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PSDB usará tempo de TV para convocar protesto contra Dilma, diz Aécio

Jornal GGN - O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, candidato derrotado na última disputa presidencial contra Dilma Rousseff (PT), confirmou que o partido usará inserções na TV para convocar a população a ir às ruas pedir o impeachment da adversária petista. Nos últimos eventos desse tipo, em março e abril, o mineiro preferiu não comparecer.

Segundo Aécio, o conteúdo das propagandas de 30 segundos que irão ao ar na próxima semana - dias antes do protesto marcado para 16 de agosto - atende a uma cobrança dos eleitores do PSDB, que pedem uma aproximação maior da legenda aos movimentos que organizam os atos. As informações são do portal Isto É.

"Se nós simplesmente desconsiderarmos que elas (as manifestações) existem, estaremos fugindo da realidade. Nós vamos estar com inserções a dez dias de uma movimentação que mobiliza a sociedade. A cobrança dos nossos eleitores é enorme pela vinculação cada vez maior do partido", disse Aécio.

Há algumas semanas, os jornais informaram que o tucano pediriam a esses manifestantes que pressionassem o Tribunal de Contas da União a rejeitar as contas de Dilma em relação a 2014. Na visão de Aécio, isso abriria espaço para parlamentares de oposição pleitear o impeachment via Congresso.

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Beto Richa critica Aécio por uso de TV para convocar protesto contra Dilma

Jornal GGN - O governador do Paraná Beto Richa disse nesta terça (28) que a decisão de Aécio Neves - presidente nacional do PSDB - de usar tempo de TV do partido para endossar a convocação de protestos contra Dilma Rousseff (PT) foi "desnecessária” e pode soar como "revanchismo".

"Com todo respeito, nem sempre há unanimidade nos entendimentos, acho que é desnecessário. Tivemos grandes manifestações no Brasil inteiro com chamamentos espontâneos. (...) Acho que é desnecessário até para não ser explorado de forma indevida – uma atuação, coordenação e convocação– por partidos adversários. Pode parecer um revanchismo, (se) explorado maldosamente”, disse o tucano, segundo informações da Agência Estado.

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Sem clara definição de rumos, PT abre Congresso em meio a protestos

Movimentos de oposição e de ativismo digital realizam manifestação contra o PT e pedindo o impeachment da presidente, em Salvador
 
Congresso para posse do presidente nacional da legenda, Rui Falcão, em 12/12/13
 
Jornal GGN - Além da crise política enfrentada pelo Partido dos Trabalhadores, o 5º Congresso Nacional da sigla teve a sua abertura em clima de tensão, com o ato de protesto do Movimento Brasil Livre (MBL), Revoltados Online e partidos de oposição em frente ao hotel que abrigará o evento, em Salvador, na tarde desta quinta-feira (11). 
 
Logo pela manhã, o empresário Marcello Reis, líder do Revoltados Online, iniciou um bate-boca agressivo com petistas. Reis hospedou-se intencionalmente no hotel, à espera da chegada do ex-presidente Lula e de Dilma, no congresso. O manifestante ameaçou partir para agressão física, quando foi abordado pelo senador Paulo Rocha (PT-PA), questionando se a sua presença era uma "provocação".
 
"Pau no cu do PT", disse ele, completando: "provocação é esse governo, que rouba os nossos impostos". O ex-deputado Paulo Ferreira, ao presenciar o constrangimento, reagiu, ofendendo Reis.
 
O empresário afirmou à Folha de S. Paulo que 10 ônibus de manifestantes chegam à capital baiana, ainda hoje, para o protesto pelo impeachment de Dilma, durante o Congresso do PT. Ao todo, são cerca de oito movimentos que organizam a manifestação de repúdio ao partido, que se concentra na praça Brigadeiro Faria Rocha, no Rio Vermelho, a poucos metros do hotel.
 
