4 de junho de 2026

Tarso: Governo Lula se baseou na “precariedade das provas”, não nas falas de Battisti

Em nota, Genro ainda disse que o governo não tomou decisões baseado nas declarações do contraventor. Além disso, para o ex-ministro, a "extradição fez Justiça" se "Battisti está falando a verdade e não apenas dizendo o que a Promotoria quer"

Jornal GGN – O ex-ministro da Justiça do governo Lula, Tarso Genro, se manifestou a respeito das notícias sobre Cesare Battisti ter reconhecido sua culpa em um atentado que gerou a morte de 4 pessoas. Segundo Tarso, em 2009, Battisti conseguiu asilo político no Brasil porque as provas do processo na Itália eram frágeis.

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“A dúvida sempre existiu em função da precariedade das provas de autoria dos crimes”, disse Genro.

Em nota, Genro ainda disse que o governo não tomou decisões baseado nas declarações do contraventor. Além disso, para o ex-ministro, a “extradição fez Justiça” se “Battisti está falando a verdade e não apenas dizendo o que a Promotoria quer.”

Extraditado com autorização do governo Temer, Battisti teria admitido à Promotoria italiana que fez declarações de inocência para conseguir “apoio da extrema-esquerda na França, no México, no Brasil e do próprio Lula.”

Procurada pelo UOL, a assessoria do Instituto Lula disse que não irá se manifestar sobre o caso.

Jair Bolsonaro usou a confissão de Battisti para atacar as esquerdas, afirmando que partidos e políticos protegeram o terrorista nos últimos anos.

Redação

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  1. Luke

    25 de março de 2019 7:28 pm

    Precariedade das provas????
    Depois de três condenações e mais uma quarta confirmada pelo tribunal europeo?
    Mas que desculpa esfarrapada para uma grande c….da.

    1. Arthemísia

      26 de março de 2019 4:15 am

      Será mesmo? E o que dizer de uma confissão na masmorra?

  2. O velho

    26 de março de 2019 1:34 am

    Que provas Sua Sabedoria jurídica queria? Condenado em todos os lados (será que combinaram), fugiu para o Brasil, que confundiu os governos europeus com o regime de 64 e acolheu sem “irmão de armas”, como diria Dirceu. O Brasil poderia passar sem essa, e a esquerda poderia não ter dado argumentos à direita por proteger criminosos.

  3. Arthemísia

    26 de março de 2019 4:47 am

    De qual extrema-esquerda brasileira fala a “confissão” de Battisti?

  4. jcordeiro

    26 de março de 2019 8:41 am

    Nassif: esse comedor de macarrão com vatapá é a versão italiana do tal de Palocci. E com essa penca de “amigos”, se NoveDedos pedir inimigos a Deus eu mando bater nele.

  5. Marco A.

    26 de março de 2019 3:32 pm

    Perguntar não ofende:
    1. Tarso Genro foi contra decisão do Conare. Não foi o estado brasileiro que o acolheu mas o ministro que agiu como militante. Ao ponto de em sua decisão agir como corte revisora da italia. Agora está simplesmente defendendo o indefensável. Não seria mais correto, dizer “erramos”?
    2. Teve gente por aqui e alhures escrevendo postagens e livros defendendo o assassino italiano condenado. Vão postar um erramos ou irão fazer silencio obsequioso?
    3. Mino Carta que escreveu contra o bandido italiano condenado, apanhou sem piedade por aqui. Haverá pedidos de desculpas?
    4. Barroso defendeu o bandido italiano condenado. Vai escrever um mea-culpa ou assumir que como advogado de defesa agiu em favor de um assassino e quem pagou seus honorários?

  6. ABC

    26 de março de 2019 7:59 pm

    Utilizando a mesma retórica do “doutor”, muito afeito aos detalhismos da Lei, devo dizer que ele falta com a verdade. Percebam, ele não está mentindo. NUNCA!
    O ex-tantas coisas não menciona que Cesare Battisti era figura apupada da esquerda francesa, publicava livros, ia nos melhores restauras… Tudo lindo até a Itália, tal qual a egalitéfraternitéiliberté, tipo assim, já que estamos nessa tal de EU, vcs vaõ ficar protegendo um cidadão que tem contas em haver com a Giustizia?
    Tarsim não fala que Battisti era ladrão e conheceu a esquerda libertária na prisão tal qual os garotos do Cv conheceram o que era ideologia do crime com os parça na Ilha Grande. Daí virou um crook with a noble reason, coisa que aqui não aconteceu com o CV.
    Então os camará daqui, Lulinha fazendo favor pro vecchio mondo, essa síndrome de caramuru, de paga-pau pra Gringa, recebe o dito cujo, dá refúgio e mete o país Brasil numa celeuma que NUNCA foi dele enquanto nação. Nós já havíamos tido Menguele, Ronald Biggs, o Busceta,sem falar nos ingognitoes.
    E agora deu no que deu. Bolsa Milícia enchndo de letrinhas o tuíti pra sa gavar E todos aplaudem e vira essa porcaria de notícia. ANTES ficaria naquela do se ninguém gava, juca gava. E quem se cagou, de novo, foi nóis, mano!

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