
Jornal GGN – O volume morto da Represa Atibainha, em Nazaré Paulista, que estava sendo usado para garantir o abastecimento de água de 6,5 milhões de habitantes na Região Metropolitana de São Paulo, acabará em 5 dias. O prazo de bombeamento da reserva profunda do segundo principal reservatório do manancial foi uma análise feita por especialistas ao Estado de S. Paulo.
Dos 78,2 bilhões de litros que a represa tinha de volume morto, restavam 2,6 bilhões nesta quinta-feira (02).
A Sabesp começou a retirar o volume morte da Atibainha no ínicio de agosto, quando acabou o volume útil. Em pouco mais de um mês, o nível da reserva profunda caiu de 79,9% para 6,4% da capacidade.
No dia 19 de setembro, a Sabesp desligou as bombas do volume morto das Represas Jaguari-Jacareí, em Joanópolis, e então, a represa Atibainha passou a ser a garantia de água para as zonas norte, oeste e central de São Paulo.
Com a proximidade do prazo, nesta quinta-feira (02), a Sabesp religou as bombas dos reservatórios da represa Jaguari-Jacareí, que representa 80% da capacidade do Sistema Cantareira, mas que estava sem a captação do seu volume morto pela seca que transformou a represa em córrego.
De acordo com os analistas, a primeira cota do volume morto do Cantareira deve durar até a primeira quinzena de novembro. A Sabesp pretende usar uma segunda cota da reserva, de 106 bilhões de litros, mas para isso ainda precisa apresentar um plano de contingência à Agência Nacional de Águas (ANA).
emerson57
3 de outubro de 2014 2:57 pmSecou
http://tijolaco.com.br/blog/?p=21739
Represa tem mais 5 dias de volume morto – Responsável por atender a Grande São Paulo há três semanas, Atibainha, do Cantareira, chega a 6% da capacidade
marcos nunes
3 de outubro de 2014 3:00 pmPeso Morto
Bem a tempo para a eleição de um Peso Morto no primeiro turno. Pobres paulistas… quer dizer, bem… deixa pra lá.
Assis Ribeiro
3 de outubro de 2014 3:05 pmE o paulista ainda vota em Alckmin
André LB
3 de outubro de 2014 4:02 pmKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!
KKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!
rita scaramuzzi
3 de outubro de 2014 6:33 pmadorei!!
adorei!! rsrsrsssssssssssssssssssssssssssssss
Sta Catarina
3 de outubro de 2014 3:06 pm2º turno
Que venha segundo turno para governador de SP.
Lucinei
3 de outubro de 2014 4:56 pmSinceramente, acho que o
Sinceramente, acho que o Alckmin e a imprensa dele deveriam ser aclamados por 99,9%; pra não ter reclamação depois.
Pena que isso não vai acontecer; pena que muitos vão sofrer bestamente…
Paulo F.
3 de outubro de 2014 3:09 pmObra do Geraldo!
O resultado sera visto na conta d’água quando resolverem, os emplumados, pela “solução de mercado” para o problema e o preço ser catapultado à estratosfera.
Homero
3 de outubro de 2014 3:10 pmo que vai acontecer com São Paulo?
Sem água, que tamanho terá o caos?
Parece que não esperam pelo pior. ..
Dulce (Madame X)
3 de outubro de 2014 3:13 pmahahaha Não se pode negar que
ahahaha Não se pode negar que Alckmim é um homem de “sorte”. “Vai acabar” a água….DEPOIS DAS ELEIÇÕES.
Estou achando que a população de São Paulo é “cúmplice” deste governo. Oh povinho “porcooo sinhô”, sem banho, EU ESTARIA DESESPERADA. O paulista neeem se toca!
gabi_lisboa
3 de outubro de 2014 3:16 pmAgora o Alckmin vai secar as outras represas
desviando água para abastecer São Paulo, quero dizer, higienopolis. Os sistemas rio grande (minusculo) e guarapiranga estão sendo desviados para isso e, no fim, o problema da seca vai acabar afetando muito mais gente já que o rio grande, por exemplo, abastece parte do ABC.
Alan Souza
3 de outubro de 2014 3:20 pmDaqui a dez dias, com a seca em SP, faça uma pesquisa eleitoral
Continua dando Alckmin, já com 65%!
