5 de junho de 2026

Argentina entre a crise de governabilidade e a ditadura, por Jorge Beinstein

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Da Carta Maior

Argentina oscilando entre a crise de governabilidade e a ditadura mafiosa

Se trata da formação de um sistema ditatorial com rosto civil que tem claros antecedentes internacionais e é guiado pelo aparato de inteligência dos EUA
 
Jorge Beinstein

Já se destacou até o cansaço que, pela primeira vez em um século, no dia 10 de dezembro de 2015, a direita chegou ao governo sem ocultar seu rosto, sem fraude, sem golpe militar, através de eleições supostamente limpas, se trata de um grande novidade.
 
Mas é necessário esclarecer três coisas:
 
Em primeiro lugar, é evidente que não se tratou de “eleições limpas”, mas sim de um processo assimétrico, completamente distorcido por uma manipulação midiática sem precedentes na Argentina, ativada há vários anos e que finalmente derivou num operativo sofisticado e avassalador. Consumada a operação eleitoral, a presidenta que saía foi destituída poucas horas antes de entregar a faixa presidencial através de um golpe de Estado “judiciário”, demonstração de força do poder real que estabelecia, desse modo, um precedente importante, na verdade o primeiro passo do novo regime. 
Isto nos leva a um segundo esclarecimento: o kirchnerismo não produziu transformações estruturais decisivas do sistema, introduziu reformas que incluíram vastos setores das classes baixas, saciou demandas populares insatisfeitas (como o julgamento de protagonistas da última ditadura militar), implantou uma política internacional que distanciou o país do submetimento integral aos Estados Unidos e outras medidas que se impuseram às estruturas e grupos de poder pré existentes. Mas não gerou uma avalanche plebeia capaz de neutralizar as bases sociais da direita, não quebrou os pilares do sistema (seus aparatos judiciais, midiáticos, financeiros, transnacionais, etc) não desarticulou a ofensiva reacionária. A alternativa transformadora radicalizada estava completamente fora do script progressista, a astúcia, o jogo hábil e seus bons resultados em curto e médio prazo maravilharam o kirchnerismo, o levou por um caminho sinuoso, acumulando contradições marchando rumo a uma derrota final. O governo que terminou nunca propôs uma transgressão dos limites do sistema, um salto por cima da institucionalidade elitista-mafiosa, das panelinhas judiciais influenciadas pelo partido midiático, pelos personagens destacados de uma lúmpen burguesia que aproveitou o restabelecimento da governabilidade pós 2001-2002 para curar suas feridas, recuperar forças e renovar seu apetite.
 
Como era previsível, as classes médias, grandes beneficiárias da prosperidade econômica dos anos do auge progressista, não tiveram uma reação de gratidão para com o kirchnerismo, e sim o contrário. Incentivadas pelo poder midiático, ela retomou os velhos preconceitos reacionários, sua ascensão social reproduziu formas culturais latentes provenientes do velho gorilismo, do desprezo à “negrada”, sintonizada com a onda regional e ocidental de aproximação dessas classes médias ao neofascismo. Não se tratou, portanto, de uma simples manipulação midiática, manejada por um aparato comunicacional bem organizado, mas sim do aproveitamento das irracionalidades ancoradas no mais profundo da alma do país burguês.
 
A terceira observação é que o fenômeno não é tão novo. É verdade que o processo de manipulação eleitoral se insere no declínio do progressismo latino-americano, o que foi realizado de forma impecável por especialistas de primeiro nível, certamente monitorados pelo aparato de inteligência dos Estados Unidos, não deveríamos esquecer que antes da chegada do peronismo, em 1945, a sociedade argentina foi moldada durante cerca de um século de república oligárquica (que não foi abolida durante o período dos governos radicais, entre 1916 e 1930), deixando rastros culturais e institucionais bem profundos, atravessando as sucessivas transformações das elites dominantes, como uma espécie de referência mítica de uma época onde supostamente os de cima mandavam através de estruturas autoritárias estáveis.
 
Nesse sentido, é uma curiosa casualidade, carregada de simbolismo, o fato de que foi o presidente “cautelar instantâneo”, Federico Pinedo imposto pela máfia judicial, o encarregado de entregar o bastão presidencial a Macri. Federico Pinedo: neto de Federico Pinedo, uma das figuras mais representativas da restauração oligárquica dos Anos 1930, bisneto de Federico Pinedo Rubio, intendente de Buenos Aires no final do Século XIX e depois deputado nacional durante um prolongado período, representante do velho partido conservador. Seguir a trajetória dessa família permite observar a ascensão e a consolidação do país aristocrático colonial, construído desde mediados do Século XIX. O longínquo descendente daquela oligarquia foi o encarregado de entregar os atributos do mando presidencial a Mauricio Macri, que por sua parte é herdeiro de um clã familiar mafioso de raiz ítalo-fascista, instaurado por um “governo de gerentes”. Os avatares de um golpe de Estado instantâneo, estabelecendo um vínculo histórico entre a lúmpen burguesia atual e a velha casta oligárquica.
 
