
Por Sabra Arad
Comentário ao post ” O xadrez-relâmpago inconcluso das decisões do Supremo“
Um ressentido Fachin ataca Barroso, que recua para de trás de uma pretensa constitucionalidade. Tentando se recuperar da famosa sova que tomou de Barroso, Fachin agora usou o que perdeu para fazer o que queria.
Sem dúvida terminou por dizer que o ato da Câmara, não significava nada. Que jurista é este que não assiste nem filme de tribunal. Como na argumentação promotorial, um promotor pode arrolar todas as suspeitas, todas as maledicências, e usá-las com arma de persuasão? Além do mais, é uma arma de persuasão que desborda (como dizem eles) o tribunal, pois tem alcance midiático. E assim o juiz simplesmente ignora tudo isto para provar e para defender que um acusado não tem o direito de se defender dos argumentos persuasivos.
Ou Fachin é incompetente ou está agindo de má fé. Num claro arroubo, grita, “está vendo eu tinha razão”. O ego deste juiz, se sobrepõe inclusive à gravidade dos fatos julgados, ignora a clara manobra, e sobretudo encontra as desculpas para que outros tantos cometam este atentado contra as regras da justiça. Qualquer jurista, e qualquer juiz deum supremo tribunal, sabe muito bem que o valor maior é a justiça, e um Juiz do Supremo deveria utilizar seu conhecimento jurídico para promover a justiça e não para satisfazer interesse, e ou se esconder em decisões, que só são aparentemente técnicas.
A seção de ontem foi mais um passo na destruição da instituição STF. Viva Levandowski e Mello, os únicos que parecem ir ao encontro da justiça.
Avel de Alencar
15 de abril de 2016 5:06 pmE ainda falam das vaidades
E ainda falam das vaidades das mulheres.
Assis Ribeiro
15 de abril de 2016 5:07 pmClap, clap, clap, clap
” Qualquer jurista, e qualquer juiz deum supremo tribunal, sabe muito bem que o valor maior é a justiça, e um Juiz do Supremo deveria utilizar seu conhecimento jurídico para promover a justiça e não para satisfazer interesse, e ou se esconder em decisões, que só são aparentemente técnicas.”
Jossimar
15 de abril de 2016 5:19 pmO STF está sofrendo de
O STF está sofrendo de autismo.
Comecei a assitir, mas me deu ânsia de vômito. Então, fui assistir ao futebol.
reed
15 de abril de 2016 5:21 pmExcelente Post!Pena que o PT
Excelente Post!
Pena que o PT tenha feito péssimas indicações para o STF.
CezarR
15 de abril de 2016 5:25 pmCulpado é o PT que indicou
Culpado é o PT que indicou esses covardes. De Min. da Justiça a Min do Supremo…. Agora nós é que vamos nos ferrar, nós que sabemos que vamos e eles que pensam que dando o golpe tudo melhora. O mais frustante é saber que estivemos tão próximos de botar o Brasil nos trilhos de se tornar uma potência. Isso aqui é caso perdido!
heber bezerra
15 de abril de 2016 5:27 pmDas 18h até alta madrugada,
Das 18h até alta madrugada, para ver a maioria do STF, excetuando Lewandowski e Marco A Mello, demonstrando clara indiferença para o caos que toma o Brasil. Pareceu-me nítido que a maioria, tratou como coisa menor a votação de domingo. Como pode um juiz de uma suprema corte tratar com irrelevância os desdobramentos político-sociais desta votação da Câmara, ainda que esta votação seja sem um poder de decisão maior? Ficou nítido o esforço de Lewandowski e M A Mello, chamarem a turma para a responsabilidade. Vencidos na madrugada….sempre na madrugada.
João Alexandre
15 de abril de 2016 5:28 pmNão entendi
Pelo menos no julgamento da ADI o ministro Fachin decidiu bem, pela votação nominal, individual e com chamadas dos deputados dos estados do norte e do sul alternando-se um a um.
Ronaldo Souza
15 de abril de 2016 5:29 pmA covardia do STF choca, mas não surpreende. Mas, é só covardia?
STF tinha encontro marcado com a desonra?
[video:http://www.youtube.com/watch?v=zSDH7GheIV0&feature=youtube_gdata align:center]
atenir
15 de abril de 2016 5:32 pmE ela passou quase um ano
E ela passou quase um ano para escolher esse tal de fachin.
