21 de maio de 2026

O dia em que a mídia brasileira descobriu Murdoch

Como a ultradireita usou a mídia para adentrar a política, em uma guerra da comunicação, usando a Veja e nomes como Olavo de Carvalho

Essa publicação também faz parte da investigação do projeto Xadrez da ultradireita mundial à ameaça eleitoral, para o documentário sobre o avanço da ultradireita mundial e a ameaça às eleições. Apoie aqui!

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Inicialmente ligado ao marketing político e, posteriormente, à busca dos meios de comunicação para ganhar protagonismo político diante da crise econômica, a imprensa internacional descobriu o discurso de ódio, o movimento das Fake News e a disputa pelo controle das redes sociais na campanha de Barack Obama para a Presidência dos Estados Unidos.

No Brasil, o discurso do ódio, atendendo a interesses do submundo dos negócios e desmonte civilizatório, encontrou um dos seus ápices na campanha do desarmamento, com a capa da revista Veja contaminando irreversivelmente a democracia brasileira, abrindo um mercado que foi amplamente explorado pela Veja, Record, rádio Jovem Pan, e por nomes como Diogo Mainardi e Olavo de Carvalho, este último representante da ultradireita nas redes sociais.

De lá para cá, uma sucessão de capas da revista Veja jogava o jornalismo brasileiro no ponto mais baixo da sua história, um período turbulento de disseminação do ódio, acentuado pelo Mensalão e pela Lava Jato. 

No artigo “O dia em que a mídia brasileira descobriu Murdoch”, publicado pela primeira vez no dia 16 de janeiro de 2015, detalha-se o antecessor desse fenômeno, quando o Partido Republicano dos EUA recorreu à Fox News, do australiano Rupert Murdoch, abrindo espaço para o chamado ativismo do liberalismo-progressista e a atuação de empresas de algoritmos como a Cambridge Analytica, que ajudou a eleger Donald Trump, e tornou-se peça-chave no avanço da ultradireita mundial. Confira:

Em meados dos anos 2000, subitamente o Olimpo da mídia passou a ser invadido por corpos estranhos, dinossauros de direita que se supunha extintos desde o final da Guerra Fria, com uma linguagem vociferante, bélica, atacando outros jornalistas, pessoas públicas, partidos políticos, com um grau de agressividade inédito. Inaugurava-se o que batizei, na época, de jornalismo de esgoto.

O grande movimento começou por volta de 2005, coincidindo com a montagem do cartel midiático liderado por Roberto Civita, o cappo da Editora Abril.

***

Inspirada no australiano-americano Rupert Murdoch, a estratégia adotada consistia em juntar todos os grandes grupos de mídia em uma guerra visando ganhar influência para enfrentar os grupos que surgiam no bojo das novas tecnologias.

Desde seus primórdios, a indústria de comunicação de massa ganhou a capacidade de criar um universo virtual, com enorme influência sobre o universo real. Personalidades construídas pela mídia são agentes poderosos de influência em todos os campos. Ao contrário, as vítimas de ataques sofrem consequências terríveis em sua vida pessoal, profissional.

Nas democracias imperfeitas – como é o caso da brasileira -, com enorme concentração de poder, trata-se de um poder tão ilimitado que uma das “punições” mais graves impostas a recalcitrantes é a “lista negra”, a proibição da citação de seu nome em qualquer veículo. O sujeito “morre”, desaparece.

Em um modelo competitivo de mídia, essas idiossincrasias são superáveis, permitindo a diversificação de pensamento.

De fato, o fim da guerra fria – no caso brasileiro, o fim da ditadura e o pacto das diretas – produziu um universo relativamente diversificado de personalidades, entre jornalistas, intelectuais, empresários, artistas e celebridades em geral, bom para o pluralismo e para o jornalismo, ruim para as estratégias políticas da mídia.

Montado o pacto, o primeiro passo foi homogeneizar o universo midiático, acabando com o contraditório.

***

Nos Estados Unidos, a estratégia de Rupert Murdoch foi criar um inimigo externo, que substituísse os antigos personagens da Guerra Fria. Os atentados às Torres Gemeas vieram a calhar. E calar eventuais vozes independentes, de jornalistas, com ataques desqualificadores, para impedir o exercício do contraponto.

A estratégia brasileira imitou esse modelo, criando fantasmas bolivarianos, ameaças ficcionais à democracia e ataques desqualificadores aos críticos.

O fuzilamento de recalcitrantes baseou-se em um modelo retratado no filme “The Crusader” que, no Brasil, recebeu o nome de “O Poder da Mídia” – dirigido por Bryan Goeres, tendo no elenco, entre outros, Andrew McCarthy e Michael York. É de 2004.

Narra a história de uma disputa no mercado de telecomunicações, no qual o dono da rede de televisão é cooptado por um dos lados. A estratégia consistiu em pegar um repórter medíocre e turbiná-lo com vários dossiês até transformá-lo em uma celebridade. Tornando-se celebridade, o novo poder era utilizado nas manobras do grupo.

Por aqui o modelo foi testado com um colunista de temas culturais, Diogo Mainardi. Sem conhecimentos maiores do mundo político e empresarial, foi alimentado com dossiês, liberdade para ofender, agredir e, adicionalmente, tornar-se protagonista nas disputas do banqueiro Daniel Dantas em torno das teles brasileiras.

Lançado seu livro, os jornais seguiram o script de “construir” uma reputação da noite para o dia e alça-lo à condição de celebridade. O ápice foi uma resenha do Estadão comparando-o a Carlos Lacerda e um perfil na Veja tratando-o como “o guru do Leblon”. Tornaram-se peças antológicas do ridículo desses tempos de trevas.

Foi usado e jogado fora, quando não mais necessário. Seus ataques a vários jornalistas serviram de álibi para as organizações fazerem o expurgo e montarem a grande noite de São Bartolomeu da mídia.

***

A segunda parte do jogo foi a reconstrução do Olimpo midiático com uma nova fauna, que se dispusesse a preencher os requisitos exigidos, de total adesão à estratégia do cartel. Não bastava apenas a crítica contra o governo e o partido adversário. Tinha que se alinhar com o preconceito, a intolerância, expelir ódio por todos os poros, tratar cada pessoa que ousasse pensar diferente como inimigo a ser destruído.

Vários candidatos se apresentaram para atender à nova demanda. De repente, doces produtores musicais, esquecidos no mundo midiático, transformaram-se em colunistas políticos vociferantes e voltaram a ganhar os holofotes da mídia; intelectuais sem peso no seu meio tornaram-se fontes em permanente disponibilidade repetindo os mesmos mantras; humoristas ganharam programas especiais e roqueiros espaço em troca das catilinárias. Dessa fauna caricata se exigia a lealdade absoluta, a capacidade de exercitar a palavra “canalha” para se referir a adversários e nenhum pudor para repetir os mantras ideológicos das senhoras de Santana.

***

Mas a parte que interessa agora – para entender a ação que me move o diretor da Globo Ali Kamel – foi o papel desempenhado por diretores de redação com ambições intelectuais.

Com autorização para matar e para criar a nova elite de celebridades midiáticas, ambicionaram não apenas o poder midiático, mas julgaram que eles próprios poderiam cavalgar a onda e ocupar o posto de liderança da nova intelectualidade que a mídia pretendia forjar a golpes de machado. Eles construíam o novo Olimpo e se candidatavam ao posto de profetas, assumindo outro Olimpo – o do mundo intelectual – que estava a léguas de distância de sua capacidade.

