10 de julho de 2026

Mauro Santayana: quanto vale a Petrobras

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Quanto vale a Petrobras

Por Mauro Santayana, via Julio Cesar Macedo Amorim

Do seu blog

O adiamento do balanço da Petrobras do terceiro trimestre do ano passado foi um equívoco estratégico da direção da companhia, cada vez mais vulnerável à pressão que vem recebendo de todos os lados, que deveria, desde o início do processo, ter afirmado que só faria a baixa contábil dos eventuais prejuízos com a corrupção, depois que eles tivessem, um a um, sua apuração concluída, com o avanço das investigações.

A divulgação do balanço há poucos dias, sem números que não deveriam ter sido prometidos, levou a nova queda no preço das ações.

E, naturalmente, a novas reações iradas e estapafúrdias, com mais especulação sobre qual seria o valor — subjetivo, sujeito a flutuação, como o de toda empresa de capital aberto presente em bolsa — da Petrobras, e o aumento dos ataques por parte dos que pretendem aproveitar o que está ocorrendo para destruir a empresa — incluindo hienas de outros países, vide as últimas idiotices doFinancial Times – que adorariam estraçalhar e dividir, entre baba e dentes, os eventuais despojos de uma das maiores empresas petrolíferas do mundo.

O que importa mais na Petrobras?

O valor das ações, espremido também por uma campanha que vai muito além da intenção de sanear a empresa e combater eventuais casos de corrupção e que inclui de apelos, nas redes sociais, para que consumidores deixem de abastecer seus carros nos postos BR; à aberta torcida para que “ela quebre, para acabar com o governo”; ou para que seja privatizada, de preferência, com a entrega de seu controle para estrangeiros, para que se possa — como afirmou um internauta — “pagar um real por litro de gasolina, como nos EUA”?

Para quem investe em bolsa, o valor da Petrobras se mede em dólares, ou em reais, pela cotação do momento, e muitos especuladores estão fazendo fortunas, dentro e fora do Brasil, da noite para o dia, com a flutuação dos títulos derivada, também, da campanha antinacional em curso, refletida no clima de “terrorismo” e no desejo de “jogar gasolina na fogueira”, que tomou conta dos espaços mais conservadores — para não dizer golpistas, fascistas, até mesmo por conivência — da internet.

Para os patriotas, e ainda os há, graças a Deus, o que importa mais, na Petrobras, é seu valor intrínseco, simbólico, permanente, e intangível, e o seu papel estratégico para o desenvolvimento e o fortalecimento do Brasil.

Quanto vale a luta, a coragem, a determinação, daqueles que, em nossa geração, foram para as ruas e para a prisão, e apanharam de cassetete e bombas de gás, para exigir a criação de uma empresa nacional voltada para a exploração de uma das maiores riquezas econômicas e estratégicas da época, em um momento em que todos diziam que não havia petróleo no Brasil, e que, se houvesse, não teríamos, atrasados e subdesenvolvidos que “somos”, condições técnicas de explorá-lo?

Quanto vale a formação, ao longo de décadas, de uma equipe de 86.000 funcionários, trabalhadores, técnicos e engenheiros, em um dos segmentos mais complexos da atuação humana?

Quanto vale a luta, o trabalho, a coragem, a determinação daqueles, que, não tendo achado petróleo em grande quantidade em terra, foram buscá-lo no mar, batendo sucessivos recordes de poços mais profundos do planeta; criaram soluções, “know-how”, conhecimento; transformaram a Petrobras na primeira referência no campo da exploração de petróleo a centenas, milhares de metros de profundidade; a dezenas, centenas de quilômetros da costa; e na mais premiada empresa da história da OTC – Offshore Technology Conferences, o “Oscar” tecnológico da exploração de petróleo em alto mar, que se realiza a cada dois anos, na cidade de Houston, no Texas, nos Estados Unidos?

Quanto vale a luta, a coragem, a determinação, daqueles que, ao longo da história da maior empresa brasileira — condição que ultrapassa em muito, seu eventual valor de “mercado” — enfrentaram todas as ameaças à sua desnacionalização, incluindo a ignominiosa tentativa de alterar seu nome, retirando-lhe a condição de brasileira, mudando-o para “Petrobrax”, durante a tragédia privatista e “entreguista” dos anos 1990?

