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"Valeu a pena lutar pela liberdade", respondeu Dilma

A presidente da República homenageou os que lutaram contra a ditadura. Ela deve apresentar respostas de mudanças nos próximos dias
 
 
Jornal GGN - "Nunca mais no Brasil nós vamos ver pessoas que ao manifestarem sua opinião, seja contra quem quer que seja, inclusive a Presidência da República, possam sofrer quaisquer consequências", disse Dilma Rousseff, em resposta aos atos que pediam o impeachment, no último domingo (15). "Nunca mais isso vai acontecer", completou.
 
A declaração ocorreu durante a solenidade de sanção do Código de Processo Civil, nesta segunda-feira (16). Dilma aproveitou para homenagear aqueles que lutaram contra o regime de exceção, obtendo o atual avanço democrático e o direito à livre manifestação.
 
"Ontem [domingo], quando eu vi, como ocorreu na sexta-feira, centenas de milhares de cidadãs e cidadãos se manifestando pelas ruas de várias cidades brasileiras, não pude deixar de pensar, e tenho certeza que muitos aqui concordam comigo, valeu a pena lutar pela liberdade, valeu a pena lutar pela democracia, este país está mais forte que nunca", defendeu a presidente.
 
Durante a coletiva de imprensa, Dilma também afirmou que "a corrupção é uma senhora idosa e não poupa ninguém. Pode estar em todo lugar, inclusive no setor privado", disse, fazendo referência que a corrupção no governo é anterior à gestão do PT.
 
A presidente defendeu, mais uma vez, a necessidade dos ajustes econômicos, reforçando que o processo é passageiro. "Este caminho [de combate à crise econômica, feito até então], nos níveis em que foram praticados, se esgotou. E devemos iniciar um outro caminho para garantir o emprego e o crescimento econômico. Como não podemos continuar despendendo a mesma quantidade de recursos, nós somos obrigados a fazer alguns ajustes e correções para continuar crescendo. É importante destacar que nós não estamos acabando com nossas políticas", disse.

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Protesto de apartamento ou carnaval de rua?, por Wagner Iglecias

Protesto de apartamento ou carnaval de rua?

Wagner Iglecias

O que leva um homem auto-intitulado de bem, pagador de impostos, gerente de alguma coisa em uma empresa qualquer, a sair à janela de sua casa e gritar a plenos pulmões, na presença de mulher e filhos e para todos os vizinhos ouvirem, palavras como “vaca”, “p...” e ”vadia”, rerefindo-se à Presidente da República? E em pleno Dia Internacional da Mulher? Estaria certa em sua tese aquela outra mulher, a Professora Marilena, que tempos atrás atraiu para si duras críticas ao chamar a atenção para aquele que seria o caráter violento e reacionário da classe média brasileira?

Fato é que a Ciência Política, com suas reflexões sobre o Poder, e a Sociologia, com suas contribuições sobre as transformações na sociedade, continuam centrais mas talvez precisem ser acompanhadas de outras ferramentas para que se possa compreender-se o atual momento da vida brasileira. A Psicanálise, a Psicologia Social e as diversas teorias da comunicação têm de fazer parte da análise. Porque ao que tudo indica amplos setores da classe média tradicional estão à beira de um ataque de nervos. O sujeito não recebeu aquela promoção de cargo na firma, está com problemas no casamento ou estourou o limite do cartão de crédito na última viagem a Miami? Adivinhem em quem ou para quem ele está canalizando a culpa disso?

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Greenpeace protesta contra comércio ilegal de madeira

Jornal GGN – Na última quarta-feira (4), ativistas do Greenpeace colocaram uma tora gigante de quatro toneladas e mais de oito metros de comprimento em frente ao Ministério da Ecologia de Paris. Era um protesto contra a comercialização de madeira ilegal e a inação do governo diante da questão.

Europeus dizem não à madeira ilegal

Do Greenpeace.org

Ativistas protestam contra a entrada de madeira ilegal na Europa extraída a partir da destruição das florestas tropicais em países como o Brasil e o Congo

Na manhã desta última quarta-feira, ativistas do Greenpeace colocaram uma tora gigante de quatro toneladas e 8,5 metros de comprimento em frente ao Ministério da Ecologia de Paris, na França. Eles carregavam faixas com os dizeres (em francês): “Madeira Ilegal: dois anos de inação” e “O governo não dá a mínima para a madeira ilegal”.