Que me desculpem os apoiadores desse governo, a qual me incluo, as escolhas para o stf da dupla lula/dilma foram as piores possíveis.
Em vez de escolher aliados, escolheu juristas sem nenhuma preocupação com quem os colocou lá.
O governo tem tantos aliados no congresso (deputados do partido advogados) e vai escolher pessas que não tem qq ligação com o partido? Sinceramente, esse governo premia os inimigos em detrimentos dos aliados.
É uma burrice sem fim.
Não vai muito longe…
roland
15 de abril de 2016 9:06 pmO governo tem
O governo tem tantos aliados no congresso (deputados do partido advogados) e vai escolher pessas que não tem qq ligação com o partido?
Tipo o Dias Toffoli?
D_P
15 de abril de 2016 5:35 pmFoi muito engraçado ver o
Foi muito engraçado ver o ministro FACÃO nervoso, ressentido, cutucando Barroso por ter sido humilhado por este no ultimo julgamento de Dezembro.
Ele deixou claro que a decisão dele, vencida áquela época teria sido favorável ao Govenro agora. Porém, como a decisão dele fora vencida, coitado, ele agora, nada podia fazer.
E o ministro Barroso visivelmente envergonhado votou depois e confirmou.
Dois medrosos e bananas.
Giuseppe Junior
15 de abril de 2016 5:39 pmO voto do Fachin, ontem,
O voto do Fachin, ontem, deveria receber uma análise mais acurada do jornalismo. Mereceria um post à altura. Flagrantemente foi um revide, um extravasamento de arrogância e ego inflamado. Até a postura corporal e o teor do seu voto denotam um juiz pequeno, tristemente pequeno para o cargo, incapaz de compreender que o que estava em jogo era muito mais importante do que uma disputa de convencimentos já ultrapassados.
Pedro PPN
15 de abril de 2016 5:40 pmobiter dictum, eles diziam
Muito estranho o voto de muito dos ministros que diziam que o conteúdo do relatório que extrapolava as denúncias originais era obiter dictum, dispensável, e, assim, votaram com o relator. Não era exatamente este o problema trazido a tona pelo Mandado de Segurança? Que o relatório tratava de questões extras ao que deveria?
Primeira vez que assisto uma sessão do STF e fiquei impressionado. Esses ministros são muito lisos mesmo…
Tenho medo de estar sendo parcial mas de fato Levandowski e Mello trouxeram os discursos mais sensatos!
Sérgio Rodrigues
15 de abril de 2016 5:40 pmIncrível!…
E a história sempre dando razão ao grande Lula!…
nilo filho
15 de abril de 2016 5:43 pmA impáfia dos srs. ministros
A impáfia dos srs. ministros do STF é irritante. Não suporto assistir mais do que 2 minutos algum julgamento no STF.
Triste país.
sergior
15 de abril de 2016 5:44 pmFachin, sim, se vingou de
Fachin, sim, se vingou de Barroso, que desmontou seu relato em dezembro, mostrando que o rito Barroso produz a situação de ausência de contraditório, pois nem processo há. Mostrou, além disso, que sua vingança se estendia a todos os que haviam aplaudido o rito Barroso, pois afiançou que a decisão da Câmara não gerava prejuízos, pois seria somente de admissibilidade. Por fim, mostrou que sabia dos problemas e erros contidos no relatório Jovair apontados por Cardoso em seu pedido. Concordou com tudo o que Cardoso afirmou, mas, em nome do princípio da colegialidade (seja lá o que isso signifique), usou o rito Barroso para negar o que havia afirmado.
Contudo, para quem se pretende a suprema liderança intelectual do Supremo, Gilmar fora, Barroso foi vergonhoso, pífio, encurrulado. Não sabia para que lado corria. Em alguns momentos, chegou a parecer querer tornar claro que concorda, no mérito, com a abertura do processo de impedimento de Dilma. Pouco participou dos debates, ao contrário de Fachin, o nome da noite. Poderia ter mesmo contraposto o horrível argumento de Celso a respeito do voto de minerva do presidente, mas se manteve calado. Barroso se derreteu.
Serjão
15 de abril de 2016 5:45 pmacesso negado
Nassif, não entendi essa. Tentei agora acessar um artigo de ontem, ou postado na madrugada de hoje. Se não me engano, foi este aqui: Economistas progressistas contra o golpe. Meu acesso foi negado. Pode me dizer a razão!
