1 de julho de 2026

O encontro de um caça russo com um navio americano no Mar Negro

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Enviado por jns

O encontro do avião russo Su-24 e o destróier americano USS Ross

Infoimagens: Reuteurs, Sputinik News e NavSource Naval History

Outros bombardeiros russos também voaram dentro do raio de visão do navio, disseram as autoridades americanas.

Militares dos EUA divulgaram um vídeo de um bombardeiro russo Su-24  voando próximo de um navio de guerra americano no Mar Negro, alegadamente, para dissipar o que chamou de relatos imprecisos da mídia sobre um evento de rotina.

Um avião Su-24 aparece distante e, em seguida, aproxima-se do destróier USS Ross em um tipo de incidente que é o mais recente exemplo dos encontros entre militares russos e ocidentais, com a continuidade das tensões da crise entre a Ucrânia e a Rússia, após a anexação da península da Crimeia, que abriga a frota russa do Mar Negro.

“A tripulação do navio agiu de forma provocativa e agressiva, o que causou alarme entre os operadores de estações de monitoramento e navios da Frota do Mar Negro que exercem atribuições no Mar Negro. A ação doa jatos de ataque Su-24 demonstraram a prontidão para reprimir violentamente as violações de fronteira e defender o interesse do país” disse uma fonte ao Sputinik News.

A Marinha dos EUA decidiu publicar as imagens – que raramente são divulgadas -, “porque estavámos insatisfeitos com os relatórios da imprensa e queríamos mostrar exatamente o que aconteceu”, disse o porta-voz do Pentágono, o coronel Steven Warren, aos repórteres.

“Nenhum dos aviões russos que voaram no raio de visão do navio estavam armados e nenhum dos lados promoveu qualquer ação agressiva”, disse Warren.

http://www.navsource.org/archives/05/05017143.jpg

Marinheiros a bordo do destróier de mísseis guiados USS Ross (DDG 71) montam uma arma calibre .50 na Base Naval do Rio de Janeiro, em 21 de outubro de 2005. As forças navais da Argentina, Brasil, Espanha, Uruguai e Estados Unidos participaram da fase UNITAS 47-06 no Atlântico. O exercício foi patrocinado pelo Comando Sul dos EUA para aumentar as relações amistosas, a cooperação e a compreensão mútuas entre as marinhas participantes, aumentando a interoperabilidade nas operações navais entre as nações do Hemisfério Ocidental.  Foto do fotógrafo pela 2ª Classe Michael Sandberg da Marinha do EUA.

Alguns meios de comunicação russos haviam informado que a aeronave forçou a mudança de curso do destróier americano para longe das águas territoriais russas na costa da Crimeia.

Mas o Pentágono disse que as notícias são “erradas” e “não refletem os fatos”.

O USS Ross estava em águas internacionais e “nunca mudou de rumo e nunca desviou de sua missão”, disse ele, acrescentando que não houve comunicação entre os aviões russos e o navio americano.

Com as tensões crescentes em torno da intervenção armada de Moscou na Ucrânia no ano passado, a Rússia intensificou os voos da sua frota de bombardeiros sobre o espaço aéreo de países da Otan, em particular.

O avião russo voou cerca de 1.600 pés (500 metros) de distância do navio dos EUA, a uma altitude de cerca de 600 pés, disseram as autoridades.

“Parece que os americanos esqueceram o incidente de abril de 2014, quando um Su-24 desligou todos os equipamentos no novo destroyer americano SS Donald Cook com elementos do seu sistema anti-míssil”, acrescentou a fonte do Sputinik News.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

9 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    2 de junho de 2015 5:48 pm

    As provocaçoes entre

    As provocaçoes entre norte-americanos e russos são evidentes, constituem os passos de uma dança macabra que só pode resultar em guerra convencional que evoluirá rapidamente para uma guerra termonuclear. Por isto, resolvi enviar mensagens aos meninos Barack Obama e Putin pelo Twitter. Minha política externa virtual não é baseada em armamentos ou ameaças e sim em argumentos.

