Jornal GGN – Por mais que se negue, não tem mais jeito. A crise hídrica toma proporções sérias. A Unicamp teve seu quinhão de seca, com 30 setores atingidos pelo desabastecimento e cerca de 367 mil pessoas prejudicadas. Outras áreas foram atingidas, mesmo com a negativa da Sanasa, que fornece água no município. Leia a matéria a seguir.

da Folha
Crise da água
Sem água, Unicamp fecha restaurante
Universidade teve 30 setores atingidos pelo desabastecimento; 367 mil pessoas foram prejudicadas em Campinas
Sanasa, que fornece água no município, nega racionamento; PUC e áreas nobres foram atingidas
LUCAS SAMPAIO DE CAMPINAS
A crise no abastecimento de água em Campinas (a 93 km de São Paulo) afetou 367 mil pessoas nesta sexta (17), boa parte em áreas nobres.
Até então, apenas as regiões mais altas e os bairros afastados estavam sendo prejudicados na cidade de 1,1 milhão de pessoas, ficando até seis dias sem água.
Os dados são da Sanasa (empresa mista de água e esgoto). Apesar de divulgar antecipadamente quais bairros ficarão sem abastecimento, a empresa nega racionamento.
Hoje, parte da Unicamp ficou sem água. Ao menos 30 institutos, faculdades e órgãos foram atingidos, segundo a reitoria, com exceção da área de saúde.
O restaurante administrativo foi fechado e a moradia estudantil, que fica fora do campus, ficou sem água.
O desabastecimento atinge também um dos três campi da PUC-Campinas, os hospitais Centro Médico e Boldrini, em Barão Geraldo (distrito onde também ficam a Unicamp e a moradia estudantil) e começa a chegar a bairros e condomínios nobres. O shopping Galleria foi afetado.
“Cheguei às 9h para abrir a lavanderia e já não tinha água”, diz o empresário Denny Cesare, 43, que tem uma lavanderia na região
“O dia foi perdido. Avisei os clientes na página da loja e coloquei um aviso na porta. Amanhã não sei se vou conseguir abrir de novo.”
Lucinei
18 de outubro de 2014 11:38 amhahah,,. a “culpa” ficou pra
Hahah, a “culpa” ficou pra tal sanasa!
Essa folha… É um verdadeiro caso de amor com os paulistas e paulistanos.
mz
18 de outubro de 2014 11:39 amO mercado se comporta hoje
O mercado se comporta hoje com há 500 anos quando a natureza parecia um bem infinito. Só extração e otimização dos lucros. Um bem tão essencial não poderia ser gerido com tamanha irresponsabilidade. Com diria Gurdjieff a conciência humana precisa de choques para subir de patamar, talvez este seja um importante choque de realidade para que o planejamento, a prudência, foco na coletividade e a preservação da natureza seja transmitida e cultivada desde a infância.
Bernardo F Costa
18 de outubro de 2014 11:47 amA rede de captação da Sanasa
A rede de captação da Sanasa não é pŕópria e toda ela é atendida pela sabesp que eu saiba.
Rosa Maria Anello dos Santos
18 de outubro de 2014 12:03 pmSó não tem racionamento para
Só não tem racionamento para Alckimin e sua imprensa conivente…
Moraes
18 de outubro de 2014 12:19 pmMoro em Perdizes, bairro
Moro em Perdizes, bairro tucanissimo, Aécio mais de 60%. Alckmin nas alturas. Pois é, a SAbesp cortou agua na minha rua na sexta,a visando que só volta no domingo, sabe-se lá a que horas. Estão “revisando” a rua. Deve ser no mapa, na rua não tem nada. O lema do Alckmin é assim: “Aqui é São Paulo”. Para os paulistas exasperados, poderiamos dizer: “O nordeste é aqui”. O nordeste conviveu e convive com a seca, está vencendo a batalha. E os paulistas importaram a seca. Alckmin vai às ruas fazer campanha pro Aécio? E os paulsitas vao continuar homenageando a ” competência” dos reis do racionamento da água, da energia, de tudo? Parece que sim. São Paulo está se condenando ao sucateamento.
Paulo S.
18 de outubro de 2014 12:31 pmEu gostaria de saber dos
Eu gostaria de saber dos paulistas se eles já fizeram a relação falta d’água X governo estadual? Se já perceberam que foram manipulados?
peregrino
18 de outubro de 2014 12:34 pmos tucanos são tão canalhas que desconfio do seguinte…
que quando não houver mais solução, solicitarão ajuda internacional
e não a do governo federal
peregrino
18 de outubro de 2014 12:41 pmquerem apostar?
não demora chegarão as ongs internacionais e representantes da ONU
repito, querem apostar? pago com mil litros d’água por cada real apostado
Marly
18 de outubro de 2014 1:45 pmE os paulistas continuam dormindo…
Qual tipo de chá Alckmin lhes ofereceu ? Fico impressionada!
jura
18 de outubro de 2014 2:37 pmFogo amigo
Não esperaram nem o segundo turno!
Maria do Carmo
18 de outubro de 2014 7:08 pmOs eleitores de Alckmin vão
Os eleitores de Alckmin vão culpar os nordestinos, São Pedro, a natureza. A arrogância dessa gente é colossal, jamais admitirão que a culpa da falta de água é do Alckmin! Gostam da servidão voluntária, se sentem confortáveis nesse papel.
Raul Abreu Leite
18 de outubro de 2014 7:40 pmPrevenido!
Já comprei meus dois galãozinho de água. Vou morrer dois dias depois que os alckimistas.
janes salete
18 de outubro de 2014 7:59 pmkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Desculpa!kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk! Gente, desculpa. kkkkkkkkkkkk
Geraldo Chaves
19 de outubro de 2014 1:09 amNão sou paulista, mas como
Não sou paulista, mas como moro aqui em Campinas há 9 anos digo ao povo que: a CULPA É DO PT!!!
Tá satisfeito Alkmim?
Tá feliz com sua “jestão”?
Agora é sua vez de fazer o MILAGRE da multiplicação das águas, porque senão o bicho vai pegar pro seu lado, … e não vai demorar muito.