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Argentinos promovem marcha silenciosa em homenagem a promotor

Jornal GGN – Um grupo de promotores argentinos convocou para hoje, quarta-feira (18), uma Marcha do Silêncio, em homenagem a Alberto Nisman, que morreu no mês passado, em circunstâncias suspeitas, depois te ter acusado a presidente Cristina Kirchner e seu chanceler, Hector Timerman, de conspirarem com o Irã para acobertar os responsáveis pelo atentado de 1994 – o pior da história do país.

Faltam apenas oito meses para as eleições presidenciais na Argentina, e o governo acusa os organizadores da marcha de quererem tirar proveito político do fato.

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Em ato contra falta d'água PM cerca manifestantes

Cerco da PM a manifestantes marca ato contra falta d’água em SP

Por Ivan Longo 

Do Spresso SP

Cerca de 200 pessoas marcharam pela avenida Paulista e pela região central da cidade pedindo a punição do governador Geraldo Alckmin e dos responsáveis pela crise hídrica que vive o estado. Dois manifestantes, ao tentarem furar um cordão policial desproporcional realizado no Masp, foram detidos por “desacato”

Quem passasse pelo vão livre do Masp, na avenida Paulista, por volta das 17h desta quarta-feira (11), não imaginaria o que viria a acontecer poucos minutos depois. Cerca de 70 manifestantes confeccionavam cartazes e faixas para o 3º Ato sem Água, convocado pelo coletivo Lute pela Água, mas mais parecia uma manifestação de policiais. Com um contingente que representava mais que o dobro de ativistas, os PMs ocuparam todo o vão livre o prédio e, pouco tempo depois, um cerco estava formado.

Choque isolou todas as entradas do Masp e “prendeu” manifestantes. (Foto: Mídia Ninja)

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Volume de títulos protestados aumenta 25,7% em janeiro

Jornal GGN - O volume de títulos protestados em todo o país iniciou 2015 com alta de 25,7% na comparação interanual (janeiro/15 contra janeiro/14), de acordo com dados divulgados pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Na separação entre protestos de pessoa jurídica e de pessoa física, os títulos protestados das empresas aumentaram 26,8% e os de consumidores 23,8%.

Na comparação contra dezembro de 2014, o número de títulos protestados subiu 16,6%, somando-se os protestos de pessoas físicas e jurídicas. Para as empresas a expansão foi de 37,5%, enquanto para as pessoas físicas houve redução de 9,1%.

Em janeiro de 2015 (contra o mês anterior), os títulos protestados de empresas representaram aproximadamente 65% do total dos protestos no país. A região Sudeste contribuiu com a maior parcela dos títulos protestados (54,9%), seguida das regiões Sul (23%), Nordeste (10,5%), Centro-Oeste (7,5%) e Norte (4%). Leia mais »

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Banho coletivo na casa de Alckmin

Jornal GGN - A associação de consumidores, Proteste, está convocando a população para um "banho coletivo" no Palácio dos Bandeirantes, casa do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). O evento está marcado para esta segunda-feira (26), a partir das 10h00. O objetivo da organização é protestar contra a cobrança indevida de sobretaxa pelo uso da água no estado. A Proteste também critica a recusa do governo de São Paulo de decretar oficialmente o racionamento de água.

Proteste convida banho coletivo na casa de Alckmin

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No Rio, alunos de universidade vão à aula em trajes de banho

Jornal GGN – No Rio de Janeiro, com o calor do começo do ano, alunos da Uerj resolveram tirar a roupa para protestar contra a falta de ar condicionado. “É impossível ficar dentro das ‘saunas de aula’. O calor é muito intenso, principalmente durante o dia. E pensar que a Uerj já teve aparelho de ar condicionado central, mas nunca instalou porque a rede elétrica não suporta”, disse um dos estudantes.

Enviado por Cláudio José

Alunos da Uerj assistem às aulas em trajes de banho para protestar contra falta de ar condicionado

Por Wilson Mendes

Do Extra

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O perfil de três lideranças que mobilizam os protestos anti-PT e pela deposição de Dilma

Jornal GGN - Rogerio Chequer, Marcelo Reis e Sergio Zorovich. A edição de O Estado de S. Paulo deste domingo (14) traz um perfil das três figuras que têm mobilizado protestos anti-PT e pela deposição da presidente Dilma Rousseff (PT), em São Paulo.

Para o Estadão, Marcelo Reis (imagem ao centro), que apareceu ao lado de Lobão nas últimas semanas, é o mais "radical". A aversão ao PT é tamanha que ele não encosta em qualquer objeto de cor vermelha. Hoje, o adminitrador chama atenção com sua página no Facebook, o Revoltados ONLINE. Nela, ele pede contribuições financeiras para desempenhar seu papel de opositor ao atual governo. Reis contou que só em novembro passado gastou R$ 40 mil em atos contra Dilma.