A crise
 
O contexto econômico internacional consiste numa crise deflacionária motorizada pelo desinflar das grandes potências econômicas. Os Estados Unidos, a União Europeia e o Japão navegando entre o crescimento anêmico, o estancamento e a recessão, a China desacelerando seu crescimento e o Brasil em recessão determinam uma conjuntura marcada pelo esfriamento da demanda global, o que deprime os preços das matérias-primas e estanca ou diminui os mercados de produtos industriais. Em suma, um panorama mundial negativo para um país como a Argentina, que vive da exportação de matérias-primas e, em menor escala, de produtos industriais de médio e baixo nível tecnológico. Antes, para não cair na recessão por esses ciclos internacionais adversos – desde o ponto de vista teórico –, a economia Argentina precisava se apoiar cada vez mais na expansão e na proteção do seu mercado interno, seu tecido industrial, sua autonomia financeira. Porém, o governo de Macri inicia seu mandato fazendo exatamente o contrário: diminuindo o mercado interno através de uma redução drástica, em termos reais, de salários e aposentadorias, aumentando o endividamento externo, desprotegendo o grosso da estrutura industrial. É nessa direção que apontam suas primeiras decisões econômicas iniciais como a mega desvalorização do peso, a eliminação ou diminuição dos impostos às exportações, o aumento da taxa de juros, a liberalização das importações, e logo a eliminação de subsídios aos serviços públicos, com o conseguinte aumento de suas tarifas. Se trata de uma gigantesca transferência de renda em favor dos grupos econômicos mais concentrados (grandes exportadores agrários, empresas e especuladores financeiros possuidores de fundos em dólares, etc.), de um saque descomunal, que se prolongará no tempo ao ritmo dos aumentos dos preços, as depressões salariais, as desvalorizações e aumentos de tarifas. O desemprego cresce, assim como a pobreza e a indigência, a concentração de rendas avançará (já está avançando) rapidamente e o crescimento econômico nulo ou negativo será inevitável.
 
Segundo alguns especialistas, estaríamos embarcando num vórtice completamente irracional, marcado pelo declínio do grosso da indústria e da desintegração da sociedade, resultado da aplicação ortodoxa de receitas neoliberais “equivocadas”. Entretanto, o governo não se equivoca, atua segundo a dinâmica de uma lúmpen burguesia portadora de uma racionalidade instrumental, cujo fim não é outro senão o da acumulação rápida de riquezas, o saqueamento de tudo o que se cruzar pelo caminho. A racionalidade que brota da cabeça de certos economistas é a dos bandidos, dos donos do poder econômico, não é a do desenvolvimento econômico harmonioso e com resultados que beneficiem toda a sociedade.
 
Assim é como passamos de uma versão suave da política econômica anticíclica (desde o ponto de vista da tendência da economia global) a uma nova política pró-cíclica, que vem se incorporando com notável ferocidade à degeneração geral (financeira, institucional, ideológica, etc) do mundo capitalista.
 
O progressismo governou a Argentina entre 2003 e 2015 restabelecendo a governabilidade do sistema, tudo andou bem enquanto a besta lambia suas feridas, num contexto de relativa prosperidade, se recompondo do terremoto dos anos 2001-2002, mas desde 2008 as coisas foram mudando: o achatamento do crescimento econômico exacerbou sua vontade de abocanhar uma porção maior da torta, e nesse sentido, o dia 10 de dezembro de 2015 pode ser visto como o ponto de inflexão, como um salto qualitativo do poder draculesco das elites dominantes, inaugurando uma etapa de decadência da sociedade argentina. As forças entrópicas, devastadoras, conseguiram finalmente impor sua dinâmica.
 
Dois cenários
 
Nos encontramos diante dos primeiros passos de uma aventura autoritária de trajetória incerta. Não é fruto do acaso, e sim resultado de um prolongado processo de amadurecimento (degeneração) das elites dominantes da Argentina, transformadas em matilhas de predadores, em sintonia com o fenômeno global da financeirização e da decadência. Basta ver o próprio governo e seus apoiadores, um grupo no qual se sobressaem personagens acusados de crimes especulativos, como Alfonso Prat Gay, Carlos Melconian e Juan José Aranguren, ou “poderosos chefões” como Cristiano Rattazzi, Paolo Roca, Franco Macri (pai do presidente), ou de outros suspeitos de serem agentes da CIA, como a nova chanceler Susana Malcorra e Patricia Bullrich, para perceber que a tragédia local não é mais que um apêndice periférico de um capitalismo global embarcado numa louca corrida liderada por lobos de Wall Streeet, militares delirantes e políticos corruptos destruindo países inteiros, triturando instituições, saqueando recursos naturais e impondo um processo de destruição em escala planetária.
 
A lúmpen burguesia argentina, com sua articulação mafiosa na cúpula do poder (empresarial, judicial, midiático) e suas prolongações institucionais e abertamente ilegais, deixou de ser a força dominante nas sombras, que conspirava, condicionava, bloqueava e impunha, passando a assumir abertamente o governo. Isso pode ser atribuído a vários fatores, como a inexistência de um elenco de “políticos” com capacidade de decisão para implementar o mega-saque planejado, o que leva os próprios gerentes a tomar essa responsabilidade de forma direta – quer dizer, os “técnicos”, completamente alheios à conjuntura eleitoral.
 
