Por jns
Comentário ao post “Angelino de Oliveira e as Tristezas do Jeca“
Tava fazendo um ggneizado auto-exílio e sofrendo sob o sol ardente daquele inferno de água salgada, cerveja gelada e mulheres peladas (nem tanto mestre) de Caraíva e Corumbau aonde “a maré chega e revira o rio, vaza e leva o tempo, vaza e o tempo leva”.

Retornarei ao nirvana no mes que vem e, ao atravessar nas águas escuras do rio Corumbau para a outra margem, onde está situada a Aldeia Bujigão, nos estertores de uma breve licenciosidade poética, vou conectar o meu dispensável telemóvel para bisbilhotar as saudosas modinhas que o Ecológico Tenor do Ceará continua sapecando, com força e sabedoria, neste reduto de bloguentos juramentados.

Amado guru, a propósito, Corumbau, na língua do povo da Tupilândia, significa “o fim do mundo e o começo da terra” ou “longe de tudo” em referência à extensa ponta de areia que avança sobre o marão sem fim, naquela vila de pescadores que carece de treinamento em operações de guerrilha para reprimir, afastar e impedir a deletéria invasão de porraloucas naquele pedaço do paraíso.

Quero me guiar pela luz do Farol do Corumbau que “iluminando o caminho do nauta na escuridão, o farol velho, sozinho, é fantasma e solidão” para conduzir o meu pensamento notívago e sem direção.

Ouvindo o barulho das ondas do mar, afastado do bem e do mal, meditarei com Gibran:
“Caminho para sempre nessas praias, entre a areia e a espuma.
A maré alta apagará as minhas pegadas e o vento dissipará a espuma, mas o mar e a praia permanecerão para sempre.
Dizem-me no meu despertar:
– ‘Tu e o mundo em que vives não são mais do que um grão de areia na praia infinita de um mar infinito.’
E, em meu sonho, digo-lhes:
– ‘Sou o mar infinito e todos os mundos não são mais do que grãos de areia em minha praia…’
Abraços ao saudoso e precioso amigo Luciano,
Jones
Assis Ribeiro
9 de outubro de 2013 3:44 pmParaíso
Maravilha, delícia.
Isso é vida….
embora alguns prefiram fumaça….
e esgoto.
jns
9 de outubro de 2013 10:23 pmGuerreiro,
A sua (a nossa)
Guerreiro,
A sua (a nossa) trancendental e hipnotizante Bahia é inesquecível.
Invejos os baianos largados e as pessoas simples de todos os lugares do mundo que sabem receber e tratar de forma carinhosa os visitantes apaixonados pelo povo e pelas coisas da terra.
“O melhor lugar do mundo é aquí (AÍ) e agora…”
GIL: http://www.youtube.com/watch?v=cC1ntip1f_U
Ivan de Union
9 de outubro de 2013 3:53 pm!!!!!!!!!!! Divirta se!!!!!
!!!!!!!!!!! Divirta se!!!!!
jns
9 de outubro de 2013 10:32 pmPaz do Senhor, mermão!
Sem
Paz do Senhor, mermão!
Sem ‘surveillance’, sem rádio e sem notícias das terras civilizadas!
foo
9 de outubro de 2013 4:21 pmQuanto custa uma casa numa
Quanto custa uma casa numa dessas praias maravilhosas?
jns
9 de outubro de 2013 5:49 pmFoo,
Não pesquisei sobre
Foo,
Não pesquisei sobre valores, mas sei que não são muito acessíveis para o meu esfolado bolso.
Estes locais acolhedores ainda guardam um pouco de ternura, simplicidade e distanciamento da porto-securização alucinada da outra lado da margem do Rio Caraíva.
Gostaria de alertar que, agora em setembro, está soprando um vento forte que lança muita areia sobre a pele, os cabelos e os olhos de quem insiste em permanecer nas mesas de bar que ficam mais próximas do mar.
O acesso de a Corumbau, passando pelo distrito de Guarani, se torna precário na estação das chuvas, mas “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.
Abs.
lucianohortencio
9 de outubro de 2013 8:23 pmCom o abraço do luciano
Abração!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=tu7-ShLz-bI%5D
jns
9 de outubro de 2013 11:13 pmvísceras abismais
Álvaro de Campos, 15-01-1928
(…)
Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente
Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
(…)
Vânia
9 de outubro de 2013 4:28 pmEu quero!
Caraíva e Corumbau, me aguardem!
