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Marcha em Detroit contra os cortes de água por inadimplência

Jornal GGN - Os moradores da cidade de Detrot (Michigan, Estados Unidos), também estão sofrendo com problemas de falta de água. O fornecimento já foi cortado em milhares de residências e está previsto para outras tantas. A medida é uma resposta do Departamento de Água e Esgoto da cidade para enfrentar a inadimplência. Moradores marcharam contra os cortes.

Enviado por Miriam L

Do Common Dream, via Carta Maior

Milhares marcham em Detroit contra os cortes de água

Por Sarah Lazare

Moradores suspeitam que os cortes fazem parte de um plano de gentrificação e ONU considera a falta de abastecimento uma grave violação aos direitos humanos

Na tarde desta sexta-feira, milhares de pessoas compareceram a um protesto em Detroit, onde demandavam a proibição dos cortes de água massivos que têm, segundo os manifestantes, deflagrado um problema de saúde pública na cidade.

Dezenas de sindicatos e organizações americanas e internacionais apoiaram a marcha, que protestou em favor da religação imediata da água de milhares de residências onde o fornecimento já foi cortado e o cancelamento dos milhares de cortes previstos. “Quanto mais atenção pudermos atrair para essa questão, mais poderemos aliviar esta crise que não deveria estar acontecendo,” foi o que declarou ao Common Dreams Shea Howell, do grupo Detroiters Resisting Emergency Management.

O Departamento de Água e Esgoto de Detroit (DWSD) anunciou no mês passado a implantação de um plano para aumentar os cortes de água nas casas que estejam devendo mais de 3000 dólares. Quase a metade de todas as residências estão com contas atrasadas — uma situação que tende a piorar, visto os contínuos aumentos nas contas de água e o corte nos benefícios públicos.

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Em Brasília, grupo organiza protesto por maior participação política

Nesta segunda-feira (23), grupos prometem ir às ruas na capital do país para pedir uma maior participação política. O protesto, chamado evento Copa pra quem?, ocorre no dia em que Brasília recebe o jogo do Brasil e Camarões com a expectativa de lotar os 70 mil lugares do Estádio Nacional Brasília Mané Garrincha. Convocado pelo Facebook, 2,4 mil confirmaram presença na manifestação.

"Os olhos do mundo estarão sobre nós", diz o integrante do Comitê Popular da Copa-DF, Thiago Ávila. A manifestação será por participação política e pela construção do poder popular. "O poder popular fica restrito a conselhos, a conferências e a orçamentos participativos, que são consultivos, não têm poder para deliberar políticas públicas", explica Ávila. Segundo ele, é necessário que a população tenha o poder de decidir a implementação de ações e não apenas dar opinião sobre elas.

Uma maior participação popular na tomada de decisões foi uma das reivindicações dasmanifestações de junho do ano passado, que não chegou a ser atendida, de acordo com o grupo.

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Número de protestos em cartórios aumenta 10% em São Paulo

Jornal GGN - Os tabeliães de protesto da capital de São Paulo receberam 68.595 protestos de títulos em maio de 2014, o que representou uma alta de 10,6% em relação a abril (61.987) e 5,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado. A informação é do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos.

Segundo o balanço da entidade, divulgado esta semana, foram apresentados também no mês de maio 198.458 títulos contra 191.866 em abril e 195.128 em março. Os cancelamentos também aumentaram: 21.304 títulos contra 20.583 em abril e 18.633 em março. Leia mais »

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Movimentos sociais pedem que Barbosa "cumpra a lei" no caso do mensalão

Jornal GGN - A decisão de Joaquim Barbosa de atropelar uma jurisprudência de 1999 e revogar a autorização de trabalho externo de figuras condenadas no julgamento da Ação Penal 470, mais conhecida como mensalão, foi a gota d'água para movimentos sociais que assistem de longe aos passos do presidente do Supremo Tribunal Federal. Um protesto marcado para a próxima quinta-feira (29) pelo Movimento dos Sem Terra (MST), em Brasília, promete cobrar que o ministro "cumpra a lei" e devolva ou conceda o direito aos apenados. Entre eles, o ex-ministro-chefe da Casa Civil de Lula, José Dirceu (PT).

“Os movimentos sociais finalmente viraram reacionários. Vamos fazer uma manifestação para que se cumpra a lei”, ironizou João Pedro Stédile, uma das lideranças do MST, no início da semana, quando anunciou a manifestação. “Faremos uma manifestação para que o imperador Joaquim Barbosa respeite as leis da Constituição Brasileira", completou.

Nesta quinta (22), a Comissão Brasileira Justiça e Paz, organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), soltou nota sobre a execução da Ação Penal 470. Para a Comissão, decisões neste caso "têm suscitado críticas e preocupações na sociedade civil em geral e na comunidade jurídica em particular. A nota evidencia os problemas levantados pela Pastoral Carcerária, por decisões judiciais que levam a "condenações sem provas" e "negam a letra da lei" com "interpretações jurídicas absurdas", o que foi notado no julgamento do mensalão.

