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Total de títulos protestados sobe 19,9% ao longo do ano

Sudeste contribuiu com maior parcela dos títulos protestados

Jornal GGN - O número total de títulos protestados no país aumentou 19,9% no total acumulado do ano em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Mantida a base de comparação, os protestos das empresas e dos consumidores também cresceram, registrando 9,2% e 36,4%, respectivamente.

Na comparação interanual, os títulos protestados subiram 31,2%. Os protestos aumentaram 63,9% para os consumidores e 8,5% para as empresas. Na análise mensal, o número de títulos protestados subiu 2,0%. Para as famílias os números cresceram 7,3% e para as empresas recuaram 3%. Leia mais »

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Trabalhadores da Mercedes-Benz paralisam produção

Jornal GGN – Os trabalhadores da fábrica da Mercedes-Benz de São Bernardo decidiram em assembleia que vão paralisar a produção por um dia. O ato de hoje (4) é um protesto contra a manifestação do presidente da montadora no Brasil, Phillipp Schiemer, que disse recentemente que é contrário à renovação do Programa de Proteção ao Emprego (PPE).

“A paralisação de hoje é um recado à direção da MBB. O presidente da montadora afirmou na semana passada que o PPE se esgotou e há um excedente de dois mil trabalhadores. Queremos deixar claro que queremos negociar uma solução conjunta, mas não aceitaremos demissões”, disse o diretor administrativo do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Moisés Selerges.

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No Rio, mulheres se reúnem contra a ditadura

Jornal GGN – Um ato relembrou as vítimas da ditadura militar no 1º Batalhão de Polícia do Exército, no Rio de Janeiro, onde funcionava um centro de tortura do DOI-Codi. Manifestantes penduraram em um varal improvisado, fotos de mulheres presas e torturadas durante os anos de chumbo.

A manifestação foi convocada pela Marcha Mundial de Mulheres, em resposta aos elogios do deputado federal Jair Messias Bolsonaro ao torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra. “A ideia é falar das mulheres perseguidas, torturadas e mortas, justamente para mostrar indignação e fazer um contraponto ao deputado, em memória dessas mulheres e de Luana Barbosa – morta e torturada pela PM de SP”, disse Paola Bettamio. Mulheres. “Apesar da diferença anacrônica entre a ditadura e o que acontece hoje, a polícia e a tortura são resquícios do mesmo passado”.

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Em todo o país, estudantes se mobilizam contra o impeachment

Jornal GGN – Nessa quinta-feira (28), a União Nacional dos Estudantes (UNE) vai realizar uma série de manifestações em todo o Brasil contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. A data está sendo chamada pelos estudantes de Dia Nacional de Paralisação nas Universidades em Defesa da Democracia.

Os atos acontecerão dentro e fora das universidades. Estão previstas manifestações em restaurantes universitários, na porta das faculdades, dentro das salas de aula. E atividades culturais, marchas, aulas públicas e assembléias.

Além dos alunos, participam também professores, funcionários e membros do corpo técnico e administrativo das universidades. Eles já vêm promovendo diversas atividades dentro das instituições de ensino desde que a pauta do impeachment avançou no país.

Os universitários não vêem base legal no processo de impedimento da presidente e questionam a legitimidade de sua condução por um presidente da Câmara dos Deputados (Eduardo Cunha) que é réu por corrupção.

Eles também não reconhecem a autoridade do vice-presidente Michel Temer. De acordo com documento aprovado pela direção da UNE, ele “conspira e quer levar adiante um projeto extremamente conservador e atrasado, com uma agenda neoliberal radical”.

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Jovens fazem ato de escracho em frente à casa de Temer

Da Agência Brasil e Mídia Ninja

Manifestantes do movimento Levante Popular da Juventude fizeram um ato na manhã desta quinta (21) em frente à residência do presidente em exercício Michel Temer, no Alto de Pinheiros, zona oeste da capital paulista.

Carregando cartazes com imagens de Temer, instrumentos musicais, coreografias e gritos de “Não vai ter golpe”, os manifestantes protestaram entre as 08h e as 09h da manhã. Eles deixaram o local em um ônibus.

Segundo Larissa Sampaio, uma das integrantes do movimento, o ato foi destinado a chamar a atenção para o que chama de golpe contra a presidenta da República, Dilma Rousseff.

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Alunos da rede estadual protestam contra desvio da merenda

Da Agência Brasil

Alunos de escolas técnicas estaduais protestam contra desvios de merenda em SP

Por Fernanda Cruz

Alunos de escolas técnicas estaduais fazem uma manifestação na praça Coronel Fernando Prestes, na Luz, centro da capital paulista. Eles reivindicam punição aos desvios na merenda escolar. A concentração do protesto começou às 7h, e, por volta das 10h30, o grupo vai seguir em passeata pela região central.