PS: “(…) vila de pescadores que carece de treinamento em operações de guerrilha para reprimir, afastar e impedir a deletéria invasão de porraloucas naquele pedaço do paraíso.”
Discordo totalmente. A maioria dos paraísos do mundo, e falo dos brasileiros em particular, eram predominantemente frequentados por “porraloucas” que nunca interferiram na natureza desses redutos maravilhosos. Quem está estragando os paraísos e até conseguindo transformar alguns deles em inferninhos são os “homens de bens” e os burgueses (de todos os tamanhos), que atraem e incentivam investimenos de grandes e pequenos mercenários capitalistas, que por onde passam destroem a natureza para dar lugar aos resorts, boates, lojas “chic” e todo o tipo de investimento que dá lucro, poluindo, desmatando, descaracterizando esses lugares. Uma pena!
evandro condé de lima
9 de outubro de 2013 4:36 pmE eu com saudades do tempo em
E eu com saudades do tempo em que chegava a uma vila de pescadores, er recebido calorosamente, hospedava nas casas dos memos, dormindo em rede,apanhando água p/ necessidades básicas e sem luxo algum. Era feliz e sabia.
jns
9 de outubro de 2013 7:00 pmEvandro,
A região da Costa do
Evandro,
A região da Costa do Descobrimento recebia os visitantes da forma calorosa como você se refere.
Não existiam pousadas (ou eram poucas e lotadas).
O café e o ‘rango’ eram oferecidos pela gente hospitaleira do lugar.
Armávamos as barracas, que ficavam abandonadas durante todo o dia, na beira do mar – sem ninguém prá tomar conta – e ninguém mexia em nada.
Namorávamos as nativas – era só alegria, festa, paz, amor, amor e amor – mas, os tempos eram outros, e agora, todo o cuidado é pouco…
Farol de Corumbau (Foto: Walter Kaus)
Na região de Corumbau atua uma quadrilha que preocupa as autoridades do Município do Prado (ao qual o distrito pertence) e, desafortunadamente, se torna cada vez mais audaciosa e perigosa, estimulada pela completa falta de policiamento no local.
Velhos tempos, Meu Rei …
Natiruts canta Caraíva: http://www.youtube.com/watch?v=OTVtSifuuyQ
Vânia
9 de outubro de 2013 9:45 pmVerdade
Consegui fazer isso em Jericoacoara. Eu tinha uns 16 anos e fui sem nem saber pra onde estava indo, ninguém falava daquele paraíso por aqui (sul / sudeste) na época. Pra dizer a verdade, nem os os cearences frequentavam… foi pura sorte. Estava em Fortaleza e algum porralouca me recomendou. Como era (ainda mais) de difícil acesso e não tinha nenhum “conforto”, as pessoas “normais” (posso chamar de burgueses de modo geral?) não queriam ir pra lá. Fui na “porralouqice” e só tenho a agradecer à “falta de juízo”, de então.
jns
9 de outubro de 2013 5:38 pmDoce Vânia,
Concordo,
Doce Vânia,
Concordo, integralmente, com você!
Contrariado, pela invasão desenfreada, vendi o meu terreno ao lado da Pousada Quarto Crescente, em Trancoso.
Os porraloucas a quem me refiro são os mesmos que destruiram Porto Seguro, Arraial D’Ajuda e Trancoso (onde cheguei antes de Pedro Álvares Cabral) e curti sem freios, sem lenço e sem cuecas, mas preservando os ‘documentos’ (ah, se o tempo parasse naqueles momentos…).
Viva o lendário “Vegetal’, personagem mimetizado nas fantásticas praias e nos impenetráveis manguezais de Trancoso.
E vivam os nativos e biribandos (uma referência ao livro sobre as memórias de Trancoso, escrito por Fernanda Carneiro e Cristina Agostinho, com fotos de João Farkas, que estou devorando agora).
Saravá meu Pai e vida longa a todos os bicho-grilos do mundo!
Em tempo:
Em Caraíva, não perca o Forró do Ouriço prá mexer as cadeiras e se acabar até findar a sexta-feira.
Vânia
9 de outubro de 2013 9:34 pmrsrsrsrsss
Sim, senhor! Não hei de perder nada. Nem o famoso boteco que fica na “esquina” do rio com o mar. Já me foi altamente recomendado 😉
jns
9 de outubro de 2013 9:46 pmDo Viage na Viagem
“No verão
Do Viage na Viagem
“No verão (e em julho) a cidadezinha fica lotada com uma moçadinha que (eu sei, eu sempre escrevo essa frase em todo canto que falo de Caraíva) de dia torra na praia e de noite ferve nos forrós.”
