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The Guardian

Para ex-editor do The Guardian, Trump renovou interesse pelo jornalismo

 
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Jornal GGN - Alan Rusbridger, ex-editor-chefe do jornal The Guardian, acredita que, sob os ataques de Donald Trump, o jornalismo conseguiu voltar a ser valorizado. “As pessoas estão acordando para o valor do jornalismo. Podemos agradecer Donald Trump por isso”, diz.
 
Entretanto, ele afirma que os problemas financeiros enfrentados pelas empresas de mídia revelam a necessidade de um “pacto com o diabo” com o Facebook e o Google.  “Facebook e o Google são editorialmente responsáveis pelo conteúdo que carregam. Isso é algo que não querem reconhecer, e não é difícil entender por quê”, afirma Rusbridger. 
 
“Mas não se pode ignorar o fato de que ele [jornalismo] está terrivelmente ameaçado e que temos que repensar o que é o jornalismo e como ele se relaciona com a audiência e com o mundo moderno em que todos podem se comunicar”, ressalta Rusbridger, que hoje dirige uma faculdade em Oxford.

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The Guardian publica carta de intelectuais e políticos britânicos em apoio a Lula

Jornal GGN - O jornal The Guardian publicou na sessão de "cartas" um manifesto em solidariedade ao ex-presidente Lula. O texto sinaliza que o petista sofre perseguição por parte de membros da força-tarefa da Lava Jato que, após anos de investigação, ainda não conseguiram levantar provas cabais de corrupção envolvendo Lula. A carta é assinada por intelectuais e políticos do Reino Unido e aponta que o motivo para a caçada a Lula é sua popularidade e condições de ser eleito presidente da República novamente, em 2018.

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Lula diz para jornal britânico que Lava Jato visa destruir sua imagem

Jornal GGN – O ex-presidente Lula concedeu entrevista ao jornal britânico The Guardian e falou sobre a crise política e a Operação Lava Jato. Em sua opinião, o objetivo das investigações é centrar fogo no PT e impedir que ele volte a concorrer à presidência. “Acredito que há uma combinação entre algumas partes da mídia, da promotoria e da polícia para destruir minha imagem”, disse o ex-presidente. “É tudo com um objetivo: condenar Lula”.

"Por que não investigam como todos os partidos políticos arrecadam fundos?", questionou. "Da maneira como tem sido feito, fica a impressão de que todo o dinheiro para o PT é sujo e que todo o dinheiro para o PSDB é limpo".

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Parlamentares britânicos criticam afastamento de Dilma

Autoridades dizem que Dilma foi afastada para dar lugar a um “gabinete de políticas neoliberais”

Jornal GGN - O jornal britânico The Guardian divulgou nesta quinta-feira (26) uma carta assinada por 20 parlamentares condenando o impeachment da presidente Dilma Rousseff, afirmando que o processo “é um insulto à democracia do Brasil”.

Ao mesmo tempo, os parlamentares dizem que o governo interino de Michel Temer “não tem mandato para implementar políticas que revertam os programas sociais que tiraram 40 milhões de pessoas da pobreza”

Confira a tradução abaixo

 

(tradução livre)

“A suspensão de Dilma Rousseff é um insulto à democracia no Brasil” Leia mais »

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Guardian diz que revelação de 'plano maquiavélico' abala credibilidade do governo Temer

Jornal GGN - Ao comentar a saída do ministro Romero Jucá, o jornal britânico The Guardian diz que o grampo revela uma "trama maquiavélica" para tirar Dilma Rousseff do poder, abalando a credibilidade do governo interino de Michel Temer. "A credibilidade do governo interino foi abalada na segunda-feira quando um ministro foi forçado a se afastar em meio a revelações sobre a trama maquiávelica para levar ao impeachment", escreveu o jornal.

O Guardian pontua que ao diálogo entre Romero Jucá e Sérgio Machado deixaram aparente as "motivações dúbias e natureza maquiavélica da trama para retirar Dilma Rousseff do poder", ressaltando que este caso não deve ser a útlima crise a ser enfrentada por Temer, já que ele nomeou sete ministros implicados na Operação Lava Jato.  

