
Jornal GGN – O clima econômico na América Latina caiu 4,8% em outubro, com queda de 84 para 80 pontos no indicador Ifo-FGV de Clima Econômico, apesar da pequena alta de 55 para 57 pontos registrada no Brasil. O índice é divulgado trimestralmente pela Fundação Getulio Vargas em parceria com o instituto alemão Ifo.
Também houve piora no clima econômico em ambiente global. o ICE do Mundo, que havia melhorado entre abril e julho, caiu 14% em outubro ao passar de 130 pontos, em julho, para 112 pontos. Mesmo com a queda, o ICE manteve-se na zona favorável do ciclo. A piora do ICE mundial decorreu da queda do indicador nas principais economias: União Europeia (-13%), China (-13%) e Estados Unidos (-8,3%). A queda significativa do indicador sinaliza uma piora do cenário econômico mundial para os próximos seis meses.
No caso da América Latina, o estudo diz que, considerando-se a estrutura de pesos determinada pela participação da corrente de comércio (exportações mais importações) de cada país na região, as maiores contribuições para a queda do indicador vieram do México (com peso de 35,4% na composição do indicador), Chile (peso de 7,4%) e Colômbia (5,5%). O México registrou queda de 5% no ICE, que passou para a zona desfavorável. As perspectivas para os próximos 6 meses indicam uma piora no desempenho econômico. Já os ICE de Chile e Colômbia recuaram, respectivamente, 15,7% e 10,7%.
No Brasil, o indicador que mede a situação atual caiu de 42 para 30 pontos, enquanto o que mede as expectativas subiu de 68 para 84 pontos. Na enquete realizada pelos institutos, foram apontados como principais problemas da economia brasileira a falta de confiança na política do governo, falta de competitividade internacional, inflação, déficit público e falta de mão de obra qualificada.
Entre algumas das maiores economias do mundo, Japão, França, China, Rússia e África do Sul registram Ifo desfavorável, além do Brasil. Entre eles, a Rússia é a que mais se aproxima do Brasil, com 58 de Ice. Estados Unidos, União Europeia, Alemanha e Reino Unido estão na zona favorável, mas em queda, enquanto Índia registra Ice de 145, o maior da pesquisa.
A previsão dos especialistas consultados para o Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina para os próximos três a cinco anos caiu em relação a outubro de 2013, de 3,2% para 2,9%. Por outro lado, a projeção para o PIB mundial subiu, de 2,6% para 2,7%. Na União Europeia houve um aumento considerado marginal, de 1,6% para 1,7%, enquanto, na China, a projeção passou de 6,8% para 6,4%. Nos Estados Unidos, o crescimento previsto aumentou de 2,2% para 2,6%.
anarquista sério
13 de novembro de 2014 7:49 pmTem uns trocentos indicadores
Tem uns trocentos indicadores que a economia vai muito mal no Brasil.Inclusive mais de 30 por cento dos empresários pedindo emprésatimos pra pahar o 13 salário. Somos o número 39 entre 43 dos mais proditivos do mundo.
Uma caçamidade pública.
E não que Nassa arruma uma maneira ,numa pesquisa dos confins do Judas, que estamos bem na economia?
Eu sou otimista.MAS não sou mentiroso.
Para com isso,Nassa;
O Brasil está mal na fita.
Muito mal.
altamiro souza
13 de novembro de 2014 10:58 pmdados positivos sempr e
dados positivos sempr e animam!
Eduardo Lima
14 de novembro de 2014 11:06 amQuem não comunica… claudica e cai.
Olá! Os textos “A Conquista da Classe C” vem tratando da recomposição da base social do governo. Na segunda parte ele trata sobre os problemas de comunicação com a população que só se informa através da mídia tradicional. Recomendo a leitura!
http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR2.html