Quanto vale uma companhia presente em 17 países, que provou o seu valor, na descoberta e exploração de óleo e gás, dos campos do Oriente Médio ao Mar Cáspio, da costa africana às águas norte-americanas do Golfo do México?

Quanto vale uma empresa que reuniu à sua volta, no Brasil, uma das maiores estruturas do mundo em Pesquisa e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, trazendo para cá os principais laboratórios, fora de seus países de origem, de algumas das mais avançadas empresas do planeta?

Por que enquanto virou moda — nas redes sociais e fora da internet — mostrar desprezo, ódio e descrédito pela Petrobras, as mais importantes empresas mundiais de tecnologia seguem acreditando nela, e querem desenvolver e desbravar, junto com a maior empresa brasileira, as novas fronteiras da tecnologia de exploração de óleo e gás em águas profundas?

Por que em novembro de 2014, há apenas pouco mais de três meses, portanto, a General Electric inaugurou, no Rio de Janeiro, com um investimento de 1 bilhão de reais, o seu Centro Global de Inovação, junto a outras empresas que já trouxeram seus principais laboratórios para perto da Petrobras, como a BG, a Schlumberger, a Halliburton, a FMC, a Siemens, a Baker Hughes, a Tenaris Confab, a EMC2 a V&M e a Statoil?

Quanto vale o fato de a Petrobras ser a maior empresa da América Latina, e a de maior lucro em 2013 — mais de 10 bilhões de dólares — enquanto a PEMEX mexicana, por exemplo, teve um prejuízo de mais de 12 bilhões de dólares no mesmo período?

Quanto vale o fato de a Petrobras ter ultrapassado, no terceiro trimestre de 2014, a EXXON norte-americana como a maior produtora de petróleo do mundo, entre as maiores companhias petrolíferas mundiais de capital aberto?

É preciso tomar cuidado com a desconstrução artificial, rasteira, e odiosa, da Petrobras e com a especulação com suas potenciais perdas no âmbito da corrupção, especulação esta que não é apenas econômica, mas também política.

A PETROBRAS teve um faturamento de 305 bilhões de reais em 2013, investe mais de 100 bilhões de reais por ano, opera uma frota de 326 navios, tem 35.000 quilômetros de dutos, mais de 17 bilhões de barris em reservas, 15 refinarias e 134 plataformas de produção de gás e de petróleo.

É óbvio que uma empresa de energia com essa dimensão e complexidade, que, além dessas áreas, atua também com termoeletricidade, biodiesel, fertilizantes e etanol, só poderia lançar em balanço eventuais prejuízos com o desvio de recursos por corrupção, à medida que esses desvios ou prejuízos fossem “quantificados” sem sombra de dúvida, para depois ser — como diz o “mercado” — “precificados”, um por um, e não por atacado, com números aleatórios, multiplicados até quase o infinito, como tem ocorrido até agora.

As cifras estratosféricas (de 10 a dezenas de bilhões de reais), que contrastam com o dinheiro efetivamente descoberto e desviado para o exterior até agora, e enchem a boca de “analistas”, ao falar dos prejuízos, sem citar fatos ou documentos que as justifiquem, lembram o caso do “Mensalão”.

Naquela época, adversários dos envolvidos cansaram-se de repetir, na imprensa e fora dela, ao longo de meses a fio, tratar-se a denúncia de Roberto Jefferson, depois de ter um apaniguado filmado roubando nos Correios, de o “maior escândalo da história da República”, bordão esse que voltou a ser utilizado maciçamente, agora, no caso da Petrobras.

Em dezembro de 2014, um estudo feito pelo instituto Avante Brasil, que, com certeza não defende a “situação”, levantou os 31 maiores escândalos de corrupção dos últimos 20 anos.

Nesse estudo, o “mensalão” — o nacional, não o “mineiro” — acabou ficando em décimo-oitavo lugar no ranking, tendo envolvido menos da metade dos recursos do “trensalão” tucano de São Paulo e uma parcela duzentas menor que a cifra relacionada ao escândalo do Banestado, ocorrido durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, que, em primeiríssimo lugar, envolveu, segundo o levantamento, em valores atualizados, aproximadamente 60 bilhões de reais.

E ninguém, absolutamente ninguém, que dizia ser o mensalão o maior dos escândalos da história do Brasil, tomou a iniciativa de tocar, sequer, no tema — apesar do “doleiro” do caso Petrobras, Alberto Youssef, ser o mesmo do caso Banestado — até agora.

Os problemas derivados da queda da cotação do preço internacional do petróleo não são de responsabilidade da Petrobras e afetam igualmente suas principais concorrentes.

Eles advém da decisão tomada pela Arábia Saudita de tentar quebrar a indústria de extração de óleo de xisto nos Estados Unidos, aumentando a oferta saudita e diminuindo a cotação do produto no mercado global.

Como o petróleo extraído pela Petrobras destina-se à produção de combustíveis para o próprio mercado brasileiro, que deve aumentar com a entrada em produção de novas refinarias, como a Abreu e Lima; ou para a “troca” por petróleo de outra graduação, com outros países, a empresa deverá ser menos prejudicada por esse processo.

A produção de petróleo da companhia está aumentando, e também as descobertas, que já somam várias depois da eclosão do escândalo.

E, mesmo que houvesse prejuízo — e não há — na extração de petróleo do pré-sal, que já passa de 500.000 barris por dia, ainda assim valeria a pena para o país, pelo efeito multiplicador das atividades da empresa, que garante, com a política de conteúdo nacional mínimo, milhares de empregos qualificados na construção naval, na indústria de equipamentos, na siderurgia, na metalurgia, na tecnologia.

A Petrobras foi, é e será, com todos os seus problemas, um instrumento de fundamental importância estratégica para o desenvolvimento nacional, e especialmente para os estados onde tem maior atuação, como é o caso do Rio de Janeiro.

Em vez de acabar com ela, como muitos gostariam, o que o Brasil precisaria é ter duas, três, quatro, cinco Petrobras.

É necessário punir os ladrões que a assaltaram?

Ninguém duvida disso.

Mas é preciso lembrar, também, uma verdade cristalina.

A Petrobras não é apenas uma empresa.

Ela é uma Nação.

Um conceito.

Uma bandeira.

E por isso, seu valor é tão grande, incomensurável, insubstituível.

Esta é a crença que impulsiona os que a defendem.

E, sem dúvida alguma, também, a abjeta motivação que está por trás dos canalhas que pretendem destruí-la.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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11 Comentários
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  1. Orlando Soares Varêda

    3 de fevereiro de 2015 6:19 pm

     
    Não é a primeira investida

     

    Não é a primeira investida contra a Petrobras montada pelas hienas anti-Brasil, não será a última. Não obstante, serão severamente derrotados tantas vezes tentem.

    Brasileiros que defendem o país, são, numericamente e moralmente superiores à chusma de merda, que tenta se passar como elite, na verdade, são uns entreguistas. Ora, passando por severa síndrome de ressentimento golpista.

    Orlando

  2. Abner

    3 de fevereiro de 2015 7:41 pm

    Dois Brasis e duas Petrobras

    Neste momento há dois Brasis. Um Brasil das páginas dos jornais e dos noticiário rádio televisivos, e o outro, o Brasil real que está a minha volta. No Brasil real, o filho da minha empregada, mulher negra, sem marido e pobre de não ter onde cair viva, está estudando engenharia. No Brasil real que eu acordo e vejo todos os dias, qualquer brasileiro, repito “qualuer” brasileiro pode fazer uma faculdade ou estudar um curso tecnico, graças ao Prouni, FIES, Pronatec, etc…etc… No Brasil real só está desempregado quer quer. Aquí em casa, fiz uma reforma recentemente, e como filho de uma viuva que foi extremenete pobre, gastei um orçamento de mais de 3 dígitos e o ajudante de pedreiro que aquí trabalhou, se quisesse, poderia comprar um carro zero e pagar em suaves prestações a perder de vista sem comprometer um terço de seus rendimentos mensais. Este é o Brasil real. Também no Brasil real, quevejo todos os dias, os supermercados estão abarrotados de gente com seus carrinhos lotados e comprando o que outrora dificilmente comprariam. Moro em vitória-ES, e nesta cidade nos ultimos 12 anos, 6 shopping center’s de grande porte foram abertos (Praia da costa, mestre Alvaro, Moxuara, bulevard, Vila velha, Norte Sul). Experimenta ir nestes mega templos do consumismo num final de semana? A praça de alimentação estão lotadas, o trabalhador está gastando o seu salário no bem estar e na qualidade de vida de sua família. Não vou nem falar do que está acontecendo nos rincões do nordeste. Este é o Brasila real….Agora, o brasil da mídia é um país quebrado, de quatro, insolvente, vagabundo, corrupto e um país do faz de conta. Este raciocínio também vale para a Petobras. A Petrobras real está produzindo mais de 2 milhões de barris de petróleo por dia. É a maior produtora do mundo entre as empresas de capital aberto, e aí vc bota na conta exxom mobil, BP, Chevron, etc… A Petrobrás é maior do que todas elas. 

