
Do Conselho Nacional do Ministério Público
Em plenário, pronunciamentos repudiam represália social sofrida por ministros do STF e do STJ
O conselheiro Walter Agra registrou, durante a 24ª Sessão Ordinária do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), realizada nesta terça-feira, 15 de dezembro, solidariedade aos ministros Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Marcelo Navarro Ribeiro Dantas, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), pelo fato de estarem sofrendo represália por conta de seus atos praticados na Operação Lava-Jato e no pedido de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff, respectivamente.
marcos nunes
16 de dezembro de 2015 1:49 pmPode pegar MP e todas as demais instâncias do Judiciário e…
Repudio 99,9% das ações do Judiciário, logo desses cidadãos que vestem aquela roupa horrível e se pretendem senhores da razão e do direito. Tenho pleno direito à opinião de que eles não merecem nenhuma confiança, pois nenhuma confiança fazem por merecer através de seus sucessivos atos contrários ao próprio espírito das Leis (embora eu também não seja lá muito reconhecedor de que esse espírito existe no sentido de proporcionar igualdade, liberdade e fraternidade para todos os cidadãos, sem distinção de qualquer tipo).
Portanto, o Conselho do MP tem mais é que entubar o fato de que o Judiciário brasileiro é classista e comprometido com o que há de pior neste país.
racs
16 de dezembro de 2015 1:59 pmMarcos Nunes, posso assinar
Marcos Nunes, posso assinar embaixo?
marcos nunes
16 de dezembro de 2015 2:27 pmSim, não, talvez, bem…
Assina, mas troca o nome!
antonio francisco
16 de dezembro de 2015 3:01 pmIsto mesmo, marcos nunes!!
Assinado:
OINOTNA OCSICNARF
marcos nunes
16 de dezembro de 2015 3:04 pmFaça o que digo, faça o que eu não faço
Isso aqui tá cheio de engraçadinho… Vou-me embora: sou capitalista, odeio concorrência!
martos
16 de dezembro de 2015 2:31 pmAssino embaixo. São
Assino embaixo. São defensores dos potentados.
Porque será que Covas e Magalhães
16 de dezembro de 2015 1:51 pmQuais seriam as reoresalias?
Quais seriam as reoresalias? Não entendi, se for verdade estariam submetendo-se a pressões?
Mircon
16 de dezembro de 2015 2:13 pmE fica só por isso,
E fica só por isso, né?
“Pronunciamento, Represálias…”
Quem praticou represália contra um ministro? Qual foi a represália? Tem nome o praticante?
Não seria obrigação de o STJ oficializar a denúncia e exigir punição ou investigação?
Paulo S.
16 de dezembro de 2015 2:56 pmÉ fácil resolver isso: que a
É fácil resolver isso: que a PF chegue nos que ameaçam os ministros e abra uma denúncia de ameaça/desrespeito à autoridade. Com certeza vão botar o rabo entre as pernas e pensar duas vezes antes de vomitar qualquer impropério contra alguém. É só fazer a lei ser cumprida.
Marco Vitis
16 de dezembro de 2015 3:02 pmFascismo é o nome
Magistrados dos Tribunais Superiores estão sentindo na própria pele a ação fascista do grupo chefiado por Sérgio Moro.
Ou recuperamos o Estado Democrático de Direito, ou estaremos dominados por pessoas infames…
RICARDO EDMUNDO CECONELLO
16 de dezembro de 2015 3:05 pmPOR QUE O STF TEM QUE ESCOLHER O VOTO SECRETO ?