Montaram um acordo com a editora Record e, de repente, todos se tornaram pensadores e escritores. Cada lançamento recebia cobertura intensiva de todos os veículos do cartel, páginas na Veja e na Época, resenhas na Folha, Globo e Estadão, entrevistas na Globonews e no programa do .

Durante algum tempo, o mundo intelectual tupiniquim testemunhou um dos capítulos mais vexaminosos de auto-louvação, uma troca de elogios e de favores indecente, sem limite, que empurrou a grande mídia brasileira para o provincianismo mais rotundo.

Diretor da Veja, Mário Sabino lançou um romance que mereceu uma crítica louvaminhas na própria Veja, escrita por um seu subordinado e campanhas de outdoor em ônibus bancada pela própria Record – que disseminava a lenda de que o livro estaria sendo recebido de forma consagradora em vários países. O livro de Kamel foi saudado pela revista Época, do mesmo grupo Globo, como um dos dez mais importantes da década.

Coube à blogosfera desmascarar aquele ridículo atroz, denunciando a manipulação da lista dos livros mais vendidos de Veja, por Sabino, para que sua obra prima pudesse entrar. E revelando total ausência das supostas edições estrangeiras de Sabino na mais afamada e global livraria virtual, a Amazon.

Na ação que me moveu, um dos pontos realçados por Kamel foi o fato de ter colocado em meu blog um vídeo com a música “O cordão dos puxa sacos”, para mostrar o que pensava da lista dos livros mais relevantes da década da revista Época.

***

Graças à democratização trazida pelas redes sociais, os neo-intelectuais não resistiram à exposição de suas fraquezas. Voltaram para o limbo da subcultura midiática.

Kamel conformou-se com seu papel de todo-poderoso da Globo, mas com atuação restrita aos bastidores, onde seus subordinados são obrigados a aceitar seu brilho e acatar suas orientações; Sabino desistiu da carreira de candidato ao Nobel de literatura.

Derrotados no campo jornalístico, no mano-a-mano das disputas intelectuais, recorreram ao poder das suas empresas para tentar vencer no tapetão das ações judiciais, tanto Kamel quanto Sabino, Mainardi, Eurípides.

Ao esconder-se nas barras da saia das suas corporações, passaram a ideia clara sobre a dimensão dos homens públicos que eram, quando despidos das armaduras corporativas.

Leia mais em O CASO VEJA.

***

Essa publicação faz parte da investigação do projeto Xadrez da ultradireita mundial à ameaça eleitoral, uma campanha do Catarse para produzir um documentário sobre o avanço da ultradireita mundial e a ameaça ao processo eleitoral. Colabore!

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
luis.nassif@gmail.com

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88 Comentários
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  1. joel lima

    16 de janeiro de 2015 8:56 am

    Seja la onde Lacerda estiver,

    Seja la onde Lacerda estiver, deve ter ficado p… da vida quando o Estadão o comparou a Mainardi. Seria como , no mundo da música pop, dizer que o letrista zezé de camargo é igual ao letrista Bob Dylan -rs. 

    Talvez a comparação seja no aspecto de ser dedo duro. Lacerda foi acusado de entregar seus ex companheiros do Partidão e Mainardi, uma vez, escreveu, se não me engano, qual era a preferência partidário dos principais jornalísticos da área política do Brasil. 

    Uma estorinha sobre manipulação da mídia =  uma vez escutando a CBN (programa fim de expediente) , o Guilherme Arantes falou, sem querer (eu acho), que ele não ganhou um festival de música nos anos 80 (quem ganhou, para surpresa de todos, foi a Lucinha Lins, que recebeu uma vaia enquanto cantava a música vencedora ) porque ele tinha acabado de sair da Som Livre (das organizaões Globo)  e ido para a Warner. Agora imagina isso como não é no campo político. 

    Claro que os apresentadores não esmiuçaram essa revelação dele – afinal a CBN pertence às organizões Globo. 

    Enfim, viva o genial Orson Welles e seu Cidadão Kane! 

    1. Rui Daher

      16 de janeiro de 2015 10:39 am

      Perfeito,

      caro Joel. Um parágrafo de um discurso de Lacerda tem mais conteúdo do que tudo o que o imbecil Mainardi falou ou escreveu até hoje. Que dirá o livro “Poder das Ideias”, de Lacerda? É tudo qualquer nota na maioria das folhas e telas cotidianas atuais.

      1. alvaro marins

        16 de janeiro de 2015 11:17 am

        É verdade, esses aprendizes

        É verdade, esses aprendizes de Lacerda, apesar de se esforçarem, não conseguem superá-lo nem no maucaratismo.

        1. joel lima

          16 de janeiro de 2015 4:20 pm

          Concordo, Alvaro. O que

          Concordo, Alvaro. O que Lacerda fez com Samuel Weiner é de uma falta de caráter absurda. Lacerda, proscrito pela fama de judas, foi acolhido por Samuel. Porém, não pensou duas vezes em destruir o jornal de Samuel por este apoiar Getúlio, o inimigo que ele perseguiu mesmo após o suicídio dele. Lacerda fez tudo o que podia para chegar à presidência. Achou que o golpe militar o colocaria no poder. Mas os militares o viram como um ‘problema’ e nunca solução para o país. Lacerda personificava o lado mais virulento da luta insana e suja entre as lideranças civis pelo presidência.  Se tivéssemos um shakespeare, ele seria nosso Ricardo I I I. 

    2. Juliano Santos

      16 de janeiro de 2015 2:03 pm

      “Deus é Lula”

      Só pode. Ao Getúlio o todo poderoso deu o Lacerda. Ao Lula, deu o Mainardi. Ô cara sortudo, essa “anta bolivariana”.

  2. chico da dilma

    16 de janeiro de 2015 9:06 am

    “Eu sou Luis Nassif “e viva a

    “Eu sou Luis Nassif “e viva a blogosfera!

  3. Euclides

    16 de janeiro de 2015 9:34 am

    Eles não nos calarão!

    Estou contigo amigo! Eu sou Luis Nassif!

  4. Gustavo Belic Cherubina

    16 de janeiro de 2015 10:01 am

    Eu falo isso para todo mundo, mas agora escrevo aqui

    Eu sou Nassif, Tim Berners-Lee e o Ravi, que é o meu filho.

    Abraço geral!

  5. Ivan Arruda

    16 de janeiro de 2015 10:27 am

    “Durante algum tempo, o

    “Durante algum tempo, o público testemunhou um dos capítulos mais vexaminosos de auto-louvação, uma troca de elogios e de favores indecente, sem limite, que empurrou a grande mídia brasileira para o provincianismo mais rotundo.”

    Nos locais onde a inovação esmorece e a “normose” se robustece, continuam práticas como essas. Pontuam carreiras individuais. Não raro, recebem bolsa produtividade.

    Mas, é no meio jurídico que a auto-louvação é mais intensa. Movidos por interesses tidos como para melhor servir ao País e a justiça, sentenças que agridem o bom senso e a equidade não nos faltam. E são desse mesmo matiz os que ora estão imbuídos em moralizar aquilo que seus pares e comparsas da mídia continuam desmoralizando. 

     

  6. joão adalberto

    16 de janeiro de 2015 10:39 am

    Subestimaram

    A grande mídia subestimou o poder da internet e tentou esmagar de uma só vez os supostos carrapatos de elefante.

  7. o mar da silvao

    16 de janeiro de 2015 10:48 am

    O governo federal está alheio

    O governo federal está alheio a tudo isso? Fingindo que isso não tem relação com o Brasil? Com o povo?

     

    Há muito tempo, Daniel Dantas e seus milhares de advogados tentam calar os blogs que não rezam a cartilha dos entreguistas.