    A verdade é que há uma luta sendo travada no submundo do poder em esferas mais sofisticadas. Por fim, é bom termos em mente que a riqueza não se transmite sem que haja luta e resistência, e não raro, por vezes é necessário o sangue rolar. É disto que se trata.

  3. altamiro souza

    3 de fevereiro de 2015 7:52 pm

    esse é o tipo de texto tipo

    esse é o tipo de texto tipo aquela oração de

    são francisco que a gente põe na parede.

    pra ver todos os dias.

    santayana viveu, vive e espero que viva pra testemunhar a recuperaçãoda petrobras….

    grande santayana…

    que deus o guarde, como diziam nossso ancestrais.

  4. Abner

    3 de fevereiro de 2015 7:58 pm

    Neste momento há dois Brasis.

    Neste momento há dois Brasis. Um Brasil das páginas dos jornais e dos noticiário rádio televisivos, e o outro, o Brasil real que está a minha volta. No Brasil real, o filho da minha empregada, mulher negra, sem marido e pobre de não ter onde cair viva, está estudando engenharia. No Brasil real que eu acordo e vejo todos os dias, qualquer brasileiro, repito “qualquer” brasileiro pode fazer uma faculdade ou estudar um curso tecnico, graças ao Prouni, FIES, Pronatec, as mais de 300 escolas tecnicas federais criadas recentemente, etc…etc… No Brasil real só está desempregado quem quer. Aquí em casa, fiz uma reforma recentemente, e como filho de uma viuva que foi extremenete pobre eultimamente tem vencido na vida, gastei um orçamento de mais de 3 dígitos, e o ajudante de pedreiro que aquí trabalhou, se quisesse, poderia comprar um carro popular zero e pagar em suaves prestações a perder de vista, sem comprometer um terço de seus rendimentos mensais. Este é o Brasil real. Também no Brasil real, que vejo todos os dias, os supermercados estão abarrotados de gente com seus carrinhos lotados comprando de tudo e mais um pouco do que antes só via pela televisão.

    Com a Petrobras vale o mesmo raciocínio. A petrobras real produz mais 2.200.000 barris de petróleo por dia. É a maior, repito a maior produra de petróleo das empresas de capital aberto, e aí vc põem na conta a BP, Exxom, Chevron, etc…etc…Enquanto o ano passado (2013) a Crevron e a Exxom tiveram um recuo de produção de mais de dois dígitos a a nossa “destruída e incapaz” Petrobras cresceu sua produção na contra mão do mundo.

    Só um idiota, cai no conto do vigário que a mídia está vendendo.

     

    A verdade é que a riqueza não se transmite sem que haja resistência, luta e por vezes, não muito raro, que sangue seja derramado. Só uma criança, na sua pureza e inocência pensaria o contrário.

    Por fim, não tenham dúvidas que estamos diante de um duro e feroz embate de luta de classes. É um dircurso um tanto fora de moda, e diga-se de passagem não sou marxista, mas para mim, “é disto que se trata seu estúpido”.

     

  5. Abner

    3 de fevereiro de 2015 7:58 pm

    Neste momento há dois Brasis.

    Neste momento há dois Brasis. Um Brasil das páginas dos jornais e dos noticiário rádio televisivos, e o outro, o Brasil real que está a minha volta. No Brasil real, o filho da minha empregada, mulher negra, sem marido e pobre de não ter onde cair viva, está estudando engenharia. No Brasil real que eu acordo e vejo todos os dias, qualquer brasileiro, repito “qualquer” brasileiro pode fazer uma faculdade ou estudar um curso tecnico, graças ao Prouni, FIES, Pronatec, as mais de 300 escolas tecnicas federais criadas recentemente, etc…etc… No Brasil real só está desempregado quem quer. Aquí em casa, fiz uma reforma recentemente, e como filho de uma viuva que foi extremenete pobre eultimamente tem vencido na vida, gastei um orçamento de mais de 3 dígitos, e o ajudante de pedreiro que aquí trabalhou, se quisesse, poderia comprar um carro popular zero e pagar em suaves prestações a perder de vista, sem comprometer um terço de seus rendimentos mensais. Este é o Brasil real. Também no Brasil real, que vejo todos os dias, os supermercados estão abarrotados de gente com seus carrinhos lotados comprando de tudo e mais um pouco do que antes só via pela televisão.

