Em Brasília, Bill Clinton faz discurso otimista sobre o Brasil

Jornal GGN – Para o ex-presidente americano Bill Clinton, existem poucos lugares no mundo para ser tão otimista quanto no Brasil. Em discurso de encerramento do Encontroa Naciona da Indústria (Enai), em Brasília, Clinton afirmou ser natural que “eventos negativos dominem as manchentes”, mas o futuro é construído com as perspectivas de longo prazo. 

Clinton reconheceu o momento “desafiador” da política e economia brasileira, mas pediu aos presentes para refleitr  sobre “as notáveis mudanças” que aconteceram no país nas duas últimas décadas, destacando a diversificação da economia e e esforço para conter a devastação das florestas. Ele também mencionou a redução da desigualdade, dizendo que viu o nascimento do Bolsa Escola com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, programa que cresceu na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva.“Há mais notas positivas do que negativas sobre o Brasil”, dizendo que os destinos do Brasil e dos Estados Unidos estão “interligados”.

Do Valor

Clinton: “Há poucos lugares para ser tão otimista como no Brasil”

Por Daniel Rittner e Eduardo Campos

O ex­-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton disse nesta quinta-feira que existem “poucos lugares no mundo” para ser tão otimista como no Brasil. “É natural que eventos negativos dominem as manchetes, mas o futuro é forjado pelas perspectivas de longo prazo”, afirmou Clinton, em discurso de encerramento do Encontro Nacional da Indústria (Enai), que ocorre em Brasília.

Como preâmbulo, o ex-­presidente americano reconheceu que o momento político e econômico brasileiro pode soar “desafiador”. Ele lembrou que, depois da crise de 2008, muitas pessoas acreditavam que o centro das decisões mundiais estaria migrando para os países do Brics ­ o bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

A China tem enfrentado desafios para substituir o comércio exterior pela demanda interna como motor do crescimento, a Rússia foi atingida pela queda dos preços do petróleo e pelas sanções econômicas, as reformas liberalizantes propostas pelo governo da Índia não conseguem avançar no Parlamento. “Tudo isso teve impacto para o Brasil, porque uma parte significativa do PIB está relacionada às exportações e boa parte das exportações é de commodities”.

Continue lendo

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora