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12 Comentários
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  1. Anna Dutra

    5 de maio de 2015 3:40 am

    Só porque é lindo demais…

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=BOByH_iOn88%5D

     

    Moon river, wider than a mile

    I’m crossing you in style some day

    Oh, dream maker, you heart breaker

    Wherever you’re going

    I’m going your way

     

    Two drifters, off to see the world

    There’s such a lot of world to see

    We’re after the same rainbow’s end

    waiting, round the bend

    My Huckleberry friend

    Moon River, and me

     

     

    1. NICKNAME

      5 de maio de 2015 12:47 pm

      adoro esse filme

      adoro, a música também. Grato.

  2. Andre Araujo

    5 de maio de 2015 3:44 am

    http://www.gettyimages.com/de

    http://www.gettyimages.com/detail/news-photo/gardner-ava-actress-usa-undated-vintage-property-of-news-photo/545336577

    AVA GARDNER – Há atrizes mais bonitas na historia do cinema mas Ava Gardner tinha algo especial, uma postura,

    atitude que fez dela um ente especial na longa saga de Hollywood. Sua biografia tumutuada, seus amores complicados,

     uma estrela de primeira grandeza. Que mulher.

    1. Anna Dutra

      5 de maio de 2015 4:03 am

      Linda de morrer!  De mink ou

      Linda de morrer!  De mink ou de shorts e rasteirinha … Bacana!  E pelos relatos, temperamental!!  Ou seja, perfeita .. rsrs.

  3. romério rômulo

    5 de maio de 2015 5:18 am

    lembrar vinicius: um programa feito nos 100 anos do poeta.

    https://www.youtube.com/watch?v=wm8GlFS6kA4

    romério

  4. Odonir Oliveira

    5 de maio de 2015 9:45 am

    Amores possíveis em “Nunca te vi sempre te amei”

    Em tempos de relacionamentos cada vez menos físicos e mais virtuais, assistir a esse filme faz refletir sobre as complexidades envolvidas no ato de amar.Uma grande e completa metáfora. Além da contextualização histórica,em espaço e tempo, que levou os envolvidos a uma relação a distância. 

     

    Durante vinte anos Helene Hanff (Anne Bancroft), uma escritora americana, se corresponde com Frank Doel (Anthony Hopkins), o gerente de uma livraria especializada em edições raras e esgotadas. Tudo começou pelo fato de Helene adorar livros raros, que não se encontram em Nova York. Só que ela não poderia imaginar que uma carta para uma pequena livraria em Londres, que negocia livros de segunda mão, a levaria a iniciar um correspondência afetuosa com Frank. Neste período uma amizade muito especial surge entre os dois.

    http://raridades0800.blogspot.com.br/2013/05/nunca-te-vi-sempre-te-amei-1986-david.html

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=cC7i98SXGpY%5D

    1. Odonir Oliveira

      5 de maio de 2015 9:46 am

      O link: Nunca te vi sempre te amei

      https://www.youtube.com/watch?v=ItQnUJRTiek

    2. Anna Dutra

      5 de maio de 2015 11:50 am

      Amizade e ternura
      Odonir, na mesma linha: Mens@gem para você com Meg Ryan e Tom Hanks. Este par esteve também no delicioso Sintonia de Amor, que tem uma trilha sonora incrível!

      Excelente dica a tua para estes dias frios: pipoca, guaraná e um cobertor. Se for de orelha, melhor! 🙂

      1. Odonir Oliveira

        5 de maio de 2015 12:00 pm

        Anna, esse Mensagem para você, me perfura a alma.

        E “ando devagar porque já tive pressa de chegar…”

        1. Anna Dutra

          5 de maio de 2015 12:46 pm

          Só para quem está muito vivo!
          É preciso amor pra poder pulsar,
          É preciso paz pra poder sorrir,
          É preciso a chuva para florir…

          Desculpe…

          1. NICKNAME

            6 de maio de 2015 3:02 am

            ANNA, vc entendeu, mesmo, o que o cara citou???

            tem-se que ler ouvir a íntegra da música. Acho que pelo teu “Desculpe” vc não entendeu. E não te peço desculpa.

