Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Vitor Lara
15 de fevereiro de 2015 11:25 amOnde eu encomendo a minha???
Onde eu encomendo a minha???
Victor Hugo Agudo Romão
15 de fevereiro de 2015 12:21 pmWikipedia, blogs, grande mídia e o riso da história
E lá vou eu
“E lá vou eu
Melhor que mereço
Pagando a bom preço
A evolução
Ai, se não fosse o violão
E o jeito de fazer samba
Do tempo que quem fazia
Corria do camburão
Hoje não corre não
Hoje o samba é decente
E ninguém aguenta, oh, gente
A força de um samba não”
João Nogueira
Na primeira parte do século XX, indivíduos “flagrados” portando um violão, jogando capoeira ou fazendo uma roda de samba poderiam parar na cadeia, especialmente as pessoas negras. Enquadrados por vadiagem, eram tratados com truculência pelos delegados, tinha cabelos raspados e as roupas trocadas.
A história tratou de tornar ridícula toda essa perseguição aos sambistas. Hoje, os truculentos e beneméritos delegados do início do século são apenas figuras caricatas, enquanto os vadios sambistas daquele tempo são lembrados como heróis que levaram adiante sua arte e poesia para a construção da identidade nacional.
Em setembro do ano passado, em pleno período eleitoral, o nome de um servidor da Presidência da República esteve em todos os jornais por ter feito uma colaboração ao site Wikipédia nos verbetes dos jornalistas Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg. Boris Casoy no Jornal da Band chegou a falar em fraude no site colaborativo aberto.
O Jornal Nacional comprovou os “ataques e mentiras” com o destaque do uso do adjetivo “desastroso”. Ora, não percebiam a pegadinha da história em que caiam. Se basta a utilização deste adjetivo para comprovar ataques e mentiras, o que dizer da manchete do jornal “O Globo” de 26 de abril de 1962: “Considerado Desastroso para o País um 13º Mês de Salário”?
Ao utilizar o wi-fi da Presidência da República, que é aberto a todos os cidadãos que a visitam e jornalistas que cobrem o Planalto, o autor das criticas perdeu o cargo de chefe da assessoria parlamentar do Ministério do Planejamento, renunciou ao mandato de conselheiro de administração do BB Consórcios e foi submetido a um Processo Administrativo Disciplinar na Presidência da República. Não custo a imaginar que destino semelhante teria algum funcionário público de Artur Bernardes flagrado com um violão nas mãos.
Toda esta escandalização da liberdade anárquica da internet, reflete a dificuldade dos velhos órgãos de imprensa em assimilar o novo. Hoje não é mais necessário estar vinculado à uma grande empresa midiática para participar do debate público e expressar suas ideias.
Este mesmo incômodo da mídia ocorre com os blogueiros independentes, apelidados de “sujos” pelos grandes órgãos de imprensa. Apesar da maioria deles não gostar desta alcunha, eu adoro. Quando leio o artigo de um blogueiro sujo, me sinto como que participando de uma roda de samba clandestina com Donga, João da Baiana ou Clementina de Jesus.
Mas não adianta tentar a conter a maré. Por mais que se tente calar as vozes da internet, elas já estão nas ruas, como está o samba há quase um século. Ambos vieram para ficar pois tem coisas importantes de um povo a dizer. Mais uma vez me refugio no poeta João Nogueira, em parceria com Paulo Cesar Pinheiro, que não poderia expressar de forma melhor.
“Não, ninguém faz samba só porque prefere
Força nenhuma no mundo interfere
Sobre o poder da criação
Não, não precisa se estar nem feliz nem aflito
Nem se refugiar em lugar mais bonito
Em busca da inspiração
Não, ela é uma luz que chega de repente
Com a rapidez de uma estrela cadente
E acende a mente e o coração
É, faz pensar
Que existe uma força maior que nos guia
Que está no ar
Vem no meio da noite ou no claro do dia
Chega a nos angustiar
E o poeta se deixa levar por essa magia
E um verso vem vindo e vem vindo uma melodia
E o povo começa a cantar!”
