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"Alive", I'm still Alive

Sugestão de Alfeu

Lançado em 1991 o álbum "Ten" foi o trabalho de estréia da banda Pearl Jam. Esse álbum é um daqueles perfeitos, todas as músicas são excelentes e isso o torna histórico. Uma das faixas que se destaca é a música "Alive", que chega a ser, no seu título a própria forma de ser da banda. Sempre atentos nas questões ligadas diretamente às pessoas, brigava junto aos produtores de seus shows para baratear o máximo os ingressos, pois seu público era majoritariamente adolescentes, que mesmo lá, duros por natureza. Recentemente aqui no Brasil, doaram o cache para as vítimas do desastre vergonhoso de Mariana(MG) provocados pela irresponsabilidade da Vale e etc.

Essas atitudes faziam com que seus componentes não se apavorassem em se envolver literalmente com seu público nas apresentações, se atiravam sobre essa massa humana sem qualquer prejuízo aos seus corpos, que eram carregados por diversas mãos.

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A teoria marxista da dependência, por Carlos Eduardo Martins

Sugerido por Alfeu

Por Carlos Eduardo Martins

A teoria da dependência, 20 anos depois de Ruy Mauro Marini

Do Blog da Boitempo

Por que liberais e fascistas se uniram para impor barreiras à atividade intelectual de Ruy Mauro Marini e à divulgação de sua obra? Que consensos o autor desafiou? Passados 20 anos de sua morte, como avaliar o legado da sua obra?

Este mês completa-se 20 anos da morte de Ruy Mauro Marini, um dos principais expoentes do pensamento crítico e do marxismo latino-americano. Ele foi um dos mais destacados formuladores da teoria marxista da dependência e dedicou sua vida à luta teórica e prática contra o desenvolvimento da economia mundial capitalista e as principais formas em que se manifestava – as estruturas excludentes do capitalismo periférico e o imperialismo –, vendo no socialismo a principal forma de enfrentá-los e superá-los.

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Contra a servidão ao algoritmo, o cooperativismo de plataforma. Entrevista especial com Trebor Scholz*

 

 

IHU On-Line

Por: João Vitor Santos - Edição: Ricardo Machado - Tradução: Walter O. Schlupp Leia mais »

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Jorginho do Pandeiro, 'té mais

Enviado por Alfeu

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"Nunca Me Sonharam", documentário de Cacau Rhoden

Documentário mostra ensino médio através da voz dos jovens, rebatendo discurso de que adolescentes não se interessam por nada, não gostam de estudar e de ir para a escola  

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Perry Anderson: Agitação anti-sistema na Europa e nos EUA

 

do Esquerda.net

A bandeira europeia perdeu o brilho, de tal forma as políticas da União se revelaram desastrosas. Por toda a parte surgiram movimentos anti-sistema. Em alguns países eles situam-se claramente à esquerda. Mas muitos deles fazem da xenofobia a sua aposta. Artigo de Perry Anderson.

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Validade vencida no "medicamento" tarja preta da mídia, por Alfeu

Validade vencida no "medicamento" tarja preta da mídia

por Alfeu

Já faz quase 50 anos, praticamente meio século, que a grande mídia tem fornecido diáriamente doses consideráveis de uma droga (além dela mesma) de características alucinógenas, que ao contrário de ter uma ação terapêutica, tem levado o espectador-cidadão a um estado de profunda esquizofrenia. A aplicação é fácil e indolor além de prática, ou seja, fazem pela pessoa e a fatura vem depois.

O primeiro passo consiste em ligar um aparelho televisivo, que desde a época do p&b os resultados já eram bastante satisfatórios. Em seguida é recomendado sentar-se em um sofá e esperar a ação do "entertainment" que desarma o cérebro de sua capacidade crítica e de discernimento, proporcionando assim uma eficiente ação do indutor da esquizofrenia. E finalmente, para a fixação e um melhor aproveitamento da medicação é de extrema importância jornais e revistas.

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Um novo ciclo de lutas no Brasil, por Alana Moraes


Foto: Midia Ninja

Enviado por Alfeu

Movimentos tradicionais, autonomistas e um novo ciclo de lutas no Brasil. Entrevista especial com Alana Moraes.