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Movimentos sociais marcam protesto contra Joaquim Barbosa

Sugerido por Gilson AS

De O Tijolaço

Stédile: Movimentos sociais farão protesto dia 29/05 contra Joaquim Barbosa

A liderança mais conhecida do Movimento dos Sem Terra (MST), José Pedro Stédile, um dos palestrantes neste sábado no Encontro Nacional de Blogueiros, anunciou que diversos movimentos sociais acertaram, na última sexta-feira, a realização de uma caminhada até a sede do STF em Brasília, no dia 29 de maio, para protestar contra a decisão de Joaquim Barbosa de proibir o trabalho externo de José Dirceu.

Ele convocou a todos a participarem da manifestação.

“Os movimentos sociais finalmente viraram reacionários, nós vamos fazer uma manifestação para que se cumpra a lei”, ironizou Stédile.

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Moradores de favelas promovem Copa Popular como protesto contra remoções no Rio

Com objetivo de denunciar as remoções que ocorrem devido a obras para a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016, moradores de favelas iniciaram hoje (27) a disputa da Copa Popular. A competição reúne times formados nas próprias comunidades ou por representantes da classe trabalhadora, incluindo vendedores ambulantes. A organização do evento, que começou na Favela Dona Marta, em Botafogo, zona sul do Rio, é do Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas.

De acordo com o integrante da entidade Renato Cosentino, mais de 20 mil famílias tiveram que abandonar suas casas, desde 2009, para dar lugar aos projetos esportivos ligados à Copa e às Olimpíadas.

“Fizemos a primeira Copa Popular em 2013, com os atingidos pelas remoções, no dia da estreia da Copa das Confederações. A deste ano está sendo realizada em diversas etapas, em várias regiões da cidade. Não só com os removidos, mas também com outros grupos, como a Frente Nacional dos Torcedores, que questiona a elitização dos estádios, e o Movimento Unido dos Camelôs, que estão tendo o seu direito ao trabalho violado na preparação da cidade para a Copa e as Olimpíadas.”

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Força Sindical projeta uma greve por semana até a Copa

Jornal GGN – A Força Sindical, entidade até há pouco tempo encabeçada pelo deputado federal Paulinho da Força (ex-PDT, hoje no Solidariedade e no arco de alianças do PSDB), pretende mobilizar categorias de trabalhadores para promover uma paralisação por semana até a Copa do Mundo.

Uma reunião realizada em São Paulo na semana passada, com lideranças de diversos setores, estabeleceu um calendário que tem como marco inicial o dia 1º de maio. A expectativa é de que metalúrgicos, trabalhadores da indústria alimentícia e da construção civil iniciem a operação "braços cruzados" neste dia.

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Na contramão da Copa, Folha lança "protestômetro" em 10 cidades

Enviado por Dani

Do Brasil 247

A 60 dias da Copa, Folha lança o "protestômetro"
 

A exatos dois meses da Copa de 2014, a Folha de S. Paulo, jornal comandado por Otávio Frias Filho, lança uma ferramenta em seu site batizada de "protestômetro" (leia mais aqui). O objetivo declarado é levar aos leitores informações sobre manifestações em diversos pontos do País.

Neste fim de semana, em entrevista às páginas amarelas da revista Veja, o sociólogo Mauro Paulino afirmou que as eleições de 2014 serão imprevisíveis e destacou dois pontos relevantes: o fator Copa e a possibilidade de repetição de grandes protestos, como os ocorridos em junho do ano passado.

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Governo Dilma não é mais unanimidade entre centrais sindicais

Sugerido por Alfeu

Da Rede Brasil Atual

Centrais cobram mais atenção do governo e já olham para 2015
 

Quando cinco centrais sindicais se reuniram em 2010, no estádio do Pacaembu, em São Paulo, o país mostrava bom desempenho na economia, o que seria confirmado com o anúncio do maior Produto Interno Bruto (PIB) em 25 anos, recorde na criação de empregos com carteira assinada e reduzidas taxas de desemprego.

Naquele momento, as entidades aprovaram uma pauta, chamada de agenda trabalhista, para ser entregue aos então candidatos ao Palácio do Planalto. Quatro anos depois, as centrais têm avaliações diferentes do cenário econômico e político, mas coincidem ao afirmar, externa ou reservadamente, que faltou articulação ao governo Dilma Rousseff. Os sindicalistas reclamam que o Executivo ouviu pouco os representantes dos trabalhadores. Com a economia em ritmo mais lento – mas não tão ruim quanto querem fazer crer alguns comentaristas –, e candidaturas de oposição tentando crescer, a postura das entidades sindicais mudou.