O novo esquema é bastante eficaz na hora de adotar medidas contundentes contra a maioria da população, mas parece ser pouco útil na hora de amortecer o inevitável descontentamento popular (incluindo o de uma porção significativa de ingênuos eleitores de Macri). As panelinhas sindicais poderão gerar inação durante certo tempo, alguns políticos provinciais empurrarão para esse mesmo sentido, e também os meios massivos de comunicação buscarão distrair, confundir, justificar (já o estão fazendo), intensificando a campanha de idiotização, mas tudo isso é insuficiente para conter a magnitude do desastre em curso.
 
Por outra parte, o carácter lúmpen e instável do regime macrista, afetado por previsíveis disputas internas, golpes financeiros, turbulências exógenas de todos os tipos e próprias de um sistema global à deriva, e pressionado por uma base social cuja insatisfação crescerá até formar uma avalanche gigantesca, revelando a única alternativa possível de governabilidade mafiosa.
 
Se trata da formação de um sistema ditatorial com rosto civil e de configuração variável, que tem claros antecedentes internacionais recentes, é guiado pelo aparato de inteligência dos Estados Unidos e se apoia na chamada doutrina da guerra de quarta geração, cujo objetivo central é a transformação da sociedade, objeto do ataque, numa massa amorfa, degradada, acossada por erupções prolixas de violência caótica, impotente diante do roubo que está sofrendo. Iraque, Líbia e Síria aparecem como experiências extremas e longínquas, ao contrário de México e Guatemala, paradigmas latino-americanos que devem ser lembrados, embora a especificidade argentina incluirá certamente suas características originais ao novo caso. Temos que pensar numa combinação pragmática de distintas doses de repressão direta “clássica”, judicialização de opositores sindicais e políticos, bombardeio midiático (diversionista e/ou demonizador), repressão clandestina, incentivos às rivalidades sociais (quanto mais sanguinárias melhor), irrupção de grupos que aterrorizam a população (como os “maras” na América Central ou os batalhões de narcos no México), fraudes eleitorais, etc. Desse modo, a Argentina entraria com tudo num Século XXI marcado pela escalada do capitalismo taná tico.
 
Entretanto, essa estratégia não pode se instalar plenamente de um dia para outro, requer tempo e uma certa passividade inicial das bases populares, e encontraria sérias dificuldades numa sociedade complexa como a argentina, com um amplo leque de classes baixas e médias portadoras de culturas, capacidade de organização, de histórias que a visão superficial dos gerentes financeiros e dos especialistas em controle social não conseguem ver como ameaças visíveis (ou parecem ser resistências ou nostalgias impotentes), mas que constituem latências, bombas de tempo de enorme poder, que podem explodir em qualquer momento. Este desafio de lidar com os de baixo pode convergir com o antigo temor que os de cima têm das hordas incontroláveis de pobres, conformando grandes interrogantes gelatinosos que generalizam as incertezas das elites, deteriorando sua psicologia.
 
A não viabilidade desse cenário sinistro, o possível rechaço a ele, deixaria espaço aberto para o desenvolvimento de um segundo cenário: o de uma crise de governabilidade muito mais devastadora que a de 2001. Nesse caso, a fantasia elitista da recomposição ditatorial mafiosa do poder político não havia sido outra coisa senão uma ilusão burguesa acompanhada do fim da governabilidade, do começo de um período de alta turbulência, de desintegração social de duração imprevisível. O progressismo tão desprezado pelas elites havia sido um paraíso capitalista destruído por seus principais beneficiários.
 
Como vemos, o inferno mafioso não é inevitável, embora não devamos subestimar a capacidade operativa dos seus executores locais e seu mega padrinho imperial, pois os Estados Unidos estão decididos a reconquistar o seu quintal latino-americano.
 
Para que lado penderá esta história? A resistência popular terá a resposta.
 
Tradução: Victor Farinelli

 
 

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  1. Pedro Rinck

    28 de dezembro de 2015 10:44 am

    Não haverá efeito orloff

    Não haverá efeito orloff !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    1. Fr@ncisco

      28 de dezembro de 2015 1:56 pm

      A Argentina Como Precursora É Dez

      Pela mesma sorte gregoriana que permitiu não chegarmos ao fundo do poço, por não fazermos todas as tais lições de casa que nos recomendavam ao fim do século XX e inicio do XXI, tão exemplarmente cumpridas pelos hermanos.

  2. Andre Araujo

    28 de dezembro de 2015 11:22 am

    Mas é delirio demais, pelo

    Mas é delirio demais, pelo menos os de antigamente procuravam articular alguma logica antes de escrever.

    Pelo que diz o governo que está há doze anos no poder e perdeu foi vitima de eleições roubadas apesar desse governo controlar o Congresso, o Judiciario e o organismo que cuida das eleições. É tudo culpa do aparelho de inteligencia dos EUA

    que não tem força hoje sequer para controlar o Iraque e vai se dedicar à Argentina, país que nem remotamente tem interesse estrategico para os EUA. O Macri não ganhou só a Presidencia, tambem a Provincia de Buenos Aires, ai tambem roubaram as eleições?

