Já na manhã desta quinta-feira foi a vez do próprio presidente atacar o meio ambiente. Em um café da manhã no Palácio do Planalto, Bolsonaro criticou a existência de áreas protegidas no país, afirmando que elas atrapalham o Brasil e ainda sugeriu que muitas seriam fruto de uma suposta “intromissão de estrangeiros”. Há alguns dias, o governo havia anunciado um plano para reduzir 67 unidades de conservação no país.
Os sinais de que o Brasil pode sofrer sanções já começaram. O governo da Alemanha comunicou ontem a retenção de uma nova doação de 35 milhões de euros, o equivalente a mais de R$ 151 milhões, para o Fundo Amazônia. A decisão é devido às incertezas do futuro do programa. Em comunicado, o governo da Noruega, maior doador, afirmou estar preocupado com o futuro do Fundo e o aumento do desmatamento da Amazônia. Em reunião com Salles, realizada ontem, os embaixadores dos países admitiram a hipótese de extinção do fundo bilionário. “A intenção de Salles parece ser esta mesma: extinguir o Fundo Amazônia, porque iniciativas de conservação da floresta não são bem vistas por um governo que tem uma agenda clara de destruição. Seria um prejuízo enorme para o país, não apenas financeiro, mas também de imagem”, avalia Astrini.
O Greenpeace não recebe recursos do Fundo Amazônia por não aceitar dinheiro de governos, de empresas ou de partidos políticos. Mas defende a manutenção da iniciativa por ser, comprovadamente, bem sucedida no combate ao desmatamento da Amazônia. Boa parte dos recursos, inclusive, é destinada a ajudar estados e municípios na implementação do Código Florestal.
Anônimo
5 de julho de 2019 11:18 amEnfraquecimento do Fundo Amazônia “não é uma opção”, diz ministro norueguês
http://www.observatoriodoclima.eco.br/enfraquecimento-fundo-amazonia-nao-e-uma-opcao-diz-ministro-noruegues/
Zé Sérgio
5 de julho de 2019 12:10 pmA Amazônia tem mais de 5.500.000 Km2, somente no Brasil. Se usássemos toda nossa força em desmatar a Amazônia neste ritmo (8.00Km2 no último ano) que acusa o GreenPeace, levaríamos mais de 600 ANOS. Amazônia que em quase 60% do seu território está a Hiléia Amazônica, onde nas cheias anuais e regulares, o nível das águas chega às copas das árvores, em até 30 mts de altura. O que é possível fazer em tamanha planície alagada? GreenPeace da Noruega de HydroAlunorte e sua matança em Barcarena / PA (no meio da Amazônia). GreenPeace da Alemanha de Merkel da Bayer dos Glifosatos para agricultura ou da Basf e a tragédia socioambiental em Paulínia / SP. Maior consumidor de carvão na Europa. Greenpeace da França de Macron da Rhodya de Pentaclorofenol e Hexaclorobenzeno, famoso e cancerígeno Pó da China (que da China não tem nada) adubando Mata Atlântica, Mangues, Mares , Rios e Cidadãos Brasileiros de Cubatão / SP. Mas a preocupção Ecológica e Ambiental destas ONG’s e desta gente na preservação da Humanidade (Deles? Loira de olhos azuis?) é impressionante !!!!!! O que restará aos Brasileiros? Jardim Zoológico? Pobreza? Abandonarmos Nosso Território e País? Aceitarmos a censura? Pobre país rico. Mas de muito fácil explicação.
André Rs
5 de julho de 2019 3:24 pmNada a ver. O MATOPIBA é maior que a Amazônia e levou poucos anos para ser desmontado: a velocidade é proporcional a de lucro do agronegocio
Zé Sérgio
5 de julho de 2019 6:55 pmAndré Rs: O quadrilátero destes estados não chega nem perto do tamanho da Amazônia. Aliás, nem todos estes estados inteiros juntos. Mas isto mostra o tamanho da Indústria do Catastrofismo, da Propaganda Apocalíptica que fazem contra Nossa Agropecuária. Já visitou esta região? Sabe o que mais você irá enxergar? Cerrados, Matas, Matas, Cerrados…. A Agropecuária com toda esta ‘propaganda’ ainda ocupa uma área ínfima. O Brasil que os Brasileiros não conhecem. Só ouvem falar. E geralmente quem ‘fala’ são ONG’s e Interesses Estrangeiros. abs.
Zé Sérgio
5 de julho de 2019 2:38 pmCensura?
RC
8 de julho de 2019 5:55 amO Ze, quero ver para onde vais fugir quando em 10/20 anos o Brasil ficar todo debaixo de agua:)
Zé Sérgio
9 de julho de 2019 1:00 pmRC : Quando o Mundo acabar, vou pra Brasilia. abs.