Revista GGN

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Profissão Técnico de Operação de Petróleo - aposentado em agôsto/2016

CONTEÚDOS DO USUÁRIO

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A máquina de moer cérebros está onipresente

É triste e estarrecedor sair de casa para frequentar salas de espera de consultórios e hospitais, ir a botecos, padarias e locais comerciais populares nos dias de hoje. Na imensa maioria de locais onde saímos fora de casa para nos "divertir", comprar algo ou cuidar de nossa saúde, há uma televisão ligada. Geralmente passando a programação da Rede Globo (as vezes das outras que apenas querem ser iguais a Globo). E o pior, segundo alguns proprietários que consultei, muitas vezes são os próprios clientes que pedem para que a TV ali esteja, dando diariamente a pauta sobre o que eles têm que se preocupar, desejar, pensar e acreditar. O povo não quer pensar, prefere o seu cérebro lavado pela agenda da elite ("aquilo que os homens de fato querem não é o conhecimento, mas a certeza", Bertrand Russel). Leia mais »

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Homenagem ao espetáculo, por Sérgio Troncoso

por Sérgio Troncoso

Fico impressionado como a "sociedade do espetáculo" se impõe cada vez mais em nossas vidas. Todos os fatos mais agudos são espremidos até o bagaço, promovem-se grandes catarses e depois todo o acontecido some e é esquecido rapidamente. Até porque a sociedade humana fornece novas catarses em profusão.

O mesmo acontece na economia, onde vige o sistema de "crise permanente" ou Doutrina do Choque como chamou Naomi Klein.

No dia do desastre com o avião do time da Chapecoense, coloquei minha singela homenagem ao time, às outras pessoas e à cidade. Toda queda de avião gera tristeza coletiva devido ao número normalmente elevado de vítimas. E claro, no caso haviam pessoas conhecidas, que participavam do dia a dia das pessoas que gostam de esporte, ainda que pela TV. Porém agora entramos na fase de "espremer a catarse até o bagaço". Um assunto que um ou dois dias depois da comoção deveria ser tratado com discrição e estoicidade, no âmbito familiar, torna-se um grande espetáculo, com ajuda das próprias famílias dos cadáveres. 

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O Navio Negreiro, de Castro Alves

Enviado por Sérgio T.

Do Portal Raízes

O Navio Negreiro, Um Dos Poemas Mais Emocionantes De Castro Alves 

Um dos mais conhecidos poemas da literatura brasileira, O Navio Negreiro – Tragédia no Mar –  foi concluído por Castro Alves em São Paulo no ano de 1868. Quase vinte anos depois, portanto, da promulgação da Lei Eusébio de Queirós, que proibiu o tráfico de escravos, de 4 de setembro de 1850. A proibição, no entanto, não vingou de todo, o que levou o poeta a se empenhar na denúncia da miséria a que eram submetidos os africanos na cruel travessia oceânica. É preciso lembrar que, em média, menos da metade dos escravos embarcados nos navios negreiros completavam a viagem com vida.

O Navio Negreiro 

“’Stamos em pleno mar… Doudo no espaço
Brinca o luar – dourada borboleta;
E as vagas após ele correm… cansam
Como turba de infantes inquieta.

‘Stamos em pleno mar… Do firmamento
Os astros saltam como espumas de ouro…
O mar em troca acende as ardentias,
– Constelações do líquido tesouro…

 

‘Stamos em pleno mar… Dois infinitos
Ali se estreitam num abraço insano,
Azuis, dourados, plácidos, sublimes…
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?…

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Os erros e o começo de uma discussão sobre o futuro do PT

Há por aqui muitos textos exculpatórios do partido e suas ações, muitos deles com argumentos sólidos. Já o objetivo deste texto é colocar o dedo nas feridas, nada de "ficar passando a mão na cabeça".

Após o surgimento do mensalão, um caixa 2 partidário transformado pela mídia em roubo pessoal e enriquecimento ilícito de políticos do PT (o caso do Genoíno é emblemático e logo se constatou que contra a sanha da ignorância e do preconceito nenhum argumento adianta), muitos já alertavam que o "jogo" seria pesadíssimo, mas elegemos o PT para transformar as instituições políticas e as relações de poder. 

Os compromissos mínimos ao atingir o poder, seriam implementar novas políticas e regulações nos setores de imprensa, justiça, legislativo e economia. Sem contar que "o PT não roubava nem deixava roubar" (José Dirceu), uma bravata totalmente desligada da realidade do exercício do poder. Leia mais »

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O ódio singular e absoluto a LULA (e por extensão ao PT)

 

Embora seja eleitor frequente do PT, quem me conhece sabe que estou longe de ser “petista de carteirinha”. Sou um grande crítico a muitas coisas da política e economia que aconteceram nos últimos doze anos, apenas creio que como um homem que tem família frente as atuais (e reais) opções eleitorais, estou melhor com o PT. Sempre me norteei pelo pragmatismo de achar que em política nunca há o melhor, e sim o menos ruim. Leia mais »

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Michel Foucault e Noam Chomsky debatem a natureza humana

Enviado por Sérgio T.