Por Patricia Fachin

Do IHU-On Line

A crise petista transformou a esquerda em um “lugar de muita melancolia”, que produz uma “fixação” por “Bolsonaros”, ao invés de criar “afetos mais potentes para continuar caminhando, pensando novas possibilidades, criando brechas”, avalia a socióloga Alana Moraes na entrevista a seguir, concedida por e-mail à IHU On-Line. Segundo ela, as tentativas de resposta à crise vêm “clamando por fórmulas que simplificam a questão”, seja no discurso que defende a “unidade das esquerdas”, no grito “Fora Temer” ou no discurso do “pacto pela estabilidade democrática”.

Ao invés de procurar respostas simples e simplistas, defende, a esquerda precisa se perguntar “o que é ser de esquerda no Brasil hoje”. Ser esquerda, questiona, “é nos mobilizarmos para ter um candidato ‘viável’ para 2018? É nos afetarmos com a prisão dos muitos ‘Rafaéis Bragas’, com os massacres contra camponeses, indígenas, contra os pobres na periferia, contra as mulheres, que acontecem cotidianamente neste país? Construir redes mais eficazes contra a violência estatal? Esse é o momento de perseguirmos essas questões mais de fundo, de nos definirmos mesmo, em comum”. Antes de aderir a uma “unidade das esquerdas”, sugere, é preciso “pensarmos que esquerda somos e o que realmente queremos ser depois dessa experiência do ciclo petista”. E dispara: “2018 será uma consequência feliz ou infeliz do que conseguimos juntos produzir de respostas”.

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Muito além de um copo de vidro, por Alfeu

Muito além de um copo de vidro, por Alfeu

Com as grandes navegações, o continente europeu se lança ao mar na conquista de regiões desconhecidas, longíquas e inimagináveis. A exploração das imensas riquezas naturais agora disponíveis necessitou de mão de obra na mesma proporção, principalmente escrava que podia ser local ou traficada de outras regiões.

Entre idas e vindas, nesses últimos seis séculos, sistemas econômicos e políticos se transformaram, nessas regiões surgiram países que mesmo independentes politicamente mantiveram o mesmo papel a eles designados, mantendo as antigas e introduzindo novas  práticas, a mão de obra mesmo se tornando assalariada, continuava sendo explorada.

Atualmente podemos ver que de maneira global que tudo isso acabou resultando na degradação ambiental e na extrema miséria.

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O Boi Barroso

Do folclore gaúcho para o anedotário planaltino

 

 

 

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"Pure Comedy", o novo álbum de Father John Misty

Por Alfeu

Disponível já há algum tempo na web, o álbum teve ontem o seu lançamento oficial com uma incrível sincronia em relação ao bombardeio ocorrido na Síria numa demonstração de que o presidente americano também incluiu no seu programa de governo parte (talvez a maior) da agenda dos democratas. 

O ex-baterista da banda Fleet Foxes tem na sua mira ou na sua "inspiração" esse presidente e a ameaça que ele representa para o mundo já ameaçado, o aprofundamento do caos, se é que essa possibilidade exista, onde o passado recente rapidamente se torna longinquo, vivemos o futuro e o momento está em desuso. De ambiguidade em ambiguidade, Father John Misty (Josh Tillman) se mostra portador de uma esperança desiludida, pois em "Pure Comedy" só nos resta rir nem que seja um riso nervoso.

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Colônia Africana: como começou a remoção dos negros para a periferia de Porto Alegre

Por Giovana Fleck, Sul 21

Bairro Colônia Africana surgiu no final do século XIX como uma junção de territórios ocupados por populações oriundas do antigo sistema escravista, porém muitas pessoas só ouviram falar dessa região como Bairro Rio Branco

Dentro da capital do Rio Grande do Sul, o racismo está evidente em aspectos históricos da própria formação da cidade como conhecemos hoje. A remoção da população negra é um exemplo Leia mais »

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Mosquito, Mosquete & MOSCARDO: Carne e Miolo fracos da Federal

 

Enquanto isso, no tétricio Reino de Curitiba......