O moderado, o radical e o interventor

Do Estadão

Um empresário, um administrador e um oficial da reserva da Marinha são a nova face dos protestos contra o governo e o PT

Rogerio Chequer

Empresário de 46 anos

'Não somos a favor, agora, de impeachment'

"Deixe muito claro que nós somos totalmente contra a intervenção militar", pediu Rogerio Chequer, empresário de 46 anos, ao Estado. Ele é um dos criadores do Movimento Vem Pra Rua, que lidera parte dos protestos anti-Dilma Rousseff que foram às ruas nos últimos meses. Segundo Chequer, o grupo não defende o impeachment da presidente. Mas afirma que a opinião sobre o tema ainda "pode mudar".

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O cachimbo da paz de Aécio, Lobão e dos Revoltados Online

Senador convocou, em vídeo, uma manifestação no último sábado (6) contra o governo atual, mas viajou com a família

Jornal GGN - Após ter sido criticado por faltar ao protesto na Avenida Paulista que ele mesmo ajudou a convocar para o último sábado (6), o senador Aécio Neves (PSDB), candidato derrotado na última eleição presidencial, justificou-se para o cantor Lobão, que também colaborou com a passeata que reuniu algumas centenas de pessoas insatisfeitas com o governo e a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT).

Em vídeo, Aécio fez um longo discurso sobre a corrupção nos anos de administração do PT no Planato, citando, principalmente o caso Petrobras. No sábado, o senador eleitor José Serra (PSDB) juntou-se aos manifestantes, mas a presença de Aécio foi cobrada até mesmo por Lobão.

Essa semana, o músico foi ao Congresso Nacional para, entre outras coisas, acompanhar o final da votação do PLN 36/14 - projeto que que permite ao governo reajustar a meta fiscal deste ano. Ao encontrar com Aécio nos corredores, Lobão ouviu a desculpa do senador: “Aquele negócio do sábado lá, me pediram para dar uma força, mas eu não estava programado para ir", contou o tucano.

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Fila para exame de próstata é confundida com protesto

Enviado por Miguel A. E. Corgosinho

Do Metrópole

Só se vê na Bahia! Fila para exame de próstata é confundida com protesto

Só se vê na Bahia! Fila para exame de próstata é confundida com protestoFoto: Reprodução/Evandro Veiga/Correio*

Na manhã desta sexta-feira (7), uma guarnição da 18ª CPM (Periperi) foi chamada por moradores da Rua da Ressurreição, em Alto de Coutos, para conter uma manifestação promovida por um grupo de cerca de mil homens. Ao chegar no local, em frente à paróquia da região, a surpresa: tudo não passava de uma fila de marmanjos que se preparavam para serem atendidos no segundo dia da Ação de Saúde do Homem, promovida pela Fundação José Silveira. A iniciativa é  inspirada no Novembro Azul, mês em que se realizam campanhas que promovem exames preventivos do câncer de próstata, com os exames de toque, glicemia, e ultrassom. Só se vê na Bahia!

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Aécio chama protesto por corrupção, mas omite suspeita contra a mineira Copasa

Jornal GGN - Fazendo uso das redes sociais nesta sexta-feira (5), o senador Aécio Neves convocou uma manifestação para o sábado (6), que sairá do MASP, na Avenida Paulista (SP), às 15h, contra a corrupção que "aconteceu e vem acontecendo no Brasil".

Aécio disse que é preciso expressar nas ruas, de maneira "pacífica", a indignação das pessoas com os esquemas de corrupção revelados pela Polícia Federal na Operação Lava Jato. "Já dizíamos que o escândalo da Petrobras era o maior caso de corrupção do Brasil, mas a coisa não para de crescer, e agora já estamos sabendo que não era apenas na Petrobras", disse o senador derrotado na disputa presidencial por Dilma Rousseff (PT).

Aécio se referiu, indiretamente, a uma lista apreendida pela Polícia Federal na casa do doleiro e delator do esquema na Petrobras, Alberto Youssef. Segundo a corporação, Youssef intermediava contratos para várias empresas com o poder público.

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A responsabilidade do PSDB em pedir auditoria da eleição

 
Responsabilidade democrática é como chá de erva-cidreira: não faz mal, só faz bem. Acalma o coração, limpa o estômago e dá um gostinho de frescor na boca. 
 
O PSDB tem o direito de pedir a auditoria da eleição, é claro. Se tiver suspeitas concretas, tem mesmo o dever. Ainda assim, até para exercer direitos é preciso responsabilidade. Num clima como o que vivemos, é preciso responsabilidade em dobro. O pedido deveria vir lasterado por indícios e evidências sólidos. Parece não ser o caso.
 
