
Jornal GGN – Nesta sexta (7), a Petrobras comunicou que irá fechar a Usina de Biodiesel de Quixadá, no Ceará. O encerramento das atividades ocorrerá no dia 1º de novembro e a estatal afirma que a decisão está ligada à saída da produção de biocombustíveis.
A empresa também diz que não haveria uma solução para a usina em curto prazo e sem novos investimentos de acordo com as projeções, afirmando que ela irá focar seus recursos em projetos mais rentáveis.
Em nota, a estatal salienta que a decisão foi comunicada para os empregados, clientes, fornecedores e sindicatos. As usinas de Montes Claros, em Minas Gerais, e de Candeias, na Bahia, vão continuar a operar normalmente, mas a Petrobras estuda alternativas para estas unidades.
Ainda de acordo com a nota, os funcionários de Quixadá serão transferidas para outras unidades da Petrobras Biocombustível. Apresentado no mês passado, o plano de negócio da estatal para o período 2017-2021 prevê a saída do negócio de biocombustíveis.
A usina de Quixadá foi inaugurada em agosto de 2008 e tem capacidade de produção de 108,6 milhões de litros de biodiesel ao ano, segundo o site da Petrobras.
Carlos Lima
7 de outubro de 2016 6:36 pmESTÃO FECHANDO O BRASIL, ISSO É VINGANÇA CONTRA CIRO GOMES.
isso é vingança contra Ciro Gomes.
emerson57
7 de outubro de 2016 8:45 pmpremio
Não há nada de vingança. Isto é um premio aos tocadores de penico. Se a petrobrás acabar ninguem mais rouba!
Todos os corruptos? que trabalhavam e desenvolviam novas tecnologias vão trabalhar no …Uber? E vão transportar desempregados?
Cuidado petroleiros, o desinvestimento vai te pegar! Já pega um pouquinho por vez, um dia é uma quebrinha de monopólio, outro dia uma unidadezinha que é doada, uma plataformazinha que será fabricada no estrangeiro, uma terceirização aqui, uma fabriqueta fechada acolá, um leilãozinho tde campo produzindo, etc..
Negócio com Parente é assim, só se perde!
João de Paiva
7 de outubro de 2016 7:14 pmÉ o desmonte do projeto de desenvolvimento soberano
Vamos recordar a eficiência de Pedro Parente quando foi ministro do apagão.
STF desengaveta ação de improbidade de R$ 2,9 bi envolvendo Serra e ministros de FHC
Ministro Gilmar Mendes arquivou processo em 2008, mas Procuradoria recorreu e Supremo decidiu julgar o caso envolvendo o Proer
Redação
27/03/2016 8:39, atualizada às 27/03/2016 13:01
Além de José Serra (foto), estão no processo os então ministros Pedro Malan (Fazenda) e Pedro Parente (Casa Civil), além de ex-presidente s e diretores do Banco Central – Foto: Lula Marques/Agência PT (24/02/2016)
Nada menos do que o uso suspeito de R$ 2,9 bilhões envolvendo a equipe econômica do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi parar na gaveta em 2008 pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. A medida será revista após o Supremo determinar o desarquivamento das duas ações de improbidade administrativa contra os então ministros José Serra (então ministro do Planejamento), Pedro Malan (Fazenda) e Pedro Parente (Casa Civil), além de ex-presidente s e diretores do Banco Central.
Trata-se da ajuda financeira aprovada em dezembro de 1994 pelo Banco Central para socorrer o Banco Econômico S.A por meio do Proer, o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional, que serviu para socorrer os bancos à beira da falência após a criação do Plano Real.
Em 2008, Mendes arquivou o processo admitindo “forte conteúdo penal, a feição de autêntico mecanismo de responsabilização política”. Mesmo assim, considerou que não ficou provado que os réus acresceram os valores a seus patrimônios. Além disso, “é necessário enfatizar que os efeitos de tais sanções em muito ultrapassam o interesse individual dos ministros envolvidos”, afirmou.
No último dia 15, no entanto, a primeira turma do STF acolheu recurso da Procuradoria-Geral da República contra a decisão de Gilmar. Todos seguiram a decisão recomendada pela relatora do caso, ministra Rosa Weber. A excessão foi Luiz Fux, que não participou do julgamento.
José Muladeiro
8 de outubro de 2016 6:49 amEnquanto isto, Renam engaveta o pedido..
de cassação do ministro Gilmar Mendes. Onde o Renan quer chegar? Será que ele pensa que será salvo fazendo isto? Ledo engano. Ele está na lista dos que terão seus mandatos cassados e talvez até pegue uma prisão para deixar de ser otário.
Contador Cortador
7 de outubro de 2016 7:26 pmPara chegar no peso desejado, maratonista amputa as pernas…
Aqui ficamos discutindo a contabilidade e o fim da “neocorrupção” (aquela “do PT”), praticada majoritariamente pelos coalizados de governabilidade PP e PMDB, com este último assumindo o controle (hã?¹) do governo federal (que era feito por uma presidente eleita e reconhecidamente honesta).
Ficamos discutindo o superavit primário (nem nominal é), os cortes na educação, saúde, aposentadoria, etc., sem nem de longe insinuar um corte nos juros (45% do orçamento da União!). Nem de longe uma auditoriazinha na dívida…
Enquanto isso, na China, que era um país mais pobre que o Brasil, o eterno país do futuro:
http://www.msn.com/en-us/money/markets/33-giant-chinese-infrastructure-projects-that-are-reshaping-the-world/ss-BBwrEsC?li=BBnb7Kz#image=34
E nós sendo aleijados por uma secular quadrilha de capatazes e corretores da nação…
Marcos Iorio
9 de outubro de 2016 3:15 am“presidente eleita e
“presidente eleita e reconhecidamente honesta”… aí é forçar demais….
Francisco Magalhães Vieira
7 de outubro de 2016 7:33 pmCanalhas,cafajestes,canalhas…
.
emerson57
7 de outubro de 2016 10:16 pmFechar?
“Petrobras comunicou que irá fechar a Usina de Biodiesel de Quixadá”
Se não dá nenhum lucro, não seria melhor DOAR a usina a seus trabalhadores?
Eles a aceitariam através de uma cooperativa de autogestão. A cidade e o Ceará poderiam ajudar para manter os empregos, os impostos e conservar a espertise acumulada.