Jornal GGN – O projeto de reforma da Previdência dos militares, apresentado na quarta-feira (20) ao Congresso ostenta despesas e aponta redução na economia. Mas, em sua coluna na CBN, o jornalista Kennedy Alencar destaca fatores como potenciais barreiras para a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que muda previdência social do país e tramita na casa.
“Na prática, o governo reduziu de R$ 90 bilhões para R$ 10 bilhões a economia que seria feita em 10 anos com mudanças propostas nas regras previdenciárias dos militares. Endureceu, mas amoleceu ao mesmo tempo, concedendo gratificações e novo plano de carreira que praticamente anulam a contribuição dos militares para ajudar a pagar o custo social e econômico da PEC”, explicou o jornalista.
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Outro ponto abordado é sobre as expectativas do ministro da economia Paulo Guedes, que esperar das mudanças na previdência um resultado econômico de R$ 1 trilhão, no prazo de 10 anos. Mas neste cenário, a contribuição da previdência militar seria mínima.
“Ora, os R$ 10 bilhões que seriam economizados com as novas regras para os militares significam apenas 1% da montanha de dinheiro que o ministro da Economia demanda no prazo de 10 anos. Ou seja, um sacrifício pífio perante o de toda a sociedade”, destacou a coluna.
Para Kennedy Alencar o projeto de reforma da Previdência dos militares contradiz toda a PEC e seu discurso de que acabaria com os privilégios, além de ajudar “lobbies de servidores de altas carreiras a tentar manter seus benefícios e a dinamitar a reforma da Previdência como um todo.”
Fábio de Oliveira Ribeiro
21 de março de 2019 7:21 pmOs vagabundos que comandam o Exército,
Marinha e Aeronáutica querem transformar os brasileiros em ESCRAVOS para poder servir melhor seus patrões no US Army, US Navy e US Air Force. Filhos da puta e traidores, eles merecem ser despedaçados na Guerra Mundial do Tio Sam.
Jair Oliveira
21 de março de 2019 9:57 pmUsaram de esperteza para cima dos brasileiros. Colocaram junto a proposta da reforma da previdência uma reestruturação para aumentar salários.
É uma coisa ou é outra.
Onildo de Mélo Lima
21 de março de 2019 11:36 pmQue belo sacrifício. Um General que ganha R$ 22 mil passará a ganhar R$ 35 mil com a Reforma. Uma maravilha. Cadê o tratamento de igualdade pregado pelo governo nas peças publicitárias da Reforma? Todos bandidos. Querem, mais uma vez, sacrificar o pobre do trabalhador. Que o eleitor esteja atento aqueles que apoiarão essa reforma.
mathaus
22 de março de 2019 3:58 amO alto escalão mateve os privilégios em troca do sacrificios dos subordinados, quanta honra esses caras possuem…
RL
22 de março de 2019 8:23 amAs forças de defesa dos países mudaram muito pouco ao longo dos séculos. Isso até 1945. Com o advento da era atômica, as antigas estruturas perderam a razão de existir. Para que mantermos isso que aí está – e que custa cerca de 300 milhões de reais POR DIA – se não temos capacidade para enfrentar nem um paiseco como a Coreia do Norte? Não seria mais inteligente negociarmos um tratado de paz na América Latina – que já existe, na prática – e todos reduzirmos nossas forças armadas a 10% do que são hoje? Talvez então não fosse necessária uma reforma da Previdência…
Francisco Cruz
24 de março de 2019 9:37 pmNa minha opinião primeiro os deputados devem aprovar a reforma dos militares, depois a dos trabalhadores. Acho que para os militares a reforma vai ser um presente, por isto, ela deve ser igualzinha a dos trabalhadores. Uma reforma pra todo e sem privilegio pra ninguém
Edison Aparecido Vieira
25 de março de 2019 12:44 amEsta reforma dos militares é uma vergonha só tem privilégios eles estão chamando o povo brasileiro de otários
Stanc
26 de março de 2019 9:15 pmAfinal, para que servem os militares?