    1. Ivan Pedro

      28 de dezembro de 2015 12:58 pm

      Ao que parece…

      André, 

      Pela extensão que consegui ler, tive a impressão de que se repetem as teorias conspiratórias da “esquerda vítima” e da “direita algoz”; o que sempre me leva a perguntar, será isso mesmo ? Será mesmo que a esquerda é sempre localizada e solitária enquanto a direita é resultado de vastas forças internacionais ?

      Concordo contigo: os EUA já tem as mãos muito cheias de problemas internos e externos que não conseguem resolver. A economia não anda no ritmo desejado, o desmprego ainda é alto e o sistema político está polarizado e instável. Isto posto, por que se interessariam mesmo pela América Latina ? Os EUA andam mais preocupados com o que a China anda fazendo na África do que mesmo com o que fazemos com nós mesmos aqui. A bem da verdade, baixo inúmeras conferências via iTunes ou YouTube a fim de escutar análises sobre política internacional. Somente uma vez falou-se do Brasil ! Da Argentina não se falou nada ! Ao que parece, não somos um sinal no radar deles, mas apenas ruído, que eles filtram rapidamente.

      Finalmente, nem o Macri sabe ainda que governo fará, portanto, é cedo para atribuir-lhe grandes propostas conservadoras.

    2. Homero Pavan Filho

      28 de dezembro de 2015 2:55 pm

      Sr. André

      Quando se fala no papel da mídia no Brasil não se está julgando se ela é favorável ou contrária ao governo de plantão, mas sim o que ela apresenta aos seus espectadores nas análises, opiniões, formação de argumentos pró e contra.

      Eu não conheço os Estados Unidos, como o senhor parece conhecer bem, mas sei que lá há uma pluralidade de opiniões maior do que aqui – pra dizer o mínimo. Lá não existe unanimidade como aqui, suponho. E essa unanimidade existente aqui é, quiçá, única no mundo, talvez com excessão da Argentina.

      Aqui nossos veículos de comunicação são favoráveis ao aumento dos juros até que o governo o faça. Aí passam a ser contrários, e não há o menor constrangimento na mudança de rumo. Fico pensando: existe isso nos EUA?

      Lá, como cá, tem os pitbulls como o Reinaldo Azevedo, mas lá são figuras caricatas que não se leva a sério. Aqui, um RA tem horário nobre numa emissora de rádio de abrangência continental, como a Jovem Pan. O cara mente, distorce, desinforma, emburrece nossa juventude, e até hoje não vi uma crítica sequer a seu posicionamento por parte de colegas de grandes veículos de comunicação.

      O que seria de nós sem os ditos blogs sujos, pelamorde Deus? Onde mais o senhor encontra espaço para expor suas ideias, senão aqui no blog do Nassif. Perdoe minha ignorância caso tenha esse espaço, mas nunca vi uma coluna sua na Foia, Óia, Globo ou SBT. Há algum veículo ou não, que lhe conceda espaço? E olha que, em minha opinião, o senhor é um direitista da gema. E nem assim consegue, imagine se fosse socialista ou trabalhista…

      Eu acredito, sim, que o papel dos veículos de comunicação, que nada mais são do que braços operacionais dos grandes conglomerados financeiros, é fundamental para a vitória de políticos de direita. E penso, sinceramente, que o simples fato de os veículos de comunicação darem mais destaque a candidatos a cargos do Executivo do que ao Legislativo é suficiente pra demonstrar que o que se busca é desinformar, pra depois ocupar.

      Era isso que gostaria de dizer, Feliz 2016 pra nosotros…

       

      1. Andre Araujo

        28 de dezembro de 2015 4:36 pm

        Meu caro, num Estado de

        Meu caro, num Estado de Direito Democratico a imprensa é livre para dizer o que quer e ponto. Não tem MEIO LIVRE.

        É esse o modelo, que gostemos ou não.  Eu por exemplo gosto de alguns programas da GLOBONEWS e detesto outros,

        na GLOBO aberta nem sei qual é o canal, acho inacreditavel ter o Faustão, Huck e outros lixos, na propria GLOBONEWS

        tem progrmas insuportaveis tipo Navegador, chatérrimos como Oficio em Cena, ridiculos como Manhatan Connection, onde um Lucas Mendes gagá adora falar de papel higienico, ontem estava fascinado com pessoas que falam palavrão, um

        gagá completo, mas hoje temos tantos canais como National Geographic, Aninal Planet, ninguem precisa ver bobageiras com as quais não concorda.

        Não há como numa Democracia demonizar a midia, não cabe no modelo. Se é para não ter midia livre é melhor mudar o regime para uma Ditadura completa, pelo menos é mais eficiente e mais claro.

        1. Homero Pavan Filho

          28 de dezembro de 2015 7:37 pm

          Concordo que a imprensa deve ser livre…

          … mas espero que concorde que, com a liberdade da qual desfrutam, influenciam e desequilibram eleições.

          Eu não sei se passei a impressão de que defendo algum tipo de censura, pelo contrário. Meus argumentos foram no sentido de pedir mais liberdade, com pluralidade. Sei que é bobagem, mas sonhar acordado às vezes é bom.