     

    and Come on boys, we all know that we all will die if US and Russia start a nuclear war: http://aje.io/duml  .

    and Before you start WW III make a Peace Talks in Brazil. can lends the Amazon Theater for it.

    and Before you start WW III make a Peace Talks in Brazil. Come fishing and walk in the Brazilian rainforest.

    and No war is necessary. No peace is dishonorable. The Brazilian forest can teach it to Americans and Russians.

    and I’m nobody, yes, but I believe that will also work for peace and accept my suggestion.

     

    Sugeri ao Itamaraty que convide os meninos Obama e Putin para realizarem Conversações de Paz no Teatro Amazonas, em Manaus, antes do início da III Guerra Mundial. Gostemos ou não o Brasil será afetado pela guerra termonuclear e, portanto, nosso país tem interesse em evitá-la. 

  2. Transdnístrio

    2 de junho de 2015 6:16 pm

    É interessante ter em conta

    É interessante ter em conta os últimos acontecimentos que estão a ocorrer no sul da Ucrânia. 

    A cidade de Odessa fica no sudoeste da Ucrânia e é um dos lugares onde, após o “putsch” de Maidan, em Kiev, os descontentamento com o novo regime foi bastante explícito. Foi lá que grupos fascistas, junto com as forças de repressão, incineraram trabalhadores que, na sede do sindicato local, resistiam ao novo poder instituído.

    Odessa é um porto estratégico, de interesse para os EUA, no seu apoio ao regime ucraniano, e por sua proximidade com as bases da OTAN na Romênia e na Bulgária.

    Pois bem, para governar a região onde se situa Odessa, foi nomeado o ex-presidente da Geórgia (isso mesmo, um não-ucraniano) Mikhail Saakashvili, o mesmo que, contando com o apoio estadunidense (que, depois, não teve), lançou a Geórgia na aventura sangrenta da tentativa de tomada à força da Ossétia do Sul. Foi o presidente que, também, nomeou a avenida que liga o aeroporto de Tbilisi à capital de Av. George W. Bush.

    E, na mesma região, o governo de Kiev reforça as tropas na fronteira da Transdnístria, onde a população, que quer se separar da Moldávia, só é protegida das tropas desse país pelas forças de paz russas (desde os anos 90). Não se descarta uma provocação a essas tropas russas para criar um pretexto para atrair à Rússia a um conflito direto com a OTAN.

    O Vinhedo do Saker tratou dessa questão aqui:

    http://thesaker.is/from-odessa-to-transnistria-will-crazy-misha-start-another-war/

    http://br.sputniknews.com/mundo/20150530/1167161.html

    http://br.sputniknews.com/mundo/20150318/476702.html

     

     

     

     

  3. Athos

    2 de junho de 2015 7:44 pm

    Até os chineses estão por lá
    Até os chineses estão por lá a convite dos russos.

    Que coisa heim USA. E agora?

  4. agincourt

    2 de junho de 2015 7:45 pm

    fortes emoções

    Imagina agora se o avião fosse estadunidense, o navio fosse russo e, em vez do Mar Negro, estivessem todos um pouquinho antes das águas territoriais da costa dos Estados Unidos.

    Era a “América” toda e unida exigindo guerra.

    Nestes bicudos, o que faz um destroier da US Navy no Mar Negro?

    Estão querendo reviver as fortes emoções proporcionadas pela Crise dos Mísseis?

  5. André STK

    2 de junho de 2015 7:52 pm

    Alguém está mentindo

     

     

    http://actualidad.rt.com/actualidad/169727-misiles-ruso-bastion-donald-cook-destructor-crimea

    El sistema de misiles ruso Bastión o ¿qué pasó con el Donald Cook?