     

    PHA tem divulgado todas as tentativas de silenciamento por parte do banqueiro – condenado a dez anos de prisão e salvo pela caneta do Gilmar Mendes.

     

    Outros blogueiros como Rodrigo Vianna e Luiz Carlos Azenha também já sofreram perseguição dos ‘globais’ na justiça.

     

    Alheio a tudo isso, o governo se acovarda na teoria do tal barulho e fala no controle econômico do setor cartelizado pela direita raivoza.

     

    Espero que os seguidores dos blogs independentes consigam mostrar a corja encabeçada pela Globo que a liberdade de expressão não é a defesa dos interesses dos patrões.

     

     

  8. Serralheiro 70

    16 de janeiro de 2015 10:56 am

    Viva a librdade de expressão

     Viva nassif,estou com você e não abro , abaixo a rede globo, o povo não é bobo  

    1. RONALD2

      16 de janeiro de 2015 12:12 pm

      LIBERDADE DE EXPRESSÃO?

      É isso aí SERRALHEIRO.

      Diante do que o NASSIF colocou, como falar em liberdade de expressão aqui no BRASIL?

       

  9. Alessandro Fontenele

    16 de janeiro de 2015 11:53 am

    Eu sou…

    Nassifão,

    Meu dia não é completo se eu não leio o seu blog.

    Eu sou Luís Nassif.

    Se vc precisar, vai contar comigo.

     

  10. Ô Nassif,

    16 de janeiro de 2015 11:54 am

    Faz que nem aquela inspetora

    Faz que nem aquela inspetora da Lei Seca que parou um juiz alcoolizado e tomou (e perdeu, lógico) um processo por desacato. Monta uma vaquinha para levantar os cinquenta contos, vai aparecer muito mais, usa o excedente para comprar espaço de publicidade n’O Globo e publicar um manifesto (brincadeira, eu sei que eles jamais publicariam – mas haveremos de encontrar uma forma criatíva e sarcástica de usar esse excedente).

    Abraço, cara, parabéns pela garra e pelo caráter.

  11. Douglas Lobens

    16 de janeiro de 2015 12:02 pm

    COMENTÁRIO!!

    FELIZMENTE TEMOS AINDA NESTE PAÍS JORNALISTAS COMO VOCÊ LUIZ NASSIF,   OBRIGADO POR EXISTIR, E CONTINUE NA SUA LUTA ESTOU E UM GRUPO DE AMIGOS ESTAMOS DO SEU LADO….

    PARABENS!

    DOUGLAS LOBENS

  12. Caíque Pereira

    16 de janeiro de 2015 12:08 pm

    Perfeito.

    Falou TUDO, nada mais a dizer ou escrever.

  13. vera lucia venturini

    16 de janeiro de 2015 12:11 pm

    Mas o histórico de poder

    Mas o histórico de poder autoritário da imprensa não vem de longe? Quando Getúlio foi levado ao suicidio a imprensa teve papel decisivo: tanto que a Tribuna da Imprensa e O Globo foram empastelados pelo povo. Em 64 a imprensa teve papel preponderante  com Frias cedendo carros a repressão e visitando o Dops e Roberto Marinho estruturou seu “polvo” junto com os militares. Mais tarde a mesma imprensa derrubou o Collor.

    Então, será que foi só após o Murdoch que a mídia brasileira estruturou seu papel autoritário ou esse abuso de poder só tomou outras formas?

    1. Gui Oliveira

      16 de janeiro de 2015 1:13 pm

      não é?
      Faz sentido.

  14. Roberto Monteiro

    16 de janeiro de 2015 12:20 pm

    Taí um exemplo!

    O que o Nassif narra neste post é emblemático. Para aqueles que defendem a grande mídia, alegando a liberdade de imprensa, pergunto: que liberdade é essa? Liberdade de assassinar reputações em troca de um projeto de poder?

    Não me venham dizer que o povo tem o poder de escolha, porque não tem. Sorte a nossa, que temos acesso às alternativas de informação, mas a maioria das pessoas não as tem, pois são amestradas pelos meios tradicionais que impõem a sua “verdade”

    Não quero censura, quero que todo o brasileiro tenha o direito de saber a verdade, pois infelizmente, a mentira não possui um controle remoto para ser trocada pela verdade.

  15. Marcos K

    16 de janeiro de 2015 12:24 pm

    Brabo mesmo é que os mantras

    Brabo mesmo é que os mantras desses medíocres fazem a cabeça de muita gente. 

    1. Lionel Rupaud

      16 de janeiro de 2015 1:36 pm

      Vai ver que esses “muita gente”

      são um bando de medíocres…

  16. Ugo

    16 de janeiro de 2015 12:32 pm

    Umberto Eco: Macchina del Fango

    Está saindo na Itália “Numero Zero” o ultimo livro de Umberto Eco que descreve o que é a imprensa inspirada nos princípios do Murdoch e aqui nos trópicos pelo Pig.

    Ela atua como “Macchina Del Fango” e é bem traduzida como assassinado de reputação.

    Fale ele e por minha monumental preguiça não vou traduzir:

    Un perfetto manuale per il cattivo giornalismo che il lettore via via non sa se inventato o semplicemente ripreso dal vivo. Una storia che si svolge nel 1992 in cui si prefigurano tanti misteri e follie del ventennio successivo, proprio mentre i due protagonisti pensano che l’incubo sia finito. Una vicenda amara e grottesca che si svolge in Europa dalla fine della guerra ai giorni nostri.

    O Kamel é um fundamentalista por formação, o iluminismo e laicismo não estão na cultura especificamente deste descendente de homens do deserto. Qie os marinhos o conserve para poder fechar a água das instalações da Marginal, nem precisa, e pagar a ultima conta de luz.

  17. Ex-combatente

    16 de janeiro de 2015 12:38 pm

    Não basta ao governo retirar

    Não basta ao governo retirar propaganda estatal desses lixos chamados de “grande imprensa”, se é que realmente tirou. Além da necessária regulação do meio, é enfrentar de imediato essas quadrilhas familiares, denunciando seus conluios com banqueiros e empresários em defesa de einteresses espúrios.

  18. jns

    16 de janeiro de 2015 12:45 pm

    A fabricação de histórias

     

    A explosão do Maine e o inferno Espanhol

    “Enviem as imagens, que eu crio a guerra” – Randolph Hearst

    O império espanhol foi o primeiro verdadeiramente global, atingindo seu auge territorial no final de 1700 e, partir de 1898, a Espanha começou a perder os seus territórios, paulatinamente.

    Estava se tornando cada vez mais difícil controlar a ilha cubana, onde uma pequena revolução havia estourado. 

    Esta não era uma boa notícia para os Estados Unidos, que possuíam interesses no açúcar, no tabaco e na siderurgia de Cuba, além de propriedades avaliadas em mais de $ 50 milhões (valor em torno de 1,2 bilhões dólares hoje).

    O principal fluxo de informações da mídia, então dominada pelos magnatas dos jornais Joseph Pulitzer e William Randolph Hearst, passou a exagerar e, definitivamente, fabricar histórias sobre as condições horríveis experimentadas sob o domínio espanhol. 

    Os campos de extermínio

    Foram publicadas insidiosas matérias sobre o canibalismo e a tortura desumana promovida pelos espanhóis. 

    Cuba recebeu os jornalistas que eram enviados especiais dos grandes jornais. No entanto, quando eles chegaram, encontraram uma realidade totalmente diferente. 

    William Randolph Hearst | Courtesy of Hearst Castle®/California State Parks.