Da BBC Brasil

O jornal britânico The Guardian afirmou que a queda do ministro Romero Jucá e a revelação de uma "trama maquiavélica" para derrubar o governo Dilma Rousseff abalaram a credibilidade do governo de Michel Temer.

"A credibilidade do governo interino foi abalada na segunda-feira quando um ministro foi forçado a se afastar em meio a revelações sobre a trama maquiávelica para levar ao impeachment da presidente Dilma Rousseff".

O ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), se afastou na segunda-feira após a Folha de S.Paulo divulgar áudios em que ele diz que a mudança de governo poderia "estancar a sangria" da Lava Jato.

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Ao vivo: Correspondentes do The Guardian debatem crise brasileira

 
Jornal GGN - A crise brasileira está na pauta da política internacional. Com o impeachment aprovado pelo Senado da presidente Dilma Rousseff, jornais de todo o mundo enviaram seus correspondentes ao Brasil, para acompanhar de perto a cobertura dos fatos. Um dos jornalistas que obteve destaque, por suas críticas diretas ao afastamento da presidente e ao sistema político brasileiro, Glenn Greenwald, do The Guardian, junto com o repórter do diário britânico Jonathan Watts debatem, na tarde deste sábado (21) o tema.
 
O evento aberto ao público, que pode interferir na conversa fazendo perguntas, é uma iniciativa da Agência Pública e ocorre na Casa Pública, com a intermediação da repórter Cláudia Antunes, que entrevistará os jornalistas estrangeiros.
 
A conversa será traduzida para o português e poderá ser acompanhada ao vivo aqui, a partir das 16h:
 
 
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Velha elite dá um golpe na diversidade, diz The Guardian

 
Do blog do Marcelo Auler
 
 
Florencia Costa

Bem mais ágil do que essa nossa imprensa tradicional, que participou ativamente do golpe para destituir a presidente eleita com 54 milhões de votos, os jornalistas internacionais estão atento aos detalhes que mostram a diferença deste governo interino.

Com o auxilio da nossa colega, quase que uma correspondente de muitos de nós bloqueiros e informante assídua do Facebook, Florencia Costa, uma brasileira com nacionalidade indiana pelo muito tempo que passou lá, publicamos o artigo do The Guardian apontando a volta das velhas oligarquias ao poder.

O jornal mostra que o novo governo interino do vice-presidente golpista Michel Temer não consegue representar a maioria do povo brasileiro, uma vez que nele só estão homens brancos.

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David Miranda responde aos ataques de João Roberto Marinho

Do The Intercept

João Roberto Marinho me atacou no Guardian e tentou enganar o mundo. Eis minha resposta

por David Miranda

O que o mais poderoso homem do Brasil, o herdeiro bilionário do império das organizações Globo, João Roberto Marinho, estava fazendo nos comentários do Guardian? É verdade, seu comentário recebeu um cobiçado tag de ‘recomendado’ pelos editores do Guardian – parabéns, João! – mas ainda assim, não é o lugar onde se espera encontrar o multi-bilionário plutocrata hereditário brasileiro. 

Na dia 21 de Abril, publiquei um artigo no The Guardian, no qual abordava questões sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff e o papel da mídia dominante do Brasil, protagonizado pela Globo. João respondeu com raiva – e com óbvias mentiras. Os editores do Guardian puseram seu texto na seção de comentários. Vejam só, João critica meu artigo e me chama de mentiroso em alguns trechos de sua resposta.

Olha, João, como quase todos os brasileiros, eu tive que lutar bastante para ganhar meu espaço. Não herdei uma grande empresa  e alguns bilhões dos meus pais. As coisas que tive que superar na minha vida foram muito mais duras do que seu esforço para me desqualificar com condescendência, e não é difícil demonstrar que sua resposta está cheia de falsidades.

