
Jornal GGN – Pesquisa Datafolha com 324 deputados federais, realizada entre 19 e 28 de outubro, mostra que a oposição ao governo Dilma Rousseff (PT) não tem sequer metade dos votos necessários para aprovar o impeachment da presidente em plenário, caso a discussão chegue a este ponto.
Pela legislação recomendada pelo Supremo Tribunal Federal, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), precisa acatar o pedido de impeachment e levá-lo a uma comissão especial, formada por representantes de todos os partidos, que deverão autorizar o debate sobre o afastamento de Dilma no plenário. Se isso ocorrer, a oposição precisa de 2/3 dos votos da Câmara (342, portanto), para deflagar o processo contra Dilma.
Passada essa etapa, o processo seguirá para o Senado, que será presidido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski. Mas na Casa comandada por Renan Calheiros (PMDB), a oposição à Dilma também não possui a quantidade de votos necessária ao impeachment.
“Entre os deputados que aceitaram participar da consulta, 39% disseram que votarão a favor da abertura do processo se a questão for levada ao plenário da Câmara. Outros 32% afirmaram que votarão contra. E 29% dos consultados não se posicionaram nessa questão. Preferiram não responder ou disseram que não tinham posição formada sobre o tema”, publicou a Folha nesta sexta-feira (30).
No universo analisado pela Folha (que quase se aproxima dos dois terços da Câmara), 29% de indecisos representam, na prática, 94 deputados. Se todos eles decidissem somar forças com a oposição (39% representa 127 deputados), o resultado seria uma frente de 221 parlamentares a favor do impeachment de Dilma, número abaixo dos 342 necessários.
Se a pesquisa for lida pelo prisma da proporcionalidade, esses 29% de indecisos somados integralmente aos 39% a favor do impeachment representariam, num universo de 513 deputados, 348 parlamentares contra Dilma. A oposição, então, venceria por seis votos de diferença, apenas. Mas precisaria da ajuda de quase 100% dos que hoje estão indecisos.
No Senado, a oposição também precisaria de dois terços de apoio para derrubar Dilma do poder, ou seja, de 54 de 81 votos disponíveis na Casa. O Datafolha ouviu 51 senadores sobre o impeachment de Dilma, e o resultado também foi mais favorável à presidente do que à oposição.
“O maior grupo (43%) disse que vota contra o afastamento definitivo, caso a Câmara abra um processo de impeachment. Os que prometeram votar a favor somam 37%. E 20% dos senadores não se posicionaram.”
vera lucia venturini
30 de outubro de 2015 12:14 pmOu seja, o que estão fazendo
Ou seja, o que estão fazendo é destruir a economia e tumultuar o país. Um bando de moleques canalhas golpistas. Capitaneados por FHC e Cunha.
SUPER PREOCUPADO
30 de outubro de 2015 12:18 pmO Lula já admitiu que só
O Lula já admitiu que só superando a crise o impechment será afastado.
Alguém aposta na superação da crise com a Trinca de Ases Dilma – Levi – Tombini ?
Negrão
30 de outubro de 2015 12:33 pmVotos da oposição ?
E eu
Votos da oposição ?
E eu achando que quem esta querendo derrubar Dilma são os partidos aliados.
Puxa vida, eu me apresento como articulista, mais não enxergo um palmo a frente.
Pode isso ?
CB
30 de outubro de 2015 12:46 pmA oposição
A oposição política-jurídica-midiática quer destruir o Brasil porque sabe que depois a mídia corrupta-zelotiana vai convencer muitos analfabetos políticos de que a culpa é do PT. Aliás, foi mera coincidência que o MPL tenha voltado às ruas justamente quando professores e alunos protestam contra o fechamento de escolas promovido por Geraldo “Reorganização” Ackmin.
Fábio de Oliveira Ribeiro
30 de outubro de 2015 1:25 pm@DepEduardoCunha conspirando
@DepEduardoCunha conspirando contra a soberania popular que empossou @dilmabr http://33.media.tumblr.com/5f57807d0e79efd5f8a8ae84258a7aa4/tumblr_nw8bpa7si81uzffrho1_400.gif. A vingança dos justos será impiedosa.
Renato Lazzari
30 de outubro de 2015 1:33 pmMas a Folha nunca quis o
Mas a Folha nunca quis o impeachment de Dilma. Sempre quis foi botar poder em cima, intimidar com a ameaça de impeachment.
O que a imprensa tradicional quer é poder. E como não pode se candidatar diretamente, precisa mandar em quem tem poder público, institucional. Ou usar de seu poder de difusão e convencimento para infiltrar seus agentes lá, que já chegam mandados.
Aliás não só as empresas dessa imprensa tradicional mas toda iniciativa privada quer meter a mão no que é público.
conta simpes
30 de outubro de 2015 4:53 pm[ Mas a Folha nunca quis o
[ Mas a Folha nunca quis o impeachment de Dilma. Sempre quis foi botar poder em cima, intimidar com a ameaça de impeachment. [[ o PIG fez um conta simples: depois de Dilma não há outra chance de qualqiuer governo petista, numa série de mais 50 desses sseguidos, de haver algum outro pior do dos de FHC.
Augusto César Barbosa Dornelas
2 de novembro de 2015 12:33 pmImpeachment
Quem manda eles terem um número de picaretas inferior ao que rege o regimento da casa dos picaretas?
É Matemática e está na Constituição, minha gente!