Flávio Bolsonaro e PSL processam promotor que investiga caso Queiroz

Na reclamação, o promotor Cláucio Conceição e o procurador-geral do Estado do Rio, Eduardo Gussem, são acusados, entre outras coisas, de perseguição a Bolsonaro e vazamento de informações à imprensa

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – Flávio Bolsonaro e outros deputados do PSL – federais e estaduais – entraram com uma ação na Corregedoria Geral do Ministério Público do Rio de Janeiro contra o promotor Cláucio Cardoso da Conceição, que investiga o caso Queiroz. O procurador-geral do Estado do Rio, Eduardo Gussem, é igualmente acusado de, entre outras coisas, perseguir, denegrir a imagem de Bolsonaro e vazar informações sobre a investigação para a imprensa.

O caso Queiroz levantou a suspeita de esquema de corrupção no gabinete de Flávio Bolsonaro, enquanto deputado estadual do Rio. O ex-motorista Fabrício Queiroz movimentou mais de R$ 7 milhões em 3 anos – R$ 1,2 milhão somente entre 2016 e 2017 – sem ter patrimônio nem remuneração compatíveis com este volume de recursos.

Depois de faltar 4 vezes a depoimento no MP, Queiroz admitiu que recebia em sua conta bancária parte do salário de outros assessores de Flávio Bolsonaro, mas negou que tenha repassado o dinheiro para uso pessoal ou eleitoral do hoje senador.

Nove deputados federais e oito estaduais do PSL assinaram a representação, que sustenta que Gussem e Conceição praticaram “sistemática e recorrente antecipação e divulgação pública de informações sigilosas sob seu domínio”; instituiram “processo penal ‘paralelo’ operado na mídia com o claro objetivo de comprometer a reputação de pessoa presumida inocente” e promoveram “indevida e ilícita espetacularização” da investigação.

O PSL afirma ainda que Conceição e Gussem tentaram “apresentar ao Brasil, com tintas vermelhas de sangue, as figuras transfiguradas como culpadas e condenadas” de Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz.

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Os membros do MP-RJ são acusados de cometer 6 irregularidades: “negligência no exercício de suas funções”, “descumprimento de dever funcional”, “infringência de vedação”, “procedimento reprovável”, “conduta que denotou desrespeito às leis vigentes e à própria instituição” e “revelação de segredo que detinha em razão do cargo”.

Os parlamentares do PSL querem procedimento que responsabiliza as condutas.

Com informações do Estadão

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3 comentários

  1. Brasil dos bananas, claro Queiroz era o todo poderoso, ele era na verdade o deputafo que decidia que contratava, era o chefão, Flavio era seu auxiliar, um joáo ninguem, não mandava nada, pobre coitado foi usado pelo Queiroz, e voce amigo é um otário.

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