28 de junho de 2026

Fotos, charges e tirinhas

O espaço para as imagens.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Receba os artigos de Luís Nassif pelo WhatsApp

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

7 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Gunter Zibell - SP

    12 de outubro de 2013 5:22 am

    Deuses africanos retratados em série fotográfica

    http://www.pessegadoro.com/2013/10/deuses-africanos-retratados-em-incrivel.html?spref=fb

    Por Alaor Rocha

    Acho que podemos entrar em consenso sobre uma coisa: Em um geral, sabemos pouco sobre a mitologia africana. Conhecemos Zeus e Deus muito bem, Thor e Loki estão aí se digladiando em batalhas de milhões de dólares… Mas, se formos parar pra ver, poucos de nós conhecem bem os orixás de religiões como Umbanda e Candomblé. Uma Iemanjá ali, um Xangô aqui, Salve, Jorge! ao fundo — Jorge esse que não deixa de ser Ogum —… A verdade é que a integração das religiões afro na sociedade é pouco difundida, então mesmo sabendo alguns nomes por aí, é difícil quem saiba dar forma a esses deuses. E eu me incluo aí, infelizmente conheço muito pouco dessa cultura (mas sou bebê e tenho muito tempo de vida pra conhecer, 2bjs pro recalk idoso).Mas ‘tou aqui trazendo a vocês uma maneira bem interessante de começar a se integrar nesses paraná-paranauês todos: O fotógrafo americano James C. Lewis (nome de celebridade, né? shyck), CEO da Noire 3000 Studios, resolveu ser mítico e criou a série Yorùbá African Orishas, que com todo seu garbo e elegância representa 20 dos mais de 400 deuses da religião nigeriana yorùbá (ler iorubá, num vai inventar pronúncia), que deu origem, por intermédio do tráfico de escravos, a várias ramificações no Brasil, Jamaica, Cuba e Caribe, como Santeria (sim, tipo aquela música lá) e as já citadas Umbanda e Candomblé.Diferente, no entanto, das ilustrações comumente vistas das divindades, James resolveu fazer uma representação menos adereçada e mais, hã, podemos dizer até que renascentista: Há uma grande valorização da aparência dos deuses, bem no estilo do que podemos encontrar em outras mitologias — com direito a muito músculo e umas feições badass que fariam deles ótimos personagens do Mortal Kombat, sem sacanagem. Então chega mais, vista o terninho do Preto Véio e apenax observe esse trabalho mais do que artístico (e como são as representações originais de cada um dos orixás), de quebra conhecendo uma cultura muito da subestimada por aquê:

    Aganju: Deus dos vulcões e desertos, também pai de Xangô (em outras histórias, seu irmão).
    – Representação padrão –
    Obaluaiyê: Deus das doenças e enfermidades.
    – Representação padrão –
    Erinlè: Deus da saúde física e bem-estar, médico dos deuses (e segurança de buaty nas horas vagas, combinemos). No Candomblé ele corresponde a Oxóssi.
    – Representação padrão –
    Exú: Deus das encruzilhadas, mensageiro entre humanos e divindades.
    – Representação padrão –
    Ìbejì: Deuses da juventide e vitalidade, também conhecidos como os Gêmeos Sagrados (as moça tá tudo pedindo pr’eles serem sagrados na casa delas qu’eu seeeei) (e são normalmente relacionados aos famosos Cosme e Damião dos docin).
    – Representação padrão –
    Obatalá: Deus da humanidade e retidão espiritual e moral, Rei do Pano Branco e segundo filho de Olorum (o criador do universo). E, na moral, deve dar um pau no Shao Kahn.
    – Representação padrão –
    Obá: Deusa do casamento e domesticidade, esposa banida de Xangô e filha de Iemanjá.
    – Representação padrão –
    Oxumarê: Deus da mobilidade, cobra-arco-íris (ele é uma serpente em algumas representações), guardião das crianças, lorde das coisas prolongadas e controlador do cordão umbilical (Ah, e também é considerado protetor dos LGBT!).
    – Representação padrão –
    Ogum: Deus guerreiro do ferro, trabalho, política, sacrifício e tecnologia.
    – Representação padrão –
    Okô: Deus da agricultura e colheita (e faz ponta de Chris Rock vez ou outra).
    – Representação padrão –
    (pronto pra soltar um Hadouken na tua fuça) Olokun: Deus do oceano abissal, e significa “sabedoria imensurável”.
    – Representação padrão –
    Olorum: Deus e criador do Universo, também conhecido como O Senhor do Céu.
    – Representação padrão –
    Ori: Deus da intuição espiritual e destino. Seu nome significa, literalmente, “cabeça”.
    – Representação padrão –
    Orunmilá: Deus da sabedoria, adivinhação e vidência.
    – Representação padrão –
    Oxum: Deusa da beleza, amor, fertilidade e divindade dos rios.
    – Representação padrão –
    Oxóssi: Deus da caça e patrulha, protetor dos acusados e de quem busca justiça (ou seja, protetor da maior parte dos filmes de ação).
    – Representação padrão –
    Oyá: Deusa guerreira do vento, mudanças bruscas e redemoinhos. Poderosa feiticeira (pode isso, povo do RPG? Guerreira, feiticeira e elemental?).
    – Representação padrão –
    (canto de) Ossanha ou Ossaim: Deus da floresta. Curador natural, guardião das ervas (tem que ter o Mago Branco na party, né, galere?)
    – Representação padrão –
    Xangô: Deus do fogo, raio e trovão. Representa o poder e sexualidade masculinas.
    – Representação padrão –
    Iemanjá: Deusa-mãe da humanidade, divindade do mar, filha de Obatalá e mulher de Aganju.
    – Representação padrão –

     

    1. Ivan de Union

      12 de outubro de 2013 11:20 am

      Entre o overprocessing e a

      Entre o overprocessing e a falta de cultura africana do fotografo…  sobram os modelos e as, uh, modelas, todo mundo maravilhoso.

      (Ele acha que deuses africanos sao uma superproducao e…  ta bom pra ele!)

  2. Assis Ribeiro

    12 de outubro de 2013 9:24 am

    Desenhos de Picasso: capa da

    Desenhos de Picasso: capa da partitura Ragtime, figurino de balé e caricatura de Strawinsky.
    ( Paul Griffiths,  A Música Moderna).
     

     http://pianomusici.blogspot.com.br/2013/08/desenhos-de-picasso-capa-da-partitura.html

  3. ROSE

    12 de outubro de 2013 9:37 am

    Apenas um esquilo-bebê…

    1. rita

      12 de outubro de 2013 2:54 pm

      (Sem título)

  4. Paulo Kautscher

    12 de outubro de 2013 7:44 pm

    Fotos.

    Como inserir somente fotos?

     

    1. Ivan de Union

      12 de outubro de 2013 8:58 pm

      (Copy/paste normal, Paulo,

      (Copy/paste normal, Paulo, EXCETO se sao copias de fotos do seu proprio computador, entao elas vem com “endereco” do seu desktop e hard drive -que nao eh server e como nenhum computador pessoal eh, nao funciona.  Para publicar fotos pessoais, publique as no seu blog/pagina primeiro, depois faca copy/paste normal.)

Recomendados para você

Recomendados