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O fracasso das manifestações pró-Lava Jato

 
Jornal GGN - O resultado das convocatórias a favor da Operação Lava Jato foram manifestações esvaziadas pelas capitais do Brasil, neste domingo (26). Movimentos como o Vem Pra Rua e Brasil Livre, os mesmos responsáveis pelos atos de impeachment contra Dilma Rousseff, tentaram reunir multidões em 130 cidades, mas o cenário foi na contramão de suas expectativas: a mínima adesão.
 
Os cálculos na capital paulista ficaram por conta apenas dos organizadores, que estimaram positivamente 15 mil pessoas. As fotografias, entretanto, não parecem comprovar os números. A Polícia Militar sequer quis fazer a contagem de público.
 
Jornais trataram de fazer algumas contas. Belém e Manaus, por exemplo, não conseguiram juntar nem cem pessoas, segundo reportagem da Folha de S. Paulo. Em Brasília, onde a PM esperava um mínimo de 100 mil pessoas, foram 630 manifestantes a favor da Lava Jato reunidos na Esplanada dos Ministérios pelo Movimento Vem Pra Rua. 
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Dia Nacional de Luta contra as Reformas de Temer paralisa o país

Trabalhadores pedem justiça nas ruas de Brasília! Foto: Mídia NINJA
 
Jornal GGN - Manifestações por todo o país nesta quarta-feira (15)., com a paralização de ônibus e transportes públicos, deixam claro o recado: não à Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista e pela saída de Michel Temer da Presidência da República.
 
Convocados por sindicados, incluindo as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, ligadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT), e movimentos sociais como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), os atos são realizados em cidades de todo o Brasil na manhã e tarde de hoje.
 
Logo no início do dia, cerca de 1.500 pessoas ligadas a movimentos rurais ocuparam o Ministério da Fazenda, em Brasília, no protesto contra a reforma da Previdência, que está sendo analisada pela Câmara dos Deputados.
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Música Instrumental Pela Democracia, em São Paulo

Jornal GGN – Em ato pelas políticas culturais, instrumentistas se reúnem no palco do Jazz nos Fundos para uma tarde de shows e manifesto, em São Paulo. O protesto, marcado para este sábado, 11 de fevereiro, questiona os retrocessos na cena cultural atual, reivindicando uma gestão responsável pela Cultura por parte das administrações públicas municipal, estadual e federal, a partir das 17h.

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Passe Livre protesta hoje contra reajuste das tarifas em São Paulo

Jornal GGN - Após três anos desde a jornada de junho de 2013, o Movimento Passe Livre volta à tona em São Paulo para protestar contra o reajuste da tarifa do transporte coletivo e fim da integração gratuita em alguns terminais, anunciado pelos governos Geraldo Alckmin e João Doria, ambos do PSDB. A Justiça concedeu uma decisão em liminar suspendendo a majoração mas, ainda assim, o movimento garante concentração na Praça do Ciclista, nesta quinta (12), a partir das 17h. Os manifestantes pretendem caminhar até a casa do novo prefeito.

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Passagem de Temer pelo RS é marcada por protesto e gafe do "cruzeiro"

Jornal GGN - O presidente Michel Temer esteve no Rio Grande do Sul na segunda-feira (9), ocasião em que chamou o real de cruzeiro e foi alvo de protesto organizado por professores que discordam do corte de investimentos em educação promovido pela Presidência e pelo governo José Ivo Sartori (PMDB).

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Greve: de direito fundamental para expectativa, por Rodrigo Barbosa

 
Jornal GGN - Ao determinar que o poder público deve punir com a suspensão de pagamentos a servidores que iniciarem greves ou manifestações, em outubro do último ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) contribui para o "desmonte das garantias e liberdades individuais".
 
A manifestação é de Rodrigo Camargo Barbosa, advogado e assessor jurídico de entidades sindicais, secretário-geral da Comissão Especial de Diversidade Sexual da OAB-DF e membro da Comissão de Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB.
 
"Inimaginável, do ponto de vista jurídico, que o exercício de um direito constitucional autoaplicável deva impor um ônus processual ao trabalhador ao determinar a prova de conduta ilícita do poder público", entende Barbosa. Para ele, "esvaziar uma liberdade individual torna a própria Constituição esvaziada". 
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Promotor omite espião do Exército e denuncia jovens do "Fora Temer" por associação criminosa

Jornal GGN - Os jovens presos em São Paulo antes de um protesto contra o governo Temer, em setembro passado, foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por associação criminosa. De acordo com o promotor Fernando Albuquerque, todos os envolvidos tinham a intenção de depredar patrimônio público e ferir policiais militares acionados para acompanhar a manifestação, que se concentrou na Avenida Paulista.

O promotor do caso já se envolveu em polêmicas, de acordo com reportagem do portal Ponte Jornalismo. Uma delas foi ter esmurrado um advogado durante um julgamento.

O promotor, na denúncia, só usou a versão dos delegados e omitiu que entre os jovens estava um agente do Exército disfarçado, que é acusado de plantar provas para viabilizar as prisões e indicamentos.

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Arbitrariedades policiais em manifestação no DF são denunciadas ao governo

Da Agência Câmara

Entidades, organizações da sociedade civil e parlamentares protocolaram junto ao governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e à secretária de Segurança Pública e Paz Social, Márcia de Alencar Araújo, uma denúncia da ação policial abusiva e arbitrária no contexto da manifestação ocorrida em Brasília no último dia 13, contra a aprovação da PEC 55 pelo Senado Federal.