Além de Reis, o coordenador do Movimento Brasil Livre, Kim Kataguiri, também está no protesto. Na terça-feira (09), ele participou de um café da manhã com deputados do DEM, PSDB e PMDB da Bahia.
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Protesto de dívidas acumula alta de 21,3% no ano

 
Jornal GGN - O volume total de protestos de dívidas de consumidores e de empresas, em cartórios de todo o país, avançou 21,3% no total acumulado no ano 2015, em comparação ao mesmo período de 2014, de acordo com dados divulgados pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Mantida a base de comparação, tanto os protestos de consumidores quanto os de empresas seguem a mesma tendência, com avanço de 26,7% e 17,6%, respectivamente.
 
Na comparação interanual (maio/15 contra maio/14), os títulos protestados subiram 16,3%, sendo 23,7% de pessoas físicas e 11,9% de pessoas jurídicas. Já a análise mensal (maio/15 contra abril/15) mostra que o número de títulos protestados aumentou 8,2%, somando-se os protestos de pessoas físicas e jurídicas. Para os consumidores a alta foi de 5,2%, enquanto que para as empresas foi de 10,3%.
 
O valor médio dos títulos protestados para o mês de maio de 2015 foi de R$ 3.086. Leia mais »
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Marcha das Vadias, por Samara Takashiro

Câmara aprova MP que altera regras para concessão de pensão por morte

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou ontem (13), por 277 votos a favor, 178 contra e uma abstenção, o texto base da Medida Provisória (MP) 664/14, que altera as regras para a concessão de pensão por morte, seguro-defeso e auxílio-doença. Os deputados devem iniciar agora a votação dos destaques.

Os deputados aprovaram o texto do relator da MP na comissão mista do Congresso que analisou a medida, Carlos Zarattini (PT-SP), que modificou a medida originalmente encaminhada pelo governo.

Plenário aprova por 277 votos a 178 o texto-base do relatório do deputado Carlos Zarattini da MP que altera regras da pensão por morte. Na foto, tumulto causado por protesto contra a MP (Wilson Dias/Agência Brasil)

Os deputados aprovaram o texto do relator da MP 664 na comissão mista do Congresso que analisou a medida - Wilson Dias/Agência Brasil

Pelo texto aprovado, no caso da pensão por morte, a MP exige o tempo mínimo de dois anos de casamento ou união estável e pelo menos 18 meses de contribuição para que o cônjuge ou companheiro tenha direito ao benefício. Em seu relatório, Zarattini também alterou a proposta original que estabelecia uma cota familiar e dava direito a 50% da pensão para o cônjuge e mais 10% para cada dependente, até no máximo de cinco. No texto do relator, o pagamento da pensão voltou a deixar a pensão integral.

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Sindicato dos Educadores do Panará processa Beto Richa, Francischini e Traiano

Jornal GGN - O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato) anunciou nesta quinta-feira (30) que a entidade vai mover ação criminal contra o governador Beto Richa (PSDB), o secretário de Segurança do Estado, Fernando Francischini (SD) e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Ademar Traiano (PSDB), por conta dos abusos cometidos pela Polícia Militar na repressão à manifestação de professores e funcionários públicos em greve que, até a noite de ontem, deixou cerca de 200 feridos.

A informação foi dada à Rede Brasil Atual pelo secretário de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), Luiz Fernando Rodrigues. "Nós acreditamos que esses três são responsáveis por todo o massacre que aconteceu lá", afirmou.

Por outro lado, a coordenadora de imprensa da PM paranaense, Márcia Santos, disse, em entrevista à BBC Brasil, que não houve uso desproporcional de força no protesto de professores, na quarta-feira. "Desproporcional seria usar armas letais. (...) O uso da força foi progressivo. Se você olhar as imagens, primeiro, os policiais estavam totalmente pacíficos olhando tudo. Foi gradativo", disse a porta-voz.

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PM do Paraná confirma: oficial não está coberto de sangue, mas de tinta

Jornal GGN - O policial curitibano Umberto Scandelari não está coberto por sangue, mas de tinta, segundo infrmação oficial da Polícia Militar do Estado. Uma foto do oficial com a legenda "Professor, conta outra...", repercutiu na internet nesta quarta-feira (29), sugerindo que ele era uma das vítimas da repressão do governo Beto Richa (PSDB) sobre os protestos contra as mudanças na previdência dos servidores públicos.

