4 de junho de 2026

MJ determina abertura de inquérito criminal sobre Telexfree

 

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Jornal GGN – O ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça, determinou na tarde desta segunda-feira, dia 8, a abertura de inquérito criminal para averiguar conduta da Telexfree, pela Polícia Federal. O inquérito irá apurar a existência de crimes contra a economia popular e também averiguar os fortes indícios existentes de movimentação atípica de recursos, o que pode denotar evasão de divisas.

Segundo declarou uma fonte do Ministério da Justiça ao Jornal GGN, o ministro Cardozo pediu, desde janeiro, que fosse apurada a formação de pirâmides financeiras e a atuação da empresa Ympactus Comercial (Telexfree). Esta apuração não poderia ser divulgada, pois que matéria inicial para a determinação ou não de inquérito criminal. Esta apuração estava a cargo da Secretaria Nacional de Direito do Consumidor, que centralizava as denúncias encaminhadas pelos diversos Procons estaduais e pelo Ministério Público do Acre, relacionadas a indícios de formação de pirâmide financeira.

Em junho, o DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor) instaurou processo contra a Telexfree e, agora, foi determinada a abertura de inquérito criminal para averiguação de tantas denúncias.

Até a decisão de determinar a investigação pela Polícia Federal, o Ministério da Justiça solicitou auxílio de diversos órgãos para compor o caso. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor oficiou a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central, Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (Seae) e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Segundo a assessoria do Ministério da Justiça, esses órgãos apontaram para indícios de crime contra a economia popular, esquema de pirâmide financeira e até mesmo de suspeita de evasão de divisas por movimentações financeiras atípicas.

 

O DPDC, no mês de junho, instaurou processo administrativo contra a Telexfree por indícios de formação de pirâmide financeira e ofensa ao Código de Defesa do Consumidor (CDC), como o dever de transparência e boa-fé nas relações de consumo, além de veiculação de publicidade enganosa e abusiva.

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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  1. Ruy Pastore

    9 de julho de 2013 1:44 am

    Ministério da Justiça?

    Ministério da Justiça de onde, cara pálida?

    Do México, da Argentina, do Paraguai, algum outro país do Mercosul?

    Pois o que sabemos que o Brasil não possui o Ministro, apenas o Ministério… e olhe que ele se esforça para aparecer nas fotos, na Globo, na Veja etc, etc.

    Quando a Dilma perder a reeleição, vai compreender os bichos que a cercavam e ela vai lembrar quanto ela era feliz sem ele!

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