 

 

 

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Um tempo para o Naná Vasconcelos, por Alfeu

Por Alfeu 

Não é falta de tempo, é que o tempo atual não está facil mesmo. Com tudo desmoronando, a noção de tempo vai junto - o que é um ano?; não aquele ano do tipo "como o tempo passa" ou "parece que foi ontem" não. O que era "faz um ano"? Lembranças, memórias que afloram, saudades... Há pouco me toquei por acaso que o Naná Vasconcelos tinha partido e que fazia um ano. Sensação estranha, não era como antes, sei lá..... Para não me descolar mais ainda, era melhor ouvir o próprio Naná para botar os pés no chão. A magia do Mestre ficou por aqui, atravessa o tempo e gerações - com os Gismonti - a vez de Bianca, uma excelência.
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Jade Fanny e o recado das 'mina'


Jade Fanny venceu com essa poesia o Slam Resistência de novembro do ano passado. Essa e outras no canal Sociedade dos Poetas Livres

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Fotos

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Vídeos

Olivia Hime canta Caymmi

"Oitavo álbum da carreira da cantora, letrista e produtora carioca Olivia Hime, Mar de Algodão tem uma proposta ousada: banhar com nova luz as conhecidíssimas canções marinhas de Dorival Caymmi. Afinal, navegar pela obra do mestre baiano é tarefa a que já se dedicaram alguns dos maiores nomes da música brasileira de hoje e de sempre. Carmem Miranda, João Gilberto, Tom, Gal e Caetano são somente os mais famosos entre eles." - Biscoito Fino

 

Mar da Manhã  

 

Mar da Tarde

 

Mar da Noite

 

 

Alô, Alô, Carnaval (1936)

Dois autores procuram um empresário para oferecer-lhe uma revista musical, "Banana da terra". O empresário recusa a oferta porque está esperando uma "atração francesa". Essa atração falha e o empresário é obrigado a reconsiderar sua decisão anterior, promovendo "Banana da terra", um musical salpicado de piadas sobre fatos e personagens do ano.

Estreou no Cine Alhambra a 20 de janeiro de 1936. Filme restaurado em 2001 por Alice Gonzaga, com a colaboração de Hernani Heffner e apoio da BR Distribuidora, que financiou o projeto.

OBS: O filme originalmente tem 75 minutos de duração, o do post está com aproximadamente 60 minutos.

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Instrumental Sesc Brasil, com Vera Figueiredo

 

 

Vera Figueiredo: bateria
Gê Cortes: baixo
Marcos Romera: piano

Participação de Bogato: trombone

 

O "luthier" Masaki Sakurai

Sobrinho do lendário Masaru Kohno, criador da marca "Kohno" de violões, foi também o seu fiel discípulo. O violoncelo foi a base da sonoridade de seus violões, e acrescente-se que o desenho do braço do instrumento feito por Masaki Sakurai, tem também a mesma fonte de inspiração. O Dino 7 Cordas, utilizou uma corda de violoncelo como a sétima do violão, talvez por ser a única disponível para esse fim, ou por enxergar essa mesma afinidade entre esses dois instrumentos da mesma forma que os japonêses. Os violões agora vem com a marca "Kohno Sakurai".

 

ALISON BALSOM - Sound the Trumpet

Royal Music of Purcell & Handel

 

Comissão da Verdade - 3a1 (03/11/2011)

Enviado por  em 28/11/2011 Leia mais »

Publicidade Infantil - Caminhos da Reportagem

Enviado por tvbrasil em 24/11/2011

O Caminhos da Reportagem reapresenta o programa Publicidade Infantil, vencedor do prêmio Imprensa Embratel 2011. A edição mostra como governo, empresários e sociedade civil estão trabalhando para ter uma propaganda mais ética. Com os estímulos que vêm de todas as partes, TV, rádio, revistas e internet, crianças escolhem desde carros até alimentos. O programa ouviu crianças, publicitários, pais, educadores e especialistas de várias áreas da saúde para discutir o comportamento infantil e os limites do consumo.

A reportagem foi produzida pela equipe formada por Adriana Nasser, Fábio Damasceno, Oswaldo Alves, Mauro Zambrotti, Naitê Almeida, Wesley Gomes, Carlos Átila, Cíntia Vargas, Jairom Rio Branco, Lúcio Martins Neto, Luciano Gomes, Patrícia Araújo e Ulov Flamínio. Caminhos da Reportagem ganhou na categoria Educação,concorrendo com "Orquestra de Itapoã", e "Universidade, chave do futuro", ambas da TV Globo. Leia mais »

Áudio

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