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Janot deve denunciar Temer por decreto dos Portos, por Helena Chagas

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - Helena Chagas, em Os Divergentes, informa nesta segunda (24) que o inquérito em que Michel Temer é investigado pelo decreto dos Portos - que pode ter gerado pagamento de propina a partir do benefício a empresas amigas do presidente, como a Rodrimar - está mais adiantado do que a denúncia por obstrução de Justiça. Artigo da jornalista sugere que Rodrigo Janot, procurador-geral da República, tem tido dificuldade de provar o conteúdo da gravação Joesley Batista. É nesse contexto que está a delação de Eduardo Cunha.

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A ética do Promotor de Justiça Criminal, por Rômulo de Andrade Moreira

do Coletivo Transforma MP

A ética do Promotor de Justiça Criminal

por Rômulo de Andrade Moreira

Falo, pelo contrário, da ética universal do ser humano. Da ética que condena o cinismo do discurso citado acima, que condena a exploração da força de trabalho do ser humano, que condena acusar por ouvir dizer, afirmar que alguém falou A sabendo que foi dito B, falsear a verdade, iludir o incauto, golpear o fraco e indefeso, soterrar o sonho e a utopia, prometer sabendo que não cumprirá a promessa, testemunhar mentirosamente, falar mal dos outros pelo gosto de falar mal.” (Paulo Freire).¹

Os idealistas são tratados como cupins nas instituições, todos tentam matá-los, com veneno, mas eles não morrem, ao contrário, organizam-se, olham um para a cara do outro e dizem: vamos roer! Um dia o todo poderoso senta na sua cadeira e cai porque a pata da cadeira está roída”. (Professor J.J. Calmon de Passos, Congresso de Advogados, em 1992, em Porto Alegre).

Com a promulgação da Constituição Federal o Ministério Público, que antes ocupava uma seção específica do capítulo reservado aos diversos órgãos do Poder Executivo, hoje tem uma posição indiscutivelmente de maior destaque, sendo objeto do Capítulo IV, inserto no Título IV, que trata da organização dos três poderes do Estado, capítulo este que disciplina as funções ditas essenciais à Justiça.

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Joesley não tem provas da suposta conta de Dilma e Lula com US$ 150 milhões

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - Numa notinha discreta no portal O Globo, o jornalista Lauro Jardim revelou neste domingo (9) que o empresário Joesley Batista, da JBS, admitiu não ter provas das contas secretas que disse à Lava Jato ter criado para Lula e Dilma, no exterior. "Não espere extratos dessas contas", disse o jornalista.

Em delação premiada, Joesley afirmou ao Ministério Público Federal que criou uma conta para Lula e outra para Dilma, durante o mandato dos dois petista, que eram abastecidas com dinheiro supostamente desviado de esquemas de corrupção em órgãos do governo federal, com auxílio do ex-ministro Guido Mantega. O fundo - administrado exclusivamente por Joesley - chegou a computar cerca de 150 milhões de dólares, afirmou o delator.

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Temer e Aécio colhem tempestade porque plantaram vento, diz Lula

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Jornal GGN - Em entrevista a uma rádio da Paraíba, o ex-presidente Lula disse na manhã desta quarta (5) que Aécio Neves, Michel Temer e seus respectivos partidos colhem tempestade porque plantaram vento, ou seja, são alvos de ataques da mídia a reboque da Lava Jato porque incentivaram isso no passado, contra o PT.

Segundo Lula, Temer e Aécio estão provando do próprio "veneno". "Estão colhendo tempestade porque plantaram vento. Eles plantaram isso. Esse País vive clima de ódio e intolerância porque desde 2013 eles vendem facilidades e culpam o PT", disparou.

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Renato Duque contrata perícia para produzir provas na Lava Jato

Jornal GGN - O ex-diretor da Petrobras Renato Duque contratou "perícia especializada em tecnologia da informação" para produzir provas que possam dar vida ao seu acordo de delação premiada, que está em negociação com o Ministério Público Federal, em Curitiba (PR). 

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Lava Jato quer condenação de Lula sem provas, só com PowerPoint, diz Zanin

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Jornal GGN - Advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins publicou um vídeo nas redes sociais comentando as alegações finais da força-tarefa da Lava Jato sobre o caso triplex. Na peça, o Ministério Público deveria provar que houve desvio de R$ 87 milhões da Petrobras e que Lula, em troca de favorecimento à OAS, revebeu o triplex no Guarujá e recursos para manutenção do acervo presidencial.

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Há provas científicas da existência dos Espíritos? Parte III, por Marcos Villas-Bôas

Há provas científicas da existência dos Espíritos? Parte III

por Marcos Villas-Bôas

Nos dois últimos textos, procuramos nos posicionar entre os crédulos e incrédulos, buscando construir uma perspectiva científica, crítica da literatura sobre manifestações de Espíritos. Isso já foi feito por inúmeros outros estudiosos bem mais célebres, como os citados Camile Flammarion, Carl Gustav Jung, Charles Richet, Pierre Curie, Marie Curie e muitos outros. Continuaremos com eles e acrescentaremos as visões de Gabriel Delanne e William Crookes.  