A Polícia Militar não fez estimativa do número de manifestantes no protesto, mas os estudantes calculam que pelo menos mil pessoas participam do ato, incluindo escolas de São Paulo, Tiquatira, Itaquera, Paulistano, Guaracy Silveira, Parque da Juventude e Professor Camargo Aranha.

Segundo Guilherme da Silva, de 15 anos, que estuda na Escola Estadual Amélia Kerr Nogueira, um grupo pulou catracas na estação Sumaré do metrô, região oeste, para chegar à manifestação no centro. Os 15 adolescentes, da Escola Fernão Dias Paes, disseram que sofreram agressões dos seguranças do metrô e que um deles foi detido e, depois, liberado.

“Eu fui tentar trocar ideia com o cara [segurança do metrô] e ele me deu um soco no nariz e numa menina. A gente seguiu o trajeto. Na estação Paraíso, quando fomos entrar no metrô, um estudante do Fernão Dias foi puxado pelo colarinho pelo segurança. Fizemos resistência para não levar aquele estudante”, disse Guilherme.

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Total de títulos protestados tem alta anual de 16,4%

Volume de títulos protestados avançou em todas as regiões em 2016

Jornal GGN - O número total de títulos protestados no país registrou alta de 16,4% no primeiro trimestre do ano em reação ao mesmo período do ano anterior, segundo levantamento da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Mantida a base de comparação, os protestos das empresas e dos consumidores continuaram em alta, registrando 9,3% e 27,4%, respectivamente.

Na comparação interanual, os títulos protestados subiram 11,3%. Os protestos aumentaram para os consumidores (39,1%) e recuaram para as empresas (-6,5%). Já a análise mensal mostra que o número de títulos protestados subiu 15,3%. Para as famílias os números cresceram 34,7% e para as empresas, o aumento foi de 1,5%.

O valor médio dos títulos protestados para o mês de março de 2016 foi de R$ 3.735, sendo R$ 2.140 para as pessoas físicas e R$ 5.246 para as pessoas jurídicas. Leia mais »

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Militantes LGBT protestam contra o golpe

Jornal GGN – Militantes do movimento LGBT se reuniram ontem (3) em Porto Alegre em manifestação contra o golpe e a favor da democracia. Eles protestaram contra o aumento do poder de políticos conservadores, que assumidamente não reconhecem famílias formadas por casais homossexuais, como Eduardo Cunha e Jair Bolsonaro.

“Temos que ocupar os espaços e demarcar nossa posição para defender que esse governo fique no poder até 2018 e tentar evitar o crescimento de gente como Bolsonaro, que infelizmente estimulam esse ódio contra a diversidade, contra LGBTs, mulheres, índios, negros”, explicou Thiago Fiorino, do movimento Outra Visão.

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Ocupação da Av. Paulista: dois pesos e duas medidas

MP que multou prefeitura por proposta de lazer no marco de São Paulo ignora bloqueio de 50 manifestantes 
 
 
Jornal GGN - Em novembro do ano passado o prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad, determinou o fechamento da Av. Paulista para os carros, todos os domingos, das 09h às 17h. O objetivo central da medida foi em prol do lazer, aumentando o espaço na cidade, mesmo que temporariamente, para a intervenção de artistas de rua, pequenos comerciantes, pedestres e ciclistas. Enfim, permitir que a população tomasse posse de seu espaço.
 
Quando a prefeitura avaliou o impacto do fechamento aos domingos, a partir de dois testes realizados antes, viu que não houve nenhum prejuízo significativo para o trânsito da cidade. Ainda assim, o Ministério Público de São Paulo multou a cidade em R$ 50.101,49, por causa do bloqueio da avenida, em uma ação assinada pelo promotor de Justiça de Habitação e Urbanismo, José Fernando Cecchi Júnior.
 
Haddad ignorou o MP e manteve o fechamento da Paulista aos domingos, recorrendo da decisão do Ministério Público.
 
Surge agora uma nova oportunidade para o MP de São Paulo ajudar no tráfego da metrópole. Desde a manhã desta quinta-feira (17) um grupo de manifestantes a favor do impeachment da presidenta Dilma acampa na Av. Paulista , nos dois sentidos, na área que fica em frente ao prédio da Federação das Indústrias (Fiesp). 
 
Porém, ao invés de uma rápida atuação do órgão jurídico, para fazer voltar a fluir o trânsito, neste exato momento três viaturas da Polícia Militar de São Paulo auxiliam os manifestantes bloqueando a passagem de carros e ônibus.
 