O GOLPE É MAIS EMBAIXO – JUÍZES GOLPISTAS TOMAM O MEIO DE CAMPO, E EXPULSAM DEMOCRATAS Ricardo Edmundo Cecconello em 16 de dezembro de 2.015 IMPEACHMENT é cortina de fumaça..Aécio, através de Michel Temer, se diz pronto, pra ser o novo Presidente, sem vencer eleições!!! EM DEFESA DA DEMOCRACIA, CONTRA O GOLPE DO TSE OS FATOS Diante do impedimento de Gilmar Mendes (membro do STF), O PSDB teve que recorrer ao seu outro “cão de guarda pra assuntos jurídicos” Ives Gandra Martins logo no início de 2015. Era preciso alguma manobra que levasse para o “tapetão” a disputa vencida por Dilma Rousseff. Cientes de que ainda seria pouco, acionaram outros juristas que se alinhavam ao projeto demo-tucano. Bingo, os “bicudos” encontraram um Bicudo (Hélio) solto. Este, há muito tempo descontente com o PT, daria ao pedido de impeachment um certo ecumenismo ou, pasmem, um certo apartidarismo.Nas oposições, em particular no PSDB havia desde dezembro de 2014 uma posição contra Dilma, independentemente de qualquer julgamento.Afinal de contas quais crimes teriam sido cometidos por Dilma? Roubo? Corrupção? Falta de decoro? Não!!! Então qual era a alternativa que restava? Ora, salientou Gandra, as “pedaladas fiscais”. Mas outros governos fizeram o mesmo e nada houve contra eles? Este governo tem ao seu favor o princípio da jurisprudência, não o destituiremos apenas com a tese das “pedaladas”. Poderia objetar e/ou ponderar algum tucano mais prudente. Mas, enquanto não vem a outra arma ” supostas irregularidades eleitorais”, tão adornada pelo nosso “contato no TSE” (aqui um doce pra quem adivinhar) vamos com as “pedaladas” mesmo.O primeiro round foi o acolhimento pelo TCU de tais ilícitos e que era um “mamão com açúcar”. O segundo round consistiu no deflagração, pelo presidente da Câmara dos Deputados, do processo de impeachment. Antes era preciso reforçar a ideia de que a oposição que “pariu” Eduardo Cunha”, surpresa com as notícias de crimes atribuídos a ele, não anda mais de mãos dadas com o “desafeto de Dilma”. Eduardo que nada mais tem a perder (será cassado, julgado e condenado) opta por disparar contra o governo na esperança de que alguém possa acolhe-lo numa espécie de impensável (e patética) “colaboração premiada” em tempos de “delação premiada”.Em seguida, entram em cena os estrategistas para darem uma “mãozinha” ao polido “jurista”. O plano é o seguinte: 1 – Conclamar o “povo” a encherem ruas e praças exigindo o impeachment; 2 – Acionar os operadores do “Mercado”, como fizeram durante o ano de 2014, para que as oscilações do mercado reforcem a tese de que este governo não é bom e qualquer outro seria melhor e 3- acionar grande parte da mídia (Globo,Folha, Estadão, Veja, UOL) pra reforçarem o “senso-comum” de que o governo é corrupto e incompetente. A quarta parte (mais fácil deste plano) é desintegrar a base sustentadora do governo no parlamento. Esta base, liderada pelo PMDB de Michel Temer, se move segundo seus interesses que estão longe de serem “nobres ou republicanos” e os gritos das ruas, gritos que dependem dos estímulos da grande mídia e dos acenos do “mercado”.O QUE E COMO FAZER?Como o governo encontra-se sitiado, desativar esta “bomba golpista” não será fácil e o único caminho é contar com a mobilização solidária dos setores sociais que foram, desde 2003, priorizados pelos governos Lula e Dilma. Setores sociais que, historicamente, eram desamparados e alijados por conta dos ajustes neoliberais. O Brasil melhorou no plano sócio-econômico de maneira substantiva, esta melhoria retirou milhões de brasileiros da miséria.É imperativo que os homens e mulheres de bem deste país se juntem à maioria parcialmente contemplada pelo governo para defenderem o governo, pois estariam defendendo algo mais importante a ordem democrática de direito. Feito isso, é imprescindível que esta mesma maioria se torne de fato protagonista política pra que o governo deixe de ser refém de conchavos construídos por parlamentares que só pensam em seus umbigos e recoloque o Brasil nos trilhos da prosperidade e da justiça social.Cires PereiraNuma manobra inacreditável, a relatora, Ministra Maria Thereza de Assis Moura, entrega relatoria para ninguem mais, ninguem menos, que Gilmar Mendes! Que deveria ser impedido, por tantas declarações que deu contra PT, Dilma e Lula. Está armado o GOLPE! Às ruas, brasileirinhos. É A ÚNICA DEFESA QUE NÓS TEMOS CONTRA OS GOLPÍSTAS – A PRESSÃO DAS RUAS.
Jossimar
16 de dezembro de 2015 4:01 pmSe estão atacando a honra de
Se estão atacando a honra de pessoas probas estão cometendo crime.
Porque continuam soltos quando tem um monte de gente presa pelo Moro há meses sem acusação e sem ser ouvida. O que no fundo também é crime.