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8 Comentários
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  1. Webster Franklin

    14 de agosto de 2016 5:01 am

    Ciro: ‘Temer é traidor, corrupto e salafrário’

    Brasil 247

     

    Ciro: ‘Temer é traidor, corrupto e salafrário’

     

    :

    O presidenciável Ciro Gomes (PDT) disse na noite deste sábado, em Curitiba, que o interino Michel Temer (PMDB) é “traidor, corrupto e salafrário”; Ciro começou a palestra no Circo da Democracia puxando um “Fora Temer” e, além de bater no interino, o pedetista também abriu fogo contra Marina Silva (Rede) e José Serra (PSDB); “Temer e Serra são agentes infiltrados dos EUA, segundo relatórios do Wikileaks. Eles focam agora no pré-sal”; assista

    13 de Agosto de 2016 às 21:42

    Blog do Esmael Morais – O presidenciável Ciro Gomes (PDT) disse na noite deste sábado (13), em Curitiba, que o interino Michel Temer (PMDB) é “traidor, corrupto e salafrário”.

    Ciro começou a palestra no Circo da Democracia puxando um “Fora Temer” incendiando a plateia na tenda instalada em frente à escadaria da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

    “O moralismo é a ferramenta dos canalhas”, disse Ciro Gomes olhando em direção ao prédio da faculdade de Direito onde leciona o juiz federal Sérgio Moro.

    Além de bater sem dó em Temer, o pedetista também abriu fogo contra Marina Silva (Rede) e José Serra (PSDB).

    “Temer e Serra são agentes infiltrados dos EUA, segundo relatórios do Wikileaks. Eles focam agora no pré-sal”, denunciou.
    Quanto à Marina, Ciro criticou que ela enrola um chalezinho e disfarça falando sobre ecologia. Mas, segundo ele, defende a independência do Banco Central.

    Durante todo a palestra, Ciro só chamava Temer de “tinhoso” [diabo] para o delírio da plateia que op aplaudia.

    “O tinhoso trocou o Bradesco pelo Itaú no Ministério da Fazenda”, afirmou, referindo-se à troca de Joaquim Levy (Bradesco) pelo ministro interino Henrique Meirelles.

    Ao fuzilar a pedalada (déficit) de R$ 170 bi que Temer promove no orçamento, Ciro Gomes previu que o povo vai “tomar na testa” CPMF e aumento da CIDE — o imposto da gasolina.

    O senador Roberto Requião (PMDB-PR) assistiu da plateia à palestra.

    Assista abaixo.

    https://www.facebook.com/CircodaDemocracia/videos/1750371428577254/

     

    http://www.brasil247.com/pt/247/ceara247/249623/Ciro-%E2%80%98Temer-%C3%A9-traidor-corrupto-e-salafr%C3%A1rio%E2%80%99.htm

    1. alexis

      14 de agosto de 2016 9:44 am

      Mas…

      Falo bonito da boca pra fora, enquanto 5 deputados do seu partido (PDT) votaram pelo impeachment e, nestes momentos, no senado, dois dos três senadores do PDT são golpistas.

  2. Vânia

    14 de agosto de 2016 5:21 am

    O “feliz dia dos pais” para o ministro Ricardo Barros

    Apontar machismo é bem diferente de odiar os homens. Um caso recente, envolvendo um pai, o ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, e sua filha, Maria Victoria, ajuda a elucidar esta diferença

    http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-feliz-dia-dos-pais-para-o-min

     

    O desconhecimento sobre o feminismo produz um sem fim de mitos sobre a feminista. Um deles é o ódio aos homens.Não tenho dúvidas de que algumas feministas odeiam homens, assim como não tenho dúvidas de que algumas pessoas odeiam outras. Mas a ênfase aqui é no “algumas”: o ódio é um sentimento humano, e como tal é passível de ser encontrado em qualquer grupo ou movimento social.