A grande mídia ainda é dona dos camburões e dos cassetetes, mas já podemos ouvir os risos da história.
alext4e
15 de fevereiro de 2015 12:24 pmEssa eu não sabia. Ele chorou
Essa eu não sabia. Ele chorou mesmo?
Adma Andrade Viegas
15 de fevereiro de 2015 1:12 pmNão chorou (pelo menos em
Não chorou (pelo menos em público). Mas quem assistiu à cobertura da apuração das eleições na Globonews viu a cara absolutamente abatida e desconsolada que ele fez ao saber do resultado. Não vi porque me recuso a assistir Globonews, mas gostaria de ter tido essa oportunidade. Não tem preço.
maria rodrigues
15 de fevereiro de 2015 12:52 pmÉ no carnaval que a gente
É no carnaval que a gente sente que pau que bate em chico bate em Francisco. Aliás, vimos isso durante as manifestações de 2013, quando as pessoas esculhambaram com a Globo também.
Alexandre Weber - Santos -SP
15 de fevereiro de 2015 12:57 pmEste pessoal que chorou não sabe perder, uma pena
Tenho dó destes que não sabem perder, mimados desde a infância, não evoluiram de uma fase juvenil.
Os próximos acontecimentos em 2015.75 serão avassaladores para eles, que preparem a mudança para Miami.
altamiro souza
15 de fevereiro de 2015 1:18 pm“viva o zé pereira merdal
que
“viva o zé pereira merdal
que a todos só faz o mal,
viva a pagodeira, que merdeira global,
nos dias de carnaval
viva, viva, viva,
viva o zé pereira merdal
e viva o zé pereira,
zé pereira merdal!
o rei da merda global”.
bonecos do merdal, bumbos e zabumbas…inesquecíveis
cenas merdalizando o carnaval.
Marco St.
15 de fevereiro de 2015 1:28 pmAquele momento….
Aquele momento….
lenita
15 de fevereiro de 2015 1:34 pmEssa já salvou meu carnaval !
Essa já salvou meu carnaval ! Isto não tem preço ! principalmente por mostrar que a GROBO já não é mais a GLOBO. Os desconfiômetros estão se formando. As águas vão rolar…….. após o carnaval. Se Deus, Alá,Jeová, Buda e quem mais vier, quiser.
Victor Hugo Agudo Romão
15 de fevereiro de 2015 1:42 pmE lá vou eu
“E lá vou
E lá vou eu
“E lá vou eu
Melhor que mereço
Pagando a bom preço
A evolução
Ai, se não fosse o violão
E o jeito de fazer samba
Do tempo que quem fazia
Corria do camburão
Hoje não corre não
Hoje o samba é decente
E ninguém aguenta, oh, gente
A força de um samba não”
João Nogueira
Na primeira parte do século XX, indivíduos “flagrados” portando um violão, jogando capoeira ou fazendo uma roda de samba poderiam parar na cadeia, especialmente as pessoas negras. Enquadrados por vadiagem, eram tratados com truculência pelos delegados, tinha cabelos raspados e as roupas trocadas.
A história tratou de tornar ridícula toda essa perseguição aos sambistas. Hoje, os truculentos e beneméritos delegados do início do século são apenas figuras caricatas, enquanto os vadios sambistas daquele tempo são lembrados como heróis que levaram adiante sua arte e poesia para a construção da identidade nacional.
Em setembro do ano passado, em pleno período eleitoral, o nome de um servidor da Presidência da República esteve em todos os jornais por ter feito uma colaboração ao site Wikipédia nos verbetes dos jornalistas Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg. Boris Casoy no Jornal da Band chegou a falar em fraude no site colaborativo aberto.
O Jornal Nacional comprovou os “ataques e mentiras” com o destaque do uso do adjetivo “desastroso”. Ora, não percebiam a pegadinha da história em que caiam. Se basta a utilização deste adjetivo para comprovar ataques e mentiras, o que dizer da manchete do jornal “O Globo” de 26 de abril de 1962: “Considerado Desastroso para o País um 13º Mês de Salário”?