Jorge Luis
3 de outubro de 2014 3:33 pmTudo bem. Vai faltar água.
Tudo bem. Vai faltar água. Mas não é assim um item tão necessário…
No dia em que faltar pedágio, aí sim o paulista se revolta.
ljunior
3 de outubro de 2014 3:34 pmAntes o nordestino fugia da seca…
… agora a seca vem pra São Paulo!
Parabéns a todos nós Paulistas por perpetuar Alckmin e o PSDB por, pelo menos, 24 anos no poder.
É Alckmin no 1o. turno, minha gente!
E precisamos tirar de Brasília o partido que inventou a corrupção! Afinal, o poder precisa de alternância!
Só rindo pra não chorar…
Angelo P. B.
3 de outubro de 2014 3:38 pmSP toma água podre mas vota nos tucanos
Haja cegueira, o que o ping não conseguir ninguém consegue
Ivan de Union
3 de outubro de 2014 3:54 pmAgora a onca vai beber
Agora a onca vai beber agua… onde a vaca foi pro brejo!
jcordeiro
3 de outubro de 2014 3:54 pmDeserto da Cantareira
Nassif: a ingratidão não tem tamanho. Sinto que o governo estadual, no fundo no fundo, está preocupado com a evasão de divisas do estado paulista. O turismo é grande fonte de renda que o nordeste leva de São Paulo. Especialmente, para locais com dunas. Então, no “Deserto da Cantareira” levar-se-ão toneladas de areia. O local terá buggy e outros atrativos. Já imaginou o show de atrações, com festivais de todos os tipos. E quem tiver sede que beba agua mineral engarrafada…
rdmaestri
3 de outubro de 2014 3:57 pmSe tem 5 dias, na verdade tem menos.
Há duas coisas que devem ser levadas em conta quando da implementação de uma obra de urgência como a que foi feita para retirar água do volume morto, a primeira que todos estão observando, o volume morto e a segunda típica de uma engenharia de urgência a imprevisibilidade do sistema.
Provavelmente na implantação do sistema de captação do volume morto foram empregados os melhores engenheiros que a empresa de saneamento possui, entretanto pela melhor engenharia que se empregue esta obra é o que se chama na engenharia uma “gambiarra”.
Copiando da Wikipédia o sentido da palavra gambiarra, temos a seguinte definição:
“gambiarra é o procedimento necessário para a configuração de um artefato improvisado. A prática da gambiarra envolve sempre uma intervenção alternativa, o que também poderíamos definir como uma “técnica” de re-apropriação material: uma maneira de usar ou constituir artefatos, através de uma atitude de diferenciação, improvisação, adaptação, ajuste, transformação ou adequação necessária sobre um recurso material disponível, muitas vezes com o objetivo de solucionar uma necessidade específica. Podemos compreender tal atitude como um raciocínio projetivo imediato, determinado pela circunstância momentânea.” (definição proposta por Rodrigo Naumann Boufleur, na dissertação de mestrado “A questão da gambiarra: formas alternativas de desenvolver artefatos e suas relações com o design de produtos”).
A boa e completamente apropriada definição de gambiarra, mostra a fragilidade de sistemas que mesmo dentro da melhor técnica disponível, dentro do maior cuidado possível ela não deixa de ser uma IMPROVISAÇÃO ou AJUSTE a uma necessidade premente, ou seja, como se diz em português corrente “é o que a casa oferece”.
Gambiarras, exatamente devido ao sentido de improvisação, elas geralmente não seguem as técnicas correntes e normalizadas de implantação de estruturas, e como não seguem elas estão sujeitas a eventos imprevisíveis que durante anos as normalizações e regras de projetos procuram evitar.
No caso de sistemas hidráulicos, durante uma centena de anos se acumulou experiência do que não se devem fazer. Muitas dessas recomendações que tiveram as suas origens perdidas na história são implantadas sem que se saiba o porquê, e em momentos de crise a possibilidade de dar errado aumenta exponencialmente.
Não querendo ser pessimista, mas sendo, a probabilidade de que o sistema funcione corretamente até o limite é muito pequena, salvo que a implantação desta gambiarra seja salva pela genialidade de algum de seus projetistas (que espero que aconteça), acho que ela falhará antes que se atinja o fim do volume morto, e quando acontecer isto que não se culpem os técnicos por isto, pois gambiarras são mais uma arte do que uma ciência.
