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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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  1. Mailson

    7 de maio de 2015 9:21 am

    “Panelaço”: a panela tá cheia de produtos importados

    O tal “panelaço” tem cara, grife, cor e endereço, nobre, diga-se de passagem

    Jornal do Brasil

    Monica Francisco *

    http://www.jb.com.br/comunidade-em-pauta/noticias/2015/05/06/o-tal-panelaco-tem-cara-grife-cor-e-endereco-nobre-diga-se-de-passagem/

    +A-AImprimirPUBLICIDADE 

    O tal “panelaço”, importado da Argentina, de que  grande mídia se ocupou de ampliar o eco, não tão robusto, tem cara, grife, cor e endereço, nobre, diga-se de passagem.

    Não, a grande maioria da população não é burra, ou desconectada da realidade. Pelo contrário. Por viver a realidade é que às oito da noite, tendo o que comer, diferentemente de alguns outros momentos que vivemos, sabe exatamente o que de fato amedronta a elite e a histórica classe média brasileira.

    O povo do Brasil real, sabe o que causa espécie aos descendentes de imigrantes, privilegiados pela aristocracia e a elite política no início do século XX, com a intenção de “embranquecer” e mudar a “cara” mestiça do país e apagar os negros da sociedade que sustentaram à custa de sangue.

    O que os apavora é a perda dos privilégios e da manutenção de serviçais a módicos salários e jornadas desonrosas, como talvez seja a da empregada uniformizada, que mostrou um jornal de grande circulação aqui no Rio, batendo panela ao lado da madame de Higienópolis(SP) (aquela que não gosta muito de metrô por perto e de gente “diferenciada”).

    O que farão se agora precisam pagar direitos trabalhistas e respeitar cargas horárias?

    Mônica FranciscoMônica Francisco

    É apavorante estar ao lado de ex-empregados(as) em um avião, é mais apavorante ainda não poder pegá-lo com a frequência desejada e esbaldar-se na Dolphin Mall ou na Dowtoun Miami.

    O que fazer, como imaginar diminuir as visitas ao Bal Harbour Shops, e ter o pesadelo de não continuar abastecendo os closets com marcas como Gucci, Prada, Chanel, Bottega Veneta, Jimmy Choo, Bulgari, além de ficar um bom tempo longe lojinha do da Saint Laurent?

    Mas o que mais me chama a atenção é a falta de criatividade desse povo da cobertura, de importar manifestação da Argentina.Como está na moda dizer por aí, que sofrência!

    “A nossa luta é todo dia. Favela é cidade. Não aos Autos de Resistência, à GENTRIFICAÇÃO e ao RACISMO, ao RACISMO INSTITUCIONAL, ao VOTO OBRIGATÓRIO, NÃO à REDUÇÃO da MAIORIDADE PENAL e à REMOÇÃO!”

    *Membro da Rede de Instituições do Borel, Coordenadora do Grupo Arteiras e Consultora na ONG ASPLANDE.(Twitter/@ MncaSFrancisco)

     

  2. Anna Dutra

    7 de maio de 2015 10:49 am

    2015, Abril e Maio

    2015. Findou o Abril mais intenso dos últimos anos.  Mês maestro, mês lição.

    A Lua – malandrinha – nos convida a passear por Maio, que chega na voz do violeiro.

     

    Abril. Abriu-se.

    Foi-se a Alvorada do ano, o início.

    Arianos brilhando, abrindo caminhos, idealizando e uns tantos outros, seguindo o guerreiro, marchando atrás e concretizando sonhos e desejos.  Batalhas – São Jorge é de Abril, Revoluções, Música – O Choro e sua casa.

    A Semana da Paixão.

    Octogenários, lendas e artefatos, memória e amor. Recitais, Umbanda, Omoloko.  Salve Jorge, Salve! Ogum nos trouxe a lucidez.

    Eros e Thanatos, a dimensão e a fragilidade.

    Campos Verdes, Lobos e Falcões. Corvos e Pombas.

    Dev, Tao, Krishna.  Verso no Universo. Davi, Sansão. Aleluia.

    Deixar ir. Chegadas e Partidas.

    E findando, a dor da própria finitude. Saudade, suavidade, doçura.

    Mês profícuo, mês maestro, mês lição.

    Surpresas, descobertas, algum lamento, alguma dor.

    Normal.

    Findou Abril.

     

     

    [video: https://www.youtube.com/watch?v=PBUPDAVmD8c%5D

     

    Azul do céu brilhou
    E o mês de maio, enfim chegou
    Olhos vão se abrir, pra tanta cor
    É mês de maio, a vida tem seu resplendor
    A luz do sol entrou
    Pela janela, me convidou
    Pra tarde tão bela, e sem calor
    É mês de maio, saio e vou ver o sol se pôr
    Horizonte, de aquarela, que ninguém jamais pintou
    E um enxame, de estrelas, diz que o dia terminou

    Noite nem se firmou
    E a lua cheia, já clareou
    Sombras podem ir, façam favor
    É mês de maio, é tempo de ser sonhador

    Quem não se enamorou
    No mês de maio, bem que tentou
    E quem não tiver, ainda amor
    Dos solitários, o mês de maio é o protetor

    Boa terra, velha esfera, que nos leva aonde for
    Pro futuro, quem nos dera, que te dessem mais valor

     

  3. Jair Fonseca

    7 de maio de 2015 3:46 pm

    “Um homem bom é dificil de encontrar”

    Sufjan Stevens é um jovem cantor e compositor americano de soft rock. Da melhor qualidade. Segue canção inspirada na obra da escritora Flannery O’Connor: “Um homem bom é dificil de encontrar”.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=D12gXoU1xCE%5D

  4. jns

    7 de maio de 2015 6:39 pm

    Tarja explode corações metalizados

    A finlandesa Tarja Turunen meteu os pés pelas mãos e chutou o balde das suas raízes clássicas para quebrar no metal sinfîônico com atitude.

    photos_header

    [video:https://youtu.be/eJTlH521E6w width:600]

    Após um concerto no Hartwall Areena de Helsinque, Tarja recebeu uma carta aberta de demissão assinada pelos outros integrantes da banda Nightwish em outubro de 2005.

    [video:https://youtu.be/UnWUYF1PZ00 width:600]

    Marcelo, o argentino sortudo marido de Tarja, mais tarde, respondeu a mais de cento e cinquenta perguntas enviadas por fãs sobre essa questão.

    [video:https://youtu.be/frq5DLMNSPE width:600]

    O maridão deu a sua opinião pessoal sobre as acusações formuladas pela banda contra Tarja, explicando que a verdadeira razão da demissão foi o fato do tecladista Tuomas Holopainen – com o zói pidão na foto abaixo – ser apaixonado pela cantora e nunca ter sido correspondido.

    Tarja Soile Susanna Turunen Cabuli, cantora lírica (soprano), compositora e pianista mundialmente conhecida como vocalista da banda de metal sinfônico Nightwist, entre 1966 e 2005, nasceu no pequeno vilarejo de Puhos, localizado na cidade de Kitee, Finlândia, em 17 de agosto de 1977. Tarja, atualmente, em carreira solo, e é considerada uma das melhores cantoras do mundo no seu estilo.

    [video:https://youtu.be/1UbUWdWEOzM width:600]

  5. jns

    7 de maio de 2015 7:10 pm

    my passion

     

    [video:https://youtu.be/-N6WcCX6zJE width:600]

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