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The Guardian: A razão real que os inimigos de Dilma querem seu impeachment

no The Guardian

A razão real que os inimigos de Dilma Rousseff querem seu impeachment

Corrupção é só um pretesto para os ricos e poderosos que falharam em derrotá-la nas eleições

David Miranda

A história da crise política no Brasil, e a mudança rápida da perspectiva global em torno dela, começa pela sua mídia nacional. A imprensa e as emissoras de TV dominantes no país estão nas mãos de um pequeno grupo de famílias, entre as mais ricas do Brasil, e são claramente conservadoras. Por décadas, esses meios de comunicação têm sido usados em favor dos ricos brasileiros, assegurando que a grande desigualdade social (e a irregularidade política que a causa) permanecesse a mesma.

Aliás, a maioria dos grandes grupos de mídia atuais – que aparentam ser respeitáveis para quem é de fora – apoiaram o golpe militar de 1964 que trouxe duas décadas de uma ditadura de direita e enriqueceu ainda mais as oligarquias do país. Esse evento histórico chave ainda joga uma sombra sobre a identidade e política do país. Essas corporações – lideradas pelos múltiplos braços midiáticos das Organizações Globo – anunciaram o golpe como um ataque nobre à corrupção de um governo progressista democraticamente eleito. Soa familiar.

Por um ano, esses mesmos grupos midiáticos têm vendido uma narrativa atraente: uma população insatisfeita, impulsionada pela fúria contra um governo corrupto, se organiza e demanda a derrubada da primeira presidente mulher do Brasil, Dilma Rousseff, e do Partido dos Trabalhadores (PT). O mundo viu inúmeras imagens de grandes multidões protestando nas ruas, uma visão sempre inspiradora.

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A carta de João Roberto Marinho ao The Guardian

da Revista Fórum

Globo envia carta reclamando de jornal britânico e conteúdo é exposto na caixa de comentários

João Roberto Marinho, um dos donos das Organizações Globo, mandou ao jornal britânico The Guardian uma carta questionando o artigo de David Miranda, que destaca a participação da rede de comunicação brasileira no golpe contra a presidenta Dilma Rousseff

Por Redação

João Roberto Marinho, um dos donos das Organizações Globo, enviou ao jornal britânico The Guardian uma carta questionando o artigo de David Miranda, que aponta para a participação da rede de comunicação brasileira no golpe contra a presidenta Dilma Rousseff. O que não imaginava é que seu texto seria exposto na caixa de comentários reservada aos leitores comuns.

“O Grupo Globo cobriu os protestos sem nunca anunciar ou dar opinião sobre elas em seus canais de notícias antes de acontecerem. Globo tomou posições iguais sobre comícios para a presidente Dilma Rousseff e contra o impeachment”, tentou argumentar Marinho, negando qualquer tomada de posição da empresa em relação às tentativas de derrubada da presidenta Dilma Rousseff..

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The Guardian diz que impeachment é uma tragédia e um escândalo

Do The Guardian

A visão do The Guardian sobre o impeachment de Dilma Rousseff: uma tragédia e um escândalo

Editorial

Traduzido por Luiz de Queiroz, do Jornal GGN

Apoiadores da presidente Dilma Rousseff reunidos em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, no domingo. Fotografia: Beto Barata/AFP/Getty Images

Desde que Stefan Zweig escreveu, em 1941, chamando o Brasil de “a terra do futuro”, o país vem sendo repreendido por falhar em atender às expectativas que o seu tamanho, recursos e isolamento de guerras e problemas que afetam outras partes do mundo parecem criar. Houve momentos em que essa promessa pareceu estar à beira de se tornar realidade, mas tais esperanças foram novamente, repetidamente, desfeitas. O mais recente veio com a ascensão ao poder do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003. Lula e o seu Partido dos Trabalhadores (PT) trouxeram novas ideias, nova energia e um novo estilo para a política brasileira, desfigurada pela corrupção, pelo paternalismo e por uma persistente procrastinação diante dos problemas urgentes da nação.

