
da Comunidade do Blog Luis Nassif
Post do Acta Pulmonale, de Paulo Gurgel
A expressão “louco como um chapeleiro” é provavelmente uma referência ao envenenamento por mercúrio.
E a chamada “doença do chapeleiro maluco” já foi também comum entre os modistas. É que, nos séculos 18 e 19, estes profissionais inalavam fumos de compostos à base de mercúrio, durante a fabricação de chapéus de feltro, e adoeciam devido à toxicidade mercurial.
The Mad Hatter, personagem de “Alice no País das Maravilhas”, foi, presume-se, inspirado em um excêntrico comerciante de móveis chamado Theophilus Carter. Mas Carter não foi vítima da “doença do chapeleiro maluco”.
Embora Lewis Carroll, o consagrado autor de “Alice…”, ao que tudo indica, estivesse familiarizado com a alta prevalência da demência entre os chapeleiros.
Lewis Carrol no Acta
267 – O uso do narguilé
altamiro souza
26 de novembro de 2014 2:08 pmhá alguns chapeleiros malucos
há alguns chapeleiros malucos e distópicos,por aí,
evenenados de ódio e de preconceitos!!!
Camila Victória
28 de julho de 2020 9:12 pma diferença,é que o chapeleiro maluco era um cara loucamente incrível
No alice dos pais das maravilhas
EduardoR
26 de novembro de 2014 3:00 pmE eu que…
Achei que era um tópico sobre certo colunista da grande mídia
kkkkkk
Gilson S Raslan
26 de novembro de 2014 4:53 pmeu ttambém
eu ttambém
Paulo Gurgel Carlos da Silva
26 de novembro de 2014 5:27 pmResposta a Altamiro e a Eduardo
Não pensei, inicialmente. Mas a carapuça serve a ele.
Anarquista Lúcida
26 de novembro de 2014 11:02 pmA intoxicaç p/ mercúrio aumentará c/ uso lâmpadas incandescents
Esse é um fator nao pensado pelos técnicos, preocupados só com economia de eletricidade. E o que vai haver de dejetos tóxicos nao está no gibi.