24 de julho de 2026

Flávio Bolsonaro e PSL processam promotor que investiga caso Queiroz

Na reclamação, o promotor Cláucio Conceição e o procurador-geral do Estado do Rio, Eduardo Gussem, são acusados, entre outras coisas, de perseguição a Bolsonaro e vazamento de informações à imprensa
Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – Flávio Bolsonaro e outros deputados do PSL – federais e estaduais – entraram com uma ação na Corregedoria Geral do Ministério Público do Rio de Janeiro contra o promotor Cláucio Cardoso da Conceição, que investiga o caso Queiroz. O procurador-geral do Estado do Rio, Eduardo Gussem, é igualmente acusado de, entre outras coisas, perseguir, denegrir a imagem de Bolsonaro e vazar informações sobre a investigação para a imprensa.

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O caso Queiroz levantou a suspeita de esquema de corrupção no gabinete de Flávio Bolsonaro, enquanto deputado estadual do Rio. O ex-motorista Fabrício Queiroz movimentou mais de R$ 7 milhões em 3 anos – R$ 1,2 milhão somente entre 2016 e 2017 – sem ter patrimônio nem remuneração compatíveis com este volume de recursos.

Depois de faltar 4 vezes a depoimento no MP, Queiroz admitiu que recebia em sua conta bancária parte do salário de outros assessores de Flávio Bolsonaro, mas negou que tenha repassado o dinheiro para uso pessoal ou eleitoral do hoje senador.

Nove deputados federais e oito estaduais do PSL assinaram a representação, que sustenta que Gussem e Conceição praticaram “sistemática e recorrente antecipação e divulgação pública de informações sigilosas sob seu domínio”; instituiram “processo penal ‘paralelo’ operado na mídia com o claro objetivo de comprometer a reputação de pessoa presumida inocente” e promoveram “indevida e ilícita espetacularização” da investigação.

O PSL afirma ainda que Conceição e Gussem tentaram “apresentar ao Brasil, com tintas vermelhas de sangue, as figuras transfiguradas como culpadas e condenadas” de Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz.

Os membros do MP-RJ são acusados de cometer 6 irregularidades: “negligência no exercício de suas funções”, “descumprimento de dever funcional”, “infringência de vedação”, “procedimento reprovável”, “conduta que denotou desrespeito às leis vigentes e à própria instituição” e “revelação de segredo que detinha em razão do cargo”.

Os parlamentares do PSL querem procedimento que responsabiliza as condutas.

Com informações do Estadão

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
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  1. Vandernailen Medina

    19 de março de 2019 4:54 pm

    Tão copiando a defesa do Presidente Lula. Agora o sapato tá apertando.

  2. Jose Murilo Bonetti

    19 de março de 2019 7:16 pm

    Brasil dos bananas, claro Queiroz era o todo poderoso, ele era na verdade o deputafo que decidia que contratava, era o chefão, Flavio era seu auxiliar, um joáo ninguem, não mandava nada, pobre coitado foi usado pelo Queiroz, e voce amigo é um otário.

  3. Rui Ribeiro

    20 de março de 2019 7:51 am

    A melhor defesa é o ataque. O Laranjeiro se defende atacando.

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