“Fora de temporada, porém, não acontece nada em Caraíva; sempre vai ter uma mesa vaga no Bar do Pará (no “Ponto dos Mentirosos”) para tomar uma cerveja e comer um pastel frito na hora.”
jns
19 de outubro de 2013 12:48 amVIAJE
Viage (com G) é uma viagem – definitivamente!
Vânia
19 de outubro de 2013 9:17 amTá perdoado
A Maria Rita perdoou o seu erro. Eu estou pensando no caso… Quando eu voltar da viajem (sic), digo, da viagem, dou o verdedito.
Torça pra que o sol e a lua façam uma grande duelo e, ainda, que no final empatem, exauridos de tanto brilhar. Assim venceremos nós, os viajantes 😉
[video:http://www.youtube.com/watch?v=ExD2AwU2Byw%5D
jns
19 de outubro de 2013 2:22 pmlinda
A foto atual do seu perfil ficou belíssima!
[video:http://youtu.be/QQgi3dVyQLk%5D
Sérgio T.
10 de outubro de 2013 12:39 amConcordo
Concordo totalmente!
Em tempos canabianos sabíamos que as melhores praias do Brasil foram descobertas pelos malucos, nelas eles conviviam com os pescadores, curtiam a natureza, e faziam um ambiente com violência próxima a zero… Depois chegavam os burgueses, suas idéias de “conforto”, pagando os pescadores pelos pequenos favores, e enxotando aqueles que fizeram a praia ficar conhecida, tratando-os como “gentinha”…
Um abraço.
Athos
9 de outubro de 2013 4:39 pmSaudade dos 9 meses que
Saudade dos 9 meses que passei em Itacaré…antes de asfaltarem a estrada.
Eram 60km feitos em 5 ou 6 horas. Hoje,…acabou.
Jorge Leite Pinto
9 de outubro de 2013 4:59 pmVerdade… Conheci Itacaré em
Verdade… Conheci Itacaré em abril de 1991, quando esta estrada era quase intransponível. Levei quase 3 horas com um Chevette (6 é exagero seu). Mas valia cada quilômetro. Ex-paraíso.
Agora até esqueleto abandonado de hotel “6” estrelas tem.
jns
9 de outubro de 2013 6:42 pmAthos e Jorge,
A estrada de
Athos e Jorge,
A estrada de terra para o acesso a Corumbau passa pelo distrito de Guarani que fica a 12 km de Itamaraju e um pouco mais distante de Prado.
Situação em Corumbau, entre os dias 16 e 20 de agosto de 2013 (Foto: Primeiro Jornal)
São 56 km em condições razoáveis, apesar de alguns aclives e declives, que podem se tornar meio cansativos diante da impossibilidade de realizar ultrapassagem em longos trechos quando surge o inconveniente de trafegar atrás de caminhões, também longos, que transportam o eucalipto da região.
No entanto, é este o tipo de aventura que eu gosto e busco, com muita frequência, na macrorregião onde eu moro: desbravar e conhecer estradas vicinais, lagos e cachoeiras que são acessíveis, na maioria das vezes, através de motocicletas.
Nesta viagem, gastei duas horas e dez minutos retornando de Corumbau a Guarani, à noite, o que não é recomendável diante do iminente risco de ocorrer interpretação errônea da rota correta.
Prado – Cumuruxatiba, na região de falésias e belíssimas praias (Foto: Portal do Extremo Sul)
Viajei, confiante, em um Palio Adventure que possui tração nas quatro rodas.
Para Caraíva, o trajeto pode ser feito pela BR-101, com acesso na região do Monte Pascoal.
Não recomendo esta via – muito ruim entre Barra Velha e Caraíva – que usei através de buggy, a partir de Corumbau.
Abs.
Abaixo são listados alguns vídeos que permitem avaliar a condição da estrada de saibro entre Gaurani e Corumbau, neste mes de setembro:
http://www.youtube.com/watch?v=qxeIEye6Mxg
http://www.youtube.com/watch?v=hUmwEf4mcUE
http://www.youtube.com/watch?v=r18F6x57X2I
http://www.youtube.com/watch?v=ozEj7Px-Gyc
Athos
9 de outubro de 2013 8:29 pmNão foram 6, hehehe, mas 5
Não foram 6, hehehe, mas 5 foram com certeza. E o carro só passou pq era 4×4. Ficou de lado com a porta na lama. Não abria.
