
Jornal GGN – Medido pela Fundação Getúlio Vargas, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) terminou o mês de agosto com variação de 0,32%, um crescimento mais fraco do que os outros resultados ao longo do mês. Em relação com julho, houve queda de 0,07%, e, no acumulado do ano o IPC-S chegou a 5,22%.
O indicador leva em consideração os preços nas cidades de Recife, Salvador, Rio de Janeiro, são Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. Nos últimos doze meses, o crescimento foi de 8,48%.
Entre os sete grupos pesquisados, dois deles tiveram queda: vestuário e despesas diversas. Outros quatro grupos tiveram aumentos menores que os registrados na terceira prévia do mês, como educação. Habitação foi o único grupo com alta maior que a última apuração.
Em agosto, os itens que causaram aumento da inflação foram as refeições em bares e restaurantes (0,86%), o leite longa vida (4,33%); shows musicais (6,53%), mamão papaya (34,37%) e planos e seguro de saúde (1,05%).
Por outro lado, a batata inglesa (-12,62%), a tarifa de eletricidade residencial (-1,14%); a cebola (-23,82%), a alface (-11,06%) e a gasolina (-0,64%) influenciaram na desacelaração do índice.
ze sergio
1 de setembro de 2016 4:22 pmcom 0,32….
A esquerda não ouve nem o que ela fala. Os próprios economistas que auxiliavam o governo Dilma já haviam antecipado a alta da inflação no começo do novo período de governo e a recessão inflada inclusive pela Copa e Olimpíadas. E a volta à normalidade em alguns meses. Os dois acontecimentos já fizeram sua vitima e voltarão à estabilidade. Preços controlados que foram reajustados mas que durante o ano trarão a inflação ao seu eixo. Quanto à inflação: um automóvel brasileiro, as famosas carroças, tiveram aumento real em dólar na ordem de 45% em 4 anos. Nenhum teve aumento menor que 30%. O “carro popular” passou de 25 mil reais para 40 mil reais. Mas a mídia e o brasileiro acham que a culpa é do feijão ou do tomate. Como é fácil lidar com inocentes. As multinacionais estrangeiras nadam de braçada.