    Há muito que dizer sobre o ódio, desde o que o produz, passando pelos contextos que o fomentam, até o seu poder transformador – que pode ser positivo se direcionado à desconstrução de estruturas sociais de opressão.

    Mas este texto não é sobre ódio, e se o menciono é apenas para dissipar o mito do ódio feminista aos homens, que frequentemente serve de justificativa para que muitos se fechem para o nosso discurso.

    A iniquidade de gênero – e não o ódio aos homens – é a premissa da qual partem as feministas. Não é necessário aderir à causa para constatar que existe desigualdade social entre homens e mulheres, no entanto – muito embora seja esta constatação o que leva muita gente a se declarar feminista.

    Então partindo do pressuposto que existe desigualdade (existe), e que essa desigualdade pesa mais negativamente sobre as mulheres do que sobre os homens (ela pesa), não é surpreendente que os comportamentos, atitudes e falas machistas dos homens sejam alvo frequente de nossas denúncias.

    Por isso é até compreensível que o feminismo seja confundido com o ódio aos homens. Mas é preciso elucidar: apontar machismo é bem diferente de odiar os homens. 

    Um caso recente, envolvendo um pai e uma filha (que até onde sei sequer se declara feminista, por sinal), ajuda a elucidar esta diferença. Falo da resposta pública que a deputada estadual Maria Victoria Borghetti Barros (PP-PR) deu, através de um vídeo publicado em seu perfil de Facebook, para a declaração do próprio pai, o ministro da Saúde Ricardo Barros. 

     

    O ministro, ao lançar o programa Pré-Natal do Parceiro – projeto bonito e importante que visa incentivar homens a fazerem exames de prevenção ao acompanharem suas mulheres nos postos de atendimento durante a gravidez – fez uma afirmação fundamentada não em dados, mas em sua opinião.

    E sua opinião – além de ser, sabe, só uma opinião – é machista. E é machista não por ser somente uma opinião, nem somente por ser uma opinião mal informada. É machista por ser uma opinião pautada numa inverdade cuja única decorrência é corroborar com a manutenção da ideia falsa de que mulheres trabalham menos que homens.

    O professor Leandro Karnal, ao mencionar o assunto em suas redes, foi sarcástico: “o machismo não cede nem à lógica estatística”, disse. Isso porque Barros afirmou que homens, os “provedores dos lares brasileiros”, procuram menos atendimento de saúde porque “trabalham mais” e “possuem menos tempo” do que as mulheres.

     

    Acontece, ministro, que não é para isso que apontam os institutos de pesquisa.De acordo com o IBGE, pelo menos 40% dos lares brasileiros são chefiados (leia: financiados) por mulheres, e dados divulgados em 2014 pelaPesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) mostram que a jornada semanal de trabalho delas (o que inclui a jornada de trabalho doméstico, que para as mulheres é de 20,6 horas semanais, mais que o dobro da observada para os homens, de 9,8) tem quase cinco horas a mais que a deles. Considerando essa dupla jornada, as mulheres trabalham em média 56,4 horas semanais, e os homens 51,6 horas.

    Como se não bastasse, o trabalho doméstico tende a não ser remunerado – mas mesmo quando o trabalho é pago, mulheres podem ganhar até 25,6% a menos que homens pela mesma função. Isso quem diz não sou eu, nem as feministas – mas a Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

    A gente fala, não acreditam. Então a gente testa nossas hipóteses com pesquisas, dados, análises, estudos. Depois, instituições sérias divulgam estas informações de forma oficial. Segue a mídia, que parece estar compreendendo mais e mais o que é dito pelo feminismo. Daí.

    Daí os homens no poder continuam preferindo sua própria opinião. E são as feministas que odeiam os homens? Apontar a realidade não é ódio, e a sociedade deveria agradecer que as mulheres querem somente equidade, e não vingança.