  5. jns

    5 de maio de 2015 5:54 pm

    Lou Salomé

                      

    QUANDO NIETZSCHE CHOROU

    “A vida humana – na verdade, toda a vida – é poesia. Nós a vivemos inconscientemente, dia a dia, fragmento a fragmento, mas, na sua totalidade inviolável, ela nos vive” – Lou

    Durante a vida, Salomé (1861-1937), presenciou o fim da tradição romântica e se tornou parte da evolução do pensamento moderno, que frutificou no século XX. Salomé foi a primeira ‘mulher moderna’.

     

    A velhice pode ser uma volta àquela espécie de paz inicial e retorno do indivíduo a um estado de não-divisão, de fusão primitiva do eu para consigo mesmo, o corpo parece se acalmar relativizando-se; …

                       Ouse, ouse… ouse tudo

                       Não tenha necessidade de nada!
                       Não tente adequar sua vida a modelos,
                       nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém.
                       Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.
                       Se você quer uma vida, aprenda… a roubá-la!
                       Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer.
                       Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso:

                       algo que está em nós e que queima como o fogo da vida

    [video:https://youtu.be/OSZ8YBf1FkM width:600]

    “Sempre não tive a idéia fixa de que a velhice me traria muito? Em meus jovens anos escrevi em algum lugar: primeiro nós vivemos nossa juventude, em seguida nossa juventude vive em nós. Não sei bem, ainda hoje, o que eu queria dizer com isso outrora. Mas eu tinha realmente medo de não atingir a idade de viver esta experiência; eu o sabia profundamente, uma longa vida, com todas as suas dores, vale ser vivida,. Claro, o valor da vida pode nos ficar escondido pelos desgastes sofridos pela nossa carne, nosso espírito (…) do mesmo modo que a juventude mais empreendedora pode se ver entravada em sua felicidade e em seu sucesso, por um fatal concurso de circunstâncias; mas, por além das perdas, a velhice adquire muito mais que a famosa aptidão à serenidade e à lucidez: ela permite que se chegue a uma plenitude mais acabada.”

    [video:https://youtu.be/D_fQ8Tvm3Xo width:600]

    É preciso amar a vida em todas as suas fases e amar até mesmo a morte. Aqui Eros e Thanatos se dão as mãos – são forças complementares e não contrárias. A morte é a redenção da vida individual, escreve Lou num artigo sobre o misticismo russo. Nossa morte não nos separa dos seres que amamos; ela nos entrega de modo mais completo a eles:

                                 No dia em que eu estiver no meu leito de morte
                                 Faísca que se apagou -,
                                 Acaricia ainda uma vez meus cabelos
                                 Com tua mão bem-amada
                                 Antes que devolvam à terra
                                 O que deve voltar à terra,
                                 ousa sobre minha boca que amaste
                                 Ainda um beijo.
                                 Mas não esqueças: no esquife estrangeiro
                                 Eu só repouso em aparência
                                 Porque em ti minha vida se refugiou
                                 E agora sou toda tua [Hino à morte]

    Lou faz pose, com o chicote na mão, para a foto em uma carroça puxada por Paul Rée e Nietzsche (à direita).

    A morte desfaz, assim, a distância entre os amantes, que agora vivem um no outro, sem que o individualismo os separe. A morte não é uma partida, mas uma volta: um retorno do indivíduo àquela união primitiva com as coisas. Por isso não a devemos temer.

    [video:https://youtu.be/UGuzqS45F0o width:600]

    Louise von Salomé copiou dos homens o modo de vida, mas não foi uma mulher masculina. Exigiu a liberdade de mudar, evoluir, crescer. Afirmou sua integridade contra o sentimentalismo e as definições hipócritas da fidelidade e do dever. Ela é excepcional na história de sua época. Não foi uma feminista, de modo algum, mas lutou contra o seu lado feminino para manter a integridade como indivíduo.

    Em 1902, Lou publicou um livro de contos, “Na zona crepuscular”. Depois de conhecer Freud, com quem começou a estudar psicanálise, em 1910, escreveu um ensaio denominado “O erotismo”. Ela acreditava que a sexualidade era uma necessidade física, tanto quanto a fome e a sede.

    Infoimagens da Internet

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