O PT era um partido real, com uma base massificada por todo o país, uma ideologia coerente e, aparentemente, um forte senso moral - características que faltavam em outras agremiações partidárias. As políticas sociais de Lula trouxeram para e ele e para o PT uma imensa popularidade, garantiram a reeleição para um segundo mandato e ajudaram sua sucessora, Dilma Rousseff, a conquistar as vitórias de 2010 e 2014. Desde então, a história foi ficando mais sombria até que atingiu o seu ponto menos iluminado no domingo, quando a Casa menor do Congresso Nacional, a Câmara dos Deputados, votou pelo seu impedimento. E ainda pode piorar, porque o impeachment, longe de ser a solução para a polarização política e social do Brasil, já agravou esse cenário.

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Jornal inglês conta história da Globeleza que era negra demais

Jornal GGN - Documentário produzido pelo jornal inglês The Guardian conta a história de Nayara Justino, atriz negra que foi escolhida em quadro do Fantástico para ser a Globeleza durante o carnaval de 2014. Quando da exibição das primeiras vinhetas, Nayara foi alvo de comentário ofensivos e racistas, e acabou retirada do posto. O vídeo entrevista Nayara, seus parentes e analisa a questão do racismo e da identidade do negro no Brasil.

Enviado por Sérgio T.

Do The Guardian

Nayara Justino achou que seus sonhos tinham se tornado realidade quando ela foi escolhida como a Globeleza do carnaval em 2013, após uma votação publicação em um dos maiores programas de TV do Brasil. Porém, muitos consideraram que ela era muito escura para ser uma rainha. Nayara e sua família refletem sobre o caso e o que ele expõe sobre os papéis raciais no Brasil moderno.

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Imagens

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Na Europa, jornais acreditam na permanência de Dilma

Do rfi

Jornais europeus apostam na permanência de Dilma na presidência

Repercutiu com muito destaque nos sites dos principais jornais da Europa nesta quinta-feira (3) a abertura de um pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, aprovado pelo presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, Eduardo Cunha. A maioria dos diários defendeu a chefe de Estado e se posicionou contra a possibilidade de Dilma deixar o cargo.

Para o jornal espanhol El Paíso processo vai mergulhar o país ainda mais na incerteza e no desgoverno. "A crise política que se apoderou do Brasil, além das contínuas e quase diárias revelações de corrupção de deputados, banqueiros e empresários, repercute automaticamente na já agonizante economia", publica.

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O fim inevitável da era dos grupos de mídia

Entro no The Guardian para ler uma reportagem sobre a crise da imprensa inglesa. No meio da página, o anúncio de um banco brasileiro, provavelmente colocado por um bureau de anúncios independente do The Guardian.

Como não sou nem assinante, nem leitor habitual do Guardian, quem analisou meu perfil, nacionalidade, hábitos de consumo e colocou um anúncio de um banco brasileiro em um jornal inglês foi um bureau. Ou seja, o jornal não tem mais o controle do ciclo do anúncio.

Os jornais perderam o controle sobre o ciclo da propaganda e sobre a distribuição, desde o momento em que o Facebook e o Google fecharam acordos de distribuição do seu conteúdo. Para conseguir os page views necessários para melhorar o faturamento, tiveram que entregar a ambos parte de seu negócio.

Cada vez mais a publicidade os considerará um ponto da Internet, competindo com lojas de departamento, blogs independentes, sites de compras etc. E a maior parte dessa publicidade não passará sequer pelos bureaus independentes, mas pelas redes sociais, especialmente Google e Facebook.

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Relator da maioridade penal diz que ciência vai apontar bebês criminosos no futuro

Jornal GGN - Ao que tudo indica, o espírito do portal Sensacionalista tomou conta dos arredores de Brasília e afetou o ar processado pelo deputado federal Laerte Bessa (PR), relator da proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos na comissão especial da Câmara que discutiu o tema com patrocínio do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB).

Em artigo publicado pelo The Guardian, no dia 29 de junho, Bessa não só comemorou a aprovação da PEC 171 como soltou a seguinte pérola: "Um dia, chegaremos a um estágio em que seremos capazes de determinar se uma criança, ainda no útero, tem tendências criminosas e, se isso acontecer, a mãe terá permissão para não dar à luz". O artigo foi resgatado pela Revista Fórum, na tarde desta quarta-feira (21), e pode ser lido na íntegra clicando aqui.

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