2010, o Supremo reafirmou sua validade. 
Média: 3.9 (7 votos)

PSDB busca articulações para campanhas de 2018


Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Apesar de aparentemente evitarem os conflitos, a possível disputa no PSDB entre o prefeito de São Paulo, João Doria, e o governador do Estado, Geraldo Alckmin, com miras às eleições 2018 já é rixa marcada dentro do partido. Alckmin e Doria buscar articulações em separado, motivando desentendimentos internos.
 
Nesta semana, o governador preparou uma série de encontros com líderes partidários, pensando em possíveis alianças, tanto a nível federal, junto ao Congresso, como também nos Estados. Entre as siglas miradas estão o DEM e o PSB. Por outro lado, o próprio partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), nega haver interesses de apoios mútuos.
 
Nesta segunda-feira (24), o governador tucano encontrou-se com outros líderes do DEM pra fechar o apoio, pelo menos, em estados como a Bahia, onde partidos aliados do governo de Michel Temer buscam desenhar estratégias de enfrentamento ao petista Rui Costa, não somente unindo DEM e PSDB, como também os demais partidos da base.
Média: 2 (4 votos)

As poucas chances de Lula na Justiça rumo a eleições 2018

 
Jornal GGN - A condenação de Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz de primeira instância da Operação Lava Jato, Sérgio Moro, prevê que o ex-presidente não possa concorrer a eleições e cargos públicos por 7 anos. A sentença passaria a valer, contudo, somente se o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) confirmá-la. Ainda assim, o cenário não está fechado: Lula pode recorrer até que sua ação seja analisada pela última instância e pedir uma espécie de "licença" para concorrer à Presidência em 2018.
 
Ainda assim, as chances são pequenas. Isso porque a jurisprudência traz exemplo de desfavor ao ex-presidente. Além do próprio histórico da 8ª turma do TRF-4, que julgará Lula, de não apenas confirmar as decisões de Moro, como também em alguns casos aumentar as penas impostas, o Supremo Tribunal Federal (STF) trouxe outras jurisprudência para complicar ainda mais a situação do líder petista.
 
Conforme o GGN divulgou, o relator das revisões das sentenças de Moro, desembargador federal João Pedro Gebran Neto, e os integrantes da 8ª Turma do TRF4 vêm adotando as mesmas metodologias e interpretações do juiz da Vara Federal da Curitiba, mas na segunda instância. Gebran, que já foi apontado por supostamente ter relações pessoais de amizade com Moro, também é caracterizado como juiz "linha-dura", concordando com os despachos do juiz do Paraná em grande parte das sentenças.
Média: 3.1 (18 votos)

Lula diz que não desistirá de eleições em 2018


Foto: Nacho Lemus

Jornal GGN - "Não sei se é para o bem ou para o mal, mas você vai ter um pré-candidato com problema jurídico nas costas e eu tenho que fazer várias brigas, primeiro brigar juridicamente para ganhar o direito de ser candidato. Segundo, brigar dentro do PT para ganhar o apoio do PT. Terceiro, brigar a boa briga, a luta democrática, nas ruas, para convencer a sociedade", disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, usando o espaço para se manifestar contra a sentença para também reivindicar oficialmente ao partido o desejo de se candidatar à Presidência em 2018.

Mostrando-se tranquilo com o resultado do despacho de Sérgio Moro, Lula escancarou as mesmas críticas que ele e sua defesa vem apontando contra a investigação que mira não somente o ex-presidente, mas a sua candidatura ao governo. "Eu não sei como alguém consegue escrever quase 300 paginas para não dizer absolutamente nada de prova. Vocês vão ouvir muito de processos igualzinho a esse", disse.
 
Diante de uma grande plateia na sede nacional do PT em São Paulo, Lula mostrou-se esperançoso, já calejado dos desgastes que vem sofrendo desde o início da mira da Lava Jato em seu nome. "Os tucanos não aguentaram um capa da Veja, que já caiu todo mundo. A próxima [capa da revista] deve ser minha também, com mais 5 horas de Jornal Nacional. Só da Globo foram 20 horas, eu disse a eles, vocês já me condenaram, a imprensa já me condenou. (...) Estão condenados a me condenar, porque se não me prenderem serão desmoralizados diante da opinião pública", disse.
Média: 5 (7 votos)

Moro deixou ao TRF-4 o fator eleições 2018 para condenar Lula

 
Jornal GGN - Condenado na primeira instância, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva só precisará cumprir a sentença do juiz da Lava Jato no Paraná, Sérgio Moro, se a segunda instância, neste caso o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), confirmar a decisão. Enquanto criminalistas analisam que o natural seria um prazo de, pelo menos, um ano para o veredito, o fator eleições 2018 deve antecipar o julgamento.
 