'Sangue' em foto viral de PM após protesto é tinta, diz Polícia do Paraná

Do G1

Com a legenda "Professor, conta outra...", o PM de Curitiba Umberto Scandelari publicou uma foto com braços, mãos e rosto manchados por um líquido avermelhado, logo após o protesto desta quarta-feira.

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Professores da rede estadual de São Paulo decidem manter a greve

Por Elaine Patricia Cruz

Da Agência Brasil

Os professores da rede estadual de ensino decidiram hoje (24) continuar com a greve iniciada em 13 de março. A assembleia da categoria ocorreu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). Habitualmente, ela era feita no vão-livre do prédio. Mas, nesta sexta-feira, foram proibidos de fazer a reunião no local. Eles reivindicam, principalmente, aumento salarial de 75,33%.

"Isso demonstra a disposição de luta dos professores depois do reajuste de 0% dado pelo secretário da Educação. Se ele não apresenta reajuste, isso significa que é reajuste de 0%", disse Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, presidente do Sindicato dos Professores no Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

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Em Madri, um protesto virtual pelo direito ao protesto

Enviado por Alfeu

do Público.pt

Um holograma em Madrid para protestar pelo direito a protestar

Milhares de pessoas manifestaram-se frente ao Parlamento espanhol. Só não estavam fisicamente presentes.

Tendo estado na vanguarda da mobilização social nos últimos anos — o movimento dos indignados inspirou fenómenos semelhantes na Grécia e em Portugal, bem como o Occupy Wall Street nos Estados Unidos —, Espanha tenta um novo modelo de protesto popular: virtual.

Aconteceu na sexta-feira à noite, em Madrid, frente ao edifício do Parlamento espanhol. Milhares de pessoas de todo o mundo — incluindo 400 portugueses, segundo a agência Lusa — participaram numa manifestação contra uma nova lei espanhola que restringe o direito à assembleia e ao protesto em espaços públicos. Parecia e soava como uma manifestação tradicional: os participantes desfilaram na rua; cartazes de protesto pairavam sobre o cortejo; ouviram-se palavras de ordem. Só que nenhuma dessas pessoas estava fisicamente presente no local; a sua imagem foi projectada por holograma. 

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"Valeu a pena lutar pela liberdade", respondeu Dilma

A presidente da República homenageou os que lutaram contra a ditadura. Ela deve apresentar respostas de mudanças nos próximos dias
 
 
Jornal GGN - "Nunca mais no Brasil nós vamos ver pessoas que ao manifestarem sua opinião, seja contra quem quer que seja, inclusive a Presidência da República, possam sofrer quaisquer consequências", disse Dilma Rousseff, em resposta aos atos que pediam o impeachment, no último domingo (15). "Nunca mais isso vai acontecer", completou.
 
A declaração ocorreu durante a solenidade de sanção do Código de Processo Civil, nesta segunda-feira (16). Dilma aproveitou para homenagear aqueles que lutaram contra o regime de exceção, obtendo o atual avanço democrático e o direito à livre manifestação.
 
"Ontem [domingo], quando eu vi, como ocorreu na sexta-feira, centenas de milhares de cidadãs e cidadãos se manifestando pelas ruas de várias cidades brasileiras, não pude deixar de pensar, e tenho certeza que muitos aqui concordam comigo, valeu a pena lutar pela liberdade, valeu a pena lutar pela democracia, este país está mais forte que nunca", defendeu a presidente.
 
Durante a coletiva de imprensa, Dilma também afirmou que "a corrupção é uma senhora idosa e não poupa ninguém. Pode estar em todo lugar, inclusive no setor privado", disse, fazendo referência que a corrupção no governo é anterior à gestão do PT.
 
A presidente defendeu, mais uma vez, a necessidade dos ajustes econômicos, reforçando que o processo é passageiro. "Este caminho [de combate à crise econômica, feito até então], nos níveis em que foram praticados, se esgotou. E devemos iniciar um outro caminho para garantir o emprego e o crescimento econômico. Como não podemos continuar despendendo a mesma quantidade de recursos, nós somos obrigados a fazer alguns ajustes e correções para continuar crescendo. É importante destacar que nós não estamos acabando com nossas políticas", disse.