    Com a Petrobras vale o mesmo raciocínio. A petrobras real produz mais 2.200.000 barris de petróleo por dia. É a maior, repito a maior produra de petróleo das empresas de capital aberto, e aí vc põem na conta a BP, Exxom, Chevron, etc…etc…Enquanto o ano passado (2013) a Crevron e a Exxom tiveram um recuo de produção de mais de dois dígitos a a nossa “destruída e incapaz” Petrobras cresceu sua produção na contra mão do mundo.

    Só um idiota, cai no conto do vigário que a mídia está vendendo.

     

    A verdade é que a riqueza não se transmite sem que haja resistência, luta e por vezes, não muito raro, que sangue seja derramado. Só uma criança, na sua pureza e inocência pensaria o contrário.

    Por fim, não tenham dúvidas que estamos diante de um duro e feroz embate de luta de classes. É um dircurso um tanto fora de moda, e diga-se de passagem não sou marxista, mas para mim, “é disto que se trata seu estúpido”.

     

  6. maria rodrigues

    3 de fevereiro de 2015 9:13 pm

    Este artigo é merecedor de

    Este artigo é merecedor de aplausos. Poderia ser lido pelos opositores ao Governo, que vivem uma  eterna lamentação, como se a Petrobrás fosse um ser humano à beira da morte. 

  7. Alex Sotto

    3 de fevereiro de 2015 10:57 pm

    Sempre há um refúgio

    Canalhas sempre encontram refúgio no patritismo. 

    O patriotismo é a única coisa que vence a religião quando se trata de formar idiotas.

    PQP.

    1. sergior

      3 de fevereiro de 2015 11:51 pm

      Mauro Santayana pelo menos

      Mauro Santayana pelo menos sabe escrever. Aprenda com ele ! Além disso, vendilhões da pátria (apud Brizola), ao que parece, estão se tornando cada dia mais baratos. 

      1. [email protected]

        4 de fevereiro de 2015 2:50 pm

        Hitler usava essa mesma

        Hitler usava essa mesma desculpara para matar judeus!

         

        Proteger a patria! 

  8. IV Avatar do Rio Meia Ponte

    4 de fevereiro de 2015 8:07 am

    Mirem-se na Alstom e Simens

    Para que mais roubo e falcatruas do que as cometidas pelas européias Alstom e Simens no trensalão tucano que, ao tudo indica, se roubou mais do Estado de SP do que os ratos da Petrobrás? Mas são tucanos, deixa prá lá. Quanto as empresas européias citadas, estas estão vivinhas, atuantes e vigorosas. Já na época da Balaiada, em 1840, os EUA já sabiam muito bem mexer os pauzinhos para dominar outros povos e assim continuaram, nunca derrubaram governos como no Brasil que jamais ultrapassou a marca dos 30 anos sem um bolpezinho. E o que não falta é papagaio repetindo o discurso da mérdia Glbo que, até o momento, não escreveu sequer uma linha sobre a corrupção em carne e osso chamada Eduardo Cunha. E como dá no JN o homi é honesto até dizer chega. Enquanto por aqui a oposição quer transformar tudo em pó, o bom mesmo é zerar o pais, destruir a engenharia nacional, a Petrobrás, derrubar o governo, partir do nada novamente. Quem não rezar na cartilha do pig será acusado de prática de crime de “patriotismo”. Hum….

  9. José Wilson Barroso Borges

    4 de fevereiro de 2015 2:31 pm

    Cadeia para corruptores e corruptos

    Acho muito importante o texto elucidativo do Mauro Santayanna, aprendi um pouco mais hoje e minha paixão pela empresa aumentou.  O PIG nunca me  emprenhou pelo ouvido. É imprensa marron  nojenta que faz um grande mal ao nosso país, pois a Petrobrás e o Brasil estão acima disto. Aos canalhas corruptores e corruptos cadeia neles!!!!! 

    Viva a Petrobrás e o nosso querido BRASIL!!!!!!!!!!!!

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