Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – O relatório da Polícia Federal que isentou Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney de obstrução de Justiça envolvendo a Lava Jato revela a disputa de bastidores entre os procuradores e a autoridade policial por conta das delações premiadas. É o que diz a coluna de Lauro Jardim, nesta terça (25).
No relatório, a PF mostrou que o fato de Jucá ter conversado sobre “estancar a sangria” da Lava Jato e criar um “grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo” com Sergio Machado não é prova de que eles atuaram para derrubar a operação.
A delegada que assina o documento insinuou que a gravação feita por Machado foi imprestável para esse caso e, por isso, seu acordo com o Ministério Público deveria ser cancelado.
PF versus MPF, o round eterno
Em O Globo
A cúpula da PGR viu um quê de briga corporativa no relatório da delegada Graziela Machado, da PF, divulgado na semana passada, discordando de que tenha havido obstrução de Justiça por parte de Renan Calheiros, José Sarney e Romero Jucá na conversa gravada por Sérgio Machado.
Especialmente no trecho em que Graziela, na visão dos procuradores, extrapola suas atribuições de delegada e sugere a cassação de benefícios do delator.
Na PGR, isso foi visto como parte da briga sobre quem pode ou não fazer delações.
Marcos Antônio
25 de julho de 2017 6:27 pmAção entre amigos…
O golpe começou com a “ALA” juridica + PF + MP de profissionais com “certa” tendência ao PSDB…
Agora estão “aparecendo” a “ALA” juridica + PF + MP de profissionais com “certa” tendência ao PMDB + DEM…
Vão se salvar todos, menos os do PT!
Estamos ferrados…
Ivan de Union
25 de julho de 2017 8:05 pm“Isentou”?
MACONS DE MERDA.
Isso sim.