Joao Maria
15 de abril de 2016 5:46 pmSTF acovardado. Lula tinha
STF acovardado. Lula tinha razao.
Omar Luz
15 de abril de 2016 5:48 pmA crise, onde está?
A justiça parece estar de férias no supremo. Muitos dedos apontados para o executivo, mas a crise está, na verdade, atrás dos dedos apontados.
Serjão
15 de abril de 2016 5:48 pmAcesso negado 2
ACESSO NEGADOVocê não está autorizado a acessar esta página
rosenvald flavio barbosa
15 de abril de 2016 5:54 pmego
a bordo da nau dos insensatos, o que impera é o seguinte:
viva meu ego……..afinal sou supremo, e o Brasil que se exploda.
Maria Luisa
15 de abril de 2016 5:55 pmSupremo Ego Federal
Infelizmente o Supemo é uma casa onde os egos sobressaem-se à sensatez. Como ja estamos acostumados, desde o susto que levamos no Mensalão, ja esperamos qualquer coisa, qualquer decisão vinda do STF. E isso não é bom, pois o Supremo deixa na sociedade uma sensação de insegurança juridica, o que é inadmissivel em se tratando da casa guardiã da Constituição Federal e da ordem no Pais.
Cristiano Maorchi
15 de abril de 2016 5:58 pmErrado. A sessão de ontem
Errado. A sessão de ontem apenas confirmou entendimento consensuado do STF, do qual inexplicavelmente (sic) destoaram MAM e Lewandowski, de que a etapa processual da Câmara não passa de acolhimento de denúncia e portanto não faz o menor sentido se falar em cerceamento de defesa, dado que nem há réu ainda pra início de conversa. O resto é trololó.
PS – Esse entendimento é baseado no voto do Min. Barroso que venceu a posição do relator Fachin no final de 2015, quando foi definido o rito do impeachment. Curiosamente, a mídia progressista exultou de alegria naquele momento, pois achava que o rito definido por Fachin beneficiava a oposição. Só na cabeça deles mesmo. Fachin desejava que o processo fosse mais longo na Câmara e houvesse amplo diretito de defesa, justamente porque considerava que o julgamento já se iniciava ali. SE tivesse prevalecido o voto de Fachin, as chances de Dilma aumentariam consideravelmente. Mas como seus apoiadores não entendem nada de legislação, estavam até ontem elogiando Barroso e cia e agora os ofendem como se fosse eles que tivesse mudado de posição. Nada mudou.
Lauri Guerra
15 de abril de 2016 6:06 pmFachin é um cagão e por ser
Fachin é um cagão e por ser cagão apresentou um voto na sua estréia de verdade que foi destroçado e levou à humilhação. Agora fica de dodói. Tanta força para colocar mais um borrado no stf.
Mas é o preço dos inúmeros erros que o PT cometeu em relação ao STF. Quando tinha Bandeira de Mello, Lênio Streck, Werner Becker, Dalmo Dallari, só para citar alguns, preferiu indicar Joaquim, Eros, Fux, Toffolli, Rosa Webber, Aires Britto, entre outros. Plantou,está colhendo.
Jean Baptiste
15 de abril de 2016 7:31 pmNa realidade o STF retornou
Na realidade o STF retornou exatamente o que esperávamos dele. Nada.
jose adailton v ribeiro
15 de abril de 2016 7:44 pmCadê o túnel?
Um STF atacado verbalmente de forma tão acintosa (nos comentários) é de lamentar e reconhecer que somos um país primitivo
Antes o autor do post afirmou:
“Ou Fachin é incompetente ou está agindo de má fé.”
“A seção de ontem foi mais um passo na destruição da instituição STF…”
.Estes magistrados são realmente incapazes ou inidôneos? Quem os julgam assim?
Jair Fonseca
15 de abril de 2016 7:57 pmJuristas no Brasil, com
Juristas no Brasil, com raríssimas exceções, só têm papo-furado jurídico ruybarbosiano, nenhum tutano, nenhuma substância. Olímpica distância da realidade dos injustiçados.
Dilma Coelho
15 de abril de 2016 8:01 pmO ego e as retóricas vazias no Supremo, por Sabra Arad
Dê uma olhada neste resumo:
Esperanças? Muito tênues. Eis a turma do judiciário: Uma vergonha nacional…
Gilmar, sabemos quem é esse impostor… Ele e seus “habeas corpus”…
Tofolli está nas mãos de Gilmar porque este livrou seu irmão da ação já comprovada do roubo de mais de 20 milhões de uma prefeitura do interior de São Paulo.