Em um vídeo publicado na nota de Antônio Martins para o site Outras Palavras, um tenente da PM reconhece que recebeu ordens para fechar a avenida. Pelas imagens é possível calcular que não são mais do que 50 pessoas. Porém este número pode aumentar até o final do dia. 

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Balanço do protesto pró-impeachment é tema do Brasilianas desta segunda

Analistas discutem acontecimentos mais recentes do cenário político brasileiro
Participe com as suas perguntas, que podem ser selecionadas durante a gravação. Clique aqui.
 
 
Brasilianas.org - Ao longo de 2015 grupos descontentes com a eleição da presidente Dilma Rousseff organizaram uma série de protestos pelo seu impeachment. A data que levou mais pessoas as ruas no ano passado foi o dia 13 de março e, um ano depois, os coletivos pró-impeachment voltam a chamar as pessoas para as ruas pedindo a saída de Dilma.
 
Desta vez, em 2016, o espírito de inconformidade de parte da massa dos brasileiros vem com uma carga a mais relacionada aos últimos acontecimentos políticos da Lava Jato envolvendo o ex-presidente Lula. Segundo balanço divulgado por organizadores dos eventos e pelas polícias militares das cidades onde aconteceram os protestos, pelo menos, 3 milhões de pessoas foram as ruas em 239 cidades. Os organizadores haviam convocado atos em cerca de 400 municípios do país. Em 2015, as manifestações ocorreram em 212 municípíos.
 
O volume de pessoas que foram às ruas também foi maior. Em São Paulo, por exemplo, em 15 de março de 2015, o Datafolha apontou 210 mil pessoas. Já em 13 de março deste ano, segundo o mesmo instituto, 500 mil pessoas ocuparam a Av. Paulista pedindo impeachment da presidente. Mais uma vez a Polícia Militar de São Paulo divergiu dos cálculos do Datafolha. Para ela, cerca de 1,4 milhão de pessoas foram à Avenida Paulista. No protesto de 15 de março de 2015, a PM calculou 1 milhão de manifestantes. 
 
Para fazer um balanço dos recentes protestos pelo país e da temperatura no cenário político, nesta segunda (14), às 11h da noite, o programa Brasilianas.org exibe debate com o cientista político e professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ, Fabiano Santos, o consultor de empresas americanas e chinesas no Brasil e ex-consultor do IRI-International Republican Institute, braço externo do Partido Republicano, André Araújo, e o professor da Faculdade de Direito da USP e editor do blog Direito e Sociedade do Estadão, Rafael Mafei Rebelo Queiroz.
 
Participe você também, mandando perguntas. Clique aqui.
Como o programa é gravado, horas antes, as perguntas serão selecionadas até às 16h.
 
Confira nesta segunda (14), entrevista completa às 23h, na TV Brasil.
Saiba aqui como sintonizar a TV Brasil.
 
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Ato pró-Dilma não poderá ocorrer no domingo na Avenida Paulista, diz Alckmin

Jornal GGN - Temendo eventuais confrontos, o governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que o ato a favor da presidente Dilma Rousseff não poderá ocorrer no domingo, dia 13, na Avenida Paulista, onde grupos que defendem o impeachment irão organizar um ato contra a presidente. O secretário de Segurança, Alexandre de Moraes, já havia afirmado que movimentos como a CUT e o MST não poderia se manifestar na Paulista, alegando que o protesto a favor do impeachment foi marcado antes. 'É dever do poder público garantir a tranquilidade e a manifestação da população', argumentou o governador de São Paulo.

Do Estadão

Manifestantes pró-Dilma não poderão se manifestar na Paulista neste domingo, diz Alckmin

Governador de São Paulo afirma que não podem ocorrer no mesmo local e horário duas manifestações de grupos antagônicos; 'É dever do poder público garantir a tranquilidade e a manifestação da população', disse
 
­ O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta terça-­feira, 8, que não será permitido ato pró-­Dilma Rousseff neste domingo, 13, na Avenida Paulista, quando grupos que defendem o impeachment da petista organizam um ato. A determinação de que grupos de esquerda, como a CUT e o MST, não poderiam se manifestar na Paulista neste domingo já havia sido anunciada pelo secretário de Segurança do Estado, Alexandre de Moraes, sob alegação de que a manifestação pró-­impeachment foi marcada antes e é preciso todo cuidado para evitar o confronto entre grupos antagônicos.

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Protesto reuniu 5 pessoas em manifestação contra Dilma e Lula

Manifestantes contra Dilma e Lula querem Bolsonaro na presidência do país

Jornal GGN - Na contramão da manifestação  que reuniu centenas de pessoas contra a condução coercitiva imposta a Lula na última sexta-feira, em João Pessoa, ontem (6), uma turma de 5 pessoas protestou em oposição a Dilma e ao ex-presidente, no mesmo estado. 