          1. Homero Pavan Filho

            28 de dezembro de 2015 11:14 pm

            Acabei de ler e compartilho

            A imprensa no Brasil é tão livre que tá dispensada até de dizer a verdade…rs

  3. Pedro Mundim

    28 de dezembro de 2015 11:32 am

    A obsessão de culpar a mídia

    Parece que se tornou obsessão culpar a mídia por todos os reveses da esquerda, como se todo eleitor lesse jornal. Bem pueril é essa teoria de que a classe média é ingrata, e quando melhora de vida se identifica com a oligarquia e vota na direita. A classe média pode até ficar convencida, mas na América Latina ela é minoritária e não decide eleição, tampouco a maioria dos eleitores lê editorial de jornal.

    Quem tira a esquerda do poder, pela via eleitoral, é o mesmo povão que colocou-a no poder, a partir do momento em que percebe que não está mais melhorando de vida. Pela maneira como age, gastando mais do que arrecada, a esquerda só consegue melhorar a vida do povão enquanto o dinheiro não acaba, e vencer eleição com o povo satisfeito é fácil. Mas depois, com o povo insatisfeito, aí ou implanta a ditadura, ou se conforma com a alternância no poder.

    1. Homero Pavan Filho

      28 de dezembro de 2015 3:16 pm

      Apesar da crise

      ..resumi bem?

  4. NRA

    28 de dezembro de 2015 11:38 am

    Em primeiro lugar, é evidente

    Em primeiro lugar, é evidente que não se tratou de “eleições limpas”, mas sim de um processo assimétrico, completamente distorcido por uma manipulação midiática sem precedentes na Argentina, ativada há vários anos e que finalmente derivou num operativo sofisticado e avassalador.

     

    Um artigo que começa com essa bobagem inicial, não merece ser lido até o final.

    1. Fr@ncisco

      28 de dezembro de 2015 2:41 pm

      Mais Bobagens…
      Em O Globo: “O corte no salário de Dilma não aconteceu”. Segue post do Fernando Brito no Tijolaço, sobre o tema:
      “O carro não chegou ao destino ainda.
      Bem, a afirmação pode ser correta, embora não diga nada e eu jamais tenha visto isso como chamada em jornal.
      Leio, sim, que houve um acidente, ou um brutal engarrafamento, algo que fez o carro não chegar ao destino.
      Parece que as coisas mudaram.
      O Globo, hoje, ao falar da lentidão dos cortes de cargos no Governo Federal – aliás, uma bobagem, pelo efeito quase nulo que traz – dá como chamada “Presidente também anunciou corte de seu salário e do vice, mas isso não aconteceu“.
      Como nem a metade dos leitores não vai ao corpo das matérias, não fica sabendo que não aconteceu porque, até agora, a Câmara dos Deputados não votou o Decreto Legislativo necessário para isso.
      Dilma anunciou a medida numa sexta-feira (2/10), assinou a Mensagem ao Congresso na segunda (5/10) e ela foi publicada no dia seguinte (6/10). Nenhum atraso, portanto.
      Mas só no último dia 9 a Comissão de Finanças e Tributação aprovou o parecer favorável à redução dos vencimentos da Presidenta, do Vice e dos Ministros, com um voto contrário, o de Miro Teixeira, que argumentou que isso se refletirá no teto remuneratório das altas carreiras do serviço público.
      Porque então o redator não escreveu, como no caso do automóvel, que “A Câmara ainda não aprovou o corte do salário de Dilma e seu Vice”?

      Não é preciso desenhar, não é?
      Como se faria para dar a impressão que tudo foi uma mentira ou que a Presidenta estaria “enrolando” para não reduzir seus rendimentos?”
      PS: Não suficiente, leia o post das 11:59 horas, de hoje, no GGN: “Brincando com fatos e números, por Jorge Saraiva”. Bobinhos e tão inocentes, né?

  5. Emma

    28 de dezembro de 2015 11:44 am

    Mídia lá e aqui

    Ler como o El Clarín tratava o governo dos K e como retrata agora o novo presidente, Maurício Macri, é um material riquíssimo para os comunicólogos . Durante à campanha presidencial o grupo Clarin desencou o candidato governista, Daniel Scioli, porque viajou para a Itália enquanto o país enfrentava temporais e alagamentos. Nenhuma palavra crítica sobre o fato de Macri, JÀ PRESIDENTE, ter se recolhido com a família para férias na linda Vila Angostura, enquanto parte da Argentina está debaixo d´agua. Foi preciso muito gritaria nas redes sociais para que Macri, finalmente, resolvesse sair do conforto e visitar as áreas alagadas. Dois pesos e duas medidas: até parece outro país que conhecemos muito bem !!

    1. Andre Araujo

      28 de dezembro de 2015 2:25 pm

      Quer dizer que o CLARIN que

      Quer dizer que o CLARIN que decide a eleição? Peron no seu primeiro ciclo (46-53) fechou LA PRENSA , o maior jornal da America do Sul e prendeu seu diretor, Alberto Gainza Paz, sob pretexto de que La Prensa fazia campanha contra ele.

