Por vários motivos – já explicados aqui -, como o conceito do “caro/barato” e da “segunda chance”, presentes na tradição política brasileira, a bola ainda está com Dilma Rousseff.
Alguns comentaristas apressados consideraram como “estagnação” o fato de Dilma não ter se recuperado nas últimas pesquisas pós-queda, mas se estabilizado. Ora, em todo processo de queda, o fator novo é a estabilização. É o seu nível que determinará a possibilidade ou não de recuperação.
E a popularidade de Dilma, apesar da queda, estabilizou em níveis que permitem a recuperação. Daqui para a frente, a opinião pública concede a oportunidade da recuperação.
Já existem diagnósticos claros pós-manifestações; e Dilma tem ouvido estrategistas competentes sobre os caminhos a trilhar.
Só perderá o bonde por extrema teimosia.
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