    O correspondente Frederic Sackrider Remington (fumando), pintor, ilustrador, escultor e escritor especializado nas descrições do velho oeste americano, escreveu de volta para Randolph Hearst (ao telefone), o que ele encontrou em Cuba:

    – “Não há nenhuma solicitação de conflito que possa ser lembrada”. 

    A infame resposta de Randolph Hearst tornou-se famosa:

    – “Por favor, permaneçam e forneçam as imagens, que eu vou fornecer a guerra”. 

    E assim ele fez

    O seu jornal produzia notas negativas, continuadamente, enquanto a Cuba espanhola estava indo para o inferno, com o pires na mão, destroçada pelos interesses das grandes empresas dos EUA que, para proteger os seus investimentos na ilha, colocaram uma forte pressão sobre a política não belicosa do presidente William McKinley.

    Para dar uma evidente demonstração de força, após sucumbir aos intensos apelos da mídia, McKinley enviou o navio de guerra USS Maine ao porto de Havana.

    Três semanas depois de chegar, na noite de 15 de fevereiro de 1898, o USS Maine explodiu, matando 266 pessoas.

    O evento que foi explicado por duas teorias:

    – a explosão foi causada por uma mina externa que detonou as munições do navio;

    – a explosão foi causada por um incêndio espontâneo na carvoaria, que atingiu os paióis de munições. 

    ( as evidências, analisadas atualmente, favorecem a teoria da mina externa )

    Sem aguardar a investigação

    Os principais meios de comunicação da América culparam a Espanha pela tragédia e fizeram soar os tambores de guerra. 

    Em abril, McKinley cedeu à pressão da opinião pública e assinou uma resolução do Congresso que declarou guerra à Espanha. 

    Para ajudar a pagar a Guerra Hispano-Americana, o Congresso aprovou a cobrança de um imposto “temporário” de 3,0 % sobre as contas de telefone de longa distância. 

    Este era um imposto aplicado, essencialmente, sobre os malados do país, já que apenas cerca de 1.300 americanos possuíam telefones em 1898.

    Embora a guerra hispano-americana tenha terminado em 1898, o imposto temporário só foi abolido em 2005.

    Durante a sua vigência, por 107 anos, o imposto sobre os telefones de longa distância, gerou quase 94 bilhões de dólares americanos, ou seja, mais de 230 vezes o custo da guerra hispano-americana, que colocou um prego definitivo no caixão do império espanhol de alcance mundial.

    A partir de 1898, os Estados Unidos, que foi fundado em oposição ao imperialismo, encontrou-se no controle não só de Cuba, mas das Filipinas, Porto Rico, Guam e outras ilhas havaianas que estavam sob o domínio espanhol.

    Informações e imagens da Internet

  19. Anajf

    16 de janeiro de 2015 12:46 pm

    Herança de Civita

    O pior foi que migraram para internet, de férias da creche saiam por ai procurando alvos, e quando questionados …de agressores se faziam vítimas.

  20. oliva

    16 de janeiro de 2015 12:54 pm

    Sr Nassif…me responda por

    Sr Nassif…me responda por favor…o Sr esta nessa cruzada toda só porque perdeu a acao contra o cara da globo…..confesse !!!!!! 

    1. luisnassif

      16 de janeiro de 2015 1:30 pm

      Respondo:
      1. É o inverso:

      Respondo:

      1. É o inverso: sofri todas as ações porque entrei nessa cruzada.

      2. Quem não consegue estabelecer relações mínimas de causalidade, é porque tem problemas de interpretacão de fatos.

      1. Roberto Monteiro

        16 de janeiro de 2015 7:18 pm

        Nassif,

        algumas pessoas nascem para ser capacho. Não conseguem ver ombridade em pessoas que lutam por uma causa justa, no teu caso, o bom jornalismo. Felizmente, por aqu neste blogi, são raros os oliva.

      2. Lionel Rupaud

        16 de janeiro de 2015 8:08 pm

        Nassifão, não perca tempo

        esse tal do “oliva” só entrou agora e para escrever asneiras bem curtinhas (será que tem dificuldades para escrever textos de mais de 2 linhas?).

        Vai ver que é o tal A. Camel ou sei lá um Sabino da vida, tipo assim “intelectual do PIG” (isso explicando a dificuldade com as linhas).

  21. Ruth Oliveira

    16 de janeiro de 2015 1:21 pm

    Resgate de Valores

    Olá, Luis Nassif…Você é um brasileiro que não foge à luta quando ela se apresenta. Parabenizo-o pela coragem de expressar sua indignação diante de tanto discaramento, mandos e desmandos, Agradeço por me inspirar a continuar me orgulhando de ser brasileira, pelo simples fato de tê-lo como meu compatriota…Não pare, não desista…Como diz o jargão: “Você é brasileiro e não desiste nunca!”…(Rumo ao resgate dos valores da nossa nação)…Grande abraço…

  22. Ruth Oliveira

    16 de janeiro de 2015 1:23 pm

    Resgate de Valores

    Olá, Luis Nassif…Você é um brasileiro que não foge à luta quando ela se apresenta. Parabenizo-o pela coragem de expressar sua indignação diante de tanto discaramento, mandos e desmandos, Agradeço por me inspirar a continuar me orgulhando de ser brasileira, pelo simples fato de tê-lo como meu compatriota…Não pare, não desista…Como diz o jargão: “Você é brasileiro e não desiste nunca!”…(Rumo ao resgate dos valores da nossa nação)…Grande abraço…

  23. Ruth Oliveira

    16 de janeiro de 2015 1:34 pm

    Resgate de Valores

    Olá, Luis Nassif…Você é um brasileiro que não foge à luta. Parabenizo-o pela coragem de expor sua indignação diante de tanto discaramento, mandos e desmandos, que se apresenta atualmente. Obrigada por me inspirar ter orgulho  de ser brasileira pelo simples fato de tê-lo com meu compatriota…Não pare, não desista..Como diz o jargão: “Você é brasileiro, não desiste nunca!”…(Rumo ao resgate dos valores da nossa nação)…Grande abraço.

  24. Sérgio Lamarca

    16 de janeiro de 2015 1:38 pm

    Solidariedade

    Nassif solidariedade a vc que sempre lutou contra essa espécie de neo – intelecutal. Reacionário, ignorante e sem educação.

  25. Tereza Barros

    16 de janeiro de 2015 1:43 pm

    Luis Nassif: Leitura obrigatória

    Não durmo sem ler Nassif. Sou mais Nassif. Viva o Nassif! Viva a blogosfera. 

  26. Antonio Filho Oliveira

    16 de janeiro de 2015 1:48 pm

    A velha mídia treme diante da

    A velha mídia treme diante da nova onda da blogosfera e das redes sociais. Tentam intimidar quem se atreve a desafialos em sua farsa intelectual, como bem citou o nobre Nassif. Precisamos de mais jornalistas corajosos assim para lutar conrta esse imério romano em decandencia da mídia.

  27. Re

    16 de janeiro de 2015 1:55 pm

    São tantos os processos

    São tantos os processos contra os blogueiros que estão querendo acovardá-los pelo bolso, pela grana do processo, que não é fácil. Se os blogueiros precisarem, a gente faz vaquinha, cada um colabora com o que puder. 

