5 de junho de 2026

Drummond: Poeta das Gerais perdido no Ribeirão do Achado

Enviado por Jns

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Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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5 Comentários
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  1. Jair Fonseca

    14 de agosto de 2016 5:27 pm

    Bunito! E o Drummond,

    Bunito! E o Drummond, com aquela cara séria, também gostava de uma boa sacanagem popular, como neste poeminha:

    Saber incompleto

     – Mecê, cumpádi, já porvou 

    bunda de tanajura torradinha?

    – De tanajura, cumpádi,

    inté hoje não.

  2. jns

    14 de agosto de 2016 6:26 pm

    Córrego do Achado

    Onde parrudas galinhas da roça engolem tanajuras iradas e galos sabidos

    [video:https://youtu.be/GbZivP5QtGQ width:600]

  3. jns

    14 de agosto de 2016 6:41 pm

    O Carnaval do Oswald

    A tela do gênio Di Cavalcante inédita no Brasil

    [video:https://youtu.be/JYY8LFaA8Gg width:600]

    Sem documentação que comprovasse a origem e a trajetória da pintura, “Samba” havia caído no esquecimento. O marchand uruguaio Martin Castillo participava da feira Tefaf, em Maastricht, quando foi procurado por uma mexicana. Ela vira obras brasileiras em seu estande e lhe contou sobre a tela da família Quintanilla. Interessado na tela, ele procurou os herdeiros do herdeiros do diplomata e escritor mexicano Luis Quintanilla, lotado no Brasil entre 1927 e 1929.

    A tela de Di traz figuras recorrentes em suas obras, como a mulata com seios expostos, o violeiro e o tocador de pandeiro. Foi comprada diretamente do artista por Quintanilla. O diplomata era amigo de artistas e intelectuais do modernismo brasileiro, como o escritor Oswald de Andrade, com quem manteve correspondência, o ilustrador J. Carlos, o jornalista e dramaturgo Alvaro Moreyra e Di Cavalcanti. A tela o acompanhou nos postos onde serviu. Durante a Segunda Guerra, embaixador em Moscou, a manteve enrolada, ao abrigo dos bombardeios. Carregou-a para Paris e Washington, e finalmente ao México.

    Confira a matéria publicada por OGLOBO no dia 31 de julho de 2016: 

    http://oglobo.globo.com/cultura/artes-visuais/exposicao-na-praca-maua-exibe-tela-de-di-cavalcanti-inedita-no-brasil-a-obra-prima-abaporu-19819102

  4. jns

    14 de agosto de 2016 7:09 pm

    Jair Tamanduá

    Abandone o mofo da sua fria sepultura

    Fonseca o chamego da Jussara

    A beleza dela não tá na cara

    Pode crer que tá na jura

    Extraído da Antologia Poética  “Drumma com essa” do Carlos Cachaça,

    ops!, Carlos Drummondaço

  5. jns

    14 de agosto de 2016 7:10 pm

    Encantos da Natureza

    JOÃO MULATO E DOURADINHO

    [video:https://youtu.be/DVFrTBAqWqs width:600]

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