    Publicado: 21 mar 2015 08:49 GMT . Departamento de relación pública de la Flota del Mar Negro

    El documental ‘Crimea. El camino hacia la Patria’ cuenta cómo unos sistemas de defensa rusos únicos convirtieron la península de Crimea en una fortaleza inexpugnable hace un año.

    Todo sobre este tema

    ArmamentoEl Ejército ruso realizará pruebas de un nuevo sistema espacial Misiles antibuque chinos YJ-18, una “pesadilla para EE.UU.” “Rusia tiene derecho de desplegar armas atómicas en el país, incluso en Crimea, si fuera necesario”

    En el documental ‘Crimea. El camino a la Patria’, emitido recientemente por la cadena de televisión nacional Rusia 1, se muestra un episodio dedicado a los sistemas de misiles costeros Bastión-P.

    En marzo de 2014, el presidente Putin ordenó desplegar varios de estos temibles sistemas cerca de Sebastopol, en Crimea; una decisión que, como se reveló poco después, tenía razón de ser. Muy pronto el Bastión pudo repeler de las costas de Crimea la provocación del destructor ‘portamisiles’ estadounidense Donald Cook, recuerda el diario ruso ‘Rossíiskaya Gazeta‘.

    Este potente barco está armado con misiles de crucero Tomahawk, que tienen un alcance de hasta 2.500 kilómetros y capacidad de portar cargas nucleares. Además, el Donald Cook está dotado del sistema naval integrado Aegis, que une todos los misiles instalados en buques en una red general. Esto les permite realizar un rastreo de forma simultánea y atacar cientos de objetivos a la vez.

    Parecería que la aparición de un buque de este tipo en el mar Negro tendría que haber causado conmoción y terror. Pero sucedió lo contrario. Cuando hace un año en la costa de Crimea fueron desplegados los lanzadores Bastión con misiles supersónicos Yájont y empezó a funcionar el sistema de reconocimiento de radar Monolit-B, quienes experimentaron conmoción y terror fueron los marineros estadounidenses… Su equipo de a bordo señalizó que el buque se encontraba en la zona de posible impacto de misiles rusos.

    SEPA MÁS: Putin relata cómo los servicios de Inteligencia rusos impidieron el asesinato de Yanukóvich

    En consecuencia, el mando del destructor no quiso tentar la suerte y se alejó del lugar con tanta celeridad que “es posible que nunca antes se hubiera visto en el mar Negro un ‘ocho’ como el que dibujó en el agua el destructor estadounidense Donald Cook durante su huida del alcance del Bastión”, contó el comandante de la Flota del Mar Negro rusa, el almirante Alexánder Vitkó.

    El Bastión puede destruir tanto buques individuales como convoyes marítimos enteros. Sus misiles antibuque Yajont tienen un alcance de 300 kilómetros y logran una velocidad de 751 metros por segundo. El intervalo entre lanzamientos es corto: 2,5 segundos. 

    El sistema de control Bastión incorpora un programa según el cual los primeros blancos a destruir en los convoyes enemigos son los buques de escolta, y solo después es atacado el buque insignia. Cada uno de los misiles opera estrictamente contra su objetivo programado. Los expertos dicen que ninguna nave del mundo tendrá tiempo para defenderse de un ataque de ese tipo.

    27 estadounidenses dejan la Armada asustados por los cazas rusos

    Apenas un mes después de la infame fuga, el propio Donald Cook se llevó un susto de la mano del veterano bombardero táctico Su-24, que hizo 12 pasadas a baja altitud, simulando un ataque a la nave, que volvía a navegar por el mar Negro.

    . Konstantin Chalabov / RIA Novosti

    Los expertos coinciden en que el avión ruso utilizó su sistema de guerra electrónica Jibiny, causando el estupor de la tripulación de la nave estadounidense. El Jibiny, el actual sistema de guerra electrónica ruso, habría ‘apagado’ las pantallas de los radares del destructor, dejándolo indefenso. Como consecuencia, el destructor se dirigió rápidamente a un puerto rumano donde los estadounidenses pudieron restablecer los nervios. Pero no todos lo consiguieron: el estrés resultó demasiado fuerte para 27 marineros, que presentaron solicitudes de renuncia.

