Jornal GGN – A ideia do impeachment de Jair Bolsonaro começa a “arrefecer” em Brasília porque o general Hamilton Mourão, vice-presidente, não “inspira” confiança da classe política. O oposto ocorreu com Michel Temer na deposição de Dilma Rousseff, lembrou a jornalista Mônica Bergamo, em coluna desta terça (28).
Há, ainda, um segundo entrave para o impeachment de Bolsonaro: a questão não está na pauta do presidente da Câmara e responsável por dar início ao processo, Rodrigo Maia.
Maia tem argumentado que “se os deputados pregam o fortalecimento das instituições, não podem recorrer a atalhos antidemocráticos, tentando criar um ambiente ‘sem base’ para o impeachment.”
“Ele tem se posicionado também contra as propostas de semipresidencialismo, que limitariam o poder de Bolsonaro.”
Carlos
28 de maio de 2019 11:54 amPara que o centrão continue praticando seu “parlamentarismo branco” é importante a manutenção de uma presidência fraca, confusa e atolada até a raiz dos cabelos em maracutaias cabeludas. Esta condição poderia ter fim com Mourão.
André Lameira
28 de maio de 2019 12:00 pm“Se os deputados pregam o fortalecimento das instituições, não podem recorrer a atalhos antidemocráticos, tentando criar um ambiente ‘sem base’ para o impeachment.”
O que dizer de uma canalhice dessas? Nada disso que estamos vivendo estaria acontecendo se “os deputados” não tivessem criado “atalhos antidemocráticos” com um impeachment “sem base” de Dilma Rousseff. Agora a única saída é o movimento popular criar tamanha pressão que force a queda do governo Bolsonaro/Mourão e a convocação de novas eleições. Isso vai exigir um nocaute institucional como não se vê desde a década de 1980.
Ou nós arregaçamos as mangas ou Bolsonaro/Maia/Toffolli vão ficar patinando nesse merdelê 4 anos a fio. E sabe-se lá onde isso vai dar.
Wilton Santos
28 de maio de 2019 12:30 pmVão ter que manter esse trolha até 2022! Até lá não sobrará nada do país.
Fábio de Oliveira Ribeiro
28 de maio de 2019 1:58 pmSe o general Mourão visitar Lula na prisão e assumir compromissos com a soberania nacional e com a preservação dos direitos dos trabalhadores Jair Bolsonaro cai no dia seguinte. Não será nem necessário Impeachment, pois o medo da queda vai matar aquele do vagabundo do coração.
Marcos K
28 de maio de 2019 2:11 pmUma coisa me parece claro: Bolsonaro só não caiu ainda porque ainda ele tem uma base social, pequena, mas tem.
Pra mim é novidade que ninguém confia no Mourão. Pra mim sempre foi claro que ele é a alternativa óbvia, porque poderia usar à força o que Bolsonaro é cobrado a fazer toda hora pela Globo: acabar de destruir o Brasil.
Pelo visto agora só tem uma saída: que o clima fique ainda mais polarizado e que o puteiro pegue fogo de vez.
Ricardo Krug da Rosa
29 de maio de 2019 12:31 amTirem esse louco !!