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Auto de crítica e fé na vida - Sérgio T.

Não existe um caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho (Mahatma Gandhi)

Nesses tempos de "informação de massas" e "cultura de massas", cada vez mais entendo as ideias de Naomi Klein em seu livro “A Doutrina do Choque”. Graças a ela e mais alguns outros autores, vejo o quanto muitas pessoas são enganadas, se tornam previsíveis, vivem em estado de ignorância e por consequência se tornam ingratas. Estou vendo no meu dia a dia que normalmente são os que mais tem, que querem tudo o que não tem, enjoam de tudo o que conseguem, e só valorizam o que tem depois que perdem... Leia mais »

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Eleição não acaba com o viver e nem com a luta pelo progresso civilizatório

Por Sérgio T.

Eu comecei a trabalhar e virar um cidadão político econômico no governo Geisel. Depois vieram Figueiredo, Tancredo por alguns dias, Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula e agora Dilma.

Então intuo e digo algumas coisas...

A política é importante, mas ela não sintetiza nossa sociedade, nem nossas vidas individuais. A vida se completa de várias maneiras que passam longe da política. Se um rei da Idade Média não tinha como impedir a dinâmica da vida popular, não será um presidente que terá esse poder.

O Brasil (e os brasileiros) pode piorar ou melhorar com um presidente específico, mas hoje a maioria das instituições públicas, associações, organizações sociais civis ou estatais, os milhares de empresas, que necessitam de um ambiente econômico minimamente estável para sobreviver, etc., estão firmemente fincadas em nosso tecido sócio econômico, ou seja, os nossos "controles sociais" expulsarão qualquer um que chegue muito perto de certos "abismos". Sobrevivemos na ditadura, na captura de todo nosso dinheiro pelo Collor, na mega desvalorização do real do FHC, entre outros fatos.

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O segredo das lágrimas de macho

 O segredo das lágrimas de macho

 

Por Xico Sá

25/06/14 03:26

 

boysdont

(Ou Ninguém desaba apenas pelo hino a capela.)

Homem que é homem não chora. Ouvimos essa ladainha desde que nos esbarramos com o azulzão do desamparo que é soltar do útero para a vida.

Homem que é homem chora sim, embora sempre chore atrasado e invente uma desculpa, como o futebol, por exemplo, para chorar pitangas mofadas.

Um jogador brasileiro no momento do hino, por exemplo, está derramando lágrimas que deveriam ter irrigado a várzea, o bairro, os seus primeiros passos, a sua vida fora dos campos.

Os homens, com ou sem bola, lacrimejam… Leia mais »

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O brasileiro e sua crença na "imprensa ética, factual e apolítica"

"A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular."
- prof. Andrew Oitke, catedrático de Antropologia em Harvard

 

O grande problema que vejo nessa questão sobre como a mídia age, é constatar que o brasileiro médio acredita que ela é isenta, "fiscaliza" o governo, quer o bem de toda sociedade, e é imperiosa para a democracia. O paradigma é o jornalismo americano! Leia mais »

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Sobre neoliberalismo e pós pós modernidade

 

Sobre neoliberalismo e pós pós-modernidade.

Montei esta reflexão mal pensada em função de uma pergunta do colega Hermeneuta num texto do amigão Zé da China no Portal Luis Nassif, a respeito da arquitetura sob a estética da era pós-moderna, que para mim está estreitamente atrelada ao chamado neoliberalismo na economia e todo pensamento pseudo liberal, mas no fundo autoritário, que lhe dá sustento no meio social. Há muito liberalismo para o homem possuidor de capital, mas cada vez menos liberdades civis, cidadãs, para o homem comum.

Vivo pensando no dia em que viveremos a era da pós pós-modernidade. Talvez já estejamos vivendo em seu início, mas esse movimento ainda não está claro, pois há muitos reacionários no plantão, que insistem em manter o pé no pedal do acelerador do câncer neoliberal. Sou otimista? Leia mais »

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Fotos

Sem colaborações até o momento.

Vídeos

Vídeo que espelha bem certo "jornalismo"...

Pablo Milanes

Where the Hell is Matt?

Documentos

Texto de Ricardo Cavalcanti-Schiel sobre o pensamento dos militares a respeito de reservas indígenas

São Paulo em fotos até 1940

Áudio

Sem colaborações até o momento.