Quem desvendou os crimes da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), que envolvia a Globo, não foi o Ministério Público Federal, nem a Polícia Federal. Foi o Ministério Público espanhol, que levantou uma denúncia de crime cometido no Brasil, em um campeonato brasileiro, por uma organização comandada por brasileiros, unicamente porque um dos cúmplices era um espanhol, Sandro Rozell, ex-presidente do Barcelona.
O MP espanhol enviou todo o material para o Brasil, a Procuradora Geral da República Raquel Dodge encaminhou para algum escaninho do MPF no Rio de Janeiro e o assunto morreu. Assim como o assunto Queiroz.
Por esse histórico, não há a menor possibilidade do sargento do coca se tornar um novo Queiroz, o blindado.
Lucinei
27 de junho de 2019 10:38 pmOra, Nassif, o que é o “escândalo CBF” por aqui?
Dermeval Santos Lopes Júnior
28 de junho de 2019 6:38 amHã hã,os Irmãos Metralha estão na parada,como amanhã é sábado.
Sergio Navas
28 de junho de 2019 6:48 amSerá que entregando para a Espanha, algo economicamente relevante, ela não relaxa um pouquinho?
Anônimo
28 de junho de 2019 11:18 ama atitude do “comando” da aeronáutica foi decretar sigilo nas investigações, … ou seja, vai abafar o caso,…
não existe a chance de abafar um caso com essa repercussão mundial… ou o general acomodado no GSI assume a incompetência, … ou confessa a participação no crime