22 de junho de 2026

Banco do Brasil tem lucro de R$ 2,359 bilhões no primeiro trimestre

Carteira de crédito avança e inadimplência atinge 2,6%

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Jornal GGN – O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,359 bilhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 59,5% em relação ao mesmo período de 2015. Segundo o BB, a redução no lucro deve-se à Cateno, empresa criada em parceria com a Cielo para gerir contas de pagamento pós-pagas e a funcionalidades de compras via débito. Já o lucro líquido ajustado, que exclui os efeitos extraordinários, atingiu R$ 1,286 bilhão no primeiro trimestre.

A carteira de crédito ao agronegócio alcançou o recorde de R$ 179,5 bilhões, com crescimento de 9,8% em relação a março de 2015. O banco mantém-se como o principal agente financeiro do agronegócio no país, com 61,2% de participação nos financiamentos destinados ao setor.

A carteira de crédito para pessoas físicas encerrou março deste ano com saldo de R$ 185,3 bilhões, crescimento de 1,5% no trimestre e de 8,8% em 12 meses. As linhas de menor risco (Crédito Consignado, CDC Salário, Financiamento de Veículos e Financiamento Imobiliário) atingiram 75,7% do total da carteira orgânica.

Já a carteira de crédito ampliada de pessoa jurídica alcançou R$ 348,5 bilhões, decréscimo de 0,9% em 12 meses, respondendo por 44,9% do total. Ao final de março, as médias e grandes empresas (com TVM), somadas ao Governo representavam 73,9% do total da carteira de crédito ampliada pessoa jurídica, enquanto que a carteira MPE respondia por 26,1%.

O crédito imobiliário atingiu R$ 50,3 bilhões, crescimento de 22,6% em relação a março de 2015. O financiamento às empresas cresceu 11,5% em um ano, atingindo saldo de R$ 11,9 bilhões e o financiamento às pessoas físicas evoluiu 26,5% no mesmo período, alcançando saldo de R$ 38,4 bilhões.

As receitas do banco com tarifas somaram R$ 5,558 bilhões no primeiro trimestre de 2016, com crescimento de 2,5% na comparação com o mesmo período de 2015.

O índice de inadimplência (relação entre as operações vencidas há mais de 90 dias e o saldo da carteira de crédito) chegou a 2,6%, em março. No mesmo período do ano passado, esse índice estava em 1,84%. Em todo o sistema financeiro, o índice de inadimplência ficou em 3,5% em março deste ano.

 

(Com Agência Brasil)

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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6 Comentários
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  1. Cidadão

    12 de maio de 2016 11:52 pm

    Não entendi

    Já a carteira de crédito ampliada de pessoa jurídica alcançou R$ 348,5 bilhões, decréscimo de 0,9% em 12 meses, respondendo por 44,9% do total. Ao final de março, as médias e grandes empresas (com TVM), somadas ao Governo representavam 73,9% do total da carteira de crédito ampliada pessoa jurídica, enquanto que a carteira MPE respondia por 26,1%.

    Dilma não está sendo processada porque o governo não pode ter operações de crédito com o BB ?

  2. Edi Passos

    13 de maio de 2016 12:34 am

    Com esse lucro

    está pronto para ser privadoado aos financiadores do golpe.

  3. drigoeira

    13 de maio de 2016 1:29 am

    É o Brasil colônia!!!

    Quando o Brasil for um país capitalista me avise…

  4. Felipe Pait

    13 de maio de 2016 3:48 am

    Culpa do Temer

    Não só o Banco do Brasil, a Petrobrás também.

  5. keppel

    13 de maio de 2016 4:18 am

    E a economia vai mal???

    Só para o povo…Para os políticos e economistas, cortes são necessários só em programas sociais e previdência…

    A receita é simples:  para a economia voltar a crescer, basta serem retirados os investimentos sociais e os direitos previdenciários e trabalhistas! Os ajustes fiscais e as contas públicas ficarão perfeitos!

    A consciência ficará tranquila!!!

    E o governo jamais será acusado de fazer POPULISMO!

     

  6. Ramiro Conceição Nascimento

    13 de maio de 2016 9:15 am

    A farsa
    Uai, não entendi…
    A Dilma não havia delapidado o Banco do Brasil,
    de acordo com os golpistas?

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