Faze-lo com base na suspeita das redes e no que se diz por aí, é de lascar. É não conhecer a rede e desconsiderar a fragilidade histórica da democracia, no Brasil; é se deixar levar pela pior demagogia, pela fantasia; é tangenciar o perigo, animar os espíritos retrógrados. E negar o próprio senso democrático e a história de vários líderes históricos que deram vida a esse partido. E, paradoxalmente, ao se desmoralizar, dar força para o outro lado. 
 
O PSDB tem o direito de fazer oposição, uma oposição melhor e até mais aguerrida do que a que fez até aqui. Tem mesmo o dever de fazê-lo. Mas, espera-se mais dos tucanos do que um jus sperneandi de diretório acadêmico do CCC.
 
Seria muito bom que Aécio Neves, no alto de seus votos e da presidência do PSDB, viesse a público e desqualificasse iniciativas suspeitas e discursos tortos que pedem a volta de militares e coisas do gênero. "Bolivarianismo", se houver, não deve ser combatido com "lacerdismo".
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É preciso deixar as manifestações mais claras

Enviado por Assis Ribeiro

A dura tarefa de se opor ao que está dando certo

por Ladislau Dowbor

 
Oposição nos traz a ideia de resistência, de buscar travar um processo que consideramos errado ou nocivo. Os seringueiros se opuseram ao desmatamento, buscavam bloquear as máquinas. É uma guerra dura contra interesses dominantes, mas pelo menos as coisas são claras. Bastante mais complicado é se posicionar quando se trata não de reverter tendências, mas de acelerar e aprofundar o processo. De certa maneira, trata-se de empurrar esse imenso paquiderme chamado governo, carcomido por interesses de grandes grupos agarrados por todas as partes, para que avance mais e melhor. A grande realidade, o elefante na sala, para ficarmos nos paquidermes, é que as políticas adotadas nos últimos anos no Brasil estão dando certo. Mas poderiam dar muito mais.
 
Isso gera sem dúvida problemas grandes para a direita, a que quer reverter os processos, pois não pode dizer a que vem: os programas sociais, o avanço da repartição do produto, os programas para os segmentos mais pobre da sociedade e semelhantes só são atacáveis por quem queira fazer um suicídio eleitoral. Sobra a improbidade administrativa, esse eterno cavalo de batalha que é a corrupção (que soberba lição de ética nos deram Jânio Quadros com a “vassourinha”, os militares no poder ou o caçador de marajás de Alagoas), ou a frágil proclamação de maior eficiência para fazer o mesmo. A direita, para travar os avanços, apela para elevados sentimentos de ética, o que pode gerar confusão, mas não constrói alternativas.
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Marcha em Detroit contra os cortes de água por inadimplência

Jornal GGN - Os moradores da cidade de Detrot (Michigan, Estados Unidos), também estão sofrendo com problemas de falta de água. O fornecimento já foi cortado em milhares de residências e está previsto para outras tantas. A medida é uma resposta do Departamento de Água e Esgoto da cidade para enfrentar a inadimplência. Moradores marcharam contra os cortes.

Enviado por Miriam L

Do Common Dream, via Carta Maior

Milhares marcham em Detroit contra os cortes de água

Por Sarah Lazare

Moradores suspeitam que os cortes fazem parte de um plano de gentrificação e ONU considera a falta de abastecimento uma grave violação aos direitos humanos

Na tarde desta sexta-feira, milhares de pessoas compareceram a um protesto em Detroit, onde demandavam a proibição dos cortes de água massivos que têm, segundo os manifestantes, deflagrado um problema de saúde pública na cidade.

Dezenas de sindicatos e organizações americanas e internacionais apoiaram a marcha, que protestou em favor da religação imediata da água de milhares de residências onde o fornecimento já foi cortado e o cancelamento dos milhares de cortes previstos. “Quanto mais atenção pudermos atrair para essa questão, mais poderemos aliviar esta crise que não deveria estar acontecendo,” foi o que declarou ao Common Dreams Shea Howell, do grupo Detroiters Resisting Emergency Management.

O Departamento de Água e Esgoto de Detroit (DWSD) anunciou no mês passado a implantação de um plano para aumentar os cortes de água nas casas que estejam devendo mais de 3000 dólares. Quase a metade de todas as residências estão com contas atrasadas — uma situação que tende a piorar, visto os contínuos aumentos nas contas de água e o corte nos benefícios públicos.

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