
Jornal GGN – O setor varejista brasileiro fechou o mês de julho com uma redução de 1% no volume de venda em relação ao visto no mês anterior, na série ajustada sazonalmente, de acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Este foi o sexto mês consecutivo de queda do indicador. Nesta mesma comparação, a variação da receita nominal foi de 0,1%.
Quanto à média móvel trimestral, o volume de vendas registrou queda de 0,8%, enquanto a receita apresentou taxa de 0,3%. Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), o varejo nacional apresentou, em termos de volume de vendas, decréscimo de 3,5 % sobre julho do ano anterior, acumulando variações de -2,4 % no ano e de -1% nos últimos 12 meses. Para os mesmos indicadores, a receita nominal de vendas apresentou variação de 4,2 %, 4,2 % e de 5,3 %, respectivamente.
A análise dos dados entre junho e julho, na série com ajuste sazonal, mostra que a redução foi apurada por sete dos oito segmentos observados no varejo. Os resultados abaixo da média nacional foram registrados em Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-5,5%); Móveis e eletrodomésticos (-1,7%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,3%); e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-1,1%). Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1%), e Tecidos, vestuário e calçados, também com variação de -1%, registraram taxa igual a média das vendas totais no varejo. O segmento de Combustíveis e lubrificantes (-0,4%) registrou variação negativa, enquanto a atividade de Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,0%) ficou estável.
Na comparação com julho de 2014, o total do varejo registra queda de 3,5% com perfil disseminado de variações negativas alcançando seis das oito atividades: Móveis e eletrodomésticos (-12,8%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,1%), Tecidos, vestuário e calçados (-8,1%); Combustíveis e lubrificantes (-3,6%); Livros, jornais, revistas e papelaria(-9,2%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-5,2%). Por outro lado, Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; e Outros artigos de uso pessoal e doméstico, com taxas, respectivamente, de 1,6% e de 0,3% foram os segmentos que registraram aumento das vendas no varejo em relação a julho de 2014.
A análise regional mostra que 20 das 27 unidades da federação apresentaram variações negativas no volume de vendas, na passagem de junho para julho (série com ajuste). As taxas variaram de -4,9%, no Amapá, a -0,3%, em Minas Gerais. Nos estados do Maranhão, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, o volume de vendas se manteve estável nessa comparação. Por outro lado, com aumento no varejo, figuraram: Roraima (2,7%), Pará (1,6%), Paraíba (1,3%) e Amazonas (0,3%).
Na comparação com julho de 2014, a redução do volume de vendas no varejo também teve perfil disseminado, alcançando 22 das 27 Unidades da Federação, com destaque para os dados apresentados no Amapá (-17,4%) e Alagoas (-11,7%). Quanto à participação na composição da taxa do comércio varejista, destacaram-se, pela ordem: São Paulo (-3,8%); Rio de Janeiro (-4,0%); Rio Grande do Sul (-7,1%).
emerson57
16 de setembro de 2015 4:31 pmganância
As vendas caem, os preços sobem.
Na minha opinião trata-se de pura ganância.
Desse jeito voltaremos a idade média.
Luciano GM
16 de setembro de 2015 5:14 pmAs vendas caem?
Pero no mucho?
Ao considerar o comércio varejista ampliado, que inclui as vendas de veículos e material de construção, o volume de vendas cresceu 0,6% – texto do G1.
Caiu, mas não caiu.
Jesus Cristinho
16 de setembro de 2015 6:07 pmAssustador se pensar que
Assustador se pensar que agosto foi ainda pior que julho.
Recessão do Brasil neste 2015 será pior que -3%.
Alexandre Weber - Santos -SP
17 de setembro de 2015 1:48 pmOs primeiros 15 dias de Setembro Negro foram pior ainda
A espiral da queda de vendas do varejo, vista por mim com o umbigo no balcão é muito, mas muito mesmo, pior.
Pode por uma queda de vendas de no mínimo uns 20% para mais nestes três meses e o pior é o viez que é de mais recessão.
Vamos para a Depressão a jato.
Não tem tempo para manobra mais e 2015.75 com suas maldades já está ai.
Outubro é o mês da virada.