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CMI-DF Video do ato contra a PEC55 em Brasília, 29/11/2016

Enviado por Marcelo Soares Souza

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Quando Temer defendeu que direitos e inclusões garantidos por PT afastariam crise

 
Jornal  GGN - Em artigo publicado em 2013, o então vice-presidente Michel Temer defendia que crises institucionais eram naturais, mas que elas não poderiam afetar governos democráticos como o de Dilma Rousseff; defendia que os direitos sociais são garantias da Constituição, devendo ser respeitados; e defendia manter a Constituição "forte e sobranceira". 
 
Mais, afirmou que o governo Dilma atendia a todos os preceitos da Carta Magna, que, por sua vez, fez com que "milhões de brasileiros ascenderam socialmente e atendeu-se ao princípio da 'dignidade humana'".
 
"Como todos esses preceitos vêm sendo aplicados, não temos crise institucional. Diferentemente do passado, e embora a Constituição Federal esteja completando 25 anos, não se esboça necessidade de modificação institucional", escreveu Temer, pouco após a onda de manifestações de junho de 2013.
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Ex-ministro do Trabalho diz que esquerda não deve negociar reforma da Previdência de Temer

 
Jornal GGN - O ex-ministro do Trabalho e Previdência Social Miguel Rossetto acredita que a esquerda não deve aceitar fazer parte das negociações em torno da reforma da Previdência proposta por Michel Temer, dado o caráter "trágico" das mudanças que serão implementas se a PEC for aprovada em 2017.
 
Para Rossetto, é papel da esquerda explicar aos prejudicados pela reforma o que vai acontecer e incentivar protestos contra a aprovação da proposta, que será encaminhada ao Congresso no início do ano que vem.
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Vem Pra Rua quer Sergio Moro em protesto na Paulista, neste domingo

Jornal GGN - O líder do movimento Vem Pra Rua Rogério Chequer enviou na quinta-feira (1º) um convite ao juiz federal Sergio Moro para que ele seja atração do ato agendado para o domingo (4), na Paulista, a favor da Lava Jato e contra medidas encaminhas pelo Legislativo.

Segundo o Painel da Folha, "ninguém dirá publicamente, mas um dos objetivos da Lava Jato com a elevação de tom em direção ao Congresso era justamente ampliar a adesão aos atos do fim de semana."

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Os policias que abandonaram o posto para se juntar a manifestantes no Rio

Jornal GGN - "Eu tenho orgulho desses soldados, eu tenho orgulho republicano nessa deserção, queria poder abraçá-los e pensar que no Rio de Janeiro, centenas serão os advogados que se levantarão para defendê-los. Centenas de nós, milhares de nós, milhões de brasileiros que agradecem a heroica deserção", disse o advogado Roberto Tardelli aos policiais do Batalhão de Choque que deixaram o posto de atacar os manifestantes para se juntar a eles, no Rio de Janeiro.
 
O protesto ocorria na Rua Primeiro de Março, sede da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Os militares acionados para atacar os manifestantes e impedir o protesto organizavam um cordão de isolamento do Palácio Tiradentes. Dois deles que estavam no front, com escudos e armas, abandonaram o posto para se juntar à manifestação.
 
Ovacionados pela população presente no protesto e por todas as redes sociais, os militares correram o risco de responder por recusa à Odediência, podendo ficar de um a dois anos em detenção. Mas eles não se importaram.
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Em SP, mulheres realizam protesto contra feminicídio

Ato #NiUnaMenos reúne cerca duas mil na Av.Paulista em frente ao MASP

Jornal GGN - O brutal assassinato com estupro da adolescente Lúcia Pérez, de 16 anos, reacendeu o debate sobre o feminicídio em várias partes do mundo. Neste domingo, mulheres realizam manifestação na Av. Paulista chamando atenção para o tema.

Segundo dados do Mapa da Violência de 2015, a cada uma hora e meia uma mulher é morta por um homem no Brasil. As mulheres negras são as principais vítimas, representando 61% das mortes no país. A taxa de feminicídio do Brasil é a quinta maior do mundo. Em uma década o Mapa da Violência registrou um aumento de 190,9% na vitimização de negras.

Veja a seguir fotos da manifestação registradas pela Mídia Ninja

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AGU ameaça cobrar Enem de estudantes que ocupam escolas

Advocacia-Geral da União estuda abrir processos individuais contra manifestantes

Jornal GGN - Em todo o Brasil já são mais de mil escolas ocupadas contra a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) 241, lançada pelo governo de Temer, e que congelará por 20 anos os gastos públicos com serviços básicos, dentre eles saúde e educação. Os jovens também protestam contra a reforma do ensino médio, também elaborada por Temer, e que reduz as disciplinas obrigatórias e orienta o currículo para uma formação mais técnica e menos academicista.

Em resposta ao levante, ao invés de abrir diálogo, o governo Temer anunciou na última semana que deverá proibir os estudantes de escolas ocupadas de prestarem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Mais recentemente, a Advocacia-Geral da União (AGU), afirmou que poderá cobrar o custo do Enem de estudantes das escolas ocupadas.

Segundo um último balanço divulgado pelo Ministério da Educação (MEC), 182 locais onde a prova deverá ser aplicada, nos dias 5 e 6 de novembro, estão ocupados. O MEC deu prazo até 31 de outubro para os estudantes deixarem as instituições de ensino. Se o pedido não for aceito pelos ocupantes o exame será cancelado nessas localidades e 95 mil candidatos poderão ser afetados.
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