  28. altamiro souza

    16 de janeiro de 2015 1:58 pm

    a murdoquização
    (assassinatos

    a murdoquização

    (assassinatos de reputação, golpismo, direitismo)

    da grande mídia brasileira é evidente.

    mas o murdoch deve ter copiado o estilo hearst, cidadão kane,

    o estilo roberto marinho,dos tempos

    dos assassinatoa de reputação  da era vargas, jango, etc….

    a história da imprensa brasileira é

    cheia de personagens escrotos, vendidos a

    interesses escusos e contra o país.

    tinha um personagem interessante,alcindo guanabara.

    editorialista, na ápoca do  império,o diretor pediu

    para escrever um editorial sobre jesus cristo.

    -guanabara sintetizou bem a sua formação venal

     e sua  inerencia ética e espiritual:

    Contra ou a favor?

    a história da globo ainda não foi escrita de forma crítica e imparcial.

    ela mesma é que escreve não só a história dela

    como de toda a imprensa e,bem pior, de toda a história brasileira,

    na visão  distorcida dela.

    apoiou o golpe de 64, como influenciou no suícidio de vargas.

    o povo empastelou o jornal o globo na época de vargas..

    agora ajuda a empastelar o que há ainda de credibilidade da e do globo.

  29. Silvana M. Alves Dantas

    16 de janeiro de 2015 2:00 pm

    mídia


    Parabéns Nassif, por sua coragem e determinação. O mundo ainda tem salvaçao. Só posso dizer uma coisa! Cara, eu te amo!

  30. Anderson Correa

    16 de janeiro de 2015 2:04 pm

    VEJAM O QUE O DIOGO MAINARDI DIZ EM 2001, O QUE ACHAM???

    http://veja.abril.com.br/280301/mainar

    Ler não serve pra NADA, título da matéria.

  31. josé maria de souza

    16 de janeiro de 2015 2:17 pm

    Belíssimo texto.
    josé maria

    Belíssimo texto.

    josé maria

  32. Juliano Santos

    16 de janeiro de 2015 2:18 pm

    Je ne suis bobo

    É incrível mesmo Nassif, a medíocridade desses caras. Se voce comparar não só com Lacerda, mas com os reacionários de antigamente, esses caras tem QI de participante de Big Brother. Antes tinha o Nelson Rodrigues, o Bob Fields, o Francis, o Merquior, que eu me lembro agora. 

    Dos atuais, acho que só o Jabor não é medíocre. Tem um certo brilho intelectual acima da média, de fato. Como esses “escritores” querem virar referencia literária com esses livros que eles escreveram? “Nós não somos racistas”, “Lula é minha anta”, “No país dos petralhas”? Melhor faz o Nelson Motta quando se restringe a fazer a biografia do Tim Maia, ou o Fiuza quando faz a do Bussunda.

    Tão pouco conseguirão alguma coisa com esses processos. Cinquentinhaf? Qualquer coisa lembre da vaquinha, einh seu Nassif?

    1. Álvaro Noites

      16 de janeiro de 2015 2:52 pm

      Jabor não é medíocre?
      Não

      Jabor não é medíocre?

      Não vejo alguém que emprega o termo “pornopolítica” como algum magnífico.

  33. Anderson Correa

    16 de janeiro de 2015 2:29 pm

    POR DIOGO MAINARDI 28/03/2001

    Adorei quando ele disse que o segredo do sucesso do Brasil é o analfabetismo, que SUCESSÃO.

     

    Ler não serve para nada

     

    Ilustração Pepe Casals

    Como tornar o Brasil uma nação letrada? É o título de um documento de Ottaviano Carlo De Fiore, secretário do Livro e Leitura. Honestamente, eu nem sabia que o Ministério da Cultura tinha um secretário do Livro e Leitura. Mas tem. Sua principal tarefa é “acompanhar, avaliar e sugerir alternativas para as políticas do livro, da leitura e da biblioteca”. Foi exatamente o que Ottaviano Carlo De Fiore tentou fazer em seu documento, estudando maneiras de aumentar o interesse por livros no Brasil. Cito um trecho: “É fundamental que nos meios de massa, políticos, estrelas, sindicalistas, professores, religiosos, jornalistas (através de depoimentos, conselhos, testemunhos) propaguem contínua e perenemente a necessidade, a importância e o prazer da leitura, assim como a ascensão social e o poder pessoal que o hábito de ler confere às pessoas”.

    Não pertenço a nenhuma das categorias mencionadas por Ottaviano Carlo De Fiore. A rigor, portanto, meu depoimento não foi solicitado. Dou-o mesmo assim, ainda que tenha plena consciência de minha falta de prestígio e incapacidade de influenciar as pessoas. Se digo que meu escritor preferido é Rabelais, por exemplo, ninguém sente o irrefreável impulso de entrar numa livraria e comprá-lo. Se, por outro lado, Rubens Barrichello recomenda os relatos de reencarnação de Muitas Vidas, Muitos Mestres, do americano Brian Weiss (“depois que o li, o medo que tinha da morte foi embora”), é bastante provável que consiga vender quatro ou cinco exemplares a mais.

    Minha experiência, ao contrário do que afirma o documento de Ottaviano Carlo De Fiore, é que o hábito da leitura constitui o maior obstáculo para a ascensão social e o poder pessoal no Brasil. Não é um acaso que aqueles que vivem de livros – os escritores – se encontrem no patamar mais baixo de nossa escala social. Muito mais baixo do que políticos, estrelas, sindicalistas, professores, religiosos ou jornalistas. De fato, basta entrar no Congresso, num estúdio de TV, numa universidade ou numa redação de jornal para ver que todos os presentes têm verdadeira aversão por livros. Eles sabem que livros não ajudam a conquistar poder, dinheiro, respeitabilidade. Livros só atrapalham. Criam espíritos perdedores. Provocam isolamento, frustração, resignação. Desde que comecei a ler, virei um frouxo, um molenga. Com o passar dos anos, foram-se embora todas as minhas ambições. Tudo porque os livros me colocaram no devido lugar. Nada disso, claro, tem a ver com o temperamento nacional, tão afirmativo, tão voraz, tão animal. É contraproducente tentar convencer os poderosos a prestar depoimentos sobre a importância dos livros em suas carreiras, simplesmente porque é mentira, e todo mundo sabe que é mentira. Dê uma olhada nas pessoas de sucesso que aparecem nas páginas desta revista. É fácil perceber que nenhuma delas precisou ler para subir na vida. A melhor receita para o sucesso, no Brasil, é o analfabetismo.

    Por mais bem-intencionado que seja Ottaviano Carlo De Fiore, duvido que um dia o Brasil venha a se tornar uma nação letrada. Se por acaso isso acontecer, certamente lerá os livros errados. Se calhar de ler os livros certos, só dirá bobagens sobre o que leu.

     

    1. Lionel Rupaud

      16 de janeiro de 2015 8:03 pm

      Perder tempo “lendo” o tal Mainardi…

      tenho mais o que fazer.

      Alias Mainardi e ler são antinomias.

  34. Luiza

    16 de janeiro de 2015 2:45 pm

    Carece coragem, moço, carece

    Carece coragem, moço, carece muita coragem!

    Eles” e “todos” os que estao envolvidos nessa trama contra voce estao sendo desmascarados na blogosfera, que é hoje uma fonte de informaçao importante, mais isenta, considerada a maior arma contra todas as manobras dos “desesperados” contra a democracia e a liberdade de expresao. Um a um está sendo identificado e colocado no seu devido lugar. E, Ainda que “essa gente” encontre abrigo sob a “toga amiga” para dissimular “palavras de ordem”, nada foge ao julgamento atento dos que estao acompanhando de perto a decadencia e a falta de honradez desses maus brasileiros.

    Sabem que a hegemonia “deles”, a blindagem e o anonimato estao com os dias contados.

    Estou com voce, Nassif, voce é um homem honrado.