      Porque é tão dificl entender que QUALQUER jornal pode criticar o Governo numa democracia? Faz parte.

      Roosevelt nos seus quatro mandatos foi criticado TODOS OS DIAS e de forma muito pesada pela maior cadeia de jornais dos EUA, o Grupo Hearst,  e nem porisso perdeu eleição.

      1. Quintela

        28 de dezembro de 2015 3:05 pm

        OK! Pero no mucho…

        AA, espero que vc exclua o Brasil dessa de imprensa criticar governo.

        Isso valo pra país de 1º mundo.

        Aqui na latrina dos EUA, temos na verdade é partido políticos sem um único VOTO fazendo politicagem invés de jornalismo.

        GLOBO e et caterva não faz jornalismo. Nós e eles sabemos muito bem disso!

      2. Emma

        28 de dezembro de 2015 9:31 pm

        Claro que sim !

        Negar a influência da mídia sobre um resultado eleitoral é inocência ou fingimento. Não foi UMA matéria do Clarin e do La Nacion que influiu, mas OITO anos ( para falar apenas nos mandatos da Cristina) batendo diariamente no governo. Criticar, a imprensa não só pode como deve, mas atacar e perseguir é outra história. Nunca, jamais , li uma matéria positiva sobre o governo K nos jornalões e TVs privadas argentinas. Se fosse impossível algo positivo, sempre era seguido de PERO… No dia seguinte após a vitória de Macri, o La Nacion se apressou em publicar o editoral “No mas venganza”, referindo-se aos julgamentos e prisões dos militares, torturadores & afins da ditadura. O editorial foi tão cretino que até os jornalistas do próprio jornal se colocaram contra. E por aí vai…

         

      3. Jorge Moraes

        29 de dezembro de 2015 1:36 am

        Crítica e autocrítica

        Jornais podem criticar o governo? Sim, claro que podem. Há quem diga que não só podem como devem fazê-lo. 

        É de se esperar, porém, que ao fazê-lo, ajam com um mínimo de lisura, limitando seu opinativo ao editorial, espaço específico para o fim. 

        Sob esse ponto de vista, o indigitado “La Prensa” portava-se bem: explicitava a quem (e a que) apoiava e a quem (e a que) combatia, embora, a rigor, isso fosse desnecessário. A Argentina inteira sabia que La Prensa apoiava as oligarquias mais convervadoras e reacionárias e combatia os novos personagens da cena argentina (e mundial, naturalmente), as classes trabalhadoras. 

        O problema de publicações do gênero La Prensa é o desvio com que operam nas páginas noticiosas: com bastante frequências, afastam-se da verdade factual da forma mais sórdida possível: deturpando e mentindo. E, claro, sem direito à resposta. 

        Qualquer semelhança com o jornalismo praticado no Brasil (e não só por aqui, evidente), não é mera coincidência. 

        La Prensa apoioi descaradamente todos os períodos de exceção, década infame, ditadura Onganía, e claro!, a de Videla e Cia. 

        Como pode pretender ser defensora da liberdade de expressão quem apoiou ostensivamente o silêncio?

        O fato do jornal ser antigo, ter história, e o de André Araújo apreciar – sem moderação – as “classes produtoras” (há controvérsias quanto ao “produtoras”) e seus agentes ideológicos comunicacionais não tornam a mentira verdade, e vice-versa. 

        Refiro-me aos fatos. Fatos. 

        Escrever que Perón interveio em La Prensa, perseguiu e prendeu (acho, mas não tenho certeza, que a afirmação sobre a prisão está equivocada) sem mostrar o contexto e o que representava o histórico jornal oligárquico, é a chamada meia-verdade, que o assíduo e produtivo articulista nega existir. 

         

  6. Edivaldo Dias Oliveira

    28 de dezembro de 2015 11:58 am

    Brasil pós 2018

    Parece uma análise de conjutura brasileira feita após a derrota do PT (toc,toc,toc) em 2018.

    Penso que todos nós petistas deveríamos estudar e refletir sobre essa análise, notadamente quando o autor afirma que o Kichterismo buscou nesses anos todos contemporizar com a burguesia local, enquanto ela lambia as suas feridas para dar o golpe. Estejamos certos: Lá como cá, a burguesia não irá conteporizar conosco, nunca fez isso, cada coisa que temos nos foi conquistada a fórceps..

    Quanto ao desdenho do AA em relação a Argentina, não se deixem levar, lobo nenhum despreza a sua presa, até para não permitir que outros lobos adentre o seu quintal. O lobo apenas estabelece prioridades, mas sem abandonar nehuma de suas presas ao inimigo. O André deveria saber disso, aliás, penso que sabe e bem. Apenas quer dá uma de Mané, ou que te fazer de…Né André?

  7. Jose mestre Carpina

    28 de dezembro de 2015 12:07 pm

    TEST DRIVE pro Brasil
    Se liguem nas bandalheiras que estes cabras irão fazer com a Argentina ….
    Vai ser um bom antídoto contra o partido do playboy do LeBron. …

  8. Jose mestre Carpina

    28 de dezembro de 2015 12:15 pm

    TEST DRIVE pro Brasil
    Se liguem nas bandalheiras que estes cabras irão fazer com a Argentina ….
    Vai ser um bom antídoto contra o partido do playboy do LeBron. …
    Só lembrando o outro escovinha do Chile…Só durou um verão!