Richet, vencedor do Prêmio Nobel de Fisiologia (ou Medicina) em 1913, criou o que se chama de Metapsíquica, precursora da Parapsicologia, que uns chamam de ciência e outros de pseudociência, como normalmente acontece com temas que “incomodam” as pessoas.

No seu Tratado de Metapsíquica, Richet registrou diversas experiências que realizou com médiuns, que levaram a uma melhor compreensão sobre, por exemplo: a) a telecinesia, ação mecânica sem contato sobre pessoas ou objetos, como a levitação; b) ectoplasmia, emissão de fluidos pelo corpo humano que dão origem a materializações de Espíritos; c) fenômenos psíquicos chamados de “subjetivos”, como telepatia, clarividência, clariaudiência, xenoglossia, psicografia e outros.

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Gravação da conversa por Joesley seguiu Código de Processo Penal e Constituição, por André Lozano Andrade

do Justificando

Gravação da conversa por Joesley seguiu Código de Processo Penal e Constituição

por André Lozano Andrade

Os desdobramentos das investigações e processos que estão atingindo os principais atores políticos brasileiros têm ocasionado diversas discussões de cunho jurídico, em especial de caráter processual penal. Infelizmente, Direito não é matéria obrigatória nos colégios brasileiros, de modo que a maior parte das discussões que há nos meios de comunicação ou nas mídias sociais são rasas e infrutíferas.

Quando se fala de provas a discussão acaba sendo, por vezes, infrutífera, pois muitos institutos não são claros sequer para quem é formado em direito, imagine-se para pessoas que nunca abriram um manual de Processo Penal. Isso faz com que o clima de “Fla-Flu” (já reinante nos dias atuais) seja exacerbado, com pessoas defendendo partidos e se esquecendo que por trás do processo deve reinar a técnica e o respeito às regras processuais.

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Porque a delação da JBS contra Dilma e Lula não pesa como a de Temer

JBS provou relação direta com Temer e pagamento de propinas ao PMDB. Contra Dilma e Lula, há terceiros e o desgastado "ouvi dizer" 
 
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A liberação da chamada lista de Fachin, com dezenas e mais dezenas de inquéritos contra políticos de todos os leques, a reboque da delação da Odebrecht, exigia um esforço que a imprensa não conseguiu fazer: separar o joio do trigo. Naquele momento, todos foram jogados numa vala comum. Peixe de aquário, com acusação de receber R$ 30 mil como doação eleitoral via caixa 2, sem contrapartidas, foi misturado com tubarão que faturou milhões em cima de obras públicas. A delação da JBS não é diferente nesse sentido.
 
Não sabemos se é por culpa do Ministério Público Federal (que só agora tirou da manga a ação controlada) ou da JBS (que só passou a registrar encontros com políticos após o impeachment), mas a disparidade nas provas apresentadas contra Michel Temer, de um lado, e Dilma Roussef e Lula, de outro, é gritante. 
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Cardozo diz ter prova de que marqueteiros mentiram em delação contra Dilma

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
 
 
Jornal GGN - O ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo disse, em entrevista ao Estadão, que pode provar que os marqueteiros João Santana e Mônica Moura mentiram no acordo de delação premiada com a Lava Jato. Para deixar a prisão e negociar redução de pena, Mônica e Santana disseram, entre outras coisas, que Dilma recebia informações de Cardozo e vazava ao casal através de uma conta de Gmail.
 
Segundo Cardozo, a história é fantasiosa pois o ministro só foi informado pelo comando da Polícia Federal sobre a prisão dos marqueteiros no dia em que a operação Acarajé foi deflagrada. A prova, de acordo com o ex-ministro, é o registro da ligação de Leandro Daiello, superintendente da PF. "Se procurar, tem uma ligação de Leandro Daiello no meu telefone", disse.
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E-mails da OAS usados como prova não tratam Lula como dono do triplex

Jornal GGN - Os e-mails da OAS que Léo Pinheiro entregou à Lava Jato para atestar seu depoimento contra Lula ao juiz Sergio Moro não tratam o ex-presidente como dono do apartamento 164 do Condomínio Solaris, que ficou conhecido como "triplex" no Guarujá (SP).

Pinheiro anexou à ação penal duas mensagens trocadas entre funcionários da OAS Empreendimentos, sobre a mesma conversa. Eles queriam saber qual era a unidade da obra no Guarujá que merecia "atenção especial". Em nenhum momento, trataram Lula como destinatário final.

