4 de junho de 2026

Em Brasília, Bill Clinton faz discurso otimista sobre o Brasil

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Jornal GGN – Para o ex-presidente americano Bill Clinton, existem poucos lugares no mundo para ser tão otimista quanto no Brasil. Em discurso de encerramento do Encontroa Naciona da Indústria (Enai), em Brasília, Clinton afirmou ser natural que “eventos negativos dominem as manchentes”, mas o futuro é construído com as perspectivas de longo prazo. 

Clinton reconheceu o momento “desafiador” da política e economia brasileira, mas pediu aos presentes para refleitr  sobre “as notáveis mudanças” que aconteceram no país nas duas últimas décadas, destacando a diversificação da economia e e esforço para conter a devastação das florestas. Ele também mencionou a redução da desigualdade, dizendo que viu o nascimento do Bolsa Escola com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, programa que cresceu na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva.“Há mais notas positivas do que negativas sobre o Brasil”, dizendo que os destinos do Brasil e dos Estados Unidos estão “interligados”.

Do Valor

Clinton: “Há poucos lugares para ser tão otimista como no Brasil”

Por Daniel Rittner e Eduardo Campos

O ex­-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton disse nesta quinta-feira que existem “poucos lugares no mundo” para ser tão otimista como no Brasil. “É natural que eventos negativos dominem as manchetes, mas o futuro é forjado pelas perspectivas de longo prazo”, afirmou Clinton, em discurso de encerramento do Encontro Nacional da Indústria (Enai), que ocorre em Brasília.

Como preâmbulo, o ex-­presidente americano reconheceu que o momento político e econômico brasileiro pode soar “desafiador”. Ele lembrou que, depois da crise de 2008, muitas pessoas acreditavam que o centro das decisões mundiais estaria migrando para os países do Brics ­ o bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

A China tem enfrentado desafios para substituir o comércio exterior pela demanda interna como motor do crescimento, a Rússia foi atingida pela queda dos preços do petróleo e pelas sanções econômicas, as reformas liberalizantes propostas pelo governo da Índia não conseguem avançar no Parlamento. “Tudo isso teve impacto para o Brasil, porque uma parte significativa do PIB está relacionada às exportações e boa parte das exportações é de commodities”.

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7 Comentários
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  1. aldo c. s

    12 de novembro de 2015 5:23 pm

    O estrangeiro sabe mais sobre

    O estrangeiro sabe mais sobre o Brasil do que a imprensa golpista tupiniquim

  2. Álvaro Noites

    12 de novembro de 2015 5:53 pm

    O FHC esteve por lá para o

    O FHC esteve por lá para o beija-mão?

    1. alexis

      12 de novembro de 2015 7:08 pm

      Que felicidade! Parece bonequinho de borracha….pffsss!

  3. maria rodriguesm

    12 de novembro de 2015 5:57 pm

    Fico impressionada quando

    Fico impressionada quando vejo pessoas com Clinton virem ao Brasil para darem, em poucas linhas, uma aula de economia para os medíocres parlamentares oposicionistas, que só tem posição para falar mal da Pátia-mãe, ou para aplaudirem uma figura tosca, feia de espírito, e suja como a lama, como fazem com Eduardo Cunha.

    Vira-e-mexe e sabemos de mais um capaz de lá ou cá dizerem o que precisa ser dito a essa canalha de pkantão, anti-Brasil.

  4. lenita

    12 de novembro de 2015 6:28 pm

    Após as escutas americanas

    E a criação dos BRICS e Pré sal, não confio mais em nenhum americano, mesmo que esteja cheio de boas intenções.

  5. emerson57

    12 de novembro de 2015 8:23 pm

    comunista

    Esse ex presidente comunista tem que assistir os jornais da rede roubo e ler a zóia para ficar por dentro da situação.

    Se ele se informar devidamente pelo PIG (Primeyra  Imprensa Gloriosa) eu garanto que ele não mais voltará.

    Se voltar trará uma caçarola para surrar na sacada do hotel e apoiar o fora Diuma. 

  6. IZA13

    12 de novembro de 2015 9:40 pm

    Deveriam perguntar ao ex-presidente

    Deveriam perguntar ao ex-presidente Bill Clinton, o que aconteceria lá nos EUA, se procuradores da república, autoridades que dizem defender o país, enviassem documentos de uma empresa americana para o Brasil, para que a justiça brasileira a processasse, e exigisse bilhões?

    Não estou falando nem de uma empresa Estatal, ou de uma daquelas “agências” que todos conhecem?

    Aqui no Brasil, criminosos travestidos de “otoridades” são aplaudidos por imbecis, entreguistas e traidores.

     

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