    Voltando à resposta da filha deputada para o pai ministro, Maria Victoria também assinalou os dados. Mas sua resposta, sem ser meramente técnica, tampouco aparenta ódio. Ela apenas aponta, e delicadamente, o machismo de seu genitor:

    “Pai, logo o senhor, com duas mulheres como nós em casa (…) e trabalhamos tanto quanto o senhor. (…) E não precisa de dados para mostrar o quanto as mulheres trabalham nesse Brasil inteiro. Depois de trabalhar fora de casa, ainda tem de trabalhar em casa, a famosa jornada dupla de trabalho. Não é isso mulherada?”

    É, Maria Victória. É exatamente isso.

    E já que estamos falando de pai e filha, vale lembrar que neste domingo comemora-se o dia dos pais. É garantido que, nesta efeméride, abundem críticas feministas.

    Nas redes sociais, a campanha #ÉMeuPaiMas já acumula relatos de cortar o coração: histórias de descaso, abandono, falta de reconhecimento legal, não-pagamento de pensão, preconceito e violência doméstica, cujos protagonistas (por ausência) são… homens.

    Fazer estes relatos não é a mesma coisa que ter ódio, ainda que alguns estejam cheios dele. Não é ódio nem aos homens nem aos pais o que emana destas denúncias. É apenas a realidade.

    Ainda que não seja a realidade de todas, é a realidade de um número expressivo de mulheres e crianças, e compilar estas histórias – assim como compilar dados sobre as diferenças entre jornada de trabalho, ou salários – nos fornece dados significativos o suficiente para que se constituam análises sobre um padrão que é social, e não um problema individual.

    Termino esse texto com uma confissão e homenagem, por saber que as duas coisas colaboram para a desconstrução do mito do ódio feminista aos homens.

    Meu pai, além de ser um homem muito (mas muito) sabido e generoso, sempre esteve presente na minha vida e na do meu irmão, e sempre nos tratou com a maior dignidade e respeito.

    Para ele, o fato de eu ser menina, ou mulher, significa muito pouco. Nunca fui “sua princesa”, e até hoje ele me chama de “minha águia”, pois me educou para voar.

    Eu queria muito que todos os homens tratassem todas as mulheres como meu pai me trata. Mas não é esse o caso. Se assim fosse, não precisaríamos trabalhar pelo fim do machismo e misoginia. Se todos os patriarcas fossem com suas filhas o que o meu é comigo, não me interessaria desconstruir o patriarcado, pois ele seria o próprio feminismo.

    Tive muita sorte, e desejo um feliz dia dos pais para aqueles cujas filhas também têm. Para a maioria dos pais, no entanto, meu desejo tampouco é por um dia infeliz, pois isso nada tem a ver com ódio. Só gostaria que passassem a ouvir, assimilar, compreender e respeitar o que dizem as mulheres.

     

  3. romério rômulo

    14 de agosto de 2016 5:43 am

    Presos Políticos da democracia dos EUA

    http://www.ocafezinho.com/2016/08/13/as-prisoes-politicas-nos-eua-entrevista-exclusiva-com-breno-altman-editor-do-opera-mundi/

    romério

  4. Vânia

    14 de agosto de 2016 7:13 am

    Fidel Castro: o grande

    Fidel Castro: o grande ausente faz 90 anos

    O líder revolucionário cubano festeja o 90º aniversário. Sem ser a figura forte e onipresente de décadas atrás, seu legado ainda reverbera na política da ilha e no coração de parte do povo. Mas os jovens querem mudança.

    Kuba Fidel Castro

    É preciso procurar bastante na capital Havana para encontrar referências ao aniversário do líder revolucionário Fidel Castro, que completa 90 anos neste sábado (13/08). Em alguns muros foram pintados votos de parabéns, aqui e ali veem-se cartazes, e nas vitrines de certas lojas estatais afixaram-se mensagens de congratulações. Na vida quotidiana dos cubanos, Fidel praticamente não é mais presente.

    Pouco mais de dez anos atrás, a coisa era bem diferente. Na noite de 31 de julho de 2006 os cidadãos da república comunista foram confrontados com o inconcebível: em horário nobre e com expressão séria, Carlos Valenciaga, secretário particular de Fidel Castro, anunciava o retiro temporário do “Comandante”.