     

  35. Álvaro Noites

    16 de janeiro de 2015 3:00 pm

    Viva a blogosfera, e abaixo

    Viva a blogosfera, e abaixo aos velhos oligopólios de mídia.

  36. Mar.

    16 de janeiro de 2015 3:03 pm

    Parabéns.

    Nassif, excelente análise, adorei seu post. Nunca vi tantos imbecis tratados com tanta importância, achei que isso era apartir do governo Lula mas você fala em 2000.

    É aquela história, uma mentira repetida muitas vezes acaba virando verdade e quando a gente se dá conta está vivendo em meio a imbecilidade total. Se não houver limite à grande mídia a gente não tem como combater essa realidade criada por eles, os replicantes são muitos e sem capacidade de se libertar. A Globo tem que sofrer no bolso. No mínimo o governo tem que parar de dar dinheiro a essa gente e também cobrar os devidos impostos deles.

  37. Nivaldo Azevedo

    16 de janeiro de 2015 3:05 pm

    JE SUIS NASSIF

    JE SUIS NASSIF, A mascara destes protagonistas do PIG (partido de imprensa golpista) já está no chão!! 

  38. Alexandre Weber - Santos -SP

    16 de janeiro de 2015 3:11 pm

    Aja com os outros como queres que ajam contigo mesmo

    Tai, criam formas pensamentos que ganham vida na suas mídias  e pensam que suas criaturas não irão se voltar contra seus criadores.

    É de uma ingenuidade de dar dó!

    São todos muito burros mesmo, merecem este fim mediocre que os esperam.

  39. Jurandir Paulo

    16 de janeiro de 2015 3:22 pm

    Parabéns, Nassif

    Sobre a mídia americana, outro bom filme é o recente “O mensageiro” (Kill the messanger), passado nos anos 80. Acho que a mudança vai além de Murdoch. É história ainda a ser contada. 

  40. Evandro Trigueiro Tavares

    16 de janeiro de 2015 3:32 pm

     
    Lacerda foi a tragédia,

     

    Lacerda foi a tragédia, Mainard …

  41. Franklin Caetano de Freitas

    16 de janeiro de 2015 3:41 pm

    Grande Nassif.

    Parabéns Nassif por sua coragem. É muito difícil nadar contra a corrente, ter opinião própria. Você vai vencer mais essa, alias já venceu. Vivemos em uma democracia e temos direito a opinião. Quanto à mídia, estão esperneando porque perderam o poder de opinião a blogosfera a venceu e é irreversível.

  42. ib

    16 de janeiro de 2015 4:03 pm

    Esse John Mainardi Keines…

    Prá mim é tudo parente.

    O melhor da palavra virtual é que sempre deixa uma pista. 

  43. ib

    16 de janeiro de 2015 4:03 pm

    Esse John Mainardi Keines…

    Prá mim é tudo parente.

    O melhor da palavra virtual é que sempre deixa uma pista. 

  44. Pedro Motta

    16 de janeiro de 2015 4:06 pm

    Verdade e justiça

    Grande Luis…parabéns pela coragem que todos devemos ter….tamo junto. 

    Sou e somos Luis Nassif.

    abraço.

  45. Hulk, O verdinho

    16 de janeiro de 2015 4:33 pm

    Liberdade de expressão

    Acho interessante comentar aqui esta tamanha hipocrisia nominada de “Je suis Charlie”. Nos últimos dias a mídia vem insistentemente massacrando este assunto, como se nada mais fosse importante noticiar além da luta pela liberdade da imprensa. Temem a regulação.

    Digo isso porque seu processo tem tudo a ver com liberdade de imprensa.

    Como se pode, por um lado, enaltecer uma luta inglória de manifestantes contra fundamentalistas que se vingaram de humoristas atrevidos, desprecavidos, inconsequentes, incovenientes, de pouca inteligência, ofensivos; e ao mesmo tempo proclamar adesão à pseudo liberdade de imprensa da França por uma revista que ninguem nunca ouviu falar por aqui. Nós que vivemos uma espécie de dominação das corporações.

    Este filtro, esta manipulação da informação é herança dos dias de ditadura. Orquestrada pelas empresas de mídia que sobreviveram a este período. E sobreviveram porque tornaram-se mestras na arte de dissimular.

    Aqui, como na França, existe a liberdade de informação para se dizer apenas o que é permitido. Há uma espécie de faixa amarela que não pode ser cruzada. Há poderes e tótens sagrados que não se pode desafiar. Assim, há deuses intocáveis que servem à esta lógica do poder, dos governos sim, mas das organizações em primeiro lugar.

    O pensamento é mais ou menos este: “se sobrevivemos à ditadura militar podemos sobreviver a qualquer político ou partido”.

    E lançam mãos da justiça quando não podem impor sansões empregatícias. E leis não faltam. Então: “Aos inimigos, a lei”. Herança do patrimonialismo portugues.

    E quanta gente já foi condenada a indenizar pelo que disse, pelo que escreveu. E o mais interessante: a justiça somente acata processo em favor de indivíduo que pertence, direta ou indiretamente, aos interesses das corporações. E só condena quem é famoso, quem pertence à mídia.

    Se meu vizinho proferir palavras que atentem contra minha moral não consigo nem fazer o BO. PMs com objetivos de conciliação, fazendo o papel de “psicólogos”, virão atender ao chamado para “pacificar” a situação. A lei, então, não é para todos. A lei só se aplica aos que tem poder econômico ou fama.

    Uma briga de “cachorro grande” por assim dizer.

    Pensei um dia em ser jornalista. Prestei vestibular do CESCEA como sendo 1a opção a ECA da USP. Não passei. Fiquei desolado. Peguei a 2a opção, Anhembi Morumbi. Não matriculei, acabei seguindo outra profissão.

    Durante um tempo fiquei imaginando se tinha feito a coisa certa. Hoje, estou reconfortado. Se tivesse seguido a carreira jornalística já teria perdido até as calças.

     

     

    1. Omar Porto

      17 de janeiro de 2015 3:30 pm

      charlie

      Meu caro Verdinho,

      O que você não consegue entender é a importância da morte de alguns jornalistas franceses brancos e cristãos, frente ao assassinato de centenas de milhares de árabes pelos israelenses apoiados por estes mesmos franceses brancos e cristãos. Afinal, foram jornalistas, classe que, como você deveria saber, concentra e é a única portadora de toda a inteligência, toda sapiência da humanidade. Segundo por serem brancos e cristãos, o que, de plano os torna portadores de Alma, ao contrário de nós, pobres pardos de outros credos, simples animais, no entender da santa madre igreja pedófila.

  46. Pedro Penido dos Anjos

    16 de janeiro de 2015 5:18 pm

    Seria o caso de se pensar em

    Seria o caso de se pensar em entrar com uma ação coletiva por danos morais. Contra as empresas jornalísticas e seus  personagens como pessoas físicas. Acho que os mais respeitáveis advogados – sim, os há! – aceitariam patrocinar a causa em adesão igualmente coletiva.

  47. lucia fabrini

    16 de janeiro de 2015 5:26 pm

    solidariedade ao nassif

    EU SOU NASSIF

  48. ANTONI) ARRUDA

    16 de janeiro de 2015 6:05 pm

    Muito bom Nassif. É um dos

    Muito bom Nassif. É um dos poucos jornalistas, neste jornalismo de esgoto, que dispenso meu tempo para ler. Direto, coerente, sem papas na língua. Ataca com eficácia o estômago dos hipócritas.

