Interessante! É o mínimo que se pode dizer da defesa feita pelo presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcanti, em sessão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nesta 2ª feira, para que o órgão estenda a aplicação da Lei da Ficha Limpa ao Judiciário. Ophir considera que a ampliação é um “anseio social”. Previu que, aprovada pelo CNJ, a proposta estimulará o Poder Executivo a adotar a Ficha Limpa como política de Estado e impedirá (???) nepotismo no Judiciário. O que chama a atenção nessa disposição de Ophir de defender a Filha Limpa no Judiciário é que ele responde a ação civil para devolver ao erário R$ 1,5 milhão recebido indevidamente. Segundo a denúncia à Justiça, Ophir, procurador do Estado do Pará, está licenciado há 13 anos, mas recebe R$ 20 mil mensais do Estado sem trabalhar. Pior nessa história toda é que nossa mídia passou a mão na cabeça do Ophir que, apesar dessa biografia e passado, continua a posar de Catão.
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