4 de junho de 2026

Cauby Peixoto, aos 85 anos, morre em São Paulo

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Jornal GGN – Cauby Peixoto faleceu ontem, dia 15 de maio, às 23h50, em São Paulo. Ele estava com 85 anos e estava internado no hospital Sancta Maggiore, no Itaim Bibi, desde o dia 9 de maio. Segundo informações do hospital, Cauby estava com quadro de pneumonia.

O grande Cauby nasceu em Niterói, em 10 de fevereiro de 1931, em uma família de artistas. Antes de começar a participar de programas de calouros no rádio, em fins da década de 1940, trabalhou no comércio. Foi um dos grandes nomes da chamada “era de ouro do rádio” no Brasil.

Completou 65 anos de carreira com grandes sucessos em sua trajetória, como Conceição, seu cartão de visitas. Gravou e brilhou, também, com Blue Gardenia, Mil Mulheres, Bastidores, New York New York e Nada Além.

Com Angela Maria, Cauby estava em turnê pelo país, levando o espetáculo “120 anos de música”. O repertório era baseado no disco Reencontro, mas também com outros sucessos desta parceria entre os dois grandes.

A seguir, as músicas interpretadas por Cauby selecionadas por Luciano Hortencio:

https://www.youtube.com/watch?v=ZgahqPAYU-M]

https://www.youtube.com/watch?v=Mc_-ZE3ZBk0]

https://www.youtube.com/watch?v=ztA7tSLZX3g]

https://www.youtube.com/watch?v=Kwx2vsikQhU]

[video:https://www.youtube.com/watch?v=6NZe2Q4GusU

[video:https://www.youtube.com/watch?v=uyC0-DXasYc

[video:https://www.youtube.com/watch?v=TkBvXZ4ZWLc

[video:https://www.youtube.com/watch?v=ZgahqPAYU-M

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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6 Comentários
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  1. maria rodrigues

    16 de maio de 2016 12:20 pm

    Impossível não dar a Caubi o

    Impossível não dar a Caubi o que era e será de Caubi. 

    Coso se não bastasse ter uma voz sublime, divina, sempre primou por uma elegância jamais vista. Dessa elegância ele jamais abriu mão, desde sempre. Elegância em todos os sentidos, diga-se de passagem. 

    Antigamente era ele de um lado e Nelson gonçalves de outro. Difícil era saber quem cantava melhor. 

    Enfim, Caubi era um monstro da nossa música popular, um gentlmann, um ser humano fora de série, queridíssimo. 

    Caubi ascenderá aos céus com sua música Conceição. Que Deus e os Anjos o recebam com muito amor para que ele continue cantando e embalando o céus com seu vozerão. 

    Aqui nós ficamos com a saudade, mas também com suas músicas gravas, seus vídeo imperdíveis, que o manterãoc ada vez mais vivo em nossa memória. 

    Viva Caubi!

  2. Carioca

    16 de maio de 2016 1:21 pm

    Licença pela ousadia,

    Licença pela ousadia, abuso, em se tratando de Luciano Hortencio. Faltou Bastidores de Chico Buarque.

     

     

    1. Jair Fonseca

      16 de maio de 2016 2:43 pm

      “Bastidores” foi feita pelo

      “Bastidores” foi feita pelo Chico Buarque especialmente para Cauby, que já podia assumir a homossexualidade: “Cantei, cantei/Jamais cantei tão lindo assim/E os homens lá pedindo bis/Bêbados e febris/A se rasgar por mim/Chorei, chorei/Até ficar com dó de mim”. 

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=1hwz6cUcG7U%5D

      1. Almeida

        16 de maio de 2016 4:01 pm

        Começaria Tudo Outra Vez, de Nelson Hoineff.

        Nesse documentário ele fala da homossexualidade explicitamente.

        Começaria Tudo Outra Vez, trailer oficial. Imperdível. Há um registro em que é conduzido ao palco, bastante fragilizado e cabisbaixo, antes de abrir as cortinas, ouve em silêncio as últimas instruções. As cortinas se abrem aos primeiros acordes, o semblante se transforma, rejuvenesce de imediato com o vigor de sua voz. Cantar era seu sopro de vida

        [video:https://www.youtube.com/watch?v=Xbx-niMNKHw%5D

    2. lucianohortencio

      16 de maio de 2016 4:14 pm

      Ao Carioca!

      Compenso com BERIMBAU!

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=D99I3mdfqf4%5D

  3. Jair Fonseca

    16 de maio de 2016 3:02 pm

    O clássico da voz poderosa de

    O clássico da voz poderosa de Cauby: “Conceição”, de Jair Amorim, um dos maiores letristas brasileiros, e Waldemar de Abreu (Dunga). “Se subiu/Ninguém sabe, ninguém viu…” Segue um clipe do filme de JB Tanko, que lançou a canção em 1956, com o jovem Cauby.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=xxR3N0SVTMI%5D

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