    Más tarde, el portavoz del Pentágono, Steve Warren, lanzó acusaciones contra Rusia. “Esta acción provocadora y nada profesional de Rusia es inconsistente con su protocolo nacional y con los previos acuerdos sobre la interacción profesional de nuestros Ejércitos”, dijo Warren, sin explicar por qué el Donald Cook estaba violando la Convención de Montreux, que no permite que los buques de guerra de países que no tienen salida al mar Negro permanezcan en él más de 21 días.

  6. Jose Mayo

    2 de junho de 2015 9:24 pm

    É… os norte-americanos sofrem muito

    … com essa nóia de que “não são queridos”.

  7. Paulo F.

    2 de junho de 2015 9:44 pm

    Desacostumaram

    Na Guerra Fria era muito pior!

  8. junior50

    2 de junho de 2015 10:29 pm

    Normal

     Regras de conduta e engajamento :

     1. Aproximação em curso paralelo, mantendo a linha de estibordo ou de bombordo do navio, após a “passagem”, recuperar altitude e velocidade derivando em oposto ao curso do navio. ( ou seu combustivel vai “pro saco” ).

     2. Ambos em “silêncio eletronico ” – não precisa “desligar”, as medidas defensivas ficam em modo passivo,  as ofensivas desligadas, sem emitir – tanto a aeronave ( SU-24MR ), quanto o DDG somente emitem pulsos de “navegação” em banda especifica.

     3. Engajamento: A maioria acredita que uma “ação ofensiva” é o disparo, mas pelas “regras de engajamento”, apenas a ação de “emitir” pulso ( sonar ativo, radar de alvo/telemétrico ), é uma ação ofensiva, pois o “iluminado” terá duas opções ao reconhecer o pulso, através do RWR/ECM ( aeronaves ) ou do MAGE ( navios ), ou o “embaralha “, “replica” (ECCM ), e concomitantemente se arma para a resposta pode até ” cavalgar o pulso de origem ( homing on jam )” em retaliação – TODA esta escala de ações, atualmente , com os sistemas totalmente automatizados ( tipo SPY1A dos DDG em pauta, ou os sistemas de ataque russos, tipo o Pastel/Ryobza ), não demora 30 segundos, o que é uma “eternidade”.

      4. Mar Negro e sua navegação: Consultem o Tratado dos Estreitos ( Montreaux – decada de 20 ), até chineses, brasileiros, paraguaios, ganeses, etc.., se quiserem singrar aquelas aguas internacionais, por até 30 dd, podem, já os americanos, se “destacados” NATO ( Turquia se responsabiliza pela “bandeira NATO” ), podem até se basear lá, em portos turcos.

      P.S.: No caso de aeronaves, a aproximação do “vigiado” ou “intruso possivel “, é sempre por bombordo (esquerda), com o caça vindo derivando acima, se estiver em ala/elemento ( dois caças ), um ( o ala ) “interroga”, o lider fica mais abaixo deflectivo a bombordo do ala – Caso o “intruso possivel” assuma atitude não correlata com o “interrogatório”, o “ala” – dá asa – passa por cima dele, e o “lider” assume em posição de 0600 ( atrás do intruso ), e liga seu radar em modo ofensivo ( só liga o radar, telemetra e interroga eletronicamente, mas o “master ” de armas continua desligado), é semelhante ao que ocorre com os submartinos que “ficam se pegando”, pelos mares do mundo, se “interrogam”, as vezes até batem um no outro, mas ninguem “enche os tubos”, ou da “pancadas de alvo”.

    1. peregrino

      3 de junho de 2015 2:21 am

      valeu, junior50…

      que aula, cara, show, valeu mesmo

      considero fascinante este tipo de domínio

      parabéns

Recomendados para você

Recomendados