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Protesto de apartamento ou carnaval de rua?, por Wagner Iglecias

Protesto de apartamento ou carnaval de rua?

Wagner Iglecias

O que leva um homem auto-intitulado de bem, pagador de impostos, gerente de alguma coisa em uma empresa qualquer, a sair à janela de sua casa e gritar a plenos pulmões, na presença de mulher e filhos e para todos os vizinhos ouvirem, palavras como “vaca”, “p...” e ”vadia”, rerefindo-se à Presidente da República? E em pleno Dia Internacional da Mulher? Estaria certa em sua tese aquela outra mulher, a Professora Marilena, que tempos atrás atraiu para si duras críticas ao chamar a atenção para aquele que seria o caráter violento e reacionário da classe média brasileira?

Fato é que a Ciência Política, com suas reflexões sobre o Poder, e a Sociologia, com suas contribuições sobre as transformações na sociedade, continuam centrais mas talvez precisem ser acompanhadas de outras ferramentas para que se possa compreender-se o atual momento da vida brasileira. A Psicanálise, a Psicologia Social e as diversas teorias da comunicação têm de fazer parte da análise. Porque ao que tudo indica amplos setores da classe média tradicional estão à beira de um ataque de nervos. O sujeito não recebeu aquela promoção de cargo na firma, está com problemas no casamento ou estourou o limite do cartão de crédito na última viagem a Miami? Adivinhem em quem ou para quem ele está canalizando a culpa disso?

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Greenpeace protesta contra comércio ilegal de madeira

Jornal GGN – Na última quarta-feira (4), ativistas do Greenpeace colocaram uma tora gigante de quatro toneladas e mais de oito metros de comprimento em frente ao Ministério da Ecologia de Paris. Era um protesto contra a comercialização de madeira ilegal e a inação do governo diante da questão.

Europeus dizem não à madeira ilegal

Do Greenpeace.org

Ativistas protestam contra a entrada de madeira ilegal na Europa extraída a partir da destruição das florestas tropicais em países como o Brasil e o Congo

Na manhã desta última quarta-feira, ativistas do Greenpeace colocaram uma tora gigante de quatro toneladas e 8,5 metros de comprimento em frente ao Ministério da Ecologia de Paris, na França. Eles carregavam faixas com os dizeres (em francês): “Madeira Ilegal: dois anos de inação” e “O governo não dá a mínima para a madeira ilegal”.

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Argentinos promovem marcha silenciosa em homenagem a promotor

Jornal GGN – Um grupo de promotores argentinos convocou para hoje, quarta-feira (18), uma Marcha do Silêncio, em homenagem a Alberto Nisman, que morreu no mês passado, em circunstâncias suspeitas, depois te ter acusado a presidente Cristina Kirchner e seu chanceler, Hector Timerman, de conspirarem com o Irã para acobertar os responsáveis pelo atentado de 1994 – o pior da história do país.

Faltam apenas oito meses para as eleições presidenciais na Argentina, e o governo acusa os organizadores da marcha de quererem tirar proveito político do fato.

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Em ato contra falta d'água PM cerca manifestantes

Cerco da PM a manifestantes marca ato contra falta d’água em SP

Por Ivan Longo 

Do Spresso SP

Cerca de 200 pessoas marcharam pela avenida Paulista e pela região central da cidade pedindo a punição do governador Geraldo Alckmin e dos responsáveis pela crise hídrica que vive o estado. Dois manifestantes, ao tentarem furar um cordão policial desproporcional realizado no Masp, foram detidos por “desacato”

Quem passasse pelo vão livre do Masp, na avenida Paulista, por volta das 17h desta quarta-feira (11), não imaginaria o que viria a acontecer poucos minutos depois. Cerca de 70 manifestantes confeccionavam cartazes e faixas para o 3º Ato sem Água, convocado pelo coletivo Lute pela Água, mas mais parecia uma manifestação de policiais. Com um contingente que representava mais que o dobro de ativistas, os PMs ocuparam todo o vão livre o prédio e, pouco tempo depois, um cerco estava formado.

Choque isolou todas as entradas do Masp e “prendeu” manifestantes. (Foto: Mídia Ninja)

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