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Médicos protestam em 7 de abril contra governo e operadoras de saúde

Jornal GGN – Está marcado para 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, um protesto de médicos em pelo menos seis estadosbrasileiros, segundo o Conselho Nacional de Medicina. Dessa vez, a categoria em São Paulo terá apoio de cirurgiões-dentistas e fisioterapeutas. O objetivo é pleitear melhores condições de trabalho na rede pública e denunciar problemas com as operadoras de saúde. Em alguns casos, haverá paralisação dos atendimentos durante todo o dia.

No que tange os pedidos relacionados ao setor público, os protestos, além de mais recursos, pedem o reajuste da Tabela SUS (Sistema Único de Saúde) e a aprovação do Saúde+10, um projeto de lei de iniciativa popular que pede a vinculação de 10% da receita bruta da União à saúde (PLP 321/2013).

Também é reivindicada a criação de uma carreira pública e a desprecarização do trabalho médico. “Os profissionais exigem realização de concurso público com salário adequado; plano de cargos, carreira e vencimentos; maior financiamento para a saúde; melhores condições de trabalho; e atendimento adequado para a população”, aponta o CNM.

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Ex-agente do DOI-Codi, Capitão Ubirajara é alvo de escracho em São Paulo

Jornal GGN – O ex-delegado da Polícia Civil Aparecido Laertes Calandra, mais conhecido como Capitão Ubirajara, acusado de atividades de tortura e morte nas dependências do DOI-Codi, foi alvo de um “escracho” durante a manhã desta terça (1º). Entre as denúncias contra Calandra está o envolvimento na alteração do laudo de morte do jornalista Vladimir Herzog, que apontava como causa o suicídio. 

O ato pacífico ocorreu em frente à residência do delegado aposentado, no bairro Ipiranga, em São Paulo, por volta das 6h30. A Polícia Militar informou que a ação reuniu cerca de 30 participantes. Já os organizadores, membros do Levante Popular da Juventude, contabilizaram o triplo de adesões.

Durante o movimento, integrantes do Levante entregaram panfletos e conversaram com vizinhos. O grupo, que sustenta que "já que não há justiça, há escracho", também organizou, em 31 de março, o protesto contra o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Eles pintaram os rostos, fizeram batucada e picharam frases como “Aqui mora um torturador” em muros próximos à casa dos agentes da ditadura militar.

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A Marcha pela Dignidade na Espanha

Enviado por Assis Ribeiro

 

 

Imagens da Marcha pela Dignidade - 22M, ocorrida ontem 22/03 na Espanha e a violência.

 

 

 

 

 

 

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De novo 150 paus

SP: sindicato nega envolvimento com tumulto na Ceagesp Leia mais »

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Garis protestam em frente à sede da prefeitura do Rio

Cerca de 500 garis protestaram em frente à sede da prefeitura do Rio na manhã desta sexta-feira na Cidade Nova, centro. Com um carro de som, líderes do movimento grevista informaram que a greve que já dura sete dias vai continuar até que o prefeito Eduardo Paes os receba para negociar.

Porta-vozes do movimento, Célio Viana, negou que o motivo da greve seja político. "Nunca foi político. O que queremos é melhores condições de trabalho e um salário decente. Nesses dias todos não houve nenhuma baderna ou quebra-quebra" disse ele. "Queremos negociar sem o sindicato, diretamente com o prefeito", disse.

Estudantes universitários e representantes de sindicatos de outras categorias, como a dos petroleiros e dos professores, também participaram do ato. Algumas entidades anunciaram apoio financeiro para a custear material informativo entre outros gastos do movimento. Leia mais »

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Abraji lamenta agressões de jornalistas no protesto do último sábado

Jornal GGN - A Associação Brasileira da Jornalismo Investigativo (Abraji) emitiu nota lamentando as agressões e detenções de jornalistas durante a cobertura do protesto em São Paulo, no último sábado (22).

A Abraji faz um balanço de que 14 jornalistas sofreram agressões ou foram detidos pela Polícia Militar. Destes, pelo menos 5 sofreram violações, mesmo com identificações de que eram da imprensa.

O levantamento é de que, com estes casos, chega-se a um total de 57 casos de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas agredidos e detidos por policiais militares, desde junho do ano passado. A conclusão da Associação é que São Paulo mostra-se a cidade mais violenta para repórteres em coberturas de manifestações.

Leia a nota na íntegra:

Abraji lamenta agressões e detenções de jornalistas durante protesto em SP 

Quatorze jornalistas que faziam a cobertura do protesto realizado no último sábado (22.fev.2014) em São Paulo sofreram agressão ou foram detidos pela Polícia Militar. Pelo menos cinco deles sofreram violações mesmo estando identificados como profissionais da imprensa. Leia mais »

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