  9. Jose mestre Carpina

    28 de dezembro de 2015 12:15 pm

    TEST DRIVE pro Brasil
    Se liguem nas bandalheiras que estes cabras irão fazer com a Argentina ….
    Vai ser um bom antídoto contra o partido do playboy do LeBron. …
    Só lembrando o outro escovinha do Chile…Só durou um verão!

  10. Jorge Moraes

    28 de dezembro de 2015 12:52 pm

    Acompanhar os passos

    Ao acompanharmos os passos que vêm sendo dados em nosso vizinho, estaremos assistindo, ressalvadas diferenças específicas relevantes, porém não comprometedoras da validade comparativa, o que seria – ou será – um governo capitaneado pelas forças de direita que se opõem ao período Lula-Dilma. 

    Em “A Doutrina do Choque – Capitalismo de Desastre”, a jornalista canadense Naomi Klein, fundada em levantamentos de campo realizados em várias partes do globo (Iraque pós-invasão, Indonésia pós-tsunami, Rússia período Yeltsin, dentre outros), demonstra como os desastres, naturais, políticos e econômicos, e particularmente o medo decorrente de tais traumas, é utlizado pelo capital (em sua fase atual, tido como “de cassino” ou “de rapina”) para produzir saqueios, com – e até sem -disfarces.

    As críticas dos comentaristas André e NRA desqualificam o artigo, aparentemente pela rejeição à suposição de que as eleições que deram a vitória ao macrismo (vitória apertada, por sinal) possam não ter sido limpas.

    O aspecto não é central no artigo. Basta lê-lo com olhos menos enviesados.

    A suposição da “falta de limpeza” das eleições não pode ser tomada como absurda, de modo algum. É fato notório – e até óbvio – que o poder econômico participa, direta ou indiretamente, dos processos eletivos. Ultimamente, inclusive, apostando fichas em agrupamentos partidários de concepções de desenvolvimento divergentes. Mas isso não quer dizer, basta ver como as mídias mais potentes do Brasil tratam os governos Lula e Dilma, que não haja preferências. E que essas preferências, longe de serem apenas referenciadas por ideologia, têm sinalização positiva de um certo país do norte da América, bastante assíduo em golpes mundo afora, e Latinoamerica adentro.

      

  11. Andre Araujo

    28 de dezembro de 2015 12:56 pm

    O articulista sequer menciona

    O articulista sequer menciona que a população argentina estava farta dessa SUB EVITA mal humorada que brigou com todos os segmentos da economia, destruiu a pecuaria e estava no caminho de destruir a agricultura argentina enquanto presidia um grupelho de golden boys, nenhum especialista em coisa nenhuma, especies de leão de chacara de seu governo desastroso.

    E quando o autor fala de politica mafiosa de Macri não há nada mais historicamente mafioso na politica sula americana do que o peronismo com sua longa tradição de truculencia, autorritarismo e confrontacionismo permanente.

    1. Fr@ncisco

      28 de dezembro de 2015 1:43 pm

      Vai Ver Que, Os Fatos…

      Vai ver que não menciona a população argentina estar tão farta da “SUB EVITA”, em função que, apesar da intensa campanha “jurismidiática” contra, em todo o seu mandato e como aqui, no comando da oposição, a “SUB” saiu do governo com mais de 50% de popularidade e com o “seu não candidato” perdendo a eleição por 680 mil votos ou seja, diferença de 1,34%.    

  12. Gilson AS

    28 de dezembro de 2015 1:46 pm

    Lamento por alguns hemanos

    Lamento por alguns hemanos que não votaram no Aécio Macri.

    Mas, por outro lado

    Que bom !

    Que beleza !

    Serve de paradigma para nós.

     

  13. altamiro souza

    28 de dezembro de 2015 2:06 pm

    o que qcontece ou acontecerá

    o que qcontece ou acontecerá na argentina é uma clara

    prévia do que poderá ocorrer no brasil se essa máfia golpista

    e fascisa ascender ao governo em 2018…

    de olho no que ocorre lá, portanto.

  14. leonidas

    28 de dezembro de 2015 3:14 pm

    Engraçado como temos já

    Engraçado como temos já textos sobre a Argentibna e nada vemos sobre a Venezuela ´né?

    E os estelionatarios da democracia sempre prontos para dar palpite sobre governos dos quais nao gostam se calam se fazendo de mortos para ignorar os ABSURDOS que ocorrem na republica bolivariana banana del hermanos.

    A esquerda realmente tem um problema cronico de falta de honestidade ideologica a gente sabe disso mas esse tipo de coisas escancara isso de forma constrangedora…rs

    1. Dimas Jayme Trindade

      29 de dezembro de 2015 1:49 am

      O problema é que isso se

      O problema é que isso se repete também com a direita. Ou seja, empatamos.