Em frente a um ponto marcado por grandes manifestações na orla marítima, os manisfestantes de direita exibiam faixas com frases contra o Partido dos Trabalhadores e outras a favor de Jair Bolsonaro para presidente em 2018.

Do PARAÍBA JÁ

Protesto contra Lula e Dilma reúne cinco manifestantes na orla de JP

Um ato inusitado ‘movimentou’ a orla marítima de João Pessoa na manhã deste domingo (6). Um grupo de apenas cinco pessoas se aventurou a protestar contra a presidente Dilma Rousseff (PT)e o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) em frente ao Busto de Tamandaré, tradicional ponto de concentração de grandes manifestações na capital paraibana.

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Total de títulos protestados sobe 19,3% em 2016

Protestos de empresas e de consumidores subiram no período

Jornal GGN - O número total de títulos protestados no país registrou alta de 19,3% no primeiro bimestre do ano, segundo levantamento da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Mantida a base de comparação, tanto os protestos de empresas quanto os de consumidores seguiram em alta, registrando 18,3% e 20,9%, respectivamente.

Na comparação com os dados de fevereiro de 2015, os títulos protestados subiram 17,8%. Separando-os por consumidores e empresas os resultados foram de 20,5% e 15,9%, respectivamente.

Na comparação mensal, o número de títulos protestados recuou 15,8%. Para as famílias os protestos diminuíram 8,3%, enquanto que para as empresas a queda foi de 20,4%. O valor médio dos títulos protestados para o mês de fevereiro de 2016 foi de R$ 4.522, sendo R$ 2.511 para pessoas físicas e R$ 5.958 para as pessoas jurídicas. Leia mais »

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Passe Livre encerra ciclo de protestos contra aumento das passagens em SP

Jornal GGN - Nesta quinta (28), o Movimento Passe Livre encerrou um ciclo de protestos contra o aumento das passagens do transporte público em São Paulo. Após a sétima manifestação desde o reajuste, o MPL disse que só se mobilizará no dia 25 de fevereiro.

O protesto de ontem teve início do largo do Paissandu, no centro de São Paulo, seguindo pela avenida São João e pela rua Líbero Badaró, até a prefeitura de São Paulo. Na sede da administração municipal, foram palestras sobre a viabilidade de se adotar a tarifa zero no transporte público.

Da Folha

MPL encerra ciclo de protestos contra a tarifa do transporte em São Paulo

O MPL (Movimento Passe Livre) encerrou nesta quinta-feira (28) um ciclo de seus protestos contra o aumento da tarifa dos ônibus municipais, trens e Metrô de São Paulo.

Nesta quinta, depois de um protesto com bem menos manifestantes do que nas últimas vezes, o MPL anunciou que só voltará a se mobilizar no dia 25 de fevereiro.
 
O sétimo protesto do MPL, desde o anúncio do reajuste no transporte público, começou no largo do Paissandu, no centro de São Paulo. Com número de manifestantes nitidamente menor do que em seus últimos atos, o MPL seguiu pela avenida São João e pela rua Líbero Badaró até a prefeitura de São Paulo. Com esse trajeto, o MPL não chegou a percorrer 800 metros, diferente de outros protestos do grupo que costumam ser longos e duram horas de caminhadas pela cidade.

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PM não adota mesmo critério com diferentes manifestações

Enviado por Leo V

Do Ponte.org

Por que a PM reprime algumas manifestações e outras não?

Por Maitê Berna

Série de exigências aos manifestantes, entre elas o aviso prévio do trajeto, não é feita a outros grupos, como os integralistas que fecharam uma via expressa em SP pela volta do regime militar

A importante discussão sobre a tarifa do transporte público em São Paulo e os rumos do próprio sistema, cuja licitação está atualmente travada no Tribunal de Contas do Município, ruiu diante das dezenas de feridos pela Polícia Militar nos atos realizados neste mês na capital paulista contra o aumento da passagem de trem, metrô e ônibus.

As manifestações organizadas pelo Movimento Passe Livre (MPL) acabaram se tornando uma oportunidade para a PM bater com a anuência do Estado e da farda. Isso sem falar na quantidade de pessoas revistadas por “atitude suspeita”. O que poderia ser uma discussão sobre políticas públicas para a mobilidade de uma cidade com as dimensões de São Paulo se esvaziou, e o que se tem hoje é uma queda de braço entre o MPL e o Governo do Estado de São Paulo, que, primeiramente, usou a técnica de criminalizar as manifestações colocando como protagonistas os black blocs. Sem efeito, passou a fazer uma série de exigências aos manifestantes, entre elas o aviso prévio da manifestação e o detalhamento do trajeto.

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