Jornal GGN – A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto “a favor” ou “contra”, a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou que é contra o impedimento por entender que as pedaladas fiscais e os decretos dos quais Dilma está sendo julgada “não configuram crime de responsabilidade”.
Leia o posicionamento do senador Paulo Paim (PT-RS):
1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?Não.
2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
Contra.
3) Por quê?
Sou contra o impeachment pois entendo que as pedaladas fiscais e os decretos não configuram crime de responsabilidade. Aliás, elas foram utilizadas muitas vezes em outros governos, inclusive nas duas gestões do PSDB. E mais: a maioria dos governadores e prefeitos atualmente as utiliza. Juridicamente, ela cai como castelo de cartas. A questão é covardemente política, sendo usada como cavalo de batalha de ambições individuais.
Acompanhe no infográfico do GGN o voto a voto dos senadores, nessa primeira etapa, quando o plenário decide se aprova a proposta.

NRA
26 de abril de 2016 12:28 pmAliás, elas foram utilizadas
Aliás, elas foram utilizadas muitas vezes em outros governos, inclusive nas duas gestões do PSDB. E mais: a maioria dos governadores e prefeitos atualmente as utiliza. Juridicamente, ela cai como castelo de cartas.
Ahh Senador….quer dizer que a pessoa que furta R$ 1 milhão deve ser absolvida porque a que furtou um alfinete foi?
José Luis Pereiraj
26 de abril de 2016 12:38 pmLeu o primeiro
Leu o primeiro parágrafo?
Entendeu?
alexis
26 de abril de 2016 12:46 pmQue argumento fraco!
Pelo amor de Deus, respeite a inteligência dos leitores.
Quando diz Paim que “forma utilizadas…” não diz que isso era um delito, mas pelo contrario, que era uma prática corriqueira na administração, até que veio a CGU, em outubro de 2015 a legislar contra. A partir desse momento parou o Governo de efetuar aquelas práticas.
Aliás, já que falou em furto, pense agora no Cunha e não numa Presidenta honesta como a que temos.
Jossimar
26 de abril de 2016 1:19 pmPedalada fiscal é assinar
Pedalada fiscal é assinar decreto que autoriza gasto que extrapole a lei de responsabilidade fiscal.
Até onde sei isto não aconteceu.
Alegam que o tesouro até saiu lucrando cerca de R$ 80 milhões.
Se for isto, onde está a pedalada?
dudu cartucho
26 de abril de 2016 3:18 pmQuem roubou alfinete?
Se estás insinuando que a Dilma roubou alfinete, liga pro janot.
Mas…pedalada não é crime.
Só te esclarecendo pedalada não é ROUBAR pedal. Entende.
dudu cartucho
26 de abril de 2016 3:21 pmQuem roubou alfinete?
Se estás insinuando que a Dilma roubou alfinete, liga pro janot.
Mas…pedalada não é crime.
Só te esclarecendo pedalada não é ROUBAR pedal. Entende.
dudu cartucho
26 de abril de 2016 3:22 pmQuem roubou alfinete?
Se estás insinuando que a Dilma roubou alfinete, liga pro janot.
Mas…pedalada não é crime.
Só te esclarecendo pedalada não é ROUBAR pedal. Entende.
mcn
26 de abril de 2016 12:58 pmFoi ao ponto
Diferente de Álvaro Dias, que tergiversou, Paulo Paim foi ao ponto essencial: não há crime de responsabilidade que justifique o impeachment.
Wilton Santos
26 de abril de 2016 1:11 pmÓtima iniciativa do jornal GGN. Com essas singelas perguntas
Ótima iniciativa do jornal GGN. Com essas singelas perguntas os golpistas são desmascarados um a um.
alexis
26 de abril de 2016 1:29 pmFaltou perguntar…
Se o STF concluir que não há crime de responsabilidade, qual então seria o seu voto?
Wilton Santos
26 de abril de 2016 1:36 pmAi que desmonta mesmo o argumento dos golpistas
Aí que desmonta mesmo o argumento dos golpistas…
alexis
26 de abril de 2016 1:48 pmJustamente!
É dessa resposta que todos tiram o corpo
Então, que fazer? Alguém vai peitar o STF e perguntar?
ARD
26 de abril de 2016 1:35 pmÉ de admirar
É de adminirar que o PT esteja dormindo ou não tem nenhuma força politica mesmo, pois o PMDB armou durante anos ao lado da Dilma e no Congresso sem que ninguem visse ou se importasse, foram colocando as peças estrategicamente posicionadas para no momento adequado darem o “Xeque Mate”, Isso tudo sem que ninguem reagisse, quando resolveram acordar já era tarde.
Na câmara não precisamos dizer mais nada, já é história, agora com a segunda bancada no Senado não são capazes de eleger o relator e deixam o PSDB colocar o braço direito do maior interessado na queda da presidente.
E ainda temos que ler em varios posts nas redes sociais os senadores do PT dizerem que ainda é possível barrar o processo. Será que estão apenas se enganando ou querendo enganar quem.
altamiro souza
26 de abril de 2016 2:05 pmlegal paim…
e ainda chamou
legal paim…
e ainda chamou os golpistas de covardes cujos interesses são meramente individuais.
faltou chamá-los de infames, mas a elegancia não permite…
Ninguém
26 de abril de 2016 2:50 pmEis mais um golpista oportunista…
Esse é do tipo que quer eleições presidenciais fora da hora. É da turma do PHA e do Requião.
Para mim, tanto faz se é contra ou a favor, pois está fazendo jogo de cena.
Um golpe é mais direto (“impeachment”), o outro, dissimulado (“eleições presidenciais fora de hora”).
Guilherme da Silva
26 de abril de 2016 3:07 pmNova eleição presidencial é
Nova eleição presidencial é golpe dissimulado, concordo contigo… oq precisamos é de novas eleições GERAIS, e SEM a possibilidade de quem tem mandato atualmente concorrer!
Guilherme da Silva
26 de abril de 2016 3:07 pmNova eleição presidencial é
Nova eleição presidencial é golpe dissimulado, concordo contigo… oq precisamos é de novas eleições GERAIS, e SEM a possibilidade de quem tem mandato atualmente concorrer!
humberto pereira
26 de abril de 2016 2:53 pmfoi uma forma de comprometer Paulo Paim
o GGN divulga a pergunta ao Paim como forma de vermos (e cobrá-lo) sobre eventual camaleonice dele, típica.
Já jurou que ia sair do PT, voltou atrás ( por quê, ein?).
Não confio em Paim, até com outra entonação, o maneirismo e o sotaque ele mudou tanto ( e nem precisava…).