Tarso: Governo Lula se baseou na “precariedade das provas”, não nas falas de Battisti

Em nota, Genro ainda disse que o governo não tomou decisões baseado nas declarações do contraventor. Além disso, para o ex-ministro, a "extradição fez Justiça" se "Battisti está falando a verdade e não apenas dizendo o que a Promotoria quer"

Jornal GGN – O ex-ministro da Justiça do governo Lula, Tarso Genro, se manifestou a respeito das notícias sobre Cesare Battisti ter reconhecido sua culpa em um atentado que gerou a morte de 4 pessoas. Segundo Tarso, em 2009, Battisti conseguiu asilo político no Brasil porque as provas do processo na Itália eram frágeis.

“A dúvida sempre existiu em função da precariedade das provas de autoria dos crimes”, disse Genro.

Em nota, Genro ainda disse que o governo não tomou decisões baseado nas declarações do contraventor. Além disso, para o ex-ministro, a “extradição fez Justiça” se “Battisti está falando a verdade e não apenas dizendo o que a Promotoria quer.”

Extraditado com autorização do governo Temer, Battisti teria admitido à Promotoria italiana que fez declarações de inocência para conseguir “apoio da extrema-esquerda na França, no México, no Brasil e do próprio Lula.”

Procurada pelo UOL, a assessoria do Instituto Lula disse que não irá se manifestar sobre o caso.

Jair Bolsonaro usou a confissão de Battisti para atacar as esquerdas, afirmando que partidos e políticos protegeram o terrorista nos últimos anos.

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7 comentários

  1. Precariedade das provas????
    Depois de três condenações e mais uma quarta confirmada pelo tribunal europeo?
    Mas que desculpa esfarrapada para uma grande c….da.

  2. Que provas Sua Sabedoria jurídica queria? Condenado em todos os lados (será que combinaram), fugiu para o Brasil, que confundiu os governos europeus com o regime de 64 e acolheu sem “irmão de armas”, como diria Dirceu. O Brasil poderia passar sem essa, e a esquerda poderia não ter dado argumentos à direita por proteger criminosos.

  3. Nassif: esse comedor de macarrão com vatapá é a versão italiana do tal de Palocci. E com essa penca de “amigos”, se NoveDedos pedir inimigos a Deus eu mando bater nele.

  4. Perguntar não ofende:
    1. Tarso Genro foi contra decisão do Conare. Não foi o estado brasileiro que o acolheu mas o ministro que agiu como militante. Ao ponto de em sua decisão agir como corte revisora da italia. Agora está simplesmente defendendo o indefensável. Não seria mais correto, dizer “erramos”?
    2. Teve gente por aqui e alhures escrevendo postagens e livros defendendo o assassino italiano condenado. Vão postar um erramos ou irão fazer silencio obsequioso?
    3. Mino Carta que escreveu contra o bandido italiano condenado, apanhou sem piedade por aqui. Haverá pedidos de desculpas?
    4. Barroso defendeu o bandido italiano condenado. Vai escrever um mea-culpa ou assumir que como advogado de defesa agiu em favor de um assassino e quem pagou seus honorários?

  5. Utilizando a mesma retórica do “doutor”, muito afeito aos detalhismos da Lei, devo dizer que ele falta com a verdade. Percebam, ele não está mentindo. NUNCA!
    O ex-tantas coisas não menciona que Cesare Battisti era figura apupada da esquerda francesa, publicava livros, ia nos melhores restauras… Tudo lindo até a Itália, tal qual a egalitéfraternitéiliberté, tipo assim, já que estamos nessa tal de EU, vcs vaõ ficar protegendo um cidadão que tem contas em haver com a Giustizia?
    Tarsim não fala que Battisti era ladrão e conheceu a esquerda libertária na prisão tal qual os garotos do Cv conheceram o que era ideologia do crime com os parça na Ilha Grande. Daí virou um crook with a noble reason, coisa que aqui não aconteceu com o CV.
    Então os camará daqui, Lulinha fazendo favor pro vecchio mondo, essa síndrome de caramuru, de paga-pau pra Gringa, recebe o dito cujo, dá refúgio e mete o país Brasil numa celeuma que NUNCA foi dele enquanto nação. Nós já havíamos tido Menguele, Ronald Biggs, o Busceta,sem falar nos ingognitoes.
    E agora deu no que deu. Bolsa Milícia enchndo de letrinhas o tuíti pra sa gavar E todos aplaudem e vira essa porcaria de notícia. ANTES ficaria naquela do se ninguém gava, juca gava. E quem se cagou, de novo, foi nóis, mano!

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