Ao utilizar o wi-fi da Presidência da República, que é aberto a todos os cidadãos que a visitam e jornalistas que cobrem o Planalto, o servidor perdeu o cargo de chefe da assessoria parlamentar do Ministério do Planejamento, renunciou ao mandato de conselheiro de administração do BB Consórcios e foi submetido a um Processo Administrativo Disciplinar na Presidência da República. Não custo a imaginar que destino semelhante teria algum funcionário público de Artur Bernardes flagrado com um violão nas mãos.
Toda esta escandalização da liberdade anárquica da internet, reflete a dificuldade dos velhos órgãos de imprensa em assimilar o novo. Hoje não é mais necessário estar vinculado à uma grande empresa midiática para participar do debate público e expressar suas ideias.
Este mesmo incômodo da mídia ocorre com os blogueiros independentes, apelidados de “sujos” pelos grandes órgãos de imprensa. Apesar da maioria deles não gostar desta alcunha, eu adoro. Quando leio o artigo de um blogueiro sujo, me sinto como que participando de uma roda de samba clandestina com Donga, João da Baiana ou Clementina de Jesus.
Mas não adianta tentar a conter a maré. Por mais que se tente calar as vozes da internet, elas já estão nas ruas, como está o samba há quase um século. Ambos vieram para ficar pois tem coisas importantes de um povo a dizer. Mais uma vez me refugio no poeta João Nogueira, em parceria com Paulo Cesar Pinheiro, que não poderia expressar de forma melhor.
“Não, ninguém faz samba só porque prefere
Força nenhuma no mundo interfere
Sobre o poder da criação
Não, não precisa se estar nem feliz nem aflito
Nem se refugiar em lugar mais bonito
Em busca da inspiração
Não, ela é uma luz que chega de repente
Com a rapidez de uma estrela cadente
E acende a mente e o coração
É, faz pensar
Que existe uma força maior que nos guia
Que está no ar
Vem no meio da noite ou no claro do dia
Chega a nos angustiar
E o poeta se deixa levar por essa magia
E um verso vem vindo e vem vindo uma melodia
E o povo começa a cantar!”
A grande mídia ainda é dona dos camburões e dos cassetetes, mas já podemos ouvir os risos da história.
Glauco Batista Coelho
15 de fevereiro de 2015 2:49 pmColonista da Grobo…
Pois eu tive o prazer de ver a cara não só dele, como dos demais que compunham a mesa. Um ministro tinha avisado o Hulk aquele tal de luciano que o Aécio estava ganhando. Só que tinha entrado só os votos do Sudeste(São Paulo), Quando entrou Minas, Rio e Sul, mais o Nordeste ai veio a virada. E correr pro abraço, com meus amigos preocupados de Minas e Mato Grosso do Sul. Valeu Alba e Eduardo.
Jair Fonseca
15 de fevereiro de 2015 3:08 pmTV ao vivo tem dessas coisas.
TV ao vivo tem dessas coisas. Hoje de manhã, uma repórter da Globo que cobria show do Bloco Boitatá, no centro do Rio, passou o microfone para a Tereza Cristina cantar uma música junto com o microfone do evento. Muita gente da multidão lá embaixo entoou, na hora: “Ei, Globo, vai tomar no cu!”. Carnaval tem dessas coisas.
Gilson AS
15 de fevereiro de 2015 3:29 pmMas esse refrão ” Ei globo
Mas esse refrão ” Ei globo vai …” não é carnavalesco e sim rotineiro.
Renata Iannarelli
16 de fevereiro de 2015 2:31 pmChora, Merval!
O bloco Chora, Merval! foi fundado por mim e alguns amigos no dia da vitória da Dilma no segundo turno. A ideia ganhou corpo, fomos às ruas mascarados e foi um sucesso! 2016 promete, teremos mais surpresas! O bloco sairá enquanto nossa Presidenta estiver no poder.
A propósito: somos eu e uma amiga na foto, que foi tirada pelo amigo (e um dos fundadores) Emilião.