Foi em 2002 eu acho e do seu tempo para ca tenho certeza que a estrada não sofreu qualquer reforma. Quando fui embora as obras estavam se iniciando. Tinha até rio que passava na sobre a estrada. Não era sob, era sobre mesmo, hehehe.
Fiquei numa casa numa vila de pescadores que um sócio do meu pai tinha trocado por um jegue.
Tipo casa de favela aqui do Rio mas era a melhor casa da favela, ou melhor, da vila.
Só a janela não abria pq construiram uma escada na frente da casa pro segundo andar. sabe como é engenheiro baiano.
No primeiro dia que fui a praia, tinha um cara que era a cara do Didi, com cabeleira loira até a cintura, montado a pelo num cavalo branco.
Depois fur conhecer. Chamava-se Fadu e era um dos primeiros surfistas da região. Acabou ficando por la na década de 70.
Vendeu 3000m² de sua propriedade para um paulista por R$500 porque se não vendesse iria atrasar a prestação da casa Bahia.
Eu só pude concordar pq atrasar prestação das casas Bahia é demais mesmo, uahauhauahuah.
É Bahia ou não é?
jns
9 de outubro de 2013 10:47 pmPrimeiros Athos,
Não me
Primeiros Athos,
Não me arrependo dos meus atos, mas deixei de trocar um velhíssimo, poderoso e lendário PASSAT por um terreno, na praia do Apaga Fogo, no Arraial D’Ajuda, onde foi erguida uma big house, doada por José Carlos Di Gênio ao Eduardo Magalhães, filho do imortal Czar Baiano, que também, como este pobre diabo, apreciava um ‘capim novo’ e se fartava naquelas redondezas cheia de maresias e outros viajantes incensos sepulcrais.
Abs.
lucianohortencio
9 de outubro de 2013 4:48 pmViu como você estava fazendo falta?
Amigo jns, Sultão das Ilhas Virgens e das habitantes virgens e não virgens!
Você viu como tava fazendo falta? Só dá na titela! Eu fiquei abestadim quando vi essas fotografias e até fiz uma quadrinha rhebhucetheh pra vosasência, tão alegre fiquei com seu aparecimento e com o comentário muito melhor do que meu Post. Não foi só eu quem achou isso não. Agora o bichão tá aqui lindão como Post paidégua do meu conterâneo que sabe o que faz, amigo melhor do que dinheiro achado em calçada alta!
Abração do luciano
jns
9 de outubro de 2013 5:54 pmAmigo Luciano,
Fui ver o mar
Amigo Luciano,
Fui ver o mar e voltei aquí só prá te ‘ver’…
Entalhe de Agadman, prá quem vou levar umas pingas da mió qualidade, quando retornar naqueles Prados.
Brinde!
L1
9 de outubro de 2013 6:22 pmCumuruxatiba
Conheci a ponta do Corumbau a partir de Cumuruxatiba (pertinho de Prado). A partir de Cumuru foi possível ir de barco até o Recife de Carapeba, com direito a parada pra mergulho, depoir ir até Corumbau, aproveitar lá as praias, almoçar, e retornar de tarde.
jns
9 de outubro de 2013 9:56 pmO passeio de barco pode ser
O passeio de barco pode ser uma experiência traumatizante para quem não está acostumado com o balanço do mar de Caymmi.
http://www.youtube.com/watch?v=5R24xVRhU4s
http://www.youtube.com/watch?v=yrA4JuN9nhU
L1
9 de outubro de 2013 6:25 pmCumuruxatiba
Essa praia da primeira foto parece a Barra do Caí.
jns
9 de outubro de 2013 9:40 pmPraia do Espelho (vista sobre
Praia do Espelho (vista sobre as falésias)
É um dos lugares mais bonitos da região, de infra-estrutura sofisticada e por isso (bem) mais cara que a de Caraíva.
O cenário deslumbrante, refúgio de milionários, astros tupiniquins e de outras paragens + bacanas barrigudos para guardar o ‘Rei na barriga’, garante a esta praia o título de uma das 10 mais bonitas do Brasil.
Tudo lindo-maravilhoso, mas as coisas por lá são caríssimas e o atendimento é, frequentemente, impregnado pela arrogância alienada e descompromissada – da pior qualidade.
Abs.