André LB
3 de outubro de 2014 4:10 pmAlckmin inova e pratica o
Alckmin inova e pratica o estelionato hídrico. Tem racionamento? Nããão, tem ausência programada de oferta de recursos hídricos.
Daqui pra frente, quando alguém chamar algum paulista de “gato” é porque o sujeito passou a se lamber e chamar isso de banho.
Falando nisso, agora o nome do meu cheque especial é “reserva técnica”. O gerente vai adorar.
ljunior
3 de outubro de 2014 10:36 pmComo diz Zé Simão…
Tucanaram o racionamento!
anarquista sério
3 de outubro de 2014 4:12 pm5 DIAS?
Tempo suficiente pro
5 DIAS?
Tempo suficiente pro Geraldo ser reeleito.
Mas eu quero ver depois de uns 20 dias, se Dilma aguenta o escândalo da Petro.Roubaram tudo,
Nãi deixaram nem uma gota de óleo pra remédio.
Ah….quero assistir as ”explicações” de Dilma.
Justamente ela que foi TUDO na Petro.
Isso não tem preço.—mesmo ela ganhando.
maurobrasil
3 de outubro de 2014 4:33 pmJogaram a toalha?
Vai ser no primeiro turno mesmo?
Alan Souza
3 de outubro de 2014 4:44 pmEu não digo?
É o único anarquista ultradireitista que eu já vi, até hoje!
anarquista sério
3 de outubro de 2014 5:27 pmEu não sei definir o que está
Eu não sei definir o que está dizendo.Mas faço uma pergunta:
Ser contra o EXAGERADO roubo petista é ser ultradireita, ou ultrarevoltado?
ljunior
3 de outubro de 2014 10:29 pmSe for só contra roubo do PT…
…é ser ultraretardado!
Indignação seletiva. Existe compra de votos da emenda da reeleição pra você? Caso Alstom é invenção da oposição Suíça?
Julião
3 de outubro de 2014 6:42 pmGostei quando você escreveu que …
JÁ NO PRIMEIRO TURNO A FATURA ESTARÁ RESOLVIDA!
ppARA VC VER QUE NADA ADIANTOU ESTA CONVERSA BESTA!
anarquista sério
3 de outubro de 2014 8:38 pmMais uma besta que escreve
Mais uma besta que escreve que Dilma ganhará no primeiro turno.
E escreve com tinta nanquim.UAU!!!!!!!!
Se fosse por nível educacional( não é elite e SIM educação) Dilma ficaria entre os [ultimos.
Como o eleitor dela é ignorante.!
Almeida
3 de outubro de 2014 4:15 pmEstelionato eleitoral à vista
Na mesma linha do “quebrei o Banespa mas elegi meu sucessor”. Custo a acreditar que ele possa ter condições de governar a crise de desabastecimento depois; um cadáver político ocupará o Bandeirantes.
É fácil entender o silêncio da imprensa. A capital e os maiores municípios do estado estão nas mãos do PT e há a expectativa de reeleição no plano federal; resta apenas as tetas estaduais para sustentar os jornalões, são estas que procuram manter, para não dependerem de favores do petismo.
O que estamos assistindo na imprensa lembra muito o episódio durante a ditadura, em que uma epidemia de menigite teve sua divulgação censurada. O que vemos nesse “apagão” das águas, o Cecesão em Sampa, é um caso de autocensura da imprensa sobre uma calamidade social. A ditadura deixou seus esbirros nas redações.
ljunior
3 de outubro de 2014 10:24 pmO Estadão foi censurado…
…mas a Folha nunca! Aliás, ela emprestava os carros de entrega de jornais para transportar presos da Ditabranda.
guilherme souto
3 de outubro de 2014 4:29 pmBala de prata
A 950 – de lei -, mas como o governante é de um certo partido político, pano rápido…
Theophilo
3 de outubro de 2014 4:46 pmFalta de agua
A falta de agua nos remete ao banho e à beber da mesma, mas tem muito mais coisa aí. Industrias vao parar, o que deve gerar um problemao para economia paulistana. E como SP é um dos motores mais importantes do país isso deve reverberar até na economia do país. Quem diria, hein! Um entreguista regional conseguindo atrapalhar o país.