Rosa Weber tem um filho funcionário da Globo e é prima da mulher do Aécio. Aquela que soltou a seguinte afirmação no julgamento do Dirceu: “Não tenho prova cabal contra Dirceu – mas vou condená-lo porque a literatura jurídica me permite”. Além de estuprar a lógica probatória fundamental do direito penal.
Fux pressionou tribunal do RJ para nomear sua filha de cerca de 30 anos como desembargadora do tribunal. Deve favores a Deus e o mundo…
Carmem Lúcia foi acusada na imprensa de comprar mansão em Brasília de um traficante, abaixo do preço de mercado.
Aí já são cinco. Temos ainda:
Edson Fachin, submisso, inseguro.
Celso Mello, vaidoso, metido a intelectual, que já manifestou sua “indignação” em razão de ser chamado de covarde num grampo ilegal, em conversa íntima e fruto da revolta de um cidadão acusado mas sem prova nenhuma: sua manifestação é prova incontestável que não tem visão social e muito menos admite o contraditório, principalmente quando possa discordar de sua “absoluta” opinião.
Sobraram então: Barroso, Teori, Marco Aurélio e Lewandovski (que só desempata) e Marco Aurélio Mello.
Há o Janot: Aquele que o collor jogou sujeiras passadas dele e ele ficou caladinho… E ainda autorizou a divulgação do grampo. Um golpista bem cínico.
E o Lula e a Dilma podem contar com algum desses?
E, o pior, NÃO EXISTE CONTROLE DA CIDADANIA sobre esses “deuses”.
Um pouco mais sobre o Janot…
O porque da cara de paisagem do janot: – O senador Fernando Collor (PTB-AL) sobe à tribuna e faz um discurso demolidor contra o procurador-geral da República Rodrigo Janot, acusando-o de acobertar os crimes cometidos pelo irmão dele, Rogério Janot Monteiro de Barros, estelionatário internacional procurado em todo o mundo pela Interpol.
Depois, desceu a detalhes, dizendo que o procurador-geral usou uma casa em Angra dos Reis, no Condomínio Praia do Engenho, Km 110, da Rodovia Rio-Santos, para esconder outro estelionatário, sócio do irmão dele, acrescentando que Janot alugava o imóvel a ele sem contrato, para sonegar Imposto de Renda.
– Foi um festival de denúncias. Collor disse que o irmão Rogério Janot fez fortuna por um período no Brasil vendendo equipamentos de informática com “notas frias” para uma grande empreiteira mineira (Mendes Júnior) que está envolvida na Operação Lava-Jato, com dirigentes já presos.
Depois de acusar o procurador-geral até de dar uma “carteirada” para reduzir o valor de uma conta hospitalar do irmão Rogério, Collor disse também que Janot há anos presta serviços ilegais para o escritório do ex-procurador-geral Aristides Junqueira.
– “É verdade que, mesmo impedido de advogar, o senhor – claro, sem nada assinar – obtém lucros auxiliando a banca do Dr. Aristides Junqueira? Sr. Janot, isto é moralmente aceitável? – É legítimo? É ético, Sr. Janot? Não constitui crime um procurador-geral da República advogar paralelamente?”, perguntou Collor, indagando também se Janot teria coragem de ser acareado publicamente com algumas testemunhas desses fatos.
UM SILÊNCIO MORTAL…
Tudo indica que essas afirmações sejam verdadeiras, o sr. janot nunca as desmentiu e fica com essa cara de paisagem. Como funcionário público, que recebe uma nota nababesca, poderia ao menos cumprir seu papel. Será que existe outras histórias que desconhecemos.
Horrível é lembrar dele cumprimentando a Dilma, como se fosse o cara mais confiável.
Está dificil para a Dilma e o Lula, cada porta que eles abrem tem um traíra. Alguém (???) precisa dar um chega pra lá nesse Moro também, mandar os dois para a conchinchina. Não é justo usarem nossos impostos nessas criaturas… só estão merecendo o cartão vermelho…
Marco Sousa
19 de abril de 2016 3:45 amFachin fez o quê mesmo?
NÃO ENTENDI NADA(2)!.
Acho que faltou o “início” da história…