  49. Idalma

    16 de janeiro de 2015 6:24 pm

    Confesso que voltei a acessar

    Confesso que voltei a acessar o Portal IG depois de Luis Nassif, simples assim.

  50. mcn

    16 de janeiro de 2015 6:47 pm

    Podres poderes II

    Outra coisa: criticar religião islâmica com charge ofensiva, PODE. Criticar cronista de costumes com marchinha de carnaval, NÃO PODE.

    Alguma coisa está fora da ordem.

    1. Ilson R. Napoleão

      16 de janeiro de 2015 8:02 pm

      M

      Isso mostra o tamanho da insignificância desses senhores

  51. LUIZ ANTONIO FERREIRA

    16 de janeiro de 2015 6:54 pm

    Eu sou NASSIF.

    Nassif infelismente jornalistas com o seu padrão são minoria.

  52. LUIZ ANTONIO FERREIRA

    16 de janeiro de 2015 6:55 pm

    Eu sou NASSIF.

    Nassif infelismente jornalistas com o seu padrão são minoria.

  53. mcn

    16 de janeiro de 2015 6:58 pm

    Podres poderes

    Otavinho é outro subintelectual da mesma safra. O episódio de Lula, em campanha, indo embora do jantar da Folha e deixando-o falando sozinho, com a garfo na mão, mostra que esses tipos só enganam a quem se deixa enganar.

    O futuro se encarregará de ignorá-los.

    Mas, enquanto têm poder, atrasam o Brasil, semeam o ódio, tentam destruir a tudo que nos faz únicos: o afeto, a tolerância/indulgência com as imperfeições alheias, a esperança de que amanhã será melhor. Os brasileiros são assim. Eles, não.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=nZr1Op3FIkk%5D

  54. PauloVeros

    16 de janeiro de 2015 7:19 pm

    A medida que lia o artigo,

    A medida que lia o artigo, vinha à minha mente a recente campanha política de 2014, onde o principal objetivo dos atuais ocupantes do Planalto foi justamente a “desconstrução” e desqualificação de seus adversários, e a ‘autolouvação” dos situacionistas. metodo que o blogueiro diz abominar neste post. Qualquer semelhança entre o que se passou na campanha presidencial e este artigo não terá sido mera coincidência……ou terá?

  55. Fernando F.Coelho

    16 de janeiro de 2015 7:21 pm

    Estou com você!

    Parabéns Nassif!

    Estou com Você. O seu Bloc é um dos melhores veiculos para o Brasil acordar. Viva a verdade! 

    O que mais me deixa indignado é que esses caras não querem o bem do país. 

  56. PAULO CESAR DE ALBUQUERQUE

    16 de janeiro de 2015 7:50 pm

    Excelente.

    É sempre um prazer ler o que você escreve. Diante de tanta bobagem, “encheção de linguiça” e manipulação desavergonhada da verdade que alguns veículos de “desinformação” tentam nos impor.

  57. Marcos Antonio de Sousa

    16 de janeiro de 2015 8:39 pm

    “Os murdochianos Globais”

    Nassif, você tirou as palavras da minha boca, e eu que julgava que estava louco quando dizia isto e era ccriticado pelos meus pares e rotulado de “ressurreição da teoria da conspiração”. Meu muito obrigado, agora sei que não estou sozinho.  Não são as condenações por danos morais que esse tal de Kamel  e outras marionetes da Globo pleiteiam no judiciário que irá calar as vozes da verdade. Na verdade os magistrados deveriam ter um pouco mais de cultura geral e não se deixarem levar por pleitos arrogantes.

  58. J Claudio

    16 de janeiro de 2015 11:35 pm

    No dia em que a mídia deixar

    No dia em que a mídia deixar de ser partidária e politiqueira, esse Brasil será a maior potência de um planeta chamado Terra.

  59. Carlos Soares

    17 de janeiro de 2015 12:08 am

    Prótese para pés

    Dá para adquirir uma boa prótese para pés com 50 mil reais. Tiro de bazuca no próprio pé deve doer um bocado e não deve deixar nem rastro do ex-pé.

  60. sergio m pinto

    17 de janeiro de 2015 10:27 am

    Meio atrasado, mas reitero

    Meio atrasado, mas reitero meu apoio e admiração pelo seu papel na mídia, incluindo a blogosfera. Penso que, no seu caso, trata-se apenas da tentativa de calar a sua voz.

    Infelizmente, dependemos do judiciário para solução dessas pendengas, o que não me entusiasma nem um pouco.

    Pelo volume dos comentários, se percebe que você não está sozinho. Estamos aqui, no apoio. Coragem!

  61. Luiz carlos Toledo

    17 de janeiro de 2015 11:58 am

    Quem com ferro fere….

    De acordo com seu artigo, mas..

    O sr, foi vitima do proprio . O contraditorio incomoda muito.  Ate ao senhor.

    Tanto que respondeu como sempre, qual o contraditorio se apresenta, de uma forma deselegante.

    Contrario senso, apresente ao !OLIVA!, provas que nao e a primeira vez que V.Esas, aborda o tema de forma  tao contundente, mencionando datas onde os mesmos fatos forram narrados em seu blog.

    Faz mais sentido !!!! Viva o contraditorio.

    E isso ai, OLIVA.

  62. José Carlos Damaceno

    17 de janeiro de 2015 12:04 pm

    MAINARDI

    MAINARDI É O CARA, QUE CHAMOU DE BOVINOS OS NORDESTINOS PORQUE VOTARAM EM DILMA, ISSO É MAIS GRAVE DO QUE  MASCARADOS SIREM POR AI QUEBRANDO PATRIMONIO PUBLICO É UMA AFRONTA DESCABIDA E DESRREIPEITOSA COM A DEMOCRACIA MAS COMO DISSE O NASSIF ELE FOI CONSTRIDO PELO PIG PARA FALAR ESSE TIPO DE ABERRAÇÃO. 

  63. Carlos Eduardo de Campos Veronese

    17 de janeiro de 2015 12:18 pm

    Parabéns, Luis Nassif, por

    Parabéns, Luis Nassif, por ser um dos poucos que ainda consegue resistir ao poderoso cartel midiático Globo-Veja-Estadão.

  64. Maria Silva

    17 de janeiro de 2015 1:12 pm

    Só para lembrar …

    Aos bestinhas provocadores, que descem aqui de paraquedas, como se fossem a ultima coca cola do deserto. Este blog existe há quase 10 anos. Comecei a frequentá-lo em 2006. E ele já era assim. O contraponto. A alternativa ao “pensamento unico” e às tentivas de homogenização impostas pela grande midia. “O Caso Veja” desenvolvido aqui neste blog, é uma serie de artigos  mostrando “como se fazem as salchichas” na  editora Abril. Como escritores mediocres e  jagunços são elevados a categoria de ” grandes pensadores” e como reputações são arruinadas da noite para o dia… Esse Mainard não tem paralelo na história da literatura e do jornalismo. É uma fossa inteira. Começou como um escritor iconoclasta e rebelde. Eu cheguei a ler um livro dele intitulado “Poligono da Seca”. Acho que foi o seu primeiro. Naquela época achei que era uma promessa. Qual não foi a minha surpresa quando, nas paginas da Veja, ele saltou da seara cultural para e seara politica, pregando abertamente em 2006, um golpe contra Lula! Depois foi levado para a televisão. Ai ficou claro que tudo que ele dizia era fruto de ignorancia e do oportunismo mais deslavado e cinico que eu ja tinha visto no jornalismo brasileiro.  O homem é um  boneco de ventriloco. Quanto a literatura? Já era. Não vale a caixa de areia que meu gato caga todos os dias. Essa é a nossa grande midia.