Gilson AS
3 de outubro de 2014 5:19 pmAté lá da tempo de votar no
Até lá da tempo de votar no alkimin.
E ainda sobram dois dias para os paulistas e paulistanos comemorarem a derrota do PT em SP.
Depois… ah ! depois a gente vê.
saulogeo
3 de outubro de 2014 5:22 pmO que estará acontecendo….
Claro que a prioridade deve ser o abastecimento para consumo humamo, mas alguém sabe dizer as consequências que impactarâo estas represas, sobre a flora e fauna, com esta contínua retirada do volume morto?
Mario Siqueira
3 de outubro de 2014 5:25 pmQuero entender um pouco mais
Não entendi nada do penúltimo parágrafo:
-“Com a proximidade do prazo…”
Pergunto: que prazo ?
-“…a Sabesp religou as bombas dos reservatórios da represa Jaguari-Jacareí, que representa 80% da capacidade do Sistema Cantareira, mas que estava sem a captação do seu volume morto pela seca que transformou a represa em córrego.”
Pergunto: se as bombas estavam desligadas por causa da seca, que milagre houve para que a Sabesp religasse as bombas ? Chuva, que eu saiba, não houve quase nenhuma nos últimos dias.
Ivan de Union
3 de outubro de 2014 5:33 pmMuito bom, Mario, e me passou
Muito bom, Mario, e me passou despercebido! O “prazo” esta na segunda sentenca. O “desligamento” foi de outra represa e esta no quarto paragrafo.
Mario Siqueira
3 de outubro de 2014 9:20 pmObrigado
Obrigado. Valeu !
Marly
3 de outubro de 2014 5:27 pmComo entender a maioria dos paulistas?
É inadimissível que esse povo não tenha conhecimento da incompetência do governador que deixou de efetuar as obras necessárias para sanar esse previsível caos.Tenho muita dó dos paulistas que têm a consciência do problema, alguns colegas que aqui convivem e, sempre apontando o descaso irresponsável do governador que engana o povo! Muito triste!
ljunior
3 de outubro de 2014 10:20 pmEntenda, amigo…
Estamos ocupados tentando livrar Brasília daqueles que criaram a corrupção no país!
Antes, o Brasil era como São Paulo: os investigadores eram padrão Suíça.
Aline C Pavia
3 de outubro de 2014 5:46 pmDeus está vendo
Você na cabine eleitoral votando no Alckmin
SEM TOMAR BANHO
Aline C Pavia
3 de outubro de 2014 5:47 pmPresença confirmada
O assassino do Cantareira, Alckmin, confirmou presença nos funerais.
Ataíde Coutinho
3 de outubro de 2014 6:16 pmEssas crianças !
Julião
3 de outubro de 2014 6:50 pmFalando sério, … mas não tanto!
Aos meus amigos paulistanos, como moro em Extrema, a cerca de 100 km de Sampa, estou oferecendo banhos coletivos, no esguicho, a preços módicos, já que aqui no meu sítio tenho agua sobrando. Se forem banhos frios e a noite haverá um ótimo desconto. A temperatura aqui está agradável, cerca de 8 º C a esta hora. Aproveitem porque acredito que pelo tamanho da sêca que se aproxima havera filas!
Zanchetta
3 de outubro de 2014 7:03 pmDepois dizem que o PSDB não
Depois dizem que o PSDB não sabe planejar… deu em cima!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Acabaram com o programa eleitoral do Padilha…
Luiz C
3 de outubro de 2014 8:12 pmFato interessante: meu
Fato interessante: meu bisavô, teve o imóvel dele desapropriado para a passagem da Rodovia Dom Pedro II em 1974 e, pouco mais tarde, este veio a ser submerso pela construção da represa. Após quase 40 anos sem a ver a casa do meu bisavô, você consegue agorar ver toda a estrutura do que outrora fora a casa. Bendito Alckmin que me permite a conhecer este passado que eu nunca vivi!
Antonio C.
3 de outubro de 2014 9:37 pmAhm…
Segundo as últimas pesquiza (assim mesmo, caro leitor), o volume morto corre o risco de permanecer por mais quatro anos.
Por isso, já tenho a minh canequinha. Vermelha.