O melhor cineasta vivo, Jean-Luc Godard, faz 80 anos, hoje.
Há diversas fases na carreira errática, mas coerente, desse poeta-filósofo pop, e erudito, que sempre foi antes de tudo um cineasta que revolucionou a linguagem cinematográfica. Por dominá-la e levá-la adiante, pagou alto preço por isso: a incompreensão e o desprezo de parte do público, e o amor incondicional de cinéfilos e cineastas do mundo inteiro.
Começou anarquista, virou marxista e hoje é um ensaísta elegíaco, em luto e melancolia pela (momentânea) morte do cinema e da revolução.
Je Vou Salue, Jean-Luc!!!
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