    Depois de 47 anos à frente da nação, seu abalado estado de saúde – na época ainda um segredo de Estado – obrigava Fidel a entregar todos os postos importantes ao irmão Raúl, cinco anos mais novo.

    Assim Fidel abandonava o palco da grande política, que ele adentrara em 1953, com o assalto ao Quartel de Moncada, em Santiago de Cuba, acompanhada do famoso discurso “A história me absolverá”. E, o mais tardar, com o triunfo da Revolução Cubana em 1959. Em 2008, a despedida provisória tornou-se permanente.

    “Quando eu morrer mesmo, ninguém vai acreditar”

    Sob o irmão Raúl, tido como mais pragmático, nos últimos anos o Estado insular mudou. Agora é permitida a compra e venda de automóveis e imóveis, foram abolidas as restrições às viagens e ampliado o acesso à internet para a população. Além disso, Raúl Castro abriu a economia aos investidores estrangeiros, reduziu o setor estatal, permitindo mais iniciativas privadas.

    Desde então, centenas de milhares de cubanos se tornaram trabalhadores autônomos. No entanto, a maior façanha política de Raúl Castro é, possivelmente, a apenas iniciada aproximação aos Estados Unidos. Uma iniciativa quanto a qual Fidel se mostra cético.

    Após a histórica visita do presidente Barack Obama a Cuba, o ex-líder esbravejou em sua coluna de opinião publicada a intervalos irregulares no jornal do Partido Comunista de Cuba (PCC), o Granma: “Não precisamos de presentes do Império” – para, num pós-escrito, recordar dos anos de sanções, atentados e os mortos das agressões americanas.

    Um ex-chefe do serviço secreto cubano assegura que contra o próprio Fidel teriam sido realizadas 638 tentativas de atentado pelos serviços secretos dos EUA e por cubanos exilados. Em anos recentes, o “Comandante” foi várias vezes dado como morto. Seu comentário: “Minha morte foi inventada tantas vezes, que no dia em que eu morrer mesmo, ninguém vai acreditar.”

    Despedida longamente anunciada

    Aparentemente Fidel superou a grave enfermidade intestinal que o obrigou a se retirar, porém à custa da antiga onipresença: ocasionalmente ele recebe visitantes estrangeiros para conversas privadas, como o papa Francisco e o presidente francês, François Hollande.

    As imagens divulgadas pela mídia estatal mostram um homem grisalho, visivelmente envelhecido, magro, de voz trêmula e roupa esportiva. Contudo, mesmo sem poder político real, Fidel Castro permanece sendo uma figura de peso para a ala ortodoxa do PCC, aquele para quem a virada promovida por Raúl está indo longe demais.

    “Os conservadores, que não querem nenhuma mudança, se aferram a Fidel, disso não há a menor dúvida”, declarou o ex-diplomata cubano Carlos Alzugaray à agência de notícias AP.

    No entanto trata-se também da herança de Fidel. “A hora de cada um de nós chega, mas as ideias da Revolução Comunista vão perdurar”; afirmou em abril, na sessão de encerramento do Congresso do PCC, realizado a cada cinco anos. Essa seria “talvez uma das últimas vezes que falo neste salão”, disse o veterano. Entre os cerca de mil delegados presentes, não eram poucos os que tinham lágrimas nos olhos.

    Eterno jovem barbudo de uniforme revolucionário

    Apesar de tudo, o país se preparou para a festa de aniversário de seu antigo líder. A TV passa entrevistas da época do governo Fidel, e são muitos os programas especiais para a ocasião.

    Em Birán, no leste da ilha, onde ele nasceu em 1926, esperam-se centenas de visitantes para as festividades deste sábado (13/08), e serão plantadas árvores em sua homenagem. No entanto não está prevista nenhuma cerimônia pública com a presença do aniversariante. Seu contato com o povo deve se restringir à coluna que publicou neste sábado, no portal Cubadebate, pedindo paz no mundo.