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Indiciamento da Zelotes contra Lula e ex-ministros do PT alarma por acusação sem provas


Foto: Wilson Dias / ABr
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi indiciado pela Polícia Federal no andamento das investigações da Operação Zelotes. O documento não tem validade em processos penais e tem peso, apenas, como ferramenta de investigação da PF. Em resposta, a defesa de Lula disse que "repudia toda e qualquer ilação sobre seu envolvimento em atos ilícitos a respeito da edição da MP 471, alvo da Operação".
 
Em nota emitida logo após as publicações noticiosas de que Lula estava sendo alvo de mais um indiciamento, como se o mesmo equivocadamente valesse de forma acusatória no andamento do processo na Justiça, os advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira alertaramn que nem sequer tomaram conhecimento do indiciamento. 
 
"Desconhecemos o documento emitido hoje pela Polícia Federal, mas reforçamos que Lula foi submetido, nos últimos dois anos, a verdadeira devassa e nenhuma prova foi encontrada, simplesmente porque não houve de sua parte qualquer ato de corrupção, ao contrário do que tem afirmado seus acusadores", afirmou a defesa em comunicado.
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As provas e dúvidas no depoimento de Mônica Moura contra Dilma

Entre as provas anexadas na delação premiada da esposa de João Santana estão: senha de Wifi, passagem de avião, agenda onde consta "compromisso com a tia", arquivo de Word e uma conta de Gmail de onde e-mails nunca foram disparados

Jornal GGN - Para tirar a Lava Jato de seu encalço, Mônica Moura contou a seguinte história sobre Dilma em sua delação premiada:

Episódio 1

Em novembro de 2014, a então presidente teria sido avisada por José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça, que a Lava Jato já sabia das contas de Eduardo Cunha na Suíça e estava avançando rapidamente sobre a Odebrecht.

Dilma, preocupada com o elo da Odebrecht com sua campanha, teria convocado Mônica Moura, que estava de férias em Nova York, para ir ao Palácio da Alvorada, em Brasília, discutir o assunto.

Mônica diz que o assessor Giles Azevedo a buscou no aeroporto em um "carrinho vagabundo" e, caminhando pelo jardim de Alvorada, Dilma teria perguntado se a conta de João Santana no exterior era "segura". Mônica respondeu que era, na medida do possível.

Dilma, então, disse que elas precisavam conversar com mais assiduidade, mas de maneira segura. Foi quando, na presença de Giles, Mônica pegou o computador de Dilma e criou a conta "[email protected]". Iolanda foi o nome sugerido pela petista, em referência à esposa do ex-presidente Costa e Silva. Elas combinaram que fariam a comunicação pelo rascunho do Gmail, sem fazer mensagens circular na web.

Para evitar que pudesse ser descoberta, Mônica afirma que Dilma pediu para criar um segundo e-mail, muito parecido com o primeiro. Seria o "[email protected]". Os dois estão ativos e em posse da Lava Jato. Mas só o segundo foi vazado na imprensa.

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"Eu quero saber aonde está o maldito crime", disse Lula sobre o triplex em 2016

À Polícia Federal, ex-presidente afirmou que se fosse comprar o triplex da OAS, pagaria as custas da reforma. "Porque se você compra uma galinha, e ela vale dois contos, e quando você vai [ver], ela está com três pintinhos, ela vai valer mais"

Foto: Reprodução

Jornal GGN - Em março de 2016, quando foi conduzido coercitivamente ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo, para prestar depoimento à Polícia Federal, o ex-presidente Lula foi incisivo ao negar a posse do apartamento triplex que a Lava Jato atribui a ele como pagamento de propina da OAS.

O petista admitiu que tinha uma cota no empreendimento, adquirida em 2009 por Marisa Letícia, e vendida pela OAS em 2014. Antes de recorrer à Justiça para obter o ressarcimento, Lula buscou outra unidade no mesmo projeto para não perder o investimento. Foi quando Léo Pinheiro decidiu agendar a visita de Lula ao triplex. 

A PF perguntou a Lula se na segunda visita de dona Marisa ao imóvel, a OAS já havia finalizado a reforma e comprado itens de decoração para a cozinha e quartos. Lula respondeu que não, que sua esposa - falecida no início de 2017 - havia relatado que não tinha nada pronto. "E se ela presenciasse, se tivesse alguma coisa pronta, se eu tivesse que comprar [o triplex], eu teria que pagar a diferença. Eu quero saber aonde está o maldito crime", disparou Lula. "Porque se você compra uma galinha e ela vale dois contos e quando você vai ela está com três pintinhos, ela vai valer mais", completou.

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Dilma entrega ao TSE provas contra "mentiras" de delatores e cobra apuração

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Deposta no processo de impeachment, Dilma Rousseff entregou ao Tribunal Superior Eleitoral, na noite de segunda (8), as alegações finais no âmbito do processo de cassação de mandato movido pelo PSDB, após a derrota de Aécio Neves, em 2014. No documento, a defesa aponta provas de que os delatores Marcelo Odebrecht, Mônica Moura e João Santana "mentiram" ao TSE para prejudicar Dilma.
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