Reportagem divulgada nesta quinta-feira (13), pelo Uol, entrevistou diversos advogados criminalistas, que analisam, pelo histórico de recursos de apelação criminal de defesas, o tempo médio de um ano para a segunda instância decidir sobre uma sentença da primeira.
 
De acordo com o coordenador da pós-graduação em direito penal econômico do IDP-SP (Instituto de Direito Público), Fernando Castelo Branco, um processo adota um novo começo quando é transferido para uma instância superior. "É uma nova fase do processo. Há um nível de assoberbamento de processos no tribunal. E a estimativa com que se trabalha hoje é que não seja em menos de um ano para esse julgamento da apelação ser realizado", disse ao Uol.
Média: 2.3 (9 votos)

Temer vai ser julgado em um domingo? Maia terá que decidir


Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Por Paulo Victor Chagas

Da Agência Brasil

Líderes da oposição protocolaram ontem (6) requerimento para que a votação da admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer no plenário da Câmara dos Deputados ocorra em um domingo. Com o argumento de que é necessário dar publicidade à sessão plenária, os deputados oposicionistas comparam a votação da denúncia à deliberação do processo de impeachment da então presidenta Dilma Rousseff, que, segundo eles, teve "ampla cobertura" dos meios de comunicação.

De acordo com a proposição dirigida ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a sessão plenária extraordinária deveria ocorrer em um domingo após o recesso parlamentar do meio do ano. Apresentada pela Procuradoria-Geral da República, a denúncia contra Temer pelo crime de corrupção passiva começou a tramitar na Câmara na última quinta-feira (29) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), à qual cabe a primeira análise da matéria.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Maia se aproxima do mercado e já sinaliza quais ministros serão demitidos

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - De maneira discreta, Rodrigo Maia (DEM) vem dando sinais de quais mudanças pretende fazer no governo caso assuma a presidência no lugar de Michel Temer. Para angariar apoio, ele tem insinuado que o titular da Fazenda, Henrique Meirelles, deverá ser mantido pelo bem do ajuste econômico. Dyogo Oliveira, do Planejamento, é "dúvida", já que "empresários e investidores" estão interessados em escolher um novo nome. A informação é do Poder 360.
 
Já o núcleo duro da área política de Temer - formado por Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria Geral) e Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) - deve ser totalmente modificado para mostrar "renovação". "O entendimento é que novas caras (e mais jovens) precisam assumir o comando", apontou o portal.
Média: 1.7 (10 votos)

As empresas que José Serra usou para receber caixa 2 da JBS

Atualizada às 20h para inserir informações de citados na matéria


Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - A LRC Eventos e Participações, uma das empresas da tradicional família Coutinho Nogueira, foi usada por José Serra (PSDB) para receber R$ 6 milhões da JBS via caixa 2, na disputa eleitoral de 2010, aponta o Ministério Público Federal.
 
Segundo a delação da JBS, Serra pediu "pessoalmente" a Joesley Batista uma contribuição para sua campanha a presidente, em 2010. Do total de R$ 20 milhões, R$ 13 milhões foram repassados regularmente ao candidato, com registro na Justiça Eleitoral; R$ 6 milhões foram pagos por meio da LRC e outros R$ 420 mil, transferidos à APPM Análises e Pesquisas.
Média: 4.4 (21 votos)

Mantega, Pimentel, Kassab, Geddel e outros serão investigados pela delação da JBS

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Guido Mantega, Fernando Pimentel, Gilberto Kassab, Geddel Vieira Lima, Marcos Pereira e Antônio Carlos Vieira serão investigados pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República, informa a Agência Brasil nesta sgunda (3). O motivo é a delação da JBS, em que os ministros e ex-ministros são acusados de operar em favor do grupo J&F junto ao governo.
Média: 2 (1 voto)