Jornal GGN – Durante entrevista na GloboNews, o jornalista Roberto D’Avila questionou Michel Temer sobre a indicação de Guilherme Campos, vice-presidente do PSD, para a presidência dos Correios, afirmando que o presidente interino disse que esperaria o Congresso analisar o projeto da Lei das Estatais, aprovado ontem no Senado. O jornalista perguntou se, diante desse cenário, Temer não acahva incoerente a escolha do presidente da estatal.
Temer disse que já havia assinado o ato do presidente dos Correios antes de dizer que aguardar a decisão sobre o PLS 555. Porém, no dia 6 de junho, ele informou, no Palácio do Planalto, que havia paralisado “toda e qualquer nomeação” para diretoria ou presidência de de empresa estatal ou fundo de pensão, enquanto não o projeto que estava na Câmara não fosse aprovado.
A Lei das Estatais determina que as estatais deverão adotar práticas de governança e controles, e também restringe as nomeações políticas para cargos de diretoria destas empresas.
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Da Piauí
por CRISTINA TARDÁGUILA, JULIANA DAL PIVA, RAPHAEL KAPA
Na noite desta terça-feira (21), o presidente da República em exercício, Michel Temer, deu entrevista ao jornalista
Roberto D’Avila, na GloboNews, e foi questionado sobre a nomeação do
vice-presidente do PSD, Guilherme Campos, para a presidência dos Correios. Na pergunta, Roberto D’Avila lembrou que Temer havia dito que aguardaria o Congresso analisar (
e ontem o Senado aprovou) um projeto de lei que fixa regras técnicas para a escolha daqueles que serão diretores e presidentes em estatais e fundos de pensão. O jornalista quis saber se Temer não achava incoerente a escolha de Campos diante desse cenário.
Ao defender a nomeação que fez para os Correios, Temer foi enfático:
“Muito antes de eu pronunciar uma palavra, uma declaração no sentido de que aguardaria esta decisão (a votação sobre o projeto de lei), eu já havia assinado o ato do presidente dos Correios. O ato foi praticado antes”
A Lupa checou a informação e verificou que ela é :

No dia 6 de junho, Michel Temer fez uma comunicação pública no Palácio do Planalto informando que havia paralisado naquele dia “toda e qualquer nomeação ou designação para diretoria ou presidência de estatal, de empresa estatal, ou fundo de pensão, enquanto não for aprovado o projeto que está na Câmara dos Deputados, já tendo sido aprovado pelo Senado Federal, e que dispõe de maneira muito objetiva que só serão indicadas ou nomeadas pessoas com alta qualificação técnica“. A afirmação do presidente pode ser vista no vídeo a seguir:
Três dias depois, em 9 de junho, o Diário Oficial da Uniãopublicou o ato de nomeação do vice-presidente do PSD, Guilherme Campos, para a presidência dos Correios. A decisão, segundo informa o documento oficial, foi tomada pelo presidente no dia 8 de junho, dois dias depois do anúncio no Planalto. Campos tomou posse nos Correios no mesmo dia da publicação do D.O.U.
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Marilia Oliveira
22 de junho de 2016 6:53 pmÉ falar uma coisa e fazer
É falar uma coisa e fazer outra. Esse ser não é absolutamente confiável.
maria rodrigues
22 de junho de 2016 8:39 pmE pela carinha de santo desse
E pela carinha de santo desse pilantra indicado para os Correios, penso não ter dúvida de se tratar de outro evangélico radical, amigo de Feliciano.
alvaro f
22 de junho de 2016 9:07 pmÉ mentira mesmo.
Esse vigarista não se contradiz, ele mente discaradamente mesmo.
mz
22 de junho de 2016 9:34 pmPaulo Roberto, Pedro Barusco
Paulo Roberto, Pedro Barusco não são políticos, possuem notável conhecimento técnico, mas são corruptos. Esta ladainha é mais uma desconstrução da política em curso. A corrupção não é exclusividade da política.
Serjão
23 de junho de 2016 2:24 amIntelectuais estrangeiros manifestam solidariedade
Do Opera Mundi:
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/44497/intelectuais+estrangeiros+criticam+golpe+branco+e+manifestam+solidariedade+a+brasileiros.shtml