As mensagens do dossiê Intercept mostram que a Lava Jato, de fato, usava táticas de organizações criminosas para intimidar pessoas e, consequentemente, obter apoio e vantagens para as investidas políticas da operação.
O caso do senador Randolfe Rodrigues, um dos mais efusivos defensores da Lava Jato, ficou escancarado com o vazamento de conversas de Telegram que mostram que ele utilizou sua estrutura partidária para mover uma ação contra Gilmar Mendes, atendendo aos interesses de Deltan Dallagnol.
Nos diálogos, Dallagnol deixa claro que Randolfe não propôs, mas “topou” (ou seja, aceitou a sugestão) de apresentação de ADPF (tipo de ação que um procurador de primeira instância não pode encaminhar ao Supremo Tribunal Federal) contra Gilmar.
Randolfe já foi citado em delações da Lava Jato. O mesmo ocorreu com outras personalidades políticas, como Lindbergh Farias e Álvaro Dias. No caso do primeiro, nada ficou provado e o petista segue na resistência contra a Lava Jato. Mas Dias só acordou mais recentemente para os abusos praticados no âmbito da Operação que levou Lula à prisão.
aparecido
7 de agosto de 2019 9:06 pmcomo assim, “Dias só acordou mais recentemente”?! Dias, é parte do sistema lavajateiro, meu amigo. Esse “Dias”, é um tremendo dum salafrário da mesma laia de Moro. Alguma dúvida?
+almeida
7 de agosto de 2019 9:22 pmAos poucos iremos conhecer todos e todas que fazem parte da grande família “essa porra, com supremo e tudo” que se resume na quadrilha de golpistas traidores e traidoras da pátria. Destroem o país, suas riquezas e a soberania entre risos, piadas, comemorações, acordos imorais e indecentes por poder e dinheiro.
republicano arrependido
7 de agosto de 2019 11:40 pmesses moralistas é que foram os
responsáveis pela criminalização e
pelos golpes contra governo progressista….
José Carlos
8 de agosto de 2019 11:40 amQuando a REDE entrou com ação contra o STF por este ter aberto um inquérito para investigar as FAKES NEWS e ataques ao órgão eu sabia que ali havia
Alguma coisa ,na época falei que era um desserviço e que visava proteção aos seus
Agora ficou claro o motivo. Laranja mesmo.
Luiz Cezare Vieira
8 de agosto de 2019 3:21 pmO problema é que esta corrupção da instituição responsável pelo combate ao crime do colarinho branco (termo antigo) e do fim da impunidade (termo em desuso), vai aliviando para os verdadeiros corruptos que instrumentalizaram o Estado e tornaram a rés pública em rés para eles. Lembrem o bunker do Gedel e pensem nele como a pontinha do iceberg. Imaginem que a Odebrecht montou um departamento para corrupção.