    Pelas ruas de Havana, a importância do revolucionário é venerada. “Sou fã de Fidel, isso eu digo abertamente”, ostenta a professora sexagenária Mirta Hernández. “Como ele, não há outro. Tomara que ele fique conosco ainda por muitos anos.”

    Em contrapartida, Alejandro afirma: “Não ligo para política nem para Fidel.” Ele trabalha “por conta própria” e nasceu depois da Revolução, assim como a maior parte de população. “Até Fidel e o Raúl dele irem embora, nada vai mudar neste país”, reforça.

    Já o informático Fahd Perreira acha que “Fidel vai ser sempre uma personalidade extraordinária, não só em Cuba, mas principalmente em Cuba. Mas agora é hora de a juventude assumir e de as coisas andarem adiante.”

    Quer absolvido pela história ou não, certo está: hoje Fidel Castro tem lugar cativo na memória coletiva como aquele jovem barbudo de uniforme verde-oliva, que liderou a revolta armada e depois resistiu aos Estados Unidos durante décadas.

    CUBA: O CLÃ DOS CASTRO

    Spanien Geburtshaus von Fidel Castros Vater in Lancara

    Onde tudo começou
    Ángel Castro Argiz nasceu nesta casa em Láncara, na província galega de Lugo, no noroeste da Espanha. Em 1899 ele chegou a Havana. Após ser bem-sucedido em vários negócios, se converteu em latifundiário e casou-se com sua primeira mulher, María Luisa Argota Reyes. A união fracassou, e Angel casou em 1943 com Lina Ruz González. Eles tiveram sete filhos, entre eles Fidel e Raúl Castro.

    Kuba Haus in dem Castro seine Kindheit verbrachte

    Lina Ruz
    A mãe de Fidel Castro. Com ela, Ángel Castro Ariz manteve uma relação extraconjugal e teve uma primeira filha, Ángela, quando ainda estava casado com María Luisa Argota, com quem já tinha dois filhos. Nesta imagem, uma funcionária da Casa Museu Fidel Castro mostra uma fotografia de Fidel, Raúl e Ramón Castro. Ao lado, um retrato da mãe do trio, Lina Ruz.

    Kuba Patriarch Kirill trifft Fidel Castro

    Fidel Castro
    Foi primeiro-ministro (1959-1976) e presidente de Cuba (1976-2008) e se manteve como primeiro-secretário do Partido Comunista até 2011, quando transferiu todos os poderes ao seu irmão Raúl. Fidel tem dez filhos conhecidos: o mais velho, Fidel Ángel, é fruto do casamento com Mirta Díaz-Balart; outros cinco, da união com Dalia Soto del Valle; outros quatro foram gerados em casos extraconjugais.

    http://www.dw.com/pt/fidel-castro-o-grande-ausente-faz-90-anos/a-19472722

  5. Palhaço Goiabada

    14 de agosto de 2016 2:00 pm

    O fora Temer “pode”, mas fora Rede Globo, não.

     

    Quem manda no país é a Rede Globo, que NÃO QUER sua logomarca (um Globo) compondo o Fora Temer.

    Assim, por exemplo, não pode: 

    6 - IMG-20160813-WA0002

    Veja o texto de Conceição Lemes no Vi o Mundo. 

    http://www.viomundo.com.br/politica/rogerio-correia-no-mineirao-ficou-claro-que-quem-da-as-ordens-no-brasil-golpista-e-a-globo-veja-os-videos.html

    A reportagem disponibiliza alguns vídeos que eu não consegui postar aqui, no blog do Nassif.

  6. André de Sousa R

    15 de agosto de 2016 12:58 am

     
    O mercado exige a

     

    O mercado exige a privatização da previdencia

     

    http://www.viomundo.com.br/denuncias/paulo-paim-governo-temer-quer-privatizar-a-previdencia-entrega-la-nas-maos-do-sistema-financeiro.html

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