  65. CARRARO

    17 de janeiro de 2015 2:11 pm

    Graças a Deus ainda existe

    Graças a Deus ainda existe neste pais um jornalista de de verdade!  Obrigado Nassif !!

  66. SÉRGIO CARLOS FRANCISCO

    17 de janeiro de 2015 2:23 pm

    O vergonhoso cartel do mau da mídia brasileira…

        Essa rede globo (empresa maior dos problemas informativos brasileiros…), juntamente, com outras empresas da mídia brasileira formam um cartel vergonhoso e sombrio que atua (hj mais tenta atuar do que atua, graças ao enfrentamento corajoso q alguns blogs fazem frente a tais empresas…) sobre nossa nação, encontrando éco no lado obscuro de nossa sociedade (pessoas informadas, porém, preconceituosas e reacionárias ao extremo…) e em pessoas alienadas q se deixam levar por noticias, claramente, dadas de forma incompleta ou fora do contexto de um fato maior  (esse grupo de pessoas alienadas tbm pode culpar o atual governo federal, q apesar de estar no poder a doze anos, não conseguiu ou quis por em prática, por exemplo, um ensino público (de base…) q seja feito em horário integral, o q melhoria e muito a situação dos chamados analfabetos funcionais e demais seres alienados ou desinformados (o q tbm  ajudaria na diminuição do crescimento da violência e melhoria nas escolhas de políticos e faria de nosso País um local melhor pra vivermos…)). Enfim, esses grupos não admitem de forma nenhuma perder seu poder de manipulação sobre o povo, a população e veem, com toda a certeza, o perigo disso acontecer com o crescimento dos chamados blogs sujos em conjunto com o crescimento do acesso a internet, visto que o Brasil é um dos países ou o país em q mais cresce esse acesso. Bom, esse acesso faz com que, bem ou mal, nosso povo tenha mais e maiores possibilidades de informações diferentes e o faz pensar no que seja verdadeiro (contraposição de idéias…), o que falam rede globos da vida ou blogs. Por isso, o desespero dessas organizações com essa nova mídia (imaginem se não fosse essa nova mídia, o q teria acontecido no ano passado nas eleições presidenciais?! Essas organizações e um determinado partido em específico, devem estar soltando fumaça ou fogo pelas ventas por estarem vendo o seu poder sobre o povo fugir pelos dedos das mãos como grãos de areia q teimam em sair quando pegamos e pomos em nossas mãos. Por isso, um enfrentamento orquestrado dessas organizações (e não tenham dúvidas de alguns partidos escondidos atrás de tais empresas) contra a nova mídia e seus articuladores (bendida midia q nos livrou de um novo collor no ano passado…). As organizações devem estar desesperadas… Como, estamos perdendo nosso espaço (o que significa tbm a perda de dinheiro…não só poder. Poder é dinheiro.. pra eles…) na manipulação das mentes desses brasileiros?! Como, eles tão tendo a possibilidade de se informar melhor?! Como, não podem?! Vamos perder nosso poder CORONELISTA!!! Nossa boiada vai ser perdida!!! Deixar brasileiro pensar?! Nunca. Não podemos admitir. ATAQUEMOS QUEM NOS ATRAPALHA, QUEM TENTA INFORMAR MELHOR ESSE POVO ATÉ ENTÃO (NOVA MÍDIA E SEUS ARTICULADORES), MANIPULÁVEL. 

  67. Walter Decker

    17 de janeiro de 2015 4:45 pm

    Ah , se o PT tivesse a
    Ah , se o PT tivesse a coragem de Luis Nassif…

  68. Walter Decker

    17 de janeiro de 2015 5:04 pm

    A capa da Veja…
    Alias , acabei de ver a capa da veja… Enquanto o Nassif sempre peitou aquela mafia sozinho , o PT ha 12 anos apanha quieto e ainda anuncia na revista, pagando e injetando dinheiro na Abril… Um pouco de compostura nao faria mal ao PT…

  69. Luiz carlos Toledo

    17 de janeiro de 2015 5:15 pm

    Quem com ferro fere….

    Ate tu, Maria?

    Ja ouviu dizer que a unanimidade e burra…?

    Entao, aceita voce tambem o contraditorio,  

    Nao compete ao sr. Nassif avaliar o intelecto dos seus  leitores, e sim responder se julgar necessario, como respondeu ao !Oliva!, nao minha opiniao  de forma deselegante.

    E indiscutivel o valor combativo do nosso querido Nassif. Isto nao esta em questao.

    Leia com mais atencao as opinioes contrarias, pois estas, alem de enriquecer o debate traz mais luz ao tema,

    Vamos agrregar valores e nao criar debates paralelos.

    Deixa o Nassif se manifestar,ou nao, 

  70. ANTONIO CARLOS DA COSTA PACHECO

    17 de janeiro de 2015 5:26 pm

    Cartel da grande mídia de direita. E o da esquerda?

    O artigo é irretocável. Não há inverdades. A direita manipula, mesmo, a grande mídia brasileira. Ponto.

    Contudo, faltou acrescentar que a esquerda faz, em todo o Ocidente, este mesmo papel de endeusamento de alguns Escolhidos. Cantantes medíocres são endeusados. Escritores medíocres são endeusados e a Academia, em mãos da esquerda, os premia. Mas se ficasse por aí, tudo bem, a direita faz o mesmo. Mas a esquerda endeusa também líderes “populares” e os transforma em governantes tanto quanto a direita e aí os povos é que se ferram vendo uma tosca ciranda de mentecaptos se revezando no poder. 

  71. odete antonia bresolin

    17 de janeiro de 2015 7:14 pm

    E a RBS ….

    A RBS ´segue a cartilha,  a mesma escola, é só observar os  lançamentos na famosa feira do livro de P. Alegre.

  72. Quintela

    17 de janeiro de 2015 10:32 pm

    Parabéns Nassif!

    Parabéns Nassif!

    Parabéns Blogosfera!

    Texto irretocável!

    A velha mídia não consegue mais eleger nem derrubar presidentes.

    Isso mostra que a força deles diminuiu e muito.

    Mas… a união da mídia é para combater quem????

    O GOOGLE?

    Como o PT ou PSDB o futuro é WEB… é GOOGLE e FACEBOOK.

    Não imagino GLOBO, Estadão, Folha, VEJA, BAND combatendo o Google e o FACEBOOK, GAMES…

    Não entendo… deveriam estar apostando todas as fichas na criatividades, no novo!

    Mas vejo que os Marinhos odeiam gastar dinheiro… compram tudo prontinho lá dos “esteites”…

    Há mais de 30 anos… a GLOBO é apenas a GLOBO.

    O tal padrão “GLOBAL” agora é com artistas vindos do BBB… sem nenhum talento.

    É atriz empregando marido, e todo domingo é a mesma missa há décadas!!!!

    É com isso que vão encarar a WEB? o Google? FACEBOOK?????

    Ou eles são gênios ou estão mais perdidos que cego num tiroteio!

    Oxalá que assim seja!

  73. wladimir.cauhy

    19 de janeiro de 2015 12:25 am

    INTERPRETAR E TUDO!!!

    Quando todos se preocuparem em interpretar tudo o que leiam, ai sim estaremos seguros para um debate claro e justo, matéria muito boa vale apena ler

  74. Alexander

    19 de janeiro de 2015 3:12 am

    E eu acredito que os bravos

    E eu acredito que os bravos lutadores pelo país, pela civilização humanitária e por um estado republicano e fraterno, podem contar com o apoio de muitos que lutam pelos mesmos ideais.

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