Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.
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Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Sem documentação que comprovasse a origem e a trajetória da pintura, “Samba” havia caído no esquecimento. O marchand uruguaio Martin Castillo participava da feira Tefaf, em Maastricht, quando foi procurado por uma mexicana. Ela vira obras brasileiras em seu estande e lhe contou sobre a tela da família Quintanilla. Interessado na tela, ele procurou os herdeiros do herdeiros do diplomata e escritor mexicano Luis Quintanilla, lotado no Brasil entre 1927 e 1929.
A tela de Di traz figuras recorrentes em suas obras, como a mulata com seios expostos, o violeiro e o tocador de pandeiro. Foi comprada diretamente do artista por Quintanilla. O diplomata era amigo de artistas e intelectuais do modernismo brasileiro, como o escritor Oswald de Andrade, com quem manteve correspondência, o ilustrador J. Carlos, o jornalista e dramaturgo Alvaro Moreyra e Di Cavalcanti. A tela o acompanhou nos postos onde serviu. Durante a Segunda Guerra, embaixador em Moscou, a manteve enrolada, ao abrigo dos bombardeios. Carregou-a para Paris e Washington, e finalmente ao México.
Confira a matéria publicada por OGLOBO no dia 31 de julho de 2016:
Jair Fonseca
14 de agosto de 2016 5:27 pmBunito! E o Drummond,
Bunito! E o Drummond, com aquela cara séria, também gostava de uma boa sacanagem popular, como neste poeminha:
Saber incompleto
– Mecê, cumpádi, já porvou
bunda de tanajura torradinha?
– De tanajura, cumpádi,
inté hoje não.
jns
14 de agosto de 2016 6:26 pmCórrego do Achado
Onde parrudas galinhas da roça engolem tanajuras iradas e galos sabidos
[video:https://youtu.be/GbZivP5QtGQ width:600]
jns
14 de agosto de 2016 6:41 pmO Carnaval do Oswald
A tela do gênio Di Cavalcante inédita no Brasil
[video:https://youtu.be/JYY8LFaA8Gg width:600]
Sem documentação que comprovasse a origem e a trajetória da pintura, “Samba” havia caído no esquecimento. O marchand uruguaio Martin Castillo participava da feira Tefaf, em Maastricht, quando foi procurado por uma mexicana. Ela vira obras brasileiras em seu estande e lhe contou sobre a tela da família Quintanilla. Interessado na tela, ele procurou os herdeiros do herdeiros do diplomata e escritor mexicano Luis Quintanilla, lotado no Brasil entre 1927 e 1929.
A tela de Di traz figuras recorrentes em suas obras, como a mulata com seios expostos, o violeiro e o tocador de pandeiro. Foi comprada diretamente do artista por Quintanilla. O diplomata era amigo de artistas e intelectuais do modernismo brasileiro, como o escritor Oswald de Andrade, com quem manteve correspondência, o ilustrador J. Carlos, o jornalista e dramaturgo Alvaro Moreyra e Di Cavalcanti. A tela o acompanhou nos postos onde serviu. Durante a Segunda Guerra, embaixador em Moscou, a manteve enrolada, ao abrigo dos bombardeios. Carregou-a para Paris e Washington, e finalmente ao México.
Confira a matéria publicada por OGLOBO no dia 31 de julho de 2016:
http://oglobo.globo.com/cultura/artes-visuais/exposicao-na-praca-maua-exibe-tela-de-di-cavalcanti-inedita-no-brasil-a-obra-prima-abaporu-19819102
jns
14 de agosto de 2016 7:09 pmJair Tamanduá
Abandone o mofo da sua fria sepultura
Fonseca o chamego da Jussara
A beleza dela não tá na cara
Pode crer que tá na jura
Extraído da Antologia Poética “Drumma com essa” do Carlos Cachaça,
ops!, Carlos Drummondaço
jns
14 de agosto de 2016 7:10 pmEncantos da Natureza
JOÃO MULATO E DOURADINHO
[video:https://youtu.be/DVFrTBAqWqs width:600]