      1. leonidas

        29 de dezembro de 2015 11:03 am

        Mas quem vive enchendo o saco

        Mas quem vive enchendo o saco falando de “Midia ” parcial são vcs! 

        Logo nao basta reconhecer tem que parar de ser desavergonhado e falar contra aquilo do qual fazem parte…rs 

  15. Sérgio T.

    28 de dezembro de 2015 4:32 pm

    Ruim

    Não é pelo fato de se ter ideais de esquerda, que devemos justificar tudo e todos que são ou se dizem nossos aliados.

    O texto é ruim e pior, desonesto! 

    Assim como tenho dó de argumentos direitistas que nos remetem à guerra fria, tenho dó de textos com argumentação de esquerda (hoje pseudo), que nos remetam à guerra fria. Os argentinos elegeram o que o autor chama de elite mafiosa, e pagarão o preço por sua escolha. E se for o caso darão um jeito de corrigir o erro em outro momento… A história nunca acaba, ela sempre flui…

    Não tenho dúvidas que a continuar nessa toada, o governo Macri perderá base de apoio e não se reelegerá nunca mais sem se socorrer da criação de ambiente golpista (mídia, judiciário, militares, classe média conservadora). Se isso ocorrer, a luta continuará como sempre continuou. Aliás, se esse governinho continuar nessa balada, vai tirar a direita de cena por muitos anos por aquelas plagas, caberá a esquerda vigiar e lutar contra as mentiras de praxe, vinda dos setores idém (igualzinho aqui, só que lá o povo até é um pouco mais preparado)… Mas deslegitimá-lo agora com esses argumentos, é apelar. Macri venceu dentro do processo legal vigente, igualzinho fez o PT aqui. Esse texto parece feito pelo MBL só que com orientação ideológica trocada.

    Um abraço.

  16. Wendel

    28 de dezembro de 2015 6:21 pm

    Bom……………..

    Alguns sempre defendrão, outros acusarão, e vários outros se beneficiarão !!!!!

    No caso presente, creio que o Macri, gostemos ou não, foi eleito com um proposito, qual seja, detonar o Mercosul.

    Tão logo eleito, deu declarações se intrometendo nos assuntos internos da Venezuela, e não dúvido que muito em breve a proxima vitima seja o Durão. a Dilma pelo visto, ainda tem alguma folga, mas ainda é uma grande dúvida!!!

    Quanto aos que dizem não estar os EU interessado em paises do seu quintal, chega a ser hilário, pois os argumentos usados são de uma pobreza sem limite!

    Às vezes penso que merecem algum crédito, mas passados alguns dias, vejo que perco meu tempo em ler comentários idiotas como estes!”

    Se considerarmos que os paises do  terceiro mundo, são fornecedores de matérias primas e commoditys para os desenvolvidos, já é suficiente para derrubar estes argumentos fajutos!!!!

    Finalmente quero dizer que, a desestabilização dos ditos governos progressitas, é mais que óbvio, e caminha celeremente, e o Brasil que abra bem os  olhos, pois, nada impede que amanhã, sejamos a Argentina citada no artigo. 

     

     

  17. alfredo machado

    28 de dezembro de 2015 11:20 pm

    bum !!!!!!

    Nassif,

    Não houve qualquer surpresa no resultado final da eleição argentina.

    Como sempre, os parisienses da América do Sul optaram pelo atalho da desgraça, talvez por saudade dos gloriosos tempos de Menem, quando se chegou ao ponto de ninguém poder sacar $$$ do banco. Aquela sociedade parisiense já começou a sentir as lambadas nas costas, pois maxi de 25% é prá arrebentar com a maioria daquele povo dito intelectualizado.

    Quanto à manipulação daquela mídia de péssima categoria, nenhuma novidade, quaisquer daqueles parisienses já deveriam saber disto.

    Cabe ressaltar a total alegria de um segmento daquela sociedade, a tal ” ponta da pirâmide”, que roubará como nunca durante o período em que a corrente à qual pertence Macri estiver no Poder.

  18. Monier.,.,.,.,

    29 de dezembro de 2015 12:03 am

    Estive anteontem na porta da

    Estive anteontem na porta da Casa Rosada. Alguns blindados de conter protestos parados ali em frente, com equipes dormindo dentro. A Plaza de Mayo dividida ao meio por uma barreira. Um único grupo de manifestantes, militares das Malvinas. Nos arredores, dúzias de equipes de Polícia Federal. Alguns fazendo abordagens em gente mais humilde. Alguns quarteirões ao lado, um protesto de kirchneristas. A sensação na capital era de estado de sítio, apesar de serem todos bastante gentis e receptivos.

  19. wladimir teixeira

    29 de dezembro de 2015 9:09 am

    ARG X BRA
    Excelente análise, texto brilhante. Quero acrescentar à discussão o interesse da máfia sionista internacional em fomentar uma rivalidade política entre Brasil e Argentina, podendo escalar para um conflito armado, ao estilo George Orwell.

    1. leonidas

      29 de dezembro de 2015 4:03 pm

      Mafia Sionista

      Mafia Sionista Internacional…

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      O tipo de gente que considera o texto excelente já deixa claro o quanto ele é desconexo e mal intencionado…rs

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