
Jornal GGN – A Organização Internacional do Trabalho (OIT) destacou as vantagens de corta a semana de trabalho de cinco para quatro dias. O especialista da OIT em assuntos relativos às condições de emprego, Jon Messenger, destacou em um artigo que uma das primeiras razões para impulsionar essa medida se baseia que o excesso de trabalho não é bom para a saúde.
Salienta que o custo de longas horas de trabalho é enorme em termos de doenças que provoca, incluindo cardiovascular, gastrointestinal e problemas reprodutivos, infecções crônicas e problemas de saúde mental, que podem até mesmo levar à morte.
Messenger também explica que uma semana de trabalho mais curta poderia criar mais empregos e de melhor qualidade e cita como exemplo a experiência da Alemanha e Coréia, que reduziram a quantidade de horas de trabalho em vez de despedir empregados em tempos de crise econômica.
Outra razão se refere à crença de que quanto mais se trabalha mais se produz. O especialista disse que menos horas de trabalho têm demonstrado que aumentam a motivação, diminuem o absentismo e reduzem o risco de erros e acidentes.
As duas últimas justificativas para uma jornada de trabalho de quatro dias se baseiam nos benefícios que isso teria para o meio ambiente, reduzindo a pegada de carbono.
Também fez alusão ao fato de faz as pessoas felizes, porque aqueles que trabalham demais têm mais conflitos, especialmente em casa, produto de estresse e ansiedade.
Com informações da ONU
CELSO ORRICO
4 de outubro de 2014 6:41 pmPaul Lefargue
cubano, genro de Marx, escreveu o livro o Direito à Preguiça e já pregava uma jornada de trabalho de 3 horas diárias usava como argumentos os mesmos desse artigo, ele viveu no Sec XiX..
Avelino de Oliveira
4 de outubro de 2014 8:52 pmCaro Nassif e demais
Uma
Caro Nassif e demais
Uma semana de 4 horas diárias de trabalho, tá mais do que bom.
E que a palavra trabalho seja removida do dicionário.
Saudações
josé adailton
4 de outubro de 2014 9:18 pmDevagar
Certamente esse pessoal da OIT nunca tiveram uma empresa.Possivelmente são todos advogados ou funcionários efeitivos do Estado. Imagine um pequeno ou micro empresário aqui do Brasil que precisa trabalhar até 7 dias por semana, pagando rigorosamente suas obrigações tributárias e trabalhistas.Uma gracinha!
Mogisenio
4 de outubro de 2014 10:59 pmTrabalhar mais ou trabalhar menos, eis a questão
O texto acima foi muito mal produzido ou mal traduzido. Quase ninguem comprará a ideia do que jeito que foi vendida.
Pelos comentarios postados até agora percebe-se como o pragmatismo, o utilitarismo, o egoísmo todos em busca da teleologia, imperam por aqui. E tal predominio nao parece ser equivocado, pois falar em reduçao de jornada de trabalho no Brasil , perdoem-me pela comparaçao metafórica – é quase o mesmo que praticar um crime contra os direitos civis e políticos. Falta apenas a tipificacao no código penal.
Todavia, a OIT tem suas atribuiçoes. E pelos comentários, percebe-se que os debatedores não as compreendem.
Particularmente, prefiro trabalhar para viver a viver para trabalhar. Como fazer isso? Eis a questão.
Saudaçoes
Julião
5 de outubro de 2014 1:38 amPara que trabalhamos tanto?
No estágio que a tecnoçogia encontra-se é um absurdo trabalharmos o número de horas e dias que trabalhamos.
Não trabalhamso mais para a nossa subsistencia, habitação, lazer, atendimento médico e educação. Estamos rabalhando fundamentalmene para compra bugigangas que nos são empuradas pelos “mercados”. Não precisamos de ter dúzias de camisas, calças, paletós, sapatos e outros. Não pecisamos trocar nosso computador ou outros eletrônicos a cada ano ou a cada dois anos, com rarissimas excessões. Quanto aos carros, com uma melhora na qualidade dos mesmos, seriam capazes de durar mais de 10 anos, nos levando onde quizermos, sem nenhum problemas mecânico (que é a razaão pela qual temos um carro). Bugigangas em nossas casas, são na sua maioria totalmente desnecessárias.
Para os um pouco mais bastados, uma casa de campo ou de praia, é do ponto de vista econômico, muito mais caro do que qualquer hotel/pouzada/outros. Quantos não tem barcos que não saem nunca.
Comida, uma vez feita em casa, pois teremos mais tempo, será sempre melhor (depois de algum aprendizados) do que a de qualquer restaurante “por quilo”, memos os bons. Pelo preços dos restaurantes bons, principalmete de cidades grandes, dá para comer camarão, peixes mais caros, carnes de primeira, ótimas frutas, sobremesas e o que mais quizer, sem grande problema, para quem pertença a uma classe média.
Bebidas, talvez devemos nos contentar com as mais econômicas e uma vez tomadas com mais tempo e alegria junto aos familiares e amigos, seriam mais saborosas.
Esuqecemos de que a vida passa muito rápidamente e ficamos nos procupando com os obejetos de fetiche e esquecemos de viver. Quando acumulamos alguns bens, e dinheiro para viajar, por exemplo, já não possuimos saúde ou vontade de fazer.
NADA CONSEGUE REPOR O NOSSO TEMPO PERDIDO OU MAL GASTO! Todo o resto, na maioria das vezes, pode ser recuperado. TEMPO DE VIDA NÃO!
Gastar a vida trabalhando, para gerar riqueza, na sua maior parte, para os mais ricos, que é o que acontece nesta sociedade de consumo, é de uma burrice sem par.
Morvan
5 de outubro de 2014 1:58 pmA Sociedade Mudou, A Tecnologia Idem
Bom dia.
… quem não mudou foi a sociedade capitalista (global). Tecnologia no seu sentido puro, de fazer melhor. Não no sentido de maquinária. Mesmo que esta, por efeito cascata, tenha incorporado ganhos, também.
O que hoje se produz em duas horas é bem mais do que o produzido há trinta anos, com menos horas dispendidas. Pior para o Estado, que tem obrigação de cuidar do rebote destas horas excedentes, à custa da mais-valia, uma vez que é o Estado quem cuida dos “enfermos” desta fábrica [des]humana. Com certeza, com menos horas (legais, obrigatórias) de trabalho nós teríamos muito mais produtividade e prazer em trabalhar. E os indicadores de saúde da população, mormente de expectativa de vida, seriam bastante elucidativos da mudança.
Athos
6 de outubro de 2014 7:37 pmO Lula é contra!
O Lula é contra!