Caraiva
10 de outubro de 2013 7:45 amQuerido Praia do Espelho,o
Querido Praia do Espelho,
o seu comentario eh “QUASE” veridico, vc soh esqueceu de mencionar os muitos ilustres turistas “FAROFEIROS” com seus isopores/coolers, que apartir das 11 am comecam a chegar na praia de cenário deslumbrante, refúgio de milionários, astros tupiniquins e de outras paragens + bacanas barrigudos, e o lixos que esses deixam pra traz aos montes, no final da tarde quando vao embora! 🙂
Prefiro ficar milhoes de vezes ficar com a nossa praia deserta e sem infraestrutura, enquanto vc fica com o turismo da CVC e com os farofeiros, sem consciência, e com a sua “infra-estrutura sofisticada”
passar bem!
jns
10 de outubro de 2013 3:27 pmNada contra a CVC
Nunca tive a felicidade de fazer longas excursões para destinos distantes, infelizmente.
Na fase boa, quando dava apenas um tapa na bola e me divertia com a competição, tive o privilégio de fazer muitos amigos e conhecer várias cidades, apenas para jogar futebol.
Aprecio o ambiente relacionado ao jogo que favorece a interação imediata com o próprio grupo, adversários, dirigentes, torcedores e familiares de toda a galera relacionada.
Hoje, gratificado, reencontro personagens que compartilham minuciosos relatos dos instantâneos ocultos na própria memória, recheados por reminiscências floreadas de um passado recente, transformados em um presente da tradição oral de valor incalculável.
Saboreio as longas conversas que remexem o fundo do baú do imaginário recheado por relatos que, compreensivelmente, superdimensionam as emoções que foram experimentadas, de forma efetiva, naquele contexto perdido no espaço-tempo.
Acredito, sem constrangimentos, que uma excursão formada por um grupo bacana pode ser uma experiência gratificante e libertadora, no sentido repartir as emoções fugazes com um universo colaborativo maior e afugentar a ‘marvada’ solidão para os quintos dos infernos.
Com ou sem farofofeiros, marombados e barrigudinhos passando bem.
E deixa a vida me levar…
Abs.
Gerson C T
10 de outubro de 2013 1:35 amEu lamento que o “progresso”
Eu lamento que o “progresso” chegou na maior parte dessas bandas.
Os nativos continuam sendo explorados na sua maioria, como aconteceu no litoral norte de SP, por exemplo.
Maria Luisa
10 de outubro de 2013 1:51 pmO paraiso
Querido amigo, posso chama-lo assim ? Quero agradecer o repouso à alma e aos olhos que me proporcionates durantes alguns minutos. Também quero ir para “Maracangalha!”
Um abraço e “não tenha medo de sentir os raios e o calor do Sol”. Virginia Woolf.
Vânia
12 de outubro de 2013 2:45 amEu vou!
Eu vou! Eu vou!
Tudo certo. Aéreo e pousada :DDD
Que venha o natal! Será o melhor natal da minha vida. Creio…
Creio que vou tomar muita cerveja, rir muito e me banhar no leito do rio e na beira do mar …
Uhu!!!
jns
12 de outubro de 2013 2:38 pmViaje na viagem
Busco, em todas minhas viagens de lazer, a fase plena da lua cheia.
Gosto de curtir a luz do luar, na beira do mar, banhando as ondas, criando silhuetas disformes sob os coqueirais e emoldurando formas com nuances de claro/escuro como um filme de suspense.
[video:http://youtu.be/VkL9dwkOcCE%5D
O cheiro, a brisa e o rugido gutural do velho mar desfocam e embaçam a minha lente arranhada, pelos compromissos naturais, sem tirar a minha sensibilidade para captar estes instantâneos divinais.
Boa viagem…
Vânia
13 de outubro de 2013 4:24 amObrigada!
Obrigada, jns.
Você me inspirou a fazer essa viagem, e vai ser em breve, o que é melhor.
Por motivos de trabalho não posso escolher muito precisamente a época em que vou, mas acabei de olhar o calendário lunar. Chegarei dia 18 de dezembro, um dia após o início da lua cheia.
Como diria o Wilson das Neves: Ô sorte!
jns
14 de outubro de 2013 7:15 amViva!
Será edificante e bela a sua viagem pra ‘longe de tudo’, desarmada de cautelas e despida de inquietações.
“O êxtase dos momentos felizes provém da carência de expectativas e da ausência de preocupações”, Diego Michel.
Que o tempo esteja bom e sem nuvens escuras na linha que separa o firmamento e o mar.
Viva!: a partir do dia dezessete de dezembro o céu será emoldurado pelo plenilúnio.
Que a lua inspire os